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Rasga-me as costas, acerte-me no rosto, hoje visto apenas minha própria pele, quero mais que as carícias de sempre, quero toda a agressividade do seu desejo, nesse fogo que queima em seus olhos e derrete a parafina dessa vela que pingas em meu abdômen, ouço uma risada perversa vindo da boca de uma sadista.

O peso do seu corpo a rebolar sobre mim, com minhas mãos atadas e meus olhos vendados posso apenas me entregar e estou completamente entregue ao teu bel prazer, deleite-se do meu gozo e minha dor, meu prazer em te satisfazer as fantasias mais imundas e depravadas, nosso vício pela pele, nossa admiração pelo prazer, nossa idolatria pelo orgasmo, nesse ritual sublime nos encontraremos a nos amar em Pasárgada, onde sou amigo do rei e lá te terei todas as noites na cama que escolherei.

 

De um despudorado e, pode-se dizer, blogueiro.

Endereço: https://bemymonster.wordpress.com/

Quem conhece o trânsito de São Paulo, sabe o quanto é complicado atravessar a cidade todo dia. De tanto chegar atrasado e cansado ao trabalho, resolvi ir morar para mais próximo do trabalho. Depois de algum tempo de procura, encontrei um apartamento bem aconchegante e com preço compatível com meu bolso. Muito feliz, resolvi me mudar o mais rápido possível. O apartamento é mobiliado, o que facilitou muito as coisas para mim. Peguei minhas roupas e alguns objetos (pois morava com minha mãe)… coloquei tudo no carro… e lá fui eu para meu novo endereço. Pedi à minha namorada para me ajudar nas arrumações, já planejando um final de semana de muita privacidade e muita sacanagem.

Chegamos ao apartamento eu e Regina e começamos a arrumação. Guardamos minhas roupas e coloquei os objetos em seus lugares, até que bateu aquela vontade de tomar um café. Olhamos um para o outro e percebemos que nos esquecemos de passar no supermercado para comprarmos algumas coisas. Regina é uma mulher sempre bem humorada e sabe muito bem como fazer novas amizades. Falou-me para continuar com as arrumações, que ela daria um jeito nisso em pouco tempo.

Fui montar o meu PC e nem dei conta que Regina havia saído. Passado algum tempo, percebo Regina retornar, conversando animadamente com outra mulher. Fiquei curioso e fui saber o que ela já tinha aprontado. Quando entro na cozinha, dou de caras com Regina, conversando com uma loirinha muito gostosa, que aparentava ter uns 25 anos. Tinha cabelos longos, peitinhos pequenos, mas com uma bunda fenomenal. As duas olharam para mim e Regina me apresentou para Erika, minha nova vizinha. Regina me falou que bateu no apartamento ao lado para pedir um pouco de café e açúcar e Erika se prontificou a fazer o café para nós. Enquanto Regina conversava animadamente com Erika, como já se conhecessem há muito tempo, eu peguei o café voltei à arrumação.

Após algum tempo, ouvi Regina me chamar e dizer que Erika estava de saída. Fui me despedir dela, agradecendo pelo café. Dei-lhe um beijo no rosto… Erika retribuiu e disse que adorou a nossa vinda para aquele apartamento, pois era uma solitária. A família morava no interior e ela vivia sozinha… era bom ter amigos por perto. Regina a abraçou e disse que sempre poderia contar conosco. Para a minha surpresa, as duas deram um selinho de despedida. Após a saída de Erika, Regina veio em minha direção e nos beijamos calorosamente. Ela abaixou sua mão, apalpou meu pau e disse:

-Ficou excitado vendo o beijinho que demos?

Eu respondi com um novo beijo… colocando a mão em seus seios. Percebi que os bicos estavam bem durinhos, denunciando a excitação que ela também estava sentindo. Nos soltamos e falei.

-Estou vendo que não sou o único a sentir tesão por aqui!

Rimos deliciosamente e resolvemos tomar um bom banho, pois estávamos bem suados, pelo calor e o trabalho que a arrumação nos tinha proporcionado. Já no banheiro, enquanto nos despíamos, Regina comentava o quanto havia gostado de Erika… que com certeza seriam boas amigas e falou o quanto ela é gostosa. Regina é uma mulher com 40 anos, morena, com seios de médios para grande, com bicos bem salientes… uma bunda bem redondinha e gulosa, uma buceta toda depilada com clitóris saliente… e o melhor de tudo: adorava um pau em todos os lugares e não tinha pudores em falar tudo o que sentia e queria. Enfim, é uma mulher que sabe muito bem o que quer da vida.

Fomos ao nosso banho, onde cada um passava a mão pelo corpo do outro. Para provocá-la, fui lavar sua bucetinha. Ela soltou um gemido alto, dizendo que estava com saudades de poder gemer e gritar em paz. Continuei com os carinhos, me abaixei e coloquei a minha língua naquela fonte de mel… lambi como um louco, ouvindo os gemidos e gritinhos que Regina emitia, pedindo que continuasse chupando sua buceta. Regina pegou nos meus cabelos e começou a puxá-los com força, anunciando o orgasmo que se aproximava. Seus gemidos ficaram mais altos e quando gozou soltou um grito estridente. Acho que o prédio inteiro ouviu, mas não me importei com isso… continuei ali, chupando e bebendo todo o mel de saía pela buceta de Regina. Levantei-me e nos beijamos apaixonadamente, dividindo com ela todo o gosto de seu mel. Enxugamo-nos e colocamos uma roupa leve.

Estávamos famintos, pois o dia foi bem cansativo. Como não tínhamos comprado nada, resolvemos pedir uma pizza mesmo. Como era nosso primeiro dia no apartamento, não tínhamos nenhum telefone de disk pizza. Regina disse que sabia onde encontrar um disk pizza. Saiu em direção à porta do apartamento e a vi batendo na porta do apartamento em frente. Erika atendeu e prontamente passou o telefone. Como forma de agradecimento pela acolhida e pelos favores, Regina a convidou para jantar conosco.

