Rasga-me as costas, acerte-me no rosto, hoje visto apenas minha própria pele, quero mais que as carícias de sempre, quero toda a agressividade do seu desejo, nesse fogo que queima em seus olhos e derrete a parafina dessa vela que pingas em meu abdômen, ouço uma risada perversa vindo da boca de uma sadista.

O peso do seu corpo a rebolar sobre mim, com minhas mãos atadas e meus olhos vendados posso apenas me entregar e estou completamente entregue ao teu bel prazer, deleite-se do meu gozo e minha dor, meu prazer em te satisfazer as fantasias mais imundas e depravadas, nosso vício pela pele, nossa admiração pelo prazer, nossa idolatria pelo orgasmo, nesse ritual sublime nos encontraremos a nos amar em Pasárgada, onde sou amigo do rei e lá te terei todas as noites na cama que escolherei.

 

De um despudorado e, pode-se dizer, blogueiro.

Endereço: https://bemymonster.wordpress.com/

Estava em uma festa quando o batalhão da polícia de choque parou na minha frente. A ideia era pegar aquele policial que estava na minha frente, porém, em uma festa muito improvável, fiz de tudo até conseguir chamar a atenção dele. Seus olhos estavam vidrados no meu corpo enquanto eu subia e descia em movimentos sensuais de acordo com o ritmo da música. Começamos a conversar, o barulho da música impedia que eu entendesse alguma coisa, mas eu fui mais incisiva, pedi o telefone e consegui.

E agora, como fazer? Precisava pegar aquele policial e também voltar para minha cidade. Infelizmente ou felizmente, devido a um imprevisto, meu voo foi cancelado. Entretanto, já estávamos mantendo contato e avisei que iria continuar por conta do cancelamento do voo. Ele me informou os horários que eu poderia aparecer na Base, arrumei-me, chamei um Uber e avisei a ele que estava indo. Ele me recebeu na porta do carro, me pegou forte e disse que eu teria que acompanhá-lo, pois já havia dado o toque de recolher.

Entro dentro do carro e ele passa a mão na minha coxa e dá uma apertada tão gostosa que eu já comecei a sentir minha buceta piscar. Ele me pergunta se eu não tenho vergonha de deixar o policial de pau duro no meio de um evento e começa a me beijar. Eu estava de vestido, ele tira minha calcinha e ali mesmo começa me chupar cada pedacinho do meu corpo e voltava para minha boca com aquela língua deliciosa. Ai, que beijo gostoso. Tira meu sutiã e chupa meus seios que já estavam fazendo eu gritar de tesão, pressionando a cabeça dele contra minha vagina.

Enquanto eu me contorcia, minha vagina estava toda molhada. Eu rebolava bem gostoso quando sentia aquela língua entrando e saindo. O policial disse: – Desde o evento, quando te olhei, sabia pela sua cara que você fazia gostoso. Colocou a camisinha, abaixou as calças da farda e foi metendo com força. Enquanto eu gritava, perguntava se aquilo era força de policial. Nisso ele virou e disse: – Você merece uns tapas por ser uma menina má. E me batia tanto que queimava. Ele me fodia bem fundo e gostoso, parava, me chupava e tornava a comer minha bucetinha molhada de tesão.

Ele me dá outros tapas, eu, não resistindo, bato nele também. Então ele me deita numa tentativa de um papai e mamãe bem delicioso. Começa mais uma vez e eu delirava sentindo aquele homem dentro de mim, aquele caralho duro me arrombar. Eu arreganhei bem as pernas pra aproveitar aquele tesão de homem em cima de mim. Quanto mais eu rebolava, ele gemia e implorava pra que eu fizesse mais e mais me chamando de cadela, vadia, recebendo uns tapas. Ouvindo aquilo, não aguentei e gozamos juntos.

Ele me ajudar a me aprontar enquanto o Uber vinha me buscar. Ele se despediu falando que qualquer problema era só chamá-lo que ele iria me ajudar, mais que depois eu já sabia como teria que pagá-lo de um jeito bem gostoso. Voltei para o hotel, continuamos trocando mensagem, ele disse que sempre que eu estivesse na cidade, estava convidada a visitá-lo que era uma pena eu não morar ali porque ele ia ia querer todo dia e foi assim que eu tomei um choque.

 

Anastasia.

Mais um dia tranquilo na pacata cidadezinha do interior, eu no fim das férias e normalmente em período de férias não temos horários pra nada. Eu por exemplo, toda hora é hora de farra, rs. Estava em casa quando um amigo chamou pra ir à casa dele tomar cerveja e bater papo, sempre uma boa pedida no calor é cerveja, claro, eu logo me animei, tomei banho e fui me arrumar… + quem estaria lá? Entrei em contato e soube que ninguém, apenas as pessoas da casa mesmo, ótimo, aquela velha bermuda jeans, camiseta e havaianas estão ótimas aliada a um pacote de cerveja… rs.

Rs, não, não sou menino hahahaha… sou mulher que gosta de mulher, sou lésbica 31 anos, cabelo castanho, pele clara, 1,63 altura, olhos verdes, bunda um pouco grande, coxas medianas, nem barriguda e nem sarada + com um umbigo lindo, rsrs. É, tenho tesão por barriga.

Já na casa do meu amigo Caio, tudo normal. Cerveja gelada e papo legal, + ele e sua esposa estavam providenciando umas coisas pra um churrasco, pois era aniversário de Vanessa, mulher dele. No meio do papo Vanessa só falava de uma tal prima Lua que estava visitando a família na cidade, disse que era professora e estava corrigindo provas, até aí tudo bem, passada a idade de ter paixão platônica por professoras e em cidade de interior é bom difícil aparecer alguma mulher interessante, se é que me entende.

Após certas horas de papos e arrumações pré churrasco, eis que chega a tão falada prima Lua… o corpo arrepia só de lembrar. Sabe aquele frio na barriga? Ainda mais quando se é lésbica e reconhece a outra pelo famoso faro, inexplicável, só quem é sabe como acontece. Aí vêm os milhares de pensamentos que passam na sua cabeça e que nada mais é do que o diálogo do anjinho e do diabinho, cada um sentado em um ombro falando ao seu ouvido.

😇 🗣
👹🗣

Será que ela vai gostar de mim, será mesmo que ela curte meninas?
Será que meu faro vai errar pela primeira vez?
Poxa, pq tu veio tão largada?
Perfume tá em dia? ✅
Desodorante? ✅
Bala?
Bala?  😱
Ai meu Deus eu não tenho bala… claro não saí p ficar com Ngm… tá, só que bala não pode faltar, vacilona. (Só beijo com Halls de morango ou cerveja) Eu sei, eu sei, sapatão bem viadinho rs.
Será que ela quer ficar com vc baby? Relaxa aí pq até então é vc que esta em
 todo esse frenesi.

