Quando você tem uma vida sexual ativa em plena solteirice, isso pode significar que muitos mastros passaram por sua mão (ou por outros lugares). Contabilizar isso leva tempo, mas lembrar daquelas que mais marcaram é coisa de três segundos, pode despertar sorrisos e fazer você ter vontade de querer mais (ou de correr léguas, acredite!).

A primeira delas, a gente nunca esquece. Invade, machuca, deflora e inunda a alma de malícias. Quando a gente gosta do cabra, sempre achamos que a dele é a melhor do mundo. Então, o cara se torna o pica das galáxias porque a paixonite aguda não nos permite querer experimentar outras. Essa sensação de tê-lo como o mais gostosão só dura até chegar um segundo, terceiro e por aí vai.

Mas voltando ao tema em questão, quem já teve uma vida sexual com muitos parceiros sabe o que é pegar todo tipo de pau mandado pelo tesão e desejo. Lembro-me de quando o negão da picona apareceu em minha frente e eu, em um momento de descuido dele, chamei a amiga e falei: Musa, o pau dele é imenso e grosso. Para não voltar atrás e honrar meu nome, encarei escancarada e cheia de dentes. No final, ele mal tinha performance e eu saí plena da história.

Aaaaaah, mas o oposto também já tentou me abocanhar. Era um PF – Pequeno e Fino. Quase chorei. O homem tinha 2 metros e aquele instrumento mínimo que não consegui manusear, sem contar que também não tinha boa performance e isso me fez brochar e correr sem olhar pra trás.

Sobre cores e tons? Já lidei com rosinhas, pretinhas e napolitanos (aqueles de duas cores – base duma e cabecinha doutra cor). Todas elas emocionantes, viu? Já passei por homens que literalmente me jogavam na parede e me comiam. Armaria, Bacu Exu do Blues embalou um desses momentos.

Já tive homens que me devoravam uma noite apenas e depois desapareciam. Também tive pirocas que me lambuzavam e repetiam a dose deliciosamente, nessas eu tive um certo apego – confesso. Pirocada com carinho e força no exato momento da vuco-vuquisse faz toda a diferença. Eu realmente não resisto.

E aquelas pós tiragem de pelos que deixa você cuspindo pelinhos? Hahaha. Não nego, já peguei. Homens cabeludos? Claro que sim. Homens peladinhos, já peguei demais. Homens suadinhos, encarei e fui. Homens cheirosos, investi todo o meu gosto em fazê-lo gozar. Nossa, como tudo isso é bom!

Chega um momento na vida que você coleciona, mentalmente, as surras de pica que já levou e as marcas que todas elas deixaram. Na hora de seguir o baile, você lembra tim tim por tim tim. Algumas delas merecem replay em outros corpos, outras a gente não quer que repita nem amarrado.

O importante é que, quando se gosta da coisa, lambe-se os beiços e enche-se a boca de água ao imaginá-la cheia. Boa carne a gente vê por aqui e por aí, entre suas pernas. Quando sua vida sexual é boa, a vida também tem seus repentes porque ela simplesmente sorri por meio da pele, dos cabelos soltos e da leveza de ser.

Quando a gente entra naquela fase de começar a gostar de fulano ou sicrana, as coisas começam a mudar dentro de nós. É assim que começamos a ver nosso reflexo e a gostar ou não de quem somos. Então, passamos a nos entregar para ter alguma reciprocidade. Essa entrega vem acompanhada de todas as expectativas possíveis. Mutas vezes, são tantas expectativas que, antes mesmo do primeiro beijo, você já se imagina de véu e grinalda ou se imagina na correria cuidando dos filhos que, inclusive, podem até já ter nomes pré-definidos. Infelizmente, nem tudo funciona como idealizamos.

Quantas vezes eu pedi desculpas sem ser a culpada? Quantas vezes eu gastei o que não podia para agradar? E todas as coisas das quais me despedi ou que tive que ceder porque achava que era orgulho e que isso não me levaria a nada? Nossa, lembro-me das inúmeras vezes que mudei de estilo para agradá-lo. E quando eu sabia que não ia dar certo e ele dizia que ia mudar? Eu pensava, refletia e acreditava repetindo para mim mesma: Será a última vez. Na verdade, eu já estava na terceira tentativa. Para ficar com aquele gatão cobiçado, eu fazia tudo. Foi assim que também fui trouxa. Corri atrás, transei com ele e depois fui ignorada com sucesso. E quando tentei sensualizar de todas as formas, mas ele nem me olhava?