No primeiro momento, Erika se sentiu constrangida com o convite e disse que não queria nos incomodar, mas com a insistência de Regina, acabou aceitando ao convite e disse que traria uma garrafa de vinho. Após uns 40 minutos, a pizza chegou. Quando retornei, Erika já estava conversando animadamente com Regina. As duas faziam um lindo contraste… uma bem branquinha e a outra com a pele bem morena.

Regina vestia uma camisetinha curta, deixando sua barriguinha de fora e um short meu. Erika estava com um vestidinho leve, um pouco acima dos joelhos. Eu estava muito contente, pois tinha duas mulheres bonitas e gostosas em minha sala. Nosso jantar foi ótimo. Apesar de ser uma simples pizza, foi regado a um bom vinho e uma boa conversa. Após terminarmos, as meninas resolveram lavar a louça… ajudei somente a tirar as coisas da mesa e fiquei jogado no sofá, enquanto ouvia as duas numa conversa bem animada. Ao fim de um tempo, ouvi Erika comentando com Regina:

– Nossa, vocês são um casal bem animado! Adorei ouvi-los hoje!

Regina respondeu, admirada:

– Do que você está falando?

– Estou falando dos seus gemidos e gritos hoje à tarde.

Regina dá uma risada bem gostosa e diz:

-Ahhh linda… não consigo me controlar quando levo uma boa chupada na buceta.

Erika apenas sorri e diz:

– Deu para perceber, pelos seus gritos e gemidos!

– Ahh… desculpe não sabia que meus gemidos iriam te incomodar!

– Mas, não me incomodou, ao contrário, adorei ouvi-los!

– Ahh danadinha, quer dizer que ficou excitada com meus gemidos éhh?

– Fiquei sim, imaginando o que vocês dois estavam fazendo.

Após isso, apenas escuto o estalo de beijos. Vou dar uma olhada… as duas estavam abraçadas e se beijavam loucamente, uma apertando a bunda da outra. Quando se soltam, Regina me vê e me pergunta se eu havia escutado a conversa entre elas e me deu uma piscadinha. Respondi que sim… e que era lindo ver as duas se beijando daquela forma.

Regina sai da cozinha, me deixando só com Erika. Ela me olha dentro dos olhos e pergunta se havia ficado chateado em vê-las daquela forma. Respondi que não e que adorava ver a Regina beijando outra mulher, principalmente por saber que apesar do pouco tempo, já existia uma forte amizade entre elas. Regina retorna à cozinha, mas com um detalhe a menos: tinha ido tirar o short e estava somente com uma calcinha de seda bem confortável, enfiada em sua bunda. Estava linda e muito provocante! Ela percebe nosso olhar de surpresa e tesão e pergunta:

– Gostaram? Não aguentava mais aquele short me incomodando! E você, Erika? Está confortável com esse vestidinho?

Erika responde que realmente está muito quente. Levanta os braços e olha para mim, como que pedindo para eu tirar o seu vestido. Chego perto dela e levanto seu vestido lentamente, pois queria saborear a visão daquele corpo jovem, de pele alva e macia. Tinha vestida uma calcinha de algodão com desenhos, mas muito sensual. Continuei subindo o vestido, até despontar dois seios deliciosos, do tamanho certo para chupar bem gostoso, acabando de tirá-lo por completo.

O clima de tesão tinha se instalado, mas Erika estava um pouco desconfortável, apesar da descontração que o vinho havia proporcionado. Ela nos olhou e pediu para irmos para sala, porque ela gostaria de nos contar algumas passagens de sua vida.

No caminho entre a cozinha e a sala aproveitei para tirar a camisetinha de Regina, para que Erika pudesse se sentir mais confortável. E é claro, para aumentar o clima de descontração e tesão entre nós.

Na sala, Erika nos diz que está por muito tempo sem namorado e que sua excitação era muita, mas que nunca havia participado de um ménage. Continuando, ela disse que ouviu os gemidos e gritos de Regina durante nosso banho… não aguentou o tesão e se tocou violentamente, imaginando o que nós estávamos fazendo. Imaginou-se no lugar de Regina ou junto dela… a beijando e vendo o tesão dela…mamando nos seus seios. Disse que quando era criança e durante toda sua adolescência, sempre ouvia os gemidos e gritos de sua mãe, fazendo amor com seu pai… e sempre terminava se tocando alucinadamente, imaginando o que estava acontecendo para sua mãe sentir tanto prazer. Ela nos contou tudo isso, para nos pedir que fizéssemos amor para ela ficar nos observando.

Eu e Regina nos olhamos… e como não dispensamos coisas novas, aceitamos de pronto. Regina se levantou, foi até Erika e deu-lhe um beijo longo e apaixonado… dizendo que ela iria ter momentos felizes e que fizesse tudo que tivesse vontade. Erika se levanta e vem ao meu encontro… me olha e me beija… um beijo molhado, demonstrando todo tesão que aquela menina estava sentindo, pela conversa e pelo clima que se instalou no ambiente.
Regina se junta e nós, olha para Erika e diz.

– Linda, aqui nessa casa você pode tudo! Faça o quiser e à hora que quiser.

Se virou e me beijou, um beijo bem molhado e apaixonado. Sinto uma mão procurando tirar as minhas roupas e logo, estou somente de cuecas e de barraca armada… pois o clima de excitação era muito grande. Chamei as duas, para irmos para o nosso quarto, onde poderíamos ficar mais a vontade. Já no quarto, Erika senta-se numa poltrona para nos observar. Eu e Regina vamos direto para a cama, já nos beijando calorosamente. Deito Regina e fico por cima de seu corpo.. vou beijando seu pescoço… passando língua bem de leve… sentindo a respiração dela se alterar.