Todo esse diálogo em fração de segundos, sabe as edições de filme que parece que o tempo para e sua cabeça funciona a mil? Foi nessa pegada. Pensei isso tudo no tempo dela surgir na na entrada da cozinha, desejar boa noite, ir cumprimentar a prima e dona da casa e eu lá parecendo uma adolescente de filme americano, rs.
Então fomos apresentadas…Paty essa é Lua, Lua essa é Paty…

😇🗣
👹🗣
Ai meu Deus ela é muito gata.

A prima Lua é muito linda, pouco mais alta que eu, magra, cabelo castanho claro, pele clara,  um olhar penetrante, aparelho ortodôntico transparente, um cheiro delicioso.

😇🗣
👹🗣
Nunca beijou ngm de aparelho ein?
Vai perder a oportunidade?
Ela é solteira?
Ai meu Deus, será que ela é solteira?
Como vou saber isso?

Graças às modernas invenções da tecnologia, fui stalkear a rede social da menina, afinal eu não podia perguntar pra ngm neh? Vamos na pesquisa do Facebook, já que não sabia o nome dela, abri a página de Vanessa e fui nos amigos, procurei por Lua… Eis que a tecnologia não te abandona e surge o perfil dela, nada fixado em relacionamentos, vamos olhar mais… Foto dela com uma rapaz acompanhado de um texto de convivência em bla bla boa de 14 anos.

😇🗣
👹🗣
Casada

🙇
Poxxaaaa
Ops, lá diz que é irmão.

🤗

Logo mais todos os convidados chegaram, mulheres sentadas na mesa à beira da piscina e homens no balcão cantando e conversando. Na mesa estava muito mais interessante do que no balcão, pelo menos p mim, rs.
No papo sobre vários assuntos inclusive sobre política a prima Lua diz ser bi.

😇🗣
👹🗣
🤗
🤤
Já quero muito mais.

Com intermédio de uma amiga minha e tia dela, consegui o WhatsApp dela e ali se iniciou um papo…

😇🗣
👹🗣
O que vc vai conversar com uma professora?
Ah, dane-se.

💥

No dia, ela teve que sair às pressas e ir para o hospital ficar com o avô e eu preocupada com eles procurando informações e tentando ajudar como podia, porém imaginando que só no outro dia p eu tentar algo. Foi aí que o papo surgiu naturalmente, falamos de nós do que gostávamos, de relação, de amizade… + não era um papo qualquer pra mim, num papo normal meu corpo respondia, o tesão ficava explícito, calor no corpo e ao mesmo tempo frescor, coração acelerado, bico dos seios duros só pedindo a língua dela, buceta lubrificada e pulsando cada vez mais.

Até que no meio do assunto eu disse que estava excitada e ela respondeu: – Eu também.
Uau, como sentia vontade enorme de beijá-la, sentir o calor do seu corpo junto do meu, sentir nossos corpos nus, sentir a buceta dela na minha, uma vontade enorme que fazia minha buceta escorrer e pulsar de tanto tesão. Eu não precisava nem me tocar pra sentir tanto tesão, que tesão essa prima Lua estava despertando em mim em pouco tempo e que ótimo que ela estava sentindo o mesmo tesão que eu.
E naquele papo envolvente ela se mostrava uma menina mulher muito incrível e isso me deixava com cada vez mais tesão é muita vontade de ver a barriga dela que ela fez mistério e não disse, rs. Conversamos até pouco mais das 3 da manhã e gozei sem tocar na minha buceta ou qualquer parte do corpo, gozei num prazer gigantesco, o mesmo prazer que estou sentindo relembrar e tentar e descrever p vc tudo que senti, a minha buceta está pulsando e lubrificada da mesma forma…

Conforme marcado na noite anterior, nos encontramos na casa da tia dela que é minha amiga, ela estava séria, uma típica professora no auge das atribuições, estava sentada com notebook no colo e perdida em uma planilha que não acabava mais e escorada no sofá atrás dela, bem próxima, sentindo seu cheiro, sua voz suave pertinho, dava p ver o sutiã por cima, barriga coberta e dava p sentir como ngm o meu tesão.

Como meu corpo chamava por ela, pedia o toque dela, até que ali mesmo na sala, com minha amiga na cozinha encostei mais perto dela, cheirei a orelha, o pescoço, fiz o percurso  devagarinho ate a boca e a beijei. Que beijo delicioso, um beijo quente com vontade de não parar de beijar nunca mais, uma língua que ao tocar na minha fez com que minha buceta jorrasse mais ainda o líquido quentinho do tesão, passamos um bom tempo entre beijos e abraços no sofá e no colchão da sala, até que os donos da casa saíssem de propósito p nos deixar a sós.
E eu poder sentir seu corpo nu junto ao meu, confesso que a vontade era tanta que fui bem rápida, eu não aguentava mais esperar p senti-la até a assustei… Foi mágico sentir seu corpo, seu calor, seu toque …sentir … sentir a sua buceta Tbm toda molhada na ponta da minha língua, o sabor dela é delicioso e valeu toda a espera, correspondia a todas as minhas expectativas.
Ela veio por cima depois, beijando e me tocando e meio com medo e com vontade, estava meio receosa pq não sou muito passiva, fui poucas vezes. + ela sabe conduzir muito bem o jogo de sedução e eu estava/estou com muita vontade de sentir o toque dela na minha buceta, me contorcia com vontade de sentir seu dedo… até que ela me fodeu muito gostoso, ela fode muito muito bem e em meio ao tesão incrível gozei no seu dedo e confesso que de todas as vezes que fui passiva essa foi a melhor.
Ficamos horas deitadas nos curtindo, dando risadas, conversando besteira, trocando carícias e beijos. Acredito que esse seja o importe do tesão, não terminar quando goza, ter todo um cuidado posterior q ele. Espero muito ansiosamente que eu a encontre novamente e que a gente repita muitas vezes e nos entregue a esse desejo maravilhoso.

Bjo no canto do sorriso, Lua!!!

T.C. Nascimento

Quem conhece o trânsito de São Paulo, sabe o quanto é complicado atravessar a cidade todo dia. De tanto chegar atrasado e cansado ao trabalho, resolvi ir morar para mais próximo do trabalho. Depois de algum tempo de procura, encontrei um apartamento bem aconchegante e com preço compatível com meu bolso. Muito feliz, resolvi me mudar o mais rápido possível. O apartamento é mobiliado, o que facilitou muito as coisas para mim. Peguei minhas roupas e alguns objetos (pois morava com minha mãe)… coloquei tudo no carro… e lá fui eu para meu novo endereço. Pedi à minha namorada para me ajudar nas arrumações, já planejando um final de semana de muita privacidade e muita sacanagem.

Chegamos ao apartamento eu e Regina e começamos a arrumação. Guardamos minhas roupas e coloquei os objetos em seus lugares, até que bateu aquela vontade de tomar um café. Olhamos um para o outro e percebemos que nos esquecemos de passar no supermercado para comprarmos algumas coisas. Regina é uma mulher sempre bem humorada e sabe muito bem como fazer novas amizades. Falou-me para continuar com as arrumações, que ela daria um jeito nisso em pouco tempo.

