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O Up Exciteé, da A Sós, é daqueles produtos com embalagem bonita que você apaixona à primeira vista. Ele chegou às minhas mãos por intermédio do Up Sex Shop e, como você mesmo está percebendo, o nome é sugestivo o suficiente para provar que toda relação pode esquentar e dar um up.

Ele promete vibrar, esquentar e esfriar. Confesso que usei algumas vezes e não vi essa vibração, a não ser das minhas pernas que não conseguiam parar quietas de tanto prazer. Senti mais um esquentar e um sabor delicioso. Inclusive, quando coloquei a minha língua no lugar que mais adoro senti um gosto mais voltado para o refrescante. Cai de boca porque sou dessas.

 

 

Up Exciteé é um spray, que torna mais fácil a sua aplicabilidade. Como já disse acima, entre suas funções encontram-se o esquentar e o esfriar com mais evidência, além da lubrificação (pois eu senti que ajudou, sim!). Com ele, o oral e a penetração ficaram bem mais gostosos. Nem me lembro exatamente quantas borrifadas dei, mas uns 3 a 5 jatinhos já fazem toda a diferença que queremos.

Apesar de ser considerado um excitante feminino, ele também pode ser usado no parceiro. Põe na sua cabecinha e põe a boca na botija que ele vai amar. Caso você mesma queira aplicar em si para dar aquela excitada antes do sexo, vá direto ao ponto, ops, ao clitóris e massageia um pouco que, certamente, vai bater aquela sensação deliciosa entre quente e frio, quiçá você também sinta pequenas vibrações. Com o Up Exciteé, a sua sensibilidade vai ser maior e, por isso, será tão gostoso.

Se resolver utilizar, conta pra gente aqui nos comentários. Mostra que você realmente é um despudorado e que transar e se deliciar é contigo mesmo!

Tudo começou com um beijo no pescoço, um encosta n’eu, dá um cheiro n’eu. As mãos falavam por si, os corpos diziam pelos dois. Uma bebida feita a quatro mãos seria mais um recurso para esquentar aquele momento que já pegava fogo. No caminho para o ninho, a descrição de tudo o que poderia acontecer. Baco Exu do Blues começou a tocar Bebendo vinho, quebrando as taça/ Fudendo por toda a casa. Assim, começamos pelo corredor.

Bebidas no chão, roupas tiradas, paredes, chão. E o movimento de cada penetração levava-nos adiante em gemidos e prazer. Mete, chupa, morde devagar. Mãos e marcas no corpo e pelas paredes da casa. Sem mais e querendo muito mais, agora em outros lugares: quarto. Se eu divido o maço/Te amo, desgraça, te amo, desgraça – continuou a música e a gente, em cada soltar de fumaça, mais se pegava.

Por frente, por trás, de lado entre coxas e assaltos. A cama era apenas uma superfície rasa. Não havia limites, havia fome. Mais um recurso surge: aquela prótese, consolo, pau de borrada ou quais outros nomes preferirem chamar. Fomos de outra rola, 18cm a mais para completar aquela relação carnal de signos em fogo. Vai, senta firme/Vai, senta, senta, senta. A música se repetia.

Enquanto ele metia aquela a rola a mais, beijava-me. Enquanto ele me desvendava, eu metia todo aquela ostentação em mim mesma. Não havia preconceito, queríamos fazer da penetração o centro das atenções. Em mim, vontade no limite máximo. Nele, gemidos deliciosos sem necessariamente ser aos pés do ouvido. Enfim, jorro. Após, silêncio. Cama molhada e o corpo, em brasa, aquietando e acalentando-se um no outro.

Ao levantar, sol. O dia havia nascido. Nosso corpo estava desperto. Banho. Risadas juntos, um seguir adiante e aquela conclusão de que a vida pode ser bem mais excitante sempre que a gente quiser, basta permitir ao corpo faísca.

Vez ou outra nos deparamos com alguém que a química bate. É pa-pum! Mais do que uma conversa que se conecta, existe uma energia positiva que, assim como um ímã, nos aproxima. Pensamentos parecidos e despudores (ou não) fazem dessa afinidade um lugar comum e, então, a vibe não poderia ser outra a não ser a deliciosa good vibes. Essa, inclusive, é uma das formas que a gente reconhece um crush – nome utilizado por quem temos um affair, uma quedinha, um amor platônico ou uma vontade imensurável de dar.

Definimos em qual desses aspectos o crush está pela forma como piscamos nos lábios debaixo, pelo modo como o coração acelera ou até mesmo pelas lembranças que ele nos proporciona. É aqui que começa a saga para que o crush entre na nossa e deixe de ser apenas um desejo. Então me diz: O que você faz para tornar real seus desejos maliciosos e recheados de carência em relação ao crush? Neste momento, qualquer hora é hora e, portanto, oportunidades são únicas.