Continuo descendo, até alcançar seus seios… fico passando a língua bem de leve na pontinha de seus biquinhos.. sentido-a serpentear seu corpo embaixo do meu. Continuo com a tortura e vou descendo… passo a língua em seu umbigo, até alcançar sua calcinha… vou retirando-a com a boca, até alcançar sua buceta que já estava bem molhada. Passo a língua em seu clitóris e Regina reage no mesmo instante, soltando um grito… segurando a minha cabeça entre suas pernas. Entre gemidos fortes, me pede alucinadamente que chupe sua buceta. Retiro a sua calcinha por completo e caio de boca naquela fonte de mel. Fico lambendo os lábios, até colocar a língua dentro dela. Regina ergue suas ancas e começa a ter orgasmos múltiplos, gemendo muito. Sentíamos tanta excitação que até esquecemos que Erika nos observava. Tiro a boca da buceta de Regina e vou beijá-la, para dividirmos todo o seu gozo, pois meu rosto estava todo lambuzado.

Regina se refaz do gozo violento, me empurra e me faz deitar. Num ato rápido, ela tira minha cueca e meu pau fica apontado para o teto, todo melado pela excitação que eu estava sentindo. Ela o segura, olha com muita excitação e coloca-o todo na boca, me fazendo soltar um gemido de prazer. Ela começa um vai e vem bem violento, como se quisesse arrancar meu pau. Nesse momento, escuto outro gemido forte e aí lembro-me que Erika também fazia parte de todo aquele momento delicioso. Olho em sua direção e Erika esta sentada na poltrona com a calcinha arriada até seus joelhos… de olhos fechados, com as pernas abertas e se toca violentamente. Vejo que está com dois dedos socados em sua bucetinha sem nenhum pelinho e a outra mão puxando o bico de um dos seus seios.

Regina continua me chupando violentamente até que pára e fala sem o menor pudor:

– Amor, soca esse caralho na minha buceta que não aguento mais!

Ela se levanta e fica de quatro, sua posição predileta, me olha e pede novamente para socar o caralho em sua buceta. Aponto na entrada e num golpe só, soco tudo de uma vez! Regina solta um grito cheio de excitação e prazer e começa a rebolar como louca. Ela olha para Erika, que continuava socando dois dedos em sua buceta, e diz a ela.

É isso que você queria ver? Uma puta levando rola na buceta e gemendo como louca?

Erika apenas balança sua cabeça afirmativamente, mas agora ela nos olha e demonstra todo tesão que está sentindo em seu rosto. Ela me pede para socar com mais força, que ela quer ver essa puta gritar como louca.

Regina ouvindo isso rebola com mais vontade ainda e gritando pede para eu meter com mais força. Não me nego aos seus pedidos, seguro suas ancas e meto sem dó, cada vez mais rápido. Ela não aguenta por muito tempo e goza violentamente. Não permito que descanse, tiro o pau de sua buceta e num golpe certeiro coloco tudo em seu cuzinho. Regina solta um urro de dor e prazer e pede-me que meta com vontade em seu cu. Erika, ainda em sua canto, solitária, pede também para eu socar com força no cu dessa putinha deliciosa. Com esses pedidos, não me faço de rogado e soco com força no cuzinho de Regina. Os gemidos aumentam de intensidade e volume, anunciando mais um gozo. Eu, também não aguentando mais, derramo um rio de porra no cuzinho de Regina. Erika, vendo a cena, não aguentou e gozou juntamente conosco.

Os três, extasiados de tanto prazer, suados e com porra por todos os lados, fomos a um banho reconfortante, no qual rolaram muitos carinhos e beijos. Erika disse que iria para sua casa, mas não permitimos, dissemos que ela era nossa convidada para dormir em nossa cama. Terminado o banho, dormimos rapidamente, esgotados pelo cansaço do dia e pelas horas de prazer.

No dia seguinte, fui acordado da forma mais deliciosa que existe. A primeira coisa que fiz quando abri os olhos, foi sentir uma boca no meu pau. Era Erika me chupando deliciosamente e Regina ao seu lado tocando nos seios da menina e a incentivando a enfiar meu pau cada vez mais fundo em sua boquinha. Gemi de prazer, as duas me deram bom dia e continuaram onde estavam. Regina, não aguentando de tesão, foi chupar a bucetinha de Erika, que sentindo a língua em seu clitóris, enfiou meu pau todinho na boca. O senti bater no fundo de sua garganta… isso me descontrolou por completo e comecei foder a boquinha daquela menina deliciosa.

Avisei que iria gozar e Erika fez questão de aumentar os movimentos de sua boca. Acabei por derramar tudo em sua boca. A danadinha não deixou escapar uma gota e foi dividir minha porra com Regina. As duas se beijavam deliciosamente e eu não aguentando ver aquela cena, fui chupar a bucetinha de Erika, que rebolava alucinadamente em minha boca me pedindo para socar dois dedos em seu cuzinho. A menina transpirava tesão, gemia como uma gatinha no cio e dizia que sempre sonhou com isso de ser usada por duas pessoas. Regina, ouvindo isso, não pensou duas vezes sentou-se no rosto da menina, fazendo-a chupar sua buceta. Aí sim, o tesão sai completamente fora de controle. Regina esfregava a buceta com violência no rosto de Erika, que só colocava a língua para fora da boca e sentia todo mel que saía daquela buceta deliciosa. Regina urrava de tesão e gozou tanto que eu pensei que fosse afogar a menina com peso de seu corpo todo.

Regina caiu de lado, exausta e Erika me pede com a carinha mais safada do mundo:

-Por favor, come meu cuzinho!

Não aguentei, coloquei-a de quatro e pedi a Regina que abrisse as nádegas dela. Quando vislumbrei aquele buraquinho rosadinho, meti com força. Erika soltou um grito de dor, mas pediu que não parasse, que ela adorava sentir dor no cuzinho. Regina, que não queria perder nada da festa, se colocou por baixo da menina e foi chupar sua buceta. Erika, com o cuzinho preenchido e com a língua de Regina brincando em sua buceta, perdeu todo controle que ainda existia e gritava:

-Me fodeeeeeeeeeeeee, come meu cuzinhooooo, lambe essa buceta sua puta safada!