Fui montar o meu PC e nem dei conta que Regina havia saído. Passado algum tempo, percebo Regina retornar, conversando animadamente com outra mulher. Fiquei curioso e fui saber o que ela já tinha aprontado. Quando entro na cozinha, dou de caras com Regina, conversando com uma loirinha muito gostosa, que aparentava ter uns 25 anos. Tinha cabelos longos, peitinhos pequenos, mas com uma bunda fenomenal. As duas olharam para mim e Regina me apresentou para Erika, minha nova vizinha. Regina me falou que bateu no apartamento ao lado para pedir um pouco de café e açúcar e Erika se prontificou a fazer o café para nós. Enquanto Regina conversava animadamente com Erika, como já se conhecessem há muito tempo, eu peguei o café voltei à arrumação.

Após algum tempo, ouvi Regina me chamar e dizer que Erika estava de saída. Fui me despedir dela, agradecendo pelo café. Dei-lhe um beijo no rosto… Erika retribuiu e disse que adorou a nossa vinda para aquele apartamento, pois era uma solitária. A família morava no interior e ela vivia sozinha… era bom ter amigos por perto. Regina a abraçou e disse que sempre poderia contar conosco. Para a minha surpresa, as duas deram um selinho de despedida. Após a saída de Erika, Regina veio em minha direção e nos beijamos calorosamente. Ela abaixou sua mão, apalpou meu pau e disse:

-Ficou excitado vendo o beijinho que demos?

Eu respondi com um novo beijo… colocando a mão em seus seios. Percebi que os bicos estavam bem durinhos, denunciando a excitação que ela também estava sentindo. Nos soltamos e falei.

-Estou vendo que não sou o único a sentir tesão por aqui!

Rimos deliciosamente e resolvemos tomar um bom banho, pois estávamos bem suados, pelo calor e o trabalho que a arrumação nos tinha proporcionado. Já no banheiro, enquanto nos despíamos, Regina comentava o quanto havia gostado de Erika… que com certeza seriam boas amigas e falou o quanto ela é gostosa. Regina é uma mulher com 40 anos, morena, com seios de médios para grande, com bicos bem salientes… uma bunda bem redondinha e gulosa, uma buceta toda depilada com clitóris saliente… e o melhor de tudo: adorava um pau em todos os lugares e não tinha pudores em falar tudo o que sentia e queria. Enfim, é uma mulher que sabe muito bem o que quer da vida.

Fomos ao nosso banho, onde cada um passava a mão pelo corpo do outro. Para provocá-la, fui lavar sua bucetinha. Ela soltou um gemido alto, dizendo que estava com saudades de poder gemer e gritar em paz. Continuei com os carinhos, me abaixei e coloquei a minha língua naquela fonte de mel… lambi como um louco, ouvindo os gemidos e gritinhos que Regina emitia, pedindo que continuasse chupando sua buceta. Regina pegou nos meus cabelos e começou a puxá-los com força, anunciando o orgasmo que se aproximava. Seus gemidos ficaram mais altos e quando gozou soltou um grito estridente. Acho que o prédio inteiro ouviu, mas não me importei com isso… continuei ali, chupando e bebendo todo o mel de saía pela buceta de Regina. Levantei-me e nos beijamos apaixonadamente, dividindo com ela todo o gosto de seu mel. Enxugamo-nos e colocamos uma roupa leve.

Estávamos famintos, pois o dia foi bem cansativo. Como não tínhamos comprado nada, resolvemos pedir uma pizza mesmo. Como era nosso primeiro dia no apartamento, não tínhamos nenhum telefone de disk pizza. Regina disse que sabia onde encontrar um disk pizza. Saiu em direção à porta do apartamento e a vi batendo na porta do apartamento em frente. Erika atendeu e prontamente passou o telefone. Como forma de agradecimento pela acolhida e pelos favores, Regina a convidou para jantar conosco.

No primeiro momento, Erika se sentiu constrangida com o convite e disse que não queria nos incomodar, mas com a insistência de Regina, acabou aceitando ao convite e disse que traria uma garrafa de vinho. Após uns 40 minutos, a pizza chegou. Quando retornei, Erika já estava conversando animadamente com Regina. As duas faziam um lindo contraste… uma bem branquinha e a outra com a pele bem morena.

Regina vestia uma camisetinha curta, deixando sua barriguinha de fora e um short meu. Erika estava com um vestidinho leve, um pouco acima dos joelhos. Eu estava muito contente, pois tinha duas mulheres bonitas e gostosas em minha sala. Nosso jantar foi ótimo. Apesar de ser uma simples pizza, foi regado a um bom vinho e uma boa conversa. Após terminarmos, as meninas resolveram lavar a louça… ajudei somente a tirar as coisas da mesa e fiquei jogado no sofá, enquanto ouvia as duas numa conversa bem animada. Ao fim de um tempo, ouvi Erika comentando com Regina:

– Nossa, vocês são um casal bem animado! Adorei ouvi-los hoje!

Regina respondeu, admirada:

– Do que você está falando?

– Estou falando dos seus gemidos e gritos hoje à tarde.

Regina dá uma risada bem gostosa e diz:

-Ahhh linda… não consigo me controlar quando levo uma boa chupada na buceta.

Erika apenas sorri e diz:

– Deu para perceber, pelos seus gritos e gemidos!

– Ahh… desculpe não sabia que meus gemidos iriam te incomodar!

– Mas, não me incomodou, ao contrário, adorei ouvi-los!

– Ahh danadinha, quer dizer que ficou excitada com meus gemidos éhh?

– Fiquei sim, imaginando o que vocês dois estavam fazendo.

Após isso, apenas escuto o estalo de beijos. Vou dar uma olhada… as duas estavam abraçadas e se beijavam loucamente, uma apertando a bunda da outra. Quando se soltam, Regina me vê e me pergunta se eu havia escutado a conversa entre elas e me deu uma piscadinha. Respondi que sim… e que era lindo ver as duas se beijando daquela forma.

Regina sai da cozinha, me deixando só com Erika. Ela me olha dentro dos olhos e pergunta se havia ficado chateado em vê-las daquela forma. Respondi que não e que adorava ver a Regina beijando outra mulher, principalmente por saber que apesar do pouco tempo, já existia uma forte amizade entre elas. Regina retorna à cozinha, mas com um detalhe a menos: tinha ido tirar o short e estava somente com uma calcinha de seda bem confortável, enfiada em sua bunda. Estava linda e muito provocante! Ela percebe nosso olhar de surpresa e tesão e pergunta:

– Gostaram? Não aguentava mais aquele short me incomodando! E você, Erika? Está confortável com esse vestidinho?