Quando ele diz que vai a uma festa tal. Se a festa for na vibe pegação, apareça e cause! Permita-se aos encontros e, mais do que se permitir, esteja lindo ou linda do jeito que você olhe no espelho e pense: Eu me pegaria. Nhac. Além disso, mostre confiança e realmente seja autoconfiante. A autoestima elevada ocasiona o despertar de uma beleza que vem de dentro e, assim, todo mundo repara – principalmente o crush. Se ele não perceber é porque não era pra ser e, portanto, o danado permanecerá ocupando esse status até uma outra pessoa entrar no lugar.

Não seja insistente nem passe a ideia de perseguição. Deixe a pessoa respirar. Evite causar constrangimentos e faça com que os momentos entre vocês sejam sempre tomados de naturalidade. Quando você faz as coisas rolarem tranquilo e naturalmente, fica tudo mais gostoso e a resposta para o que você precisa surge sem precisar se expor. O crush é a definição perfeita para os futuros rolos ou para os pequenos impulsos que hão de nos surgir e nos tirar do cotidiano – muitas vezes sem perspectivas amorosas.

Se você estiver sem crush algum, é quase certeza que você seja crush de alguém. Essas possibilidades sempre nos dão um up, né? Se tudo der certo e você conseguir pegar quem tanto queria, então é só partir pro abraço e fazer dos abraços os lugares mais gostosos para estar. Mais do que isso, permita-se falar de perto, falar com a língua e com todos os lábios se a vontade for essa. Quando há reciprocidade na vontade de se pegar, pode chamar o bombeiro porque é certeza que dessa relação (ainda que esporádica) vai sair fogo.

À espera de uma putaria gratuita ou, então, de um diálogo descontraído com amigas próximas ou da família, eu pergunto: “Como você gosta?”. Sei que o questionamento dá margem à várias interpretações porque, quando o assunto é sexo, sempre é possível fazer muitos deslocamentos semânticos.

Cada um possui uma forma particular de interagir no sexo e é nesse sentido que proponho tal pergunta, apresentada no título. Particularmente, adoro a sintonia e o fato de sentir a pele, as mãos e a saliva em quaisquer posições. Em um bate papo, dois despudorados salientaram o seguinte: S.R. confessou-me que sente tesão pelo entrelaçar dos corpos vestidos e pelo cheiro. Já M.S. salientou seu desejo por ser, primeiramente, despida, e, depois, se enroscar ao outro usando um salto alto e impondo sua presença ao sexo oposto.

Duas curtíssimas confissões mostraram uma pequena porcentagem do que somos, de nossas peculiaridades e de como nos redescobrimos constantemente. Além do mais, alguns se descobrem em relações rápidas e contínuas, outros com alguém fixo. Sendo assim, não podemos dizer que há uma exatidão em nossas relações íntimas. O importante é ter uma vida sexual ativa, pois esta atividade nos permite pensar e reconhecer o modo como mais gostamos.

Estou o tempo todo em pequenas entregas e, olha, não vejo problema algum nisso e, a cada diz, me descubro mais sexualmente! Esta entrega te pertence mais do que ao outro. Caso não queiram falar nada, tudo bem. Só não esqueçam que a língua e os dedos possuem tantas outras utilidades.

Em lojas e sites de Sex shop, encontra-se tudo o que concerne à acessórios, afrodisíacos, produtos que proporcionam o aumento do pênis, camisinhas, cartões eróticos, produtos comestíveis e os mais diversos produtos cosméticos, além de DVDs, objetos infláveis, jogos e brincadeiras, kits eróticos, lingeries e mais uma centena de coisas que possibilitam a prática do sadomasoquismo, pompoarismo etc, sem falar nos vibradores (que quase todo mundo tem um!)

Em poucas palavras, o sex shop é o local ideal para os casais e pessoas que buscam a satisfação sexual. Atualmente, a prática sexual pode ser satisfeita sem que se tenha a necessidade de um parceiro ou de suas próprias mãos. Há alguns anos, ao visitar um sex shop, conheci uma máquina que facilitava o trabalho de penetração do membro peniano e possibilitava ao indivíduo diversas posições sexuais, bem como exercitar todos os momentos necessários ao ato sexual.

A criatividade e a busca por este tipo de satisfação é algo que surpreende. Acredito que este meio de satisfazer-se seja o mesmo que realizar um fetiche, pois não é difícil encontrar um parceiro para uma simples e deliciosa transa, sem contar que muitos motéis possuem esta cadeira em seus quartos na tentativa de dar mais prazer aos clientes.

Se alguém tiver tido experiências com uma cadeira desta, conte-nos como foi. Histórias e detalhes pessoais como estes não poderiam ser mais bem relatados do que o são por nós, sujeitos afetados por pela sexualidade.

Quando me passa a mão pela cintura, diz ela. E quando senta sobre mim, aponta ele com o queixo. Para cada fala, uma reticências que prevê tudo o que virá depois. Não há dúvidas do derrame, da volúpia e da lascividade presente neste encontro. Foi assim, é assim e vai continuar deste mesmo modo em relação à atração no trabalho ou, digamos, troca de interesses. Quem nunca teve vontade de tirar a roupa diante daquela brincadeira de passar a mão aqui e ali em um dito sem querer? Sim, talvez essa vontade nunca lhe tenha passado pela cabeça, mas isso deve ter suas razões – e outra: ninguém é igual a ninguém, óbvio.