Tudo isso é pouco. Minha mostra, após mais de 30 anos, ainda precisaria de mais e mais linhas para trazer todas as causas das minhas trouxices que, também, combinam com as suas. Ser trouxa faz parte da vida, faz parte do nosso aprendizado. A gente só aprende quando cai e, às vezes, a gente é tão amor e tão entregue na vida que, mesmo se transformando em origami, continuamos repetindo esse papel – mesmo todo amassado.

Ser trouxa não é um defeito seu nem nosso, mas é a representação do quanto somos bons e bobos. Em outras palavras, quero dizer que não somos bestas e ruins. Nós temos o coração do tamanho do mundo. Deixamos que os outros entrem e ocupem um espaço imenso e ainda vivemos doses extras e não consentidas de emoções. Não há problema algum nisso. Só não podemos permanecer origamis quando a vida nos exige uma pisada mais firme no chão. A balança existe para medirmos todas as nossas ações e não repetirmos alguns erros. Só não podemos endurecer e perder a ternura. Só não podemos deixar de nos permitir. Precisamos continuar dando brechas porque curtir a vida em todos os seus âmbitos é bom demais.

Oie pessoal, me chamo Léo, satisfação!

O que vou relatar a vocês foi uma experiência real e muito prazerosa.

Vamos lá,

Estava à toa em casa e um amigo de infância chamado Rodrigo veio me visitar e colocar os papos em dia.

Conversamos muito, andamos pela casa batendo papo. Foi quando entramos no quarto dos fundos da casa e lembramos o tempo dos vídeo games e filmes pornôs que assistíamos na adolescência. Sentamos na cama, peguei meu celular e coloquei em um site pornográfico. Assistimos alguns vídeos e vi que o Rodrigo ficou de pau duro, eu senti algo estranho dentro de mim, uma sensação gostosa, arrepiante, vontade de sentir o pau de Rodrigo dentro de mim.. Ele percebeu e ficamos naquele clima gostoso. Mas era cedo e ele precisava ir, pois trabalhava no período vespertino.

Como eu já sabia que meus pais iriam dormir na casa de uma tia, fiz um convite para que Rodrigo viesse dormir comigo para relembrarmos os velhos tempos de filmes e vídeos games, ele aceitou.

Então não parava mais de pensar no Rodrigo, logo meus pais saíram e fiquei só em casa. Resolvi me preparar pra minha primeira vez, já contando que ele fosse me dar uma rolada daquelas. Me depilei todinho, fui passar um creme no corpo e vi que o sol estava forte, então eu peguei umas das minhas cuecas e cortei fazendo uma calcinha, estiquei ela no rabo e passei óleo no corpo, passei a tarde toda pegando sol na bunda e pensando como seria nossa noite, torrei ela pra ficar com uma marquinha top para Rodrigo.

Foi então que ao cair da noite eu fui me banhar e logo após passei bastante óleo tri fase no corpo, principalmente na minha bunda, estava brilhando de tanto óleo. Fui procurar algo apropriado pra vestir e achei um shortinho muito curto da época de adolescência, coloquei ele, ficava aparecendo boa parte da minha bunda.

Ouvi um barulho do portão, era o Rodrigo, fiquei com vergonha de aparecer com o shortinho e coloquei uma toalha por cima. Recebi ele e ficamos conversando sentados no sofá, foi quando resolvi fazer um lanche pra nós e soltei a toalha do corpo deixando ele ver o shortinho que estava usando, me levantei e ele viu metade de minha bunda e sentiu o cheiro maravilhoso do óleo em meu corpo, percebi que ele me olhava querendo algo também, comemos e conversamos muito, aí o sono foi batendo, resolvi colocar os dois colchões de solteiro no chão da sala, peguei apenas um lençol grande e um cobertor.

Deitamos e ficamos assistindo TV na sala, acabamos dormindo. Acordei umas duas horas depois e ele estava deitado de barriga pra cima em minha frente, não resisti e fui com minha mão ao encontro daquele pau, passei a mão levemente por cima do calção para que ele não acordasse.

Coloquei meu nariz pertinho do pau de Rodrigo pra sentir aquele cheiro forte e gostoso, já não estava mais aguentando e resolvi colocar minha mão de baixo da cueca de Rodrigo, segurei a pica dele e ele acordou. Rapidamente eu tirei minha mão e ele agarrou meu braço e falou “não tira, venha aqui”, me arrepiei todo.