Erika responde que realmente está muito quente. Levanta os braços e olha para mim, como que pedindo para eu tirar o seu vestido. Chego perto dela e levanto seu vestido lentamente, pois queria saborear a visão daquele corpo jovem, de pele alva e macia. Tinha vestida uma calcinha de algodão com desenhos, mas muito sensual. Continuei subindo o vestido, até despontar dois seios deliciosos, do tamanho certo para chupar bem gostoso, acabando de tirá-lo por completo.

O clima de tesão tinha se instalado, mas Erika estava um pouco desconfortável, apesar da descontração que o vinho havia proporcionado. Ela nos olhou e pediu para irmos para sala, porque ela gostaria de nos contar algumas passagens de sua vida.

No caminho entre a cozinha e a sala aproveitei para tirar a camisetinha de Regina, para que Erika pudesse se sentir mais confortável. E é claro, para aumentar o clima de descontração e tesão entre nós.

Na sala, Erika nos diz que está por muito tempo sem namorado e que sua excitação era muita, mas que nunca havia participado de um ménage. Continuando, ela disse que ouviu os gemidos e gritos de Regina durante nosso banho… não aguentou o tesão e se tocou violentamente, imaginando o que nós estávamos fazendo. Imaginou-se no lugar de Regina ou junto dela… a beijando e vendo o tesão dela…mamando nos seus seios. Disse que quando era criança e durante toda sua adolescência, sempre ouvia os gemidos e gritos de sua mãe, fazendo amor com seu pai… e sempre terminava se tocando alucinadamente, imaginando o que estava acontecendo para sua mãe sentir tanto prazer. Ela nos contou tudo isso, para nos pedir que fizéssemos amor para ela ficar nos observando.

Eu e Regina nos olhamos… e como não dispensamos coisas novas, aceitamos de pronto. Regina se levantou, foi até Erika e deu-lhe um beijo longo e apaixonado… dizendo que ela iria ter momentos felizes e que fizesse tudo que tivesse vontade. Erika se levanta e vem ao meu encontro… me olha e me beija… um beijo molhado, demonstrando todo tesão que aquela menina estava sentindo, pela conversa e pelo clima que se instalou no ambiente.
Regina se junta e nós, olha para Erika e diz.

– Linda, aqui nessa casa você pode tudo! Faça o quiser e à hora que quiser.

Se virou e me beijou, um beijo bem molhado e apaixonado. Sinto uma mão procurando tirar as minhas roupas e logo, estou somente de cuecas e de barraca armada… pois o clima de excitação era muito grande. Chamei as duas, para irmos para o nosso quarto, onde poderíamos ficar mais a vontade. Já no quarto, Erika senta-se numa poltrona para nos observar. Eu e Regina vamos direto para a cama, já nos beijando calorosamente. Deito Regina e fico por cima de seu corpo.. vou beijando seu pescoço… passando língua bem de leve… sentindo a respiração dela se alterar.

Continuo descendo, até alcançar seus seios… fico passando a língua bem de leve na pontinha de seus biquinhos.. sentido-a serpentear seu corpo embaixo do meu. Continuo com a tortura e vou descendo… passo a língua em seu umbigo, até alcançar sua calcinha… vou retirando-a com a boca, até alcançar sua buceta que já estava bem molhada. Passo a língua em seu clitóris e Regina reage no mesmo instante, soltando um grito… segurando a minha cabeça entre suas pernas. Entre gemidos fortes, me pede alucinadamente que chupe sua buceta. Retiro a sua calcinha por completo e caio de boca naquela fonte de mel. Fico lambendo os lábios, até colocar a língua dentro dela. Regina ergue suas ancas e começa a ter orgasmos múltiplos, gemendo muito. Sentíamos tanta excitação que até esquecemos que Erika nos observava. Tiro a boca da buceta de Regina e vou beijá-la, para dividirmos todo o seu gozo, pois meu rosto estava todo lambuzado.

Regina se refaz do gozo violento, me empurra e me faz deitar. Num ato rápido, ela tira minha cueca e meu pau fica apontado para o teto, todo melado pela excitação que eu estava sentindo. Ela o segura, olha com muita excitação e coloca-o todo na boca, me fazendo soltar um gemido de prazer. Ela começa um vai e vem bem violento, como se quisesse arrancar meu pau. Nesse momento, escuto outro gemido forte e aí lembro-me que Erika também fazia parte de todo aquele momento delicioso. Olho em sua direção e Erika esta sentada na poltrona com a calcinha arriada até seus joelhos… de olhos fechados, com as pernas abertas e se toca violentamente. Vejo que está com dois dedos socados em sua bucetinha sem nenhum pelinho e a outra mão puxando o bico de um dos seus seios.

Regina continua me chupando violentamente até que pára e fala sem o menor pudor:

– Amor, soca esse caralho na minha buceta que não aguento mais!

Ela se levanta e fica de quatro, sua posição predileta, me olha e pede novamente para socar o caralho em sua buceta. Aponto na entrada e num golpe só, soco tudo de uma vez! Regina solta um grito cheio de excitação e prazer e começa a rebolar como louca. Ela olha para Erika, que continuava socando dois dedos em sua buceta, e diz a ela.

É isso que você queria ver? Uma puta levando rola na buceta e gemendo como louca?

Erika apenas balança sua cabeça afirmativamente, mas agora ela nos olha e demonstra todo tesão que está sentindo em seu rosto. Ela me pede para socar com mais força, que ela quer ver essa puta gritar como louca.

Regina ouvindo isso rebola com mais vontade ainda e gritando pede para eu meter com mais força. Não me nego aos seus pedidos, seguro suas ancas e meto sem dó, cada vez mais rápido. Ela não aguenta por muito tempo e goza violentamente. Não permito que descanse, tiro o pau de sua buceta e num golpe certeiro coloco tudo em seu cuzinho. Regina solta um urro de dor e prazer e pede-me que meta com vontade em seu cu. Erika, ainda em sua canto, solitária, pede também para eu socar com força no cu dessa putinha deliciosa. Com esses pedidos, não me faço de rogado e soco com força no cuzinho de Regina. Os gemidos aumentam de intensidade e volume, anunciando mais um gozo. Eu, também não aguentando mais, derramo um rio de porra no cuzinho de Regina. Erika, vendo a cena, não aguentou e gozou juntamente conosco.

Os três, extasiados de tanto prazer, suados e com porra por todos os lados, fomos a um banho reconfortante, no qual rolaram muitos carinhos e beijos. Erika disse que iria para sua casa, mas não permitimos, dissemos que ela era nossa convidada para dormir em nossa cama. Terminado o banho, dormimos rapidamente, esgotados pelo cansaço do dia e pelas horas de prazer.

