HomeContos Hot

Sou casado há 6 anos e tenho dois filhos ainda pequenos. O casamento está morno há algum tempo e minha mulher tem evitado sexo. Antes de casar, não tinha hora e, às vezes, nem lugar para transarmos, mas agora ela sempre deixa para um “depois” que nunca chega. Este ano saímos no carnaval em salvador, nós dois e uma das melhores amigas dela que também tem uma filha pequena.

Saímos juntos daqui de casa para o bairro da Barra de onde começaria o desfile. Alguns quilômetros e muitas cervejas, depois Marta (nome fictício) – a amiga da minha mulher – me abraçou forte durante uma musica e, em seguida, ficou de costas e rebolou aquela bundinha gostosa em meu pau, numa coreografia bem ousada. Fiquei duro na hora, mas como nunca houve antes qualquer tipo de insinuação minha ou dela, ignorei achando que era o normal pelas cervejas, o carnaval etc.

Minha mulher não mostrou ciúmes, talvez porque, com a amiga estando perto de mim, tenha afastado outras mulheres que haviam me paquerado abertamente. Pouco tempo depois, tocava aquela musica “já beijei um, já beijei dois, já beijei três” e ela parou bem na minha frente e disse – eu não beijei ninguém ainda. Meu ímpeto foi de agarra-la ali mesmo e satisfazer sua vontade, mas me segurei. O resto do percurso no bloco correu assim com insinuações e coreografias ousadas que faziam meu pau quase saltar do short leve e de tecido fino (claro que a marta sentia meu pau pressionar sua bunda toda vez).

O desfile do trio terminou mais ou menos as 2:30 da manhã, minha mulher convidou a amiga para dormir em nossa casa, pois era perigoso voltar sozinha. Minha mulher sempre foi frágil para bebidas e após o banho logo dormiu. Marta ficara para dormir na sala. Depois de constatar que minha mulher não acordaria tão fácil, parti para o tudo ou nada: fui para a sala e ofereci mais cerveja. Dois goles depois, Marta cantarolou a mesma música e perguntou: – Será que vou beijar agora? Mal ela disse isso e eu já estava agarrando e beijando sua boca.

Ela estava de camisola e sem sutiã, facilmente arranquei a peça de roupa e passei a chupar seus seios de tamanho médio enquanto sentia sua mão hábil puxar meu pau para fora da cueca e bater uma punheta. Pus Marta deitada tirei sua calcinha e comecei a chupar sua buceta. Ela tentava controlar o gemido, passava a mão em meu cabelo e suspirava forte. Ficou bastante molhada.

Quando levantei para pegar a camisinha, ganhei um boquete caprichado. Meti de vez meu pau e ela me agarrou e beijou para evitar gritar. Dava estocadas profundas e sentia sua respiração ofegante em meu pescoço. Ela inclinou o corpo para o lado e apoiou a perna no recosto do sofá. Com isso, pude agarrar sua bunda. Estava cheio de tesão e Marta gemia no meu ouvido e dizia “me fode” a todo instante. Não demorou muito e gozei enquanto puxava seus cabelos e arfava em seu pescoço.

Marta ainda tirou a camisinha e ficou brincando com meu pau