Quando levei a mão novamente na rola dele, estava dura como uma rocha, ele tirou o calção e a cueca e me colocou pra mamar sua rola branca de cabeça rosa. Nossa, que delícia. Até hoje eu sinto água na boca só de imaginar aquela pica linda. Ele segurou meu cabelo e forçava minha cabeça fazendo com que eu engolisse o seu pau todo.

Chupei suas bolas e mamei com muita vontade aquele pau gostoso engolindo aquele caldo inicial antes da porra.

Foi então que ele me colocou de lado e puxou meu shortinho com tanta força que rasgou, fiquei com minha bunda exposta, ele passava a mão e dava tapas, mordia e batia, dizendo que estava com uma bunda linda de marquinha e cheia de óleo, muito cheirosa.

Ele deitou do meu lado e não parava de apertar minha bunda, passando a mão e elogiando, me dizendo que minha bunda era linda e que iria me comer gostoso. Ai ele foi se aproximando e colocou a cabeça do seu pau no meu cuzinho, eu não aguentei de dor, fiz ele tirar na hora e fiquei me retorcendo de tanta dor, nossa que dor horrível. Ele me tranquilizou e disse que ia fazer gostoso.

Ele me esperou por uns cinco minutos, ficou mordendo minha bunda, passando a mão nela e dizendo que hoje essa bunda ia ser dele. Ele enfiou seu dedo no meu cuzinho e ficou tirando e botando… Logo depois me ordenou que eu ficasse de quatro, obedeci ele de imediato e fiquei com a cara no chão e o rabo super empinado. Ele deu duas cuspidas no meu cuzinho e enfiou aquela cabeça de novo, segurou no meu corpo e não me deixou sair.

Cada vez mais ele colocava um pouco do seu pau dentro do meu cuzinho. Eu sentia dor, tesão, arrepios, água na boca, muito prazer, nossa.

Rodrigo começou a me fuder forte, bombando seu pau dentro do meu cuzinho, senti aquela rola branca da cabeça rosa linda, grande, grossa, quente e gostosa toda dentro de mim.. que delícia!

Ele meteu forte em mim por uns 40 min, dando tapas fortes na minha bunda. Me elogiava, dizendo que minha bunda estava deliciosa, que meu cuzinho era muito gostoso, que a marquinha que fiz pra ele estava perfeita.

Foi então que o Rodrigo tirou seu pau da minha bunda e meteu na minha boca, me falou que eu estava precisando de leitinho e gozou muito dentro da minha boca e me obrigou a engolir tudo, até o que tinha caído no chão ele me fez passar a língua e lamber tudo.

Então fomos deitar, tive que dormir de bunda pra cima pq estava doendo demais, meu cuzinho ficou ardendo por horas, minha bunda ficou toda cheia de marcas e hematomas de tanto tapas, mordidas e pirocadas que tomei.

Bom, esse foi meu conto super verídico. Depois desse episódio nunca mais tive outra experiência com outro homem. Tenho muita vontade, mas o Rodrigo se casou e acabou se afastando. Ainda sonho com aquele pau gostoso de Rodrigo. Espero com muita vontade de ter outra experiência dessa.

Abraços!

 

Palavras de uma pessoa pra lá de despudorada!

Sabe uma expressão que nunca sai de moda? Pois é, quando uma mulher diz “Melhor só do que mal acompanhada” é porque ela já sofreu tudo o que tinha para sofrer. Diante disso, não preciso nem saber como ela surgiu porque, claramente, a mensagem já diz tudo e, por certo, veio à tona por meio de uma mulher que se empoderou neste sentido, ou seja, tornou-se poderosa ao se perceber melhor sozinha do que ao lado de alguém que não lhe convinha.

A sociedade, baseada no cristianismo, determina que a família deve ser formada por homem, mulher e filhos. Entre outras palavras, a família deve ser heterossexual e se sustentar de todas as formas porque o seio familiar constituído é uma aliança divina. Para os cristãos, apenas a morte ou o adultério são capazes de desfazer esse lado. Porém, quando a afinidade deixa de existir entre o casal, o que deve ser feito? Para muitas mulheres, é preciso continuar e manter a relação e este base familiar.

Entretanto, não é apenas isso que sustenta a relação. Há casos de mulheres que, por terem baixa autoestima, permitem-se ficar com o outro porque acreditam que ficar só pode ser algo permanente. Imaginam que sozinhas, vão perder a possibilidade de entrar no time da tradicional família brasileira – afinal, a sua criação deve ter sido direcionada para isso. Vêem-se donas do lar, cuidando do marido e mãe de alguns pirralhos.