No dia seguinte, fui acordado da forma mais deliciosa que existe. A primeira coisa que fiz quando abri os olhos, foi sentir uma boca no meu pau. Era Erika me chupando deliciosamente e Regina ao seu lado tocando nos seios da menina e a incentivando a enfiar meu pau cada vez mais fundo em sua boquinha. Gemi de prazer, as duas me deram bom dia e continuaram onde estavam. Regina, não aguentando de tesão, foi chupar a bucetinha de Erika, que sentindo a língua em seu clitóris, enfiou meu pau todinho na boca. O senti bater no fundo de sua garganta… isso me descontrolou por completo e comecei foder a boquinha daquela menina deliciosa.

Avisei que iria gozar e Erika fez questão de aumentar os movimentos de sua boca. Acabei por derramar tudo em sua boca. A danadinha não deixou escapar uma gota e foi dividir minha porra com Regina. As duas se beijavam deliciosamente e eu não aguentando ver aquela cena, fui chupar a bucetinha de Erika, que rebolava alucinadamente em minha boca me pedindo para socar dois dedos em seu cuzinho. A menina transpirava tesão, gemia como uma gatinha no cio e dizia que sempre sonhou com isso de ser usada por duas pessoas. Regina, ouvindo isso, não pensou duas vezes sentou-se no rosto da menina, fazendo-a chupar sua buceta. Aí sim, o tesão sai completamente fora de controle. Regina esfregava a buceta com violência no rosto de Erika, que só colocava a língua para fora da boca e sentia todo mel que saía daquela buceta deliciosa. Regina urrava de tesão e gozou tanto que eu pensei que fosse afogar a menina com peso de seu corpo todo.

Regina caiu de lado, exausta e Erika me pede com a carinha mais safada do mundo:

-Por favor, come meu cuzinho!

Não aguentei, coloquei-a de quatro e pedi a Regina que abrisse as nádegas dela. Quando vislumbrei aquele buraquinho rosadinho, meti com força. Erika soltou um grito de dor, mas pediu que não parasse, que ela adorava sentir dor no cuzinho. Regina, que não queria perder nada da festa, se colocou por baixo da menina e foi chupar sua buceta. Erika, com o cuzinho preenchido e com a língua de Regina brincando em sua buceta, perdeu todo controle que ainda existia e gritava:

-Me fodeeeeeeeeeeeee, come meu cuzinhooooo, lambe essa buceta sua puta safada!

Não demorou muito, e com todos esses gritos deliciosos, gozamos os três.

Caímos deitados e por lá ficamos algum tem. Erika foi a primeira a retornar à realidade, olhou para Regina e lhe deu um beijo e depois fez o mesmo comigo, nos agradecendo por tudo o que havia acontecido, pois ela sempre sonhou desde sua infância ouvindo sua mãe gemer e gritar de prazer, em participar de um ménage. Regina disse que foi maravilhoso, também. Esse relacionamento durou alguns meses, até que Erika precisou retornar para sua cidade natal.

Foram momentos maravilhosos que jamais esqueceremos, e quem sabe um dia voltaremos a ter uma vizinha tão deliciosa e taradinha como Erika.

 

DF, um despudorado das bandas de São Paulo.

Finalmente…

Era a última semana de mais um dolorido período da faculdade e todos estavam ansiosos por um lazer. Então, a galera da turma e mais alguns agregados de outros períodos decidiram passar o final de semana em uma cidade próxima em que há muitos balneários. Fiquei bastante animado com a possibilidade, assim como a moçada que dividia um apartamento comigo, mais um cara e duas meninas. Todos muito descolados e saídas para tomar umas geladas eram bem vindas quando possível. Alguns outros membros do passeio moravam no mesmo prédio. Marcamos encontro conjunto na rodoviária. Decidimos viajar na sexta no ônibus das 19:00 porque assim poderíamos aproveitar um pouco a noite da cidade destino.

Eis que é chegada a sexta-feira. Antes do início da viagem todos estavam animados… alguns mais que outros, inclusive eu, os companheiros de AP e prédio, contribuindo para isto algumas brejas tomadas em um barzinho próximo. Uma segunda parte da galera partiria no ônibus das 21:00. Então, lá fomos nós.

Após o embarque, nos concentramos na parte traseira do bus e como já era noite, ar condicionado, baixa luminosidade, o ambiente estava agradável. A viagem duraria cerca de duas horas e nesse período muita coisa poderia acontecer. Quem estava de casalzinho sentou lado a lado, e claro que isso favorecia uma sacanagem por parte daqueles que estivessem com disposição. Nas últimas duas fileiras estavam três casais e eu dei a sorte de ficar na última e com as duas poltronas a minha disposição, logo coloquei o fone, esparramei, fechei os olhos e relaxei.

Passadas meia hora de viagem já dava para perceber que cada um relaxava a sua maneira e os casais se curtiam como era de se esperar. Foi nesse momento que percebi o clima quente que rolava nas duas poltronas a minha direita. Caio e Mayla, um casal vizinho de AP e também meus veteranos, estavam trocando beijos e carícias e, ao observar melhor, pude perceber que ela estava acariciando levemente o pau do parceiro e ele a beijava e lambia no pescoço, fiquei incrédulo, mas gostei, claro.

Estavam tão a vontade que esqueceram de mim e quando Mayla se deu conta, me veio um sorriso malicioso, achei que iriam parar, mas o Caio me olhou de forma descarada e apenas me pediu silêncio levando o dedo em direção a boca. Sabia que os casais da frente também perceberam o que estava rolando, mas não deram a mínima, afinal também estavam “curtindo a viagem”. Caio continuava a desfrutar do pescoço de sua mina e as carícias no pau ficavam cada vez mais intensas. Aquela cena me deixou com um puta tesão, mas, somente aproveitar a visão já me bastava, e acredito que isso também os estava estimulando, claro que os copos de cerveja do início também contribuíram.

Logo ele baixou uma das alças de seu vestido, ela estava sem sutiã, começou a mamar seus seios e os suspiros já começavam a ecoar baixinho, porém com intensidade, a mesma com que ela já punhetava seu macho, um sincronismo bonito de se assistir. Ele acariciava suas coxas, dava pequenos apertos e logo seus dedos foram de encontro da buceta de Mayla que estava se contorcendo, porém sem deixar de socar aquela pica com as mãos. Neste momento, Caio a puxou para um beijo cheio de malícia, conduzindo sua boca até seu pau que começou a ser chupado de forma intensa, eu não estava tendo a mesma sorte, mas o prazer não era tão distante em relação aos dois.

A coisa fluía com excitação em meio a carícias no cabelo e nas costas da gata, uma mamada de pau agora violenta de causar espasmos em quem era chupado, vindo, assim, uma gozada pesada naquela boca. Caio apertava a poltrona na ânsia de extravasar e Mayla continuou chupando e diminuindo o ritmo lentamente. Até que, trazendo-a novamente para perto de sua boca, a beijou de leve, não parecendo ser adepto a certos “nojinhos” que se vê por aí. Na sequência, continuaram a se pegar mais levemente no restante do trajeto. Eu estava satisfeito e com uma vontade imensa de fuder, mas o melhor ainda estaria por vir.