Não demorou muito, e com todos esses gritos deliciosos, gozamos os três.

Caímos deitados e por lá ficamos algum tem. Erika foi a primeira a retornar à realidade, olhou para Regina e lhe deu um beijo e depois fez o mesmo comigo, nos agradecendo por tudo o que havia acontecido, pois ela sempre sonhou desde sua infância ouvindo sua mãe gemer e gritar de prazer, em participar de um ménage. Regina disse que foi maravilhoso, também. Esse relacionamento durou alguns meses, até que Erika precisou retornar para sua cidade natal.

Foram momentos maravilhosos que jamais esqueceremos, e quem sabe um dia voltaremos a ter uma vizinha tão deliciosa e taradinha como Erika.

 

DF, um despudorado das bandas de São Paulo.

Finalmente…

Era a última semana de mais um dolorido período da faculdade e todos estavam ansiosos por um lazer. Então, a galera da turma e mais alguns agregados de outros períodos decidiram passar o final de semana em uma cidade próxima em que há muitos balneários. Fiquei bastante animado com a possibilidade, assim como a moçada que dividia um apartamento comigo, mais um cara e duas meninas. Todos muito descolados e saídas para tomar umas geladas eram bem vindas quando possível. Alguns outros membros do passeio moravam no mesmo prédio. Marcamos encontro conjunto na rodoviária. Decidimos viajar na sexta no ônibus das 19:00 porque assim poderíamos aproveitar um pouco a noite da cidade destino.

Eis que é chegada a sexta-feira. Antes do início da viagem todos estavam animados… alguns mais que outros, inclusive eu, os companheiros de AP e prédio, contribuindo para isto algumas brejas tomadas em um barzinho próximo. Uma segunda parte da galera partiria no ônibus das 21:00. Então, lá fomos nós.

Após o embarque, nos concentramos na parte traseira do bus e como já era noite, ar condicionado, baixa luminosidade, o ambiente estava agradável. A viagem duraria cerca de duas horas e nesse período muita coisa poderia acontecer. Quem estava de casalzinho sentou lado a lado, e claro que isso favorecia uma sacanagem por parte daqueles que estivessem com disposição. Nas últimas duas fileiras estavam três casais e eu dei a sorte de ficar na última e com as duas poltronas a minha disposição, logo coloquei o fone, esparramei, fechei os olhos e relaxei.

Passadas meia hora de viagem já dava para perceber que cada um relaxava a sua maneira e os casais se curtiam como era de se esperar. Foi nesse momento que percebi o clima quente que rolava nas duas poltronas a minha direita. Caio e Mayla, um casal vizinho de AP e também meus veteranos, estavam trocando beijos e carícias e, ao observar melhor, pude perceber que ela estava acariciando levemente o pau do parceiro e ele a beijava e lambia no pescoço, fiquei incrédulo, mas gostei, claro.

Estavam tão a vontade que esqueceram de mim e quando Mayla se deu conta, me veio um sorriso malicioso, achei que iriam parar, mas o Caio me olhou de forma descarada e apenas me pediu silêncio levando o dedo em direção a boca. Sabia que os casais da frente também perceberam o que estava rolando, mas não deram a mínima, afinal também estavam “curtindo a viagem”. Caio continuava a desfrutar do pescoço de sua mina e as carícias no pau ficavam cada vez mais intensas. Aquela cena me deixou com um puta tesão, mas, somente aproveitar a visão já me bastava, e acredito que isso também os estava estimulando, claro que os copos de cerveja do início também contribuíram.

Logo ele baixou uma das alças de seu vestido, ela estava sem sutiã, começou a mamar seus seios e os suspiros já começavam a ecoar baixinho, porém com intensidade, a mesma com que ela já punhetava seu macho, um sincronismo bonito de se assistir. Ele acariciava suas coxas, dava pequenos apertos e logo seus dedos foram de encontro da buceta de Mayla que estava se contorcendo, porém sem deixar de socar aquela pica com as mãos. Neste momento, Caio a puxou para um beijo cheio de malícia, conduzindo sua boca até seu pau que começou a ser chupado de forma intensa, eu não estava tendo a mesma sorte, mas o prazer não era tão distante em relação aos dois.

A coisa fluía com excitação em meio a carícias no cabelo e nas costas da gata, uma mamada de pau agora violenta de causar espasmos em quem era chupado, vindo, assim, uma gozada pesada naquela boca. Caio apertava a poltrona na ânsia de extravasar e Mayla continuou chupando e diminuindo o ritmo lentamente. Até que, trazendo-a novamente para perto de sua boca, a beijou de leve, não parecendo ser adepto a certos “nojinhos” que se vê por aí. Na sequência, continuaram a se pegar mais levemente no restante do trajeto. Eu estava satisfeito e com uma vontade imensa de fuder, mas o melhor ainda estaria por vir.

Ao chegarmos a nosso destino, antes de descemos do ônibus, os dois ainda me deram um sorriso, mas não disseram nada, convivíamos pelas circunstâncias, mas mesmo pertencendo ao mesmo curso e prédio não éramos tão íntimos, ainda mais para rolar tudo aquilo. Fomos todos para o local de hospedagem, uma pousada muito aconchegante. Iria ficar com meus parceiros de AP, mas dois estavam acompanhados e eu não queria estragar o esquema de ninguém. Foi nesse momento, percebendo minha situação, que Mayla e Caio me convidaram para ficar no quarto deles… no primeiro momento disse “NÃO”, afinal era mais uma dupla que queria aproveitar o momento a sós naquele final de semana, mas eles insistiram e aquela cena do “ busão” não saia da minha cabeça, pensei… “que mal tem?” e aceitei. Fomos para o quarto, tomamos banho, trocamos de roupa e por volta de 22:30 a galera se reencontrou na recepção e partimos em busca da diversão noturna daquela cidade.