Normalmente, tais casos são acompanhados de uma prisão psicológica. Estar preso psicologicamente é alguém é não perceber a própria existência no mundo, é estar mentalmente saturado. Quando estamos assim, ouvir o outro é difícil, mas necessário. Os psicólogos também exercem muito bem o seu papel de nos fazer reconsiderar todas as circunstâncias em que estamos inseridas.

Nem preciso dizer que esse texto é exclusivamente feminino, não é? Somos nós, mulheres, que sofremos a pressão maior por conta do nosso gênero – a mulher mãe, dona de casa e que, ainda trabalhando, deve arcar mais fortemente com os deveres de casa e a criação dos filhos. Mas sabe o que eu acho sobre a tal expressão “Melhor só do que mal acompanhada”? Acredito que, sim, ela é mais do que verdadeira. A gente não precisa seguir esse padrão de família e de felicidade (que pode se tornar às avessas). A gente tem que se sentir bem e sentir-se bem nem sempre envolve ter alguém.

Não combinamos com prisão, mas com liberdade. Liberdade de fazer o que quiser, estar com quem quiser ou de estar sozinha (mas com participações especiais). Tais participações só surgem em nossa vida quando estamos bem conosco mesmas. Quando ouvimos o que gostamos, arrumamos nosso cabelo como queremos, vestimos as roupas que se identificam conosco e vivemos um estilo de vida que é nossa cara. Pense nisso e se jogue. A liberdade é algo que pertence apenas à você e ninguém pode consegui-la pra ti. Livre-se dos embustes e seja feliz!

 

“Cê tá sofrendo/ Porque fez toda cachorrada / Tô melhor só do que mal acompanhada/ Da sua cara eu tô cansada/ Você não vale nada” – Mariana Fagundes.

A paisagem não poderia ser mais perfeita. A areia branca se confundia com a espuma da água do mar, que, por sua vez, possuía um tom de azul-esverdeado cristalino que combinava com os tons de azul do céu de um dia ensolarado e sem nuvens. Era entardecer, a aurora começava a surgir e eu posso garantir que conseguia encontrar a lua, ainda tímida, a postos para assumir o seu devido lugar.

Em cima de uma canga, estávamos sentados admirando essa obra divina. A praia poderia ser considerada particular, pois além de nós, apenas algumas poucas vivas almas estavam também apreciando o momento. Sua roupa de banho desenhava o seu corpo um pouco bronzeado, marcado do sol. Posso me considerar uma pessoa de sorte por vivenciar essa cena, que não sairá tão cedo da minha memória. Aproveitei que você estava em posição de lótus para começar a desenhar a curva de sua nuca com beijos. Suaves e delicados. Era assim que o momento pedia. Conforme ia traçando minha boca, você mexia a cabeça, me dando liberdade e acesso.

Já eu estava atrás de você, com as mãos na altura de seus quadris. Elas, as vezes, escapavam para acariciar suas costas, percorrendo sua espinha. Com a ajuda da minha língua, retirei da sua pele o sal que estava impregnado após tantos banhos de mar. Minha língua quente tocava sua pele macia de forma tão suave que me sentia comendo algodão doce. Seu frescor se derretia em minha boca. Minhas mãos adquiriram vida própria e começaram a passear pelo restante do seu corpo: barriga, busto, coxas, virilha. Incessantemente. Incansavelmente. Suavemente.

Elas buscavam cobrir cada centímetro de pele que pudesse ser tocada, cada pedaço que pudesse ser exaltado.
Te viro para mim, seus olhos estavam brilhantes, ardendo em fogo e desejo. Sua boca semiaberta, implorava sem palavras o beijo que se sucedeu. Tudo era muito calmo e sensual, carregado de desejo. Enquanto te beijava, minha mão buscava seu sexo. De forma delicada, sentia-o quente e úmido, e conforme meus dedos por ali se aventuravam, você arfava no meu ouvido, seu corpo se retesava, e eu seguia a missão de senti-lo ainda mais molhado e queimando em desejo.

O tempo parecia ter parado enquanto eu sentia seu calor em meus dedos e em minha boca, enquanto a outra mão achara seu seio e estacionara por lá, mantendo apenas uma movimentação circular em seus mamilos. Seu corpo vibrava junto a vibração das ondas. Sexo e mar em um ritmo único. E nesse balanço, senti sua explosão de prazer em meus lábios, me deliciando em gozo e satisfação.