Ao chegarmos a nosso destino, antes de descemos do ônibus, os dois ainda me deram um sorriso, mas não disseram nada, convivíamos pelas circunstâncias, mas mesmo pertencendo ao mesmo curso e prédio não éramos tão íntimos, ainda mais para rolar tudo aquilo. Fomos todos para o local de hospedagem, uma pousada muito aconchegante. Iria ficar com meus parceiros de AP, mas dois estavam acompanhados e eu não queria estragar o esquema de ninguém. Foi nesse momento, percebendo minha situação, que Mayla e Caio me convidaram para ficar no quarto deles… no primeiro momento disse “NÃO”, afinal era mais uma dupla que queria aproveitar o momento a sós naquele final de semana, mas eles insistiram e aquela cena do “ busão” não saia da minha cabeça, pensei… “que mal tem?” e aceitei. Fomos para o quarto, tomamos banho, trocamos de roupa e por volta de 22:30 a galera se reencontrou na recepção e partimos em busca da diversão noturna daquela cidade.

Fui com dois dos meus companheiros de moradia e seus respectivos “peguetes”, mais Mayla e Caio em busca de um lugar para beber. Era o único sem parceria, mas estava tranquilo. Encontramos um barzinho de estilo largadão em que tocava “Rock anos 80”, e como era um gosto musical em comum, decidimos que seria ali. A música estava boa e a cerveja gelada, todos estávamos curtindo e depois de uma hora e já com alguns temas e “litrões” vazios, os casais começaram a se animar e obviamente o assunto “sexo” e seus diversos afins… logo virou pauta. Perguntas e confissões sem pudor.

Mayla confessou que se exibir lhe excitava muito e que era louca por um menáge, tanto com uma outra menina na relação e outro cara também, mas, uma experiência de cada vez, só ainda não havia rolado porque o Caio, apesar de querer muito uma foda com ela e outra garota, era um pouco relutante em relação a outro homem, mas toparia se o cara fosse de confiança… Nesse momento com todos já bem “excitados”, uma das namoradas disse que adoraria uma “DP” e Mayla mandou em seguida na lata: “É…seria uma delícia duas picas ao mesmo tempo, ia rolar tudo que é sacanagem mas… o cu é só do Caio”, todos sorriram. Nesse instante, saquei melhor o lance do ônibus e pensei… “por mim, seria tranquilo”, porém, nada disse. Tomamos mais algumas geladas, era visível que os casais estavam loucos para praticar algumas, ou todas, aquelas putarias que foram citadas… rolava um cheiro de sexo no ar… era chegado momento de voltar a pousada. No trajeto curto até lá o papo se manteve, assim como em meu pensamento, a certeza que ficaria não mão.

Chegando a pousada, os dois amigos e seus respectivos pares não perderam tempo e correram para o quarto e ainda brincaram “a foda vai ser boa”. Mas Mayla e Caio não fizeram a mesma opção… em seguida o Caio disse que ainda tinha uma parada para beber e me pediu que os esperasse na pequena pracinha existente no local, eu, como não estava a fim de dormir e ainda queria uns goles fiz o que ele pediu. A praça estava em silêncio, com luzes baixas e passados alguns minutos voltaram com uma garrafa de vinho. Sentamos em um banco e começamos a tomar em copos descartáveis mesmo, trocamos mais algumas ideias e eles começaram a se pegar novamente.

Agora Mayla, sem mais delongas, sentou sobre o Caio beijando-o de forma intensa enquanto ele acariciava suas costas por baixo da blusa, logo meteu as mãos por baixo da saia e começou a apartar a bunda, tirando um suspiro ardente de sua gata. Eu só podia apertar a garrafa enquanto mandava mais um copo para dentro, pensei em levantar e ir, mas já estava bem alterado e sem vergonha, sem falar que o vinho ainda não havia acabado… um ótimo álibi, né?

A temperatura subiu muito no Jardim, então decidiram partir rumo ao quarto. Me antecipei e disse que ficaria fora mais um tempo ou que poderia catar um abrigo em outro quarto, mas no fundo, queria era presenciar tudo que rolaria entre aquelas quatro paredes. E assim, como se tivesse lido meu pensamento, a Mayla disparou pegando em minha mão: “vem também”, alguns segundos de silêncio… o Caio meio que sorriu dando o aval, seguido de um: “bora!”. Fiquei meio reticente, mas o tesão era enorme e a ideia de assistir aquela trepada… eles levantaram, ele a abraçou por trás e foram em direção ao quarto, fui atrás com a pulsação a toda….

Ao entrarem no quarto, começaram de imediato uma pegação muito louca. Caio encostou Mayla na porta e foi beijando seu pescoço, virando-a partindo para nuca e pressionando firmemente seu corpo, levantando a saia e roçando em sua bunda sobre a calcinha. Eu não podia acreditar no que estava vendo e eles se portavam como se minha presença fosse invisível. Ele a puxou em direção a cama já retirando sua blusa, ela não parecia ser fã de sutiã, ao deitá-la, a despiu da saia. Eu segui em direção a beliche que ficava paralelo e fui para cama de cima para observar melhor. Então, ele ainda em pé rente a cama, a trouxe até sua boca e trocaram mais saliva até ela beijar o pescoço do parceiro, retirou sua camisa, foi descendo com mais beijos pelo peitoral e chegou aos mamilos, fazendo uns carinhos e um passeio com a língua que fizeram Caio suspirar intensamente. Ao descer pelo abdômen, passando pelo umbigo, foi abrindo o zíper, levando a bermuda ao chão, ficando aparente o volume por baixo da cueca.

Após deixar Caio completamente nu, Mayla começou a acariciar aquele pau de forma lenta, primeiro com as mãos, depois com a língua, dando pequenos beijos naquele membro enquanto inclinava seu corpo de forma a provocá-lo. Estando de quatro, inicia um novo boquete no parceiro, mamando e punhetando, em certo momento, apertava com firmeza a bunda dele, levando seu macho a loucura. Ele a tocar seus cabelos, descendo as mãos com carícias nas costas dela, até apertar firmemente sua bunda, puxando a calcinha e comprimindo-a junto aquela buceta, arrancando suspiros de tesão de sua fêmea. Logo, Mayla voltou a subir pelo corpo de Caio em direção a sua boca, beijaram-se, ele passou a se deliciar naqueles seios, enquanto as mãos continuaram a passear sobre as costas da jovem… Foi descendo e beijando-a, até que, enfim, retirou a calcinha atirando-a ao chão.

Nesse momento, eu que já não podia me conter, fui lá e peguei a calcinha, estava completamente encharcada e com cheiro de buceta, meu pau latejava e, ao continuar no ímpeto, ajoelhei-me em volta da cama para observar com mais precisão aquele ato. Enquanto isto, Caio passava a língua sobre o corpo de Mayla, ajoelhou-se no chão e, com ela também de joelhos no extremo da cama, passou a chupar sua buceta e com as mãos desfrutava das costas e da bunda da gata, ela se contorcia segurando firme os cabelos do parceiro, jogando levemente o corpo para trás.