Fui com dois dos meus companheiros de moradia e seus respectivos “peguetes”, mais Mayla e Caio em busca de um lugar para beber. Era o único sem parceria, mas estava tranquilo. Encontramos um barzinho de estilo largadão em que tocava “Rock anos 80”, e como era um gosto musical em comum, decidimos que seria ali. A música estava boa e a cerveja gelada, todos estávamos curtindo e depois de uma hora e já com alguns temas e “litrões” vazios, os casais começaram a se animar e obviamente o assunto “sexo” e seus diversos afins… logo virou pauta. Perguntas e confissões sem pudor.

Mayla confessou que se exibir lhe excitava muito e que era louca por um menáge, tanto com uma outra menina na relação e outro cara também, mas, uma experiência de cada vez, só ainda não havia rolado porque o Caio, apesar de querer muito uma foda com ela e outra garota, era um pouco relutante em relação a outro homem, mas toparia se o cara fosse de confiança… Nesse momento com todos já bem “excitados”, uma das namoradas disse que adoraria uma “DP” e Mayla mandou em seguida na lata: “É…seria uma delícia duas picas ao mesmo tempo, ia rolar tudo que é sacanagem mas… o cu é só do Caio”, todos sorriram. Nesse instante, saquei melhor o lance do ônibus e pensei… “por mim, seria tranquilo”, porém, nada disse. Tomamos mais algumas geladas, era visível que os casais estavam loucos para praticar algumas, ou todas, aquelas putarias que foram citadas… rolava um cheiro de sexo no ar… era chegado momento de voltar a pousada. No trajeto curto até lá o papo se manteve, assim como em meu pensamento, a certeza que ficaria não mão.

Chegando a pousada, os dois amigos e seus respectivos pares não perderam tempo e correram para o quarto e ainda brincaram “a foda vai ser boa”. Mas Mayla e Caio não fizeram a mesma opção… em seguida o Caio disse que ainda tinha uma parada para beber e me pediu que os esperasse na pequena pracinha existente no local, eu, como não estava a fim de dormir e ainda queria uns goles fiz o que ele pediu. A praça estava em silêncio, com luzes baixas e passados alguns minutos voltaram com uma garrafa de vinho. Sentamos em um banco e começamos a tomar em copos descartáveis mesmo, trocamos mais algumas ideias e eles começaram a se pegar novamente.

Agora Mayla, sem mais delongas, sentou sobre o Caio beijando-o de forma intensa enquanto ele acariciava suas costas por baixo da blusa, logo meteu as mãos por baixo da saia e começou a apartar a bunda, tirando um suspiro ardente de sua gata. Eu só podia apertar a garrafa enquanto mandava mais um copo para dentro, pensei em levantar e ir, mas já estava bem alterado e sem vergonha, sem falar que o vinho ainda não havia acabado… um ótimo álibi, né?

A temperatura subiu muito no Jardim, então decidiram partir rumo ao quarto. Me antecipei e disse que ficaria fora mais um tempo ou que poderia catar um abrigo em outro quarto, mas no fundo, queria era presenciar tudo que rolaria entre aquelas quatro paredes. E assim, como se tivesse lido meu pensamento, a Mayla disparou pegando em minha mão: “vem também”, alguns segundos de silêncio… o Caio meio que sorriu dando o aval, seguido de um: “bora!”. Fiquei meio reticente, mas o tesão era enorme e a ideia de assistir aquela trepada… eles levantaram, ele a abraçou por trás e foram em direção ao quarto, fui atrás com a pulsação a toda….

Ao entrarem no quarto, começaram de imediato uma pegação muito louca. Caio encostou Mayla na porta e foi beijando seu pescoço, virando-a partindo para nuca e pressionando firmemente seu corpo, levantando a saia e roçando em sua bunda sobre a calcinha. Eu não podia acreditar no que estava vendo e eles se portavam como se minha presença fosse invisível. Ele a puxou em direção a cama já retirando sua blusa, ela não parecia ser fã de sutiã, ao deitá-la, a despiu da saia. Eu segui em direção a beliche que ficava paralelo e fui para cama de cima para observar melhor. Então, ele ainda em pé rente a cama, a trouxe até sua boca e trocaram mais saliva até ela beijar o pescoço do parceiro, retirou sua camisa, foi descendo com mais beijos pelo peitoral e chegou aos mamilos, fazendo uns carinhos e um passeio com a língua que fizeram Caio suspirar intensamente. Ao descer pelo abdômen, passando pelo umbigo, foi abrindo o zíper, levando a bermuda ao chão, ficando aparente o volume por baixo da cueca.

Após deixar Caio completamente nu, Mayla começou a acariciar aquele pau de forma lenta, primeiro com as mãos, depois com a língua, dando pequenos beijos naquele membro enquanto inclinava seu corpo de forma a provocá-lo. Estando de quatro, inicia um novo boquete no parceiro, mamando e punhetando, em certo momento, apertava com firmeza a bunda dele, levando seu macho a loucura. Ele a tocar seus cabelos, descendo as mãos com carícias nas costas dela, até apertar firmemente sua bunda, puxando a calcinha e comprimindo-a junto aquela buceta, arrancando suspiros de tesão de sua fêmea. Logo, Mayla voltou a subir pelo corpo de Caio em direção a sua boca, beijaram-se, ele passou a se deliciar naqueles seios, enquanto as mãos continuaram a passear sobre as costas da jovem… Foi descendo e beijando-a, até que, enfim, retirou a calcinha atirando-a ao chão.

Nesse momento, eu que já não podia me conter, fui lá e peguei a calcinha, estava completamente encharcada e com cheiro de buceta, meu pau latejava e, ao continuar no ímpeto, ajoelhei-me em volta da cama para observar com mais precisão aquele ato. Enquanto isto, Caio passava a língua sobre o corpo de Mayla, ajoelhou-se no chão e, com ela também de joelhos no extremo da cama, passou a chupar sua buceta e com as mãos desfrutava das costas e da bunda da gata, ela se contorcia segurando firme os cabelos do parceiro, jogando levemente o corpo para trás.

Nesse momento, ele fica de pé virando a gata, a fim de tomar suas costas. Enquanto batia punheta, foi tomando a nuca dela, descendo pela região com mordidas, beijos e com ela mais uma vez de quatro, passou a se deliciar de sua bunda, lambia, mordia, acariciava com vontade…. Então… arreganhou-a por inteiro, foi descendo a língua pelo rêgo, passando pelo cuzinho, períneo até encontrar novamente a buceta… fazendo várias vezes o movimento, subindo e descendo, dando um banho de língua pela região íntima, deixando Mayla em êxtase agarrada ao lençol e travesseiros. Eu continuava a assistir e buscar a melhor visão.

Já sobre a cama, Caio coloca a camisinha, puxa Mayla para um beijo e a penetra de forma voluptuosa, fodendo com vontade, metendo com força, rebolando sobre o corpo dela, recebendo como recompensa os sussurros de prazer da parceira que apertava a bunda dele com gana. Eu estava me deleitando, mas não sentia necessidade de participar da consumação, sentia-me contemplado por poder observar… detalhadamente do ângulo que me ocorresse. Em seguida trocaram de posição e, dada a intensidade, não houve terceira… Mayla sobre o parceiro, agora cavalgava apoiando-se na cabeceira da cama enquanto Caio abocanhava seus seios e apertava sua bunda . O ápice não demoraria a vir.

Eu, descaradamente subi um pouco sobre a cama, podia ver o pau entrando e saindo a toda, uma cena sem igual. Os sussurros, gemidos, apertos, o suor… o toque nas cotas, uma bunda marcada por apertos de prazer… um toque no cuzinho no momento em que Mayla geme alto, respira mais ofegante e suspira num gozo que matava um desejo que há muito queria saciar. Sem demora Caio experimentou a mesma satisfação. Ela, logo recaiu sobre ele ainda se movimentando levemente. Meu pau há muito já escorria, mas agora ao pegá-lo, nem mesmo cheguei a socar cinco vezes para uma esporrada completa que recobriu meu abdômen…. cai no chão e ali fiquei… podia ouvir os dois ainda a trocar carícias, sentindo aquele cheiro de “porra” no ambiente.

Estávamos esgotados… ainda incrédulo, levantei olhando para o casal… eles apenas sorriram… fui em direção ao banheiro, pois já era capaz de novamente ter prazer somente através de imagens bem vivas na memória e também precisava de um banho. Foi um momento único, mas aquela madrugada ainda não tinha chegado ao fim. Após eles também tomarem banho, não foram exatamente dormir, EU também não, porém foi um fim de semana de muito prazer para apenas um relato.

Por Voyage.

Quando você tem uma vida sexual ativa em plena solteirice, isso pode significar que muitos mastros passaram por sua mão (ou por outros lugares). Contabilizar isso leva tempo, mas lembrar daquelas que mais marcaram é coisa de três segundos, pode despertar sorrisos e fazer você ter vontade de querer mais (ou de correr léguas, acredite!).

A primeira delas, a gente nunca esquece. Invade, machuca, deflora e inunda a alma de malícias. Quando a gente gosta do cabra, sempre achamos que a dele é a melhor do mundo. Então, o cara se torna o pica das galáxias porque a paixonite aguda não nos permite querer experimentar outras. Essa sensação de tê-lo como o mais gostosão só dura até chegar um segundo, terceiro e por aí vai.

Mas voltando ao tema em questão, quem já teve uma vida sexual com muitos parceiros sabe o que é pegar todo tipo de pau mandado pelo tesão e desejo. Lembro-me de quando o negão da picona apareceu em minha frente e eu, em um momento de descuido dele, chamei a amiga e falei: Musa, o pau dele é imenso e grosso. Para não voltar atrás e honrar meu nome, encarei escancarada e cheia de dentes. No final, ele mal tinha performance e eu saí plena da história.

Aaaaaah, mas o oposto também já tentou me abocanhar. Era um PF – Pequeno e Fino. Quase chorei. O homem tinha 2 metros e aquele instrumento mínimo que não consegui manusear, sem contar que também não tinha boa performance e isso me fez brochar e correr sem olhar pra trás.

Sobre cores e tons? Já lidei com rosinhas, pretinhas e napolitanos (aqueles de duas cores – base duma e cabecinha doutra cor). Todas elas emocionantes, viu? Já passei por homens que literalmente me jogavam na parede e me comiam. Armaria, Bacu Exu do Blues embalou um desses momentos.

Já tive homens que me devoravam uma noite apenas e depois desapareciam. Também tive pirocas que me lambuzavam e repetiam a dose deliciosamente, nessas eu tive um certo apego – confesso. Pirocada com carinho e força no exato momento da vuco-vuquisse faz toda a diferença. Eu realmente não resisto.

E aquelas pós tiragem de pelos que deixa você cuspindo pelinhos? Hahaha. Não nego, já peguei. Homens cabeludos? Claro que sim. Homens peladinhos, já peguei demais. Homens suadinhos, encarei e fui. Homens cheirosos, investi todo o meu gosto em fazê-lo gozar. Nossa, como tudo isso é bom!

Chega um momento na vida que você coleciona, mentalmente, as surras de pica que já levou e as marcas que todas elas deixaram. Na hora de seguir o baile, você lembra tim tim por tim tim. Algumas delas merecem replay em outros corpos, outras a gente não quer que repita nem amarrado.

O importante é que, quando se gosta da coisa, lambe-se os beiços e enche-se a boca de água ao imaginá-la cheia. Boa carne a gente vê por aqui e por aí, entre suas pernas. Quando sua vida sexual é boa, a vida também tem seus repentes porque ela simplesmente sorri por meio da pele, dos cabelos soltos e da leveza de ser.