A paisagem não poderia ser mais perfeita.

 

De um leitor(a) despudorado(a) em algum lugar do mundo.

Tem expressão mais comum do que um belo “Vai tomar no cu”? A gente sempre diz quando está chateada(o) com alguém, mas nunca paramos para prestar atenção no quanto ela pode ter uma carga negativa. Parece besteira o que vou dizer, mas é real oficial – pelo menos na minha opinião.

É claro que todo contexto deve ser considerado, mas o dirigir-se ao outro com o “vai tomar no cu” representa uma ação intimidadora, invasiva e humilhante. Além do mais, significa um ato que envolva dor ou quaisquer incômodos. Em outras palavras, é um imperativo que ninguém quer receber porque é compreendido como bastante ruim. Entretanto, essa interpretação existe por conta de uma cultura que nega (ou que coloca à margem) as relações homoafetivas e o sexo anal em mulheres (tido como imoral).

Em uma sociedade de cunho cristão, as relações devem ser estabelecidas apenas entre os gêneros opostos e o sexo deve ter penetração somente pela região vaginal. Afinal, se não for assim, a reprodução fica inviabilizada de acontecer. Qualquer outro modo de se relacionar, torna-se pecado e é inadmissível. Diante disso, o famoso “tomar no cu” é realmente uma maneira bastante vulgar e agressiva de se falar com alguém.

Atualmente, as pessoas têm sido mais reticentes e irônicas diante de tal imperativo. Se lhes mandarem tomar no cu, há quem revide com um “vou com muito prazer” ou “adoro” e até mesmo um “quero muito” e por aí vai. O sexo anal tem se tornado uma das maiores curiosidades entre as mulheres e as marcas de produtos sensuais também têm facilitado a vida de mulheres neste sentido, mas, e os homens?

A inversão de papeis ainda é inaceitável para a maioria das mulheres e homens. Os homens nem sempre estão dispostos a assumirem sua orientação sexual e o preconceito continua permeando o nosso meio social – isso é realmente muito triste. Quero que antes de brigarmos com o outro e mandarmos tomar no cu, repensemos o quanto esta expressão está cheia de preconceitos e, assim, evitemos contribuir com isso.

“Tomar no cu” é uma delícia e também uma forma afetuosa e sexual de se relacionar, então nunca usemos de forma negativa, ok? Vamos respeitar todos aqueles que, assim, são felizes. Todos nós merecemos tomar onde quisermos e isso não deve ser motivo de crítica para ninguém!

Aposto que o conto que inicio aqui vai te deixar com muito tesão. Isso porque esse relato é verdadeiro. Certo dia eu estava em casa sozinho e entediado e resolvi entrar numa dessas salas de bate papo online. As pessoas entram nesse tipo de ambiente virtual pelos mais diferentes motivos, alguns apenas para se distrair, para gastar o tempo, para fazer amizades e outros a procura de sexo. Eu já conhecia esse tipo de ambiente, pois já havia entrado nessa mesma sala outras vezes, mas até esse dia ainda não tinha acontecido nada demais, no máximo havia adicionado algumas garotas na minha rede social. Quando muito, havia apenas rolado um bate papo mais quente no próprio site.

Num determinado dia, eu resolvi entrar novamente no site. Comecei puxando papo com algumas pessoas online e logo consegui convencer uma garota a me adicionar na sua rede amigos, na época era o MSN. Havíamos começado um papo quente ainda na sala de bate papo e logo daríamos continuidade no MSN. Sempre fui bom com as palavras e logo ela me disse que eu a havia deixado com muito tesão, por isso ela me adicionou.

Depois de conversarmos bastante e falarmos bastante sacanagem, ela me disse que estava com muita vontade de me conhecer pessoalmente e deixou claro que adoraria que eu fizesse tudo o que havia dito pra ela no chat. Era tarde da noite e eu, ainda inseguro quanto a esse encontro, acabei desistindo de encontrá-la naquela noite, mas prometi que o faria em breve. Era véspera de feriado e eu teria que viajar logo na manhã seguinte, também estava pouco a vontade, pois estava bastante resfriado.