Nesse momento, ele fica de pé virando a gata, a fim de tomar suas costas. Enquanto batia punheta, foi tomando a nuca dela, descendo pela região com mordidas, beijos e com ela mais uma vez de quatro, passou a se deliciar de sua bunda, lambia, mordia, acariciava com vontade…. Então… arreganhou-a por inteiro, foi descendo a língua pelo rêgo, passando pelo cuzinho, períneo até encontrar novamente a buceta… fazendo várias vezes o movimento, subindo e descendo, dando um banho de língua pela região íntima, deixando Mayla em êxtase agarrada ao lençol e travesseiros. Eu continuava a assistir e buscar a melhor visão.

Já sobre a cama, Caio coloca a camisinha, puxa Mayla para um beijo e a penetra de forma voluptuosa, fodendo com vontade, metendo com força, rebolando sobre o corpo dela, recebendo como recompensa os sussurros de prazer da parceira que apertava a bunda dele com gana. Eu estava me deleitando, mas não sentia necessidade de participar da consumação, sentia-me contemplado por poder observar… detalhadamente do ângulo que me ocorresse. Em seguida trocaram de posição e, dada a intensidade, não houve terceira… Mayla sobre o parceiro, agora cavalgava apoiando-se na cabeceira da cama enquanto Caio abocanhava seus seios e apertava sua bunda . O ápice não demoraria a vir.

Eu, descaradamente subi um pouco sobre a cama, podia ver o pau entrando e saindo a toda, uma cena sem igual. Os sussurros, gemidos, apertos, o suor… o toque nas cotas, uma bunda marcada por apertos de prazer… um toque no cuzinho no momento em que Mayla geme alto, respira mais ofegante e suspira num gozo que matava um desejo que há muito queria saciar. Sem demora Caio experimentou a mesma satisfação. Ela, logo recaiu sobre ele ainda se movimentando levemente. Meu pau há muito já escorria, mas agora ao pegá-lo, nem mesmo cheguei a socar cinco vezes para uma esporrada completa que recobriu meu abdômen…. cai no chão e ali fiquei… podia ouvir os dois ainda a trocar carícias, sentindo aquele cheiro de “porra” no ambiente.

Estávamos esgotados… ainda incrédulo, levantei olhando para o casal… eles apenas sorriram… fui em direção ao banheiro, pois já era capaz de novamente ter prazer somente através de imagens bem vivas na memória e também precisava de um banho. Foi um momento único, mas aquela madrugada ainda não tinha chegado ao fim. Após eles também tomarem banho, não foram exatamente dormir, EU também não, porém foi um fim de semana de muito prazer para apenas um relato.

Por Voyage.

Em casa me arrumando para mais um dia de trabalho, saio do banho e sinto a fragrância do meu shampoo. Pego meu hidratante e deslizo os dedos por todo meu corpo, sinto minha pele macia e imagino o quanto eu queria outras mãos nela agora. Coloco minhas meias e um vestido, pego meu sobretudo e saio de casa, já estava atrasada. Eu estudo literatura e estagio em uma editora perto de casa, quase não tenho tempo para mim, o que é ao mesmo tempo reconfortante e assustador. Saio da faculdade e vou para o trabalho sinto como se o dia fosse seguir seu curso natural.

Ao entrar com meu copo de café às pressas no prédio, acabo me esbarrando em um homem, peço mil desculpas e tento ajudá-lo. Corro na cozinha para funcionários agarrada as suas mãos e o limpo, paro e só então reparo em seu rosto jovial. Ele tinha mais ou menos uns 28 anos, pouca coisa a mais do que eu, certeza. Desculpo-me mais uma vez e me despeço indo para minha sala.

Passo o dia todo pensando no acontecido de mais cedo, leio mais alguns possíveis livros e me prendo em um: Ao caminho da escuridão. Já no titulo eu me deparo com qual seria o contexto do livro e fiquei a tarde toda nele, levo-o ao meu chefe e apresento como um potencial a ser publicado. Modéstia parte, os três últimos livros que eu o apresentei foram sucesso de vendas.

Volto para casa em mais um dia concluído e me jogo na banheira analisando os acontecimentos do meu dia. Levanto para atender ao telefone e vejo meus amigos me chamando para ir a uma baladinha. Aceito e em 20 minutos já estou a espera deles. Aguardo ansiosa, pois precisava esquecer aquele rosto de mais cedo. Rodrigo, Aline e Pietro chegam para me pegar. Fomos à mais nova baladinha da cidade, lá nesses últimos dias era o local do momento. Entramos e peço um drink, fomos à pista de dança e avisto lá do outro lado do bar o homem de hoje mais cedo.  Ignoro, pois já passei tempo demais com ele na cabeça e danço como se não houvesse amanhã.

Quando sinto uma mão na cintura e um sussurro me perguntando se queria seduzir todos os homens do recinto, olho para trás e era o homem de mais cedo. Digo que o único homem que quero seduzir é ele, brinco. Rimos bastante, mas meu inconsciente sabe que é verdade. Começamos a dançar e eu estava cada vez mais atraída por ele. E sentir aquelas mãos em meu corpo só fazia meu desejo aumentar. Paro quase sem ar e vou ao banheiro, com a Aline me perguntando quem era aquele homem de 1,80, moreno e olhos azuis, rindo respondo o desastre de hoje mais cedo para ela.

Saio do banheiro e sinto uma mão me puxando, olho e era ele. Apenas o sigo. Entramos em uma salinha reservada, só pessoas Vips tem acesso a ela, mais nem me atento a isso. Ele se aproxima de mim e pergunta se podia me beijar, olhando nos meus olhos ele já sabia que eu era dele. Apenas balanço minha cabeça em um sinal de consentimento e nossos lábios se tocam. Uma onda de eletricidade percorre meu corpo, envolvo meus braços em seu pescoço e sinto o gosto da sua boca, o doce e o tom alcoólico do seu beijo me entorpecem.

Sinto suas mãos percorrendo minha perna até segurar a barra do meu vestido e, com um movimento único, eu fico seminua na sua frente. Não me sinto tímida, pelo contrário, me sinto poderosa, me sinto desejada, quero sentir sua boca em cada centímetro do meu corpo. E, como se ele lesse minha mente, me joga no sofá e começa a beijar minhas pernas, contorço de prazer. À medida que ele sobe, a ânsia de tê-lo dentro de mim cresce e ele brinca e acaricia minha barriga e, enfim, chega com seu beijo doce. Tento me movimentar e sinto o quão dominador ele é e naquele momento eu não queria mais nada só o toque de sua boca e mãos em minha pele.