Quando a gente entra naquela fase de começar a gostar de fulano ou sicrana, as coisas começam a mudar dentro de nós. É assim que começamos a ver nosso reflexo e a gostar ou não de quem somos. Então, passamos a nos entregar para ter alguma reciprocidade. Essa entrega vem acompanhada de todas as expectativas possíveis. Mutas vezes, são tantas expectativas que, antes mesmo do primeiro beijo, você já se imagina de véu e grinalda ou se imagina na correria cuidando dos filhos que, inclusive, podem até já ter nomes pré-definidos. Infelizmente, nem tudo funciona como idealizamos.

Quantas vezes eu pedi desculpas sem ser a culpada? Quantas vezes eu gastei o que não podia para agradar? E todas as coisas das quais me despedi ou que tive que ceder porque achava que era orgulho e que isso não me levaria a nada? Nossa, lembro-me das inúmeras vezes que mudei de estilo para agradá-lo. E quando eu sabia que não ia dar certo e ele dizia que ia mudar? Eu pensava, refletia e acreditava repetindo para mim mesma: Será a última vez. Na verdade, eu já estava na terceira tentativa. Para ficar com aquele gatão cobiçado, eu fazia tudo. Foi assim que também fui trouxa. Corri atrás, transei com ele e depois fui ignorada com sucesso. E quando tentei sensualizar de todas as formas, mas ele nem me olhava?

Tudo isso é pouco. Minha mostra, após mais de 30 anos, ainda precisaria de mais e mais linhas para trazer todas as causas das minhas trouxices que, também, combinam com as suas. Ser trouxa faz parte da vida, faz parte do nosso aprendizado. A gente só aprende quando cai e, às vezes, a gente é tão amor e tão entregue na vida que, mesmo se transformando em origami, continuamos repetindo esse papel – mesmo todo amassado.

Ser trouxa não é um defeito seu nem nosso, mas é a representação do quanto somos bons e bobos. Em outras palavras, quero dizer que não somos bestas e ruins. Nós temos o coração do tamanho do mundo. Deixamos que os outros entrem e ocupem um espaço imenso e ainda vivemos doses extras e não consentidas de emoções. Não há problema algum nisso. Só não podemos permanecer origamis quando a vida nos exige uma pisada mais firme no chão. A balança existe para medirmos todas as nossas ações e não repetirmos alguns erros. Só não podemos endurecer e perder a ternura. Só não podemos deixar de nos permitir. Precisamos continuar dando brechas porque curtir a vida em todos os seus âmbitos é bom demais.

A paisagem não poderia ser mais perfeita. A areia branca se confundia com a espuma da água do mar, que, por sua vez, possuía um tom de azul-esverdeado cristalino que combinava com os tons de azul do céu de um dia ensolarado e sem nuvens. Era entardecer, a aurora começava a surgir e eu posso garantir que conseguia encontrar a lua, ainda tímida, a postos para assumir o seu devido lugar.

Em cima de uma canga, estávamos sentados admirando essa obra divina. A praia poderia ser considerada particular, pois além de nós, apenas algumas poucas vivas almas estavam também apreciando o momento. Sua roupa de banho desenhava o seu corpo um pouco bronzeado, marcado do sol. Posso me considerar uma pessoa de sorte por vivenciar essa cena, que não sairá tão cedo da minha memória. Aproveitei que você estava em posição de lótus para começar a desenhar a curva de sua nuca com beijos. Suaves e delicados. Era assim que o momento pedia. Conforme ia traçando minha boca, você mexia a cabeça, me dando liberdade e acesso.

Já eu estava atrás de você, com as mãos na altura de seus quadris. Elas, as vezes, escapavam para acariciar suas costas, percorrendo sua espinha. Com a ajuda da minha língua, retirei da sua pele o sal que estava impregnado após tantos banhos de mar. Minha língua quente tocava sua pele macia de forma tão suave que me sentia comendo algodão doce. Seu frescor se derretia em minha boca. Minhas mãos adquiriram vida própria e começaram a passear pelo restante do seu corpo: barriga, busto, coxas, virilha. Incessantemente. Incansavelmente. Suavemente.

Elas buscavam cobrir cada centímetro de pele que pudesse ser tocada, cada pedaço que pudesse ser exaltado.
Te viro para mim, seus olhos estavam brilhantes, ardendo em fogo e desejo. Sua boca semiaberta, implorava sem palavras o beijo que se sucedeu. Tudo era muito calmo e sensual, carregado de desejo. Enquanto te beijava, minha mão buscava seu sexo. De forma delicada, sentia-o quente e úmido, e conforme meus dedos por ali se aventuravam, você arfava no meu ouvido, seu corpo se retesava, e eu seguia a missão de senti-lo ainda mais molhado e queimando em desejo.

O tempo parecia ter parado enquanto eu sentia seu calor em meus dedos e em minha boca, enquanto a outra mão achara seu seio e estacionara por lá, mantendo apenas uma movimentação circular em seus mamilos. Seu corpo vibrava junto a vibração das ondas. Sexo e mar em um ritmo único. E nesse balanço, senti sua explosão de prazer em meus lábios, me deliciando em gozo e satisfação.

A paisagem não poderia ser mais perfeita.

 

De um leitor(a) despudorado(a) em algum lugar do mundo.

Aposto que o conto que inicio aqui vai te deixar com muito tesão. Isso porque esse relato é verdadeiro. Certo dia eu estava em casa sozinho e entediado e resolvi entrar numa dessas salas de bate papo online. As pessoas entram nesse tipo de ambiente virtual pelos mais diferentes motivos, alguns apenas para se distrair, para gastar o tempo, para fazer amizades e outros a procura de sexo. Eu já conhecia esse tipo de ambiente, pois já havia entrado nessa mesma sala outras vezes, mas até esse dia ainda não tinha acontecido nada demais, no máximo havia adicionado algumas garotas na minha rede social. Quando muito, havia apenas rolado um bate papo mais quente no próprio site.

Num determinado dia, eu resolvi entrar novamente no site. Comecei puxando papo com algumas pessoas online e logo consegui convencer uma garota a me adicionar na sua rede amigos, na época era o MSN. Havíamos começado um papo quente ainda na sala de bate papo e logo daríamos continuidade no MSN. Sempre fui bom com as palavras e logo ela me disse que eu a havia deixado com muito tesão, por isso ela me adicionou.

Depois de conversarmos bastante e falarmos bastante sacanagem, ela me disse que estava com muita vontade de me conhecer pessoalmente e deixou claro que adoraria que eu fizesse tudo o que havia dito pra ela no chat. Era tarde da noite e eu, ainda inseguro quanto a esse encontro, acabei desistindo de encontrá-la naquela noite, mas prometi que o faria em breve. Era véspera de feriado e eu teria que viajar logo na manhã seguinte, também estava pouco a vontade, pois estava bastante resfriado.

No dia seguinte, eu viajei e só retornei dois dias depois, já me sentindo bem melhor em relação ao resfriado, estava com meu potencial elevado e decidido a levar o projeto adiante. Naquela mesma noite, liguei meu PC e entrei no MSN, e lá estava a garota, dei boa noite e ela respondeu prontamente “olá sumido”, conversamos um pouco e ela logo perguntou “ta afim de me conhecer?” e eu disse “claro”. Era umas 10hs da noite quando ela me passou o seu endereço e telefone. Para minha surpresa, seu apartamento era muito próximo de onde eu morava. Ela me deu o número do apartamento, em seguida anunciei que iria tomar um banho e já sairia logo em seguida. Assim que terminei meu banho, passei meu melhor perfume e pus os pés na rua.

O prédio onde ela morava era realmente muito perto, éramos praticamente vizinhos, levei poucos minutos até chegar ao apartamento dela. Toquei o interfone, ela atendeu e me disse “sobe”. Empurrei o portão e comecei a subir as escadas, depois de muitos degraus eis que a encontro na porta de seu apartamento a minha espera. Nos cumprimentamos e ela me convidou para entrar. Começamos a conversar de forma descontraída, tomamos vinho em sua mesa e comemos alguns salgadinhos, até então estávamos apenas nos conhecendo.

Em sua sala havia um sofá e logo eu a convidei para nos sentarmos lá. Ela aceitou meu convite e fomos para o sofá. Ali comecei a soltar as minhas garras, meu plano estava começando a se cumprir. Comecei elogiando por sua beleza e logo eu estava mordendo seu pescoço e acariciando seus pequenos seios. Ela era uma menina magra, aparentava ter uns 23 anos de idade, mas tinha um belo bumbum, enorme para o seu tipo físico. Isso me deixou bastante excitado. Não foi difícil ter uma ereção ainda no sofá. Mas até então meu pau estava devidamente guardado. Depois de alguns amassos, ela se levantou do sofá, me pegou pela mão e me conduziu até o seu quarto. Eu começava a me soltar também. Fiquei de pé na cama e ela logo quis conhecer o que eu tinha para aquela noite.

De joelhos em minha frente, ela começou acariciando o meu pau, ainda por cima da calça e logo se pôs a desabotoá-la. Fiquei somente de cueca enquanto ela mordiscava meu pau por cima da cueca, deixando ainda mais duro. De repente, ela levemente baixou minha cueca e meu pau saltou para fora, duro como rocha. Ela logo caiu de boca sem meias palavras, me fez um boquete guloso com muito tesão. Aquela garota que eu havia conhecido na sala de papo agora tinha meu pau em sua boca e o sorvia como se estivesse chupando um picolé de sua preferência. Me levou ao delírio com um boquete delicioso, engolia o meu pau por partes, colocava um pedaço na boca, depois mais um pouco, e mais um pouco, até chegar na base do pau, aquilo me deixava louco de tesão.

Deitei na cama e ela continuou naquela brincadeira safada com a boca. Ficamos assim algum tempo quando resolvi levar a brincadeira mais adiante, peguei uma camisinha no bolso da calça e ela se deu ao trabalho de encapar meu caralho utilizando a boca. Partimos então para a penetração, eu queria foder aquele rabo guloso. Pedi que ficasse de quatro, aquele bumbum maravilhoso era um convite que eu não poderia dispensar e, com jeitinho, penetrei naquela boceta que já estava bastante molhada naquela altura do campeonato.

Comecei as minhas bombadas com vontade e logo estávamos gemendo de tanto tesão. Depois de muitas bombadas, resolvi fazer a posição que mais me agrada, deitado com a garota por cima de costas para mim. Assim, ela começou a tomar as rédeas da trepada e fodia o meu pau com vontade, subindo e descendo numa velocidade deliciosa. Isso me levou ao delírio e quase ao clímax, mas consegui me conter e guardar o gozo para um grand finale. Mudamos novamente de posição e comecei a comê-la no papai e mamãe, uma socada deliciosa que me fez sentir vontade de gozar novamente, dessa vez eu não iria resistir.

Depois de algumas socadas naquela posição, anunciei que iria gozar, retirei rapidamente a camisinha e gozei nos peitinhos dela, enchi de porra quente. Ela ficou ainda com mais tesão e continuou a me agradar batendo uma punheta com meu pau ainda latejando na tentativa de retirar mais porra quente. “Que delicia!” eu disse, ela sorriu e me disse “safado!”. Me levantei e fui tomar um banho, ela me acompanhou e, em seguida, voltamos para o quarto para terminarmos a noite dormindo coladinhos. Só deixei o seu apartamento na manhã seguinte plenamente realizado e tendo a certeza que aquela sala ainda me renderia outras boas trepadas.

 

Conto escrito por um belo despudorado.