No dia seguinte, eu viajei e só retornei dois dias depois, já me sentindo bem melhor em relação ao resfriado, estava com meu potencial elevado e decidido a levar o projeto adiante. Naquela mesma noite, liguei meu PC e entrei no MSN, e lá estava a garota, dei boa noite e ela respondeu prontamente “olá sumido”, conversamos um pouco e ela logo perguntou “ta afim de me conhecer?” e eu disse “claro”. Era umas 10hs da noite quando ela me passou o seu endereço e telefone. Para minha surpresa, seu apartamento era muito próximo de onde eu morava. Ela me deu o número do apartamento, em seguida anunciei que iria tomar um banho e já sairia logo em seguida. Assim que terminei meu banho, passei meu melhor perfume e pus os pés na rua.

O prédio onde ela morava era realmente muito perto, éramos praticamente vizinhos, levei poucos minutos até chegar ao apartamento dela. Toquei o interfone, ela atendeu e me disse “sobe”. Empurrei o portão e comecei a subir as escadas, depois de muitos degraus eis que a encontro na porta de seu apartamento a minha espera. Nos cumprimentamos e ela me convidou para entrar. Começamos a conversar de forma descontraída, tomamos vinho em sua mesa e comemos alguns salgadinhos, até então estávamos apenas nos conhecendo.

Em sua sala havia um sofá e logo eu a convidei para nos sentarmos lá. Ela aceitou meu convite e fomos para o sofá. Ali comecei a soltar as minhas garras, meu plano estava começando a se cumprir. Comecei elogiando por sua beleza e logo eu estava mordendo seu pescoço e acariciando seus pequenos seios. Ela era uma menina magra, aparentava ter uns 23 anos de idade, mas tinha um belo bumbum, enorme para o seu tipo físico. Isso me deixou bastante excitado. Não foi difícil ter uma ereção ainda no sofá. Mas até então meu pau estava devidamente guardado. Depois de alguns amassos, ela se levantou do sofá, me pegou pela mão e me conduziu até o seu quarto. Eu começava a me soltar também. Fiquei de pé na cama e ela logo quis conhecer o que eu tinha para aquela noite.

De joelhos em minha frente, ela começou acariciando o meu pau, ainda por cima da calça e logo se pôs a desabotoá-la. Fiquei somente de cueca enquanto ela mordiscava meu pau por cima da cueca, deixando ainda mais duro. De repente, ela levemente baixou minha cueca e meu pau saltou para fora, duro como rocha. Ela logo caiu de boca sem meias palavras, me fez um boquete guloso com muito tesão. Aquela garota que eu havia conhecido na sala de papo agora tinha meu pau em sua boca e o sorvia como se estivesse chupando um picolé de sua preferência. Me levou ao delírio com um boquete delicioso, engolia o meu pau por partes, colocava um pedaço na boca, depois mais um pouco, e mais um pouco, até chegar na base do pau, aquilo me deixava louco de tesão.

Deitei na cama e ela continuou naquela brincadeira safada com a boca. Ficamos assim algum tempo quando resolvi levar a brincadeira mais adiante, peguei uma camisinha no bolso da calça e ela se deu ao trabalho de encapar meu caralho utilizando a boca. Partimos então para a penetração, eu queria foder aquele rabo guloso. Pedi que ficasse de quatro, aquele bumbum maravilhoso era um convite que eu não poderia dispensar e, com jeitinho, penetrei naquela boceta que já estava bastante molhada naquela altura do campeonato.

Comecei as minhas bombadas com vontade e logo estávamos gemendo de tanto tesão. Depois de muitas bombadas, resolvi fazer a posição que mais me agrada, deitado com a garota por cima de costas para mim. Assim, ela começou a tomar as rédeas da trepada e fodia o meu pau com vontade, subindo e descendo numa velocidade deliciosa. Isso me levou ao delírio e quase ao clímax, mas consegui me conter e guardar o gozo para um grand finale. Mudamos novamente de posição e comecei a comê-la no papai e mamãe, uma socada deliciosa que me fez sentir vontade de gozar novamente, dessa vez eu não iria resistir.

Depois de algumas socadas naquela posição, anunciei que iria gozar, retirei rapidamente a camisinha e gozei nos peitinhos dela, enchi de porra quente. Ela ficou ainda com mais tesão e continuou a me agradar batendo uma punheta com meu pau ainda latejando na tentativa de retirar mais porra quente. “Que delicia!” eu disse, ela sorriu e me disse “safado!”. Me levantei e fui tomar um banho, ela me acompanhou e, em seguida, voltamos para o quarto para terminarmos a noite dormindo coladinhos. Só deixei o seu apartamento na manhã seguinte plenamente realizado e tendo a certeza que aquela sala ainda me renderia outras boas trepadas.

 

Conto escrito por um belo despudorado.