Retiro a sua blusa e fico admirando aquela escultura, desabotoo sua calça e o liberto para mim. por um momento sinto que estou no controle, mas estou enganada. Ele me prende e desce beijando minha nuca, eu já estava completamente entregue a ele e ele sabia disso. Olhando nos meus olhos, ele me penetra em um movimento ímpar. Sentir cada centímetro dele entrando era como se eu encontrasse o pote de doces no final do arco-íris e num vai e vem cadenciado me delicio com o seu gosto, toque e cheiro. Cada vez que se intensifica, sinto que estava prestes a explodir e assim acontece como se nosso corpo fossem programados para o prazer. Ficamos ali curtindo o momento e nos conhecendo enquanto ele acariciava meu corpo com a pontas dos dedos.

Momentos depois nos despedimos e eu sentia que aquilo, aquele momento seria único e o último. Torcia para estar enganada, acho meus amigos, nos divertimos mais um pouco e vou para minha casa. Tomo um banho e me deito sentindo o gosto mais exótico e único da minha vida e, assim, adormeço.

Durante muito tempo eu tive resistência em ter aplicativos de relacionamento até que um dia uma amiga me indicou um e eu resolvi baixar. Rapidamente começaram a surgir contatinhos ou crushs. No dia seguinte, um professor universitário comentou minha foto e a partir daí surgiu um interesse múltiplo. Um pouco mais de um mês conversando pelo aplicativo e resolvemos papear no WhatsApp.

Papo vem, papo vai … Eis que chega a hora dos nudes. Mostrar a buceta completamente era um tabu, pois eu não tenho pequenos lábios. Tenho grandes e gigantescos lábios e isso me deixava constrangida, mas o meu teacher me fez sentir a vontade e ainda disse que lábios iguais aos meus eram mais apetitosos. Depois disso, a vergonha foi embora e mostrar a minha pepeca virou rotina.

Fizemos sexo virtual durante várias madrugadas e ele pedia para eu mostrar o meu cuzinho e duvidava que o bichinho fosse virgem. Nas conversas, ele dizia que iria lambê-lo, massageá-lo e arrombá-lo. Eu imaginava a dor e não me empolgava com a ideia de sexo anal. Ele também comentava que tinha uma ereção que durava em média três horas e eu não acreditava.

Passaram três meses, eu estava de férias e pretendia passar rapidamente por Salvador antes de ir para outro estado. Marcamos um encontro. Eu estava ansiosa e assim que eu pisei meus pés na capital, por volta das 5h30, enviei uma mensagem avisando da minha chegada. Ele me ligou e disse que rapidamente chegaria ao meu encontro. Rapidinho ele chegou. Um beijo, abraços e partimos para um motel. Ele era um estranho e uma pitada de medo chegou em mim. Chegamos e fui diretamente para o banho. Vesti uma lingerie preta, passei um óleo no corpo e fui despojar-me naquela cama redonda.

Beijos gostosos, lambidas na orelha, mordidas no pescoço, chupões nos seios enquanto a mão estava dentro da minha calcinha. A barba mal feita começou a roçar minha barriga, em seguida a boca já sugava e puxava meus lábios e eu gemia de prazer. O homem chupava com gosto e enviava dedos dentro da minha buceta. A língua foi descendo até chegar em meu cuzinho. Lambeu, fez uma massagem, penetrou um dedo e depois voltou a fazer oral e dando mordidazinhas.

– “Você quer que eu arrombe seu cuzinho?
A resposta foi sim.
-Minha putinha, quer que eu meta primeiro em qual buraco?
– Na buceta!

E assim o cara fez com gosto. Me comeu em todas as posições possíveis e meu gemido de prazer ecoava naquele quarto. Quando eu estava de quatro, ganhei tapas na bunda e muitos puxões de cabelo. Cavalguei enquanto ele me masturbava. O meu professor estava me ensinando a ser uma puta na cama e eu amei cada ensinamento.

Uma pausa, alguns beijos, ele me virou de costas, começou a passar lubrificante em meu cuzinho e enfiou seu pau grosso nele. Não vi estrelas, vi constelações. Senti uma dor que me fez gritar e ele penetrava devagar, mas o incômodo persistia. Resolvemos parar e voltar a fuder minha perereca. Ele me levou para uma poltrona, pegou o cinto, amarrou em minha cintura. Como um animal galopando, eu fui posta. De quatro, domada, ele me comida, eu tinha orgasmos e era divino.

Estava exausta e pedi uma pausa. Tomei um pouco d’agua e, ajoelhada no chão, chupei seu pau e massageava seu saco. Me pegou pelo braço, jogou-me na cama e me lambeu igual a um gato que se esbalda em seu leite. Voltamos ao sexo anal, a dorzinha foi dando lugar ao prazer e eu fui gostando, dei de quatro, ladinho, coqueirinho e galopando.
Levei um vibrador e ele foi posto dentro da xoxota e o pau continuava no outro extremo. Jesussss! O homem entendia demais dos paranauês e eu estava enlouquecida. Nunca tinha sido comida daquele jeito. Também levei o ovinho vibrador que foi parar dentro da minha buceta junto com o pau do meu amante. Penetração com vibração simultaneamente, minhas pernas tremiam e eu jorrava gozo.

Ele, segurando em meu pescoço dizia: Minha puta deliciosa.

Passava das três horas de sexo e eu não aguentava mais. Voltamos para o oral e eu não sabia que estava tendo outro orgasmo ou se era vontade de fazer xixi. Pedi para ir ao banheiro e ele me perguntou se eu queria mijar, a resposta foi que sim. Ele mandou que eu fizesse eu sua cara, meteu a língua na buceta e igual um cão feroz devorava-a. Eu suava e ele ordenava que eu fizesse xixi ali, mas não consegui. Corri para o banheiro e quando estava aliviando meu desejo, o homem adentra o banheiro, mete a mão na xana e me coloca para fazer oral nele e ordena para que eu lambuze sua mão com urina ou gozo.

Passamos minutos naquele banheiro e eu fiz o que ele pediu. Eu estava fodida e mal conseguia andar e nada do homem gozar. Fomos para a banheira, ficamos trocando carícias e voltamos a fuder. Transar na banheira é uma delícia. Saímos da banheira, ele me amassando, mordendo e pôs sobre a cama e a transa prosseguiu. Arreganhou minhas pernas, fez um frango assado divino, depois um papai e mamãe intenso e meus peitos cheios de mordidas.

Levantou-se! Me puxou pelas pernas, as esticou e pôs em seus ombros. Meu cuzinho voltava a ser comido e o consolo posto na buceta era prazer misturado com exaustão. De ladinho, fui comida do jeito que ele queria, após três horas e meia, aos gritos de “Você é minha puta e eu vou te comer muito mais”, ele gozou. No final, eu me encontrava aos beijos e carícias em seu peito peludo com um cafunezinho em mim e pedindo forças para levantar e ir até o banheiro para tomar um banho.

Ao mestre com carinho, ousadia e vontade de ser sua puta novamente.