Esse assunto, apesar de não abranger a todos, é importante porque não deixa de acontecer. É aí que nos perguntamos sobre a ética profissional e sobre o fato de ter que ver a bendita carinha alheia todo santo dia – realmente é preocupante, mas a depender da profissão, do comportamento e dos cargos que ambos ocupam…é tranquilo e não vai mudar em nada a rotina de trabalho.

Agora vou citar os casos que podem resultar em uma dorzinha de cabeça: empregado com padrão dá merda, velho. Prefiro ficar na minha e não dar ousadia. O mesmo se dá com cargos de subordinação e avaliação. Esse “merda” e “foda” por ser convertidos em seu sentido caso o sexo se dê por meros interesses. Algo que não é da minha alçada, amores; além disso, sexo no trabalho de forma que os outros percebam ou saibam é foda. Se fizer, faça discretamente e de forma que ninguém nunca descubra porque assim você come e repete o prato. Há outros casos que eu não me lembre? Se sim, aceito com muito prazer nos comentários.

Dizem que a delícia dessa relação é o fato de parecer romper com os princípios éticos. Tudo o que soa perigo, ressoa em adrenalina e sexo com isso é um manjar de lamber os beiços. No entanto, há casos e ambientes de trabalho tranquilos que dão margem à um relacionamento além do sexo. Casos como esse acontecem, também, todos os dias e alguns deles resultam em casamentos que dão super certo. Contigo já rolou situações como essas? Conta pra mim e compartilha com a gente, vamos ficar bem atentos – a gente promete!

O sexo sempre é uma descoberta. Quanto mais experiências sexuais nós temos, mas sabemos sobre o que realmente gostamos. Todo ato de entrega parece ser um funil onde vamos aprendendo um pouco sobre nós mesmos. Não digo que, para isso, precisamos ter vários parceiros ou parceiras sexuais, mas que pelo menos saibamos nos reinventar ainda que seja com um único parceiro.

Eu confesso que já vivenciei os dois lados da mesma moeda e ambas as experiências foram enriquecedoras. Confesso que não vivenciei tanto porque as possibilidades nunca se esgotam, não é verdade? Mas dentro disso, posso lhes falar que a gente se depara com tudo o que nos permite distinguir o que é medo, o que é intensidade, o que é vontade.

Fazer sexo mil vezes com uma mesma pessoa nos faz descobrir que há sempre um lugar novo para ser desvendado. É aquela coisa: Cansei da cama, vamos pro tapete. Ai, transar contigo é gostoso demais, vamos fazer aqui e agora – na sala de casa enquanto a mãe está na cozinha ou, então, naquela balada em um cantinho discreto e por aí vai. Você descobre que a ciência não mente e que a adrenalina é um delicioso tempero na arte de sentir prazer. Mas também pode acontecer o contrário e você descobrir que adora explorar outras possibilidades, mas ali – dentro do quarto.

Você começa a descobrir que gosta de um tapa na cara, de um arranhão, de uma chupada mais forte, de uma algema e uma chibata. Você descobre tudo isso porque confia demais nele (ou nela) e confia o suficiente para se permitir ser vendada e deixá-lo livre para usar e abusar do seu corpo. Sem contar nas outras descobertas aliadas ao masturbar-se que também passa a ser a dois.

Fazer sexo com vários homens já lhe possibilita uma outra experiência. Você acha engraço algumas delas ou fica nervosa com outras. Você tem histórias pra contar que tem gente que vai duvidar porque realmente existe gente sem noção quando a trama é sexo, mas você imaginava que isso era somente conto da carochinha. Por exemplo, você vai conhecer gente com os mais diferentes fetiches. Daqueles que precisam cheirar seu cabelo para ter um orgasmo ou que pede para você urinar sobre ele (isso porque estou sendo sutil!). Daqueles que brocham porque você tem muita atitude na cama ou porque você geme alto.

Sem contar que você começa a descobrir se gosta mais de um pênis grande ou menor, fino ou mais grosso. Descobre que nem todo homem tem higiene e que nem toda mulher sabe cuidar da sua pepeca direitinho. Percebe que nem toda pepeca é igual e que algumas são lindas – assim, vai moldando o seu gosto. Além do mais, você também vai traçando os perfis de homens e mulheres que curte porque, olhando, você já imagina transando.

Dessa forma, como não se conhecer e não se sentir uma expert na arte de se despudorar? Independente como você vive as suas experiências sexuais, todas elas são válidas e fazem com que a gente se ache. Seja de luzes apagadas ou acesas, a gente sente o sexo em todas as suas nuances porque, sobretudo, ele é tato, olfato e paladar. Ser despudorado é conhecer um pouco a teoria, mas sentir tudo o que a prática tem pra nos oferecer. Quando falamos de nos fortalecer, o sexo – com certeza – é nosso melhor campo de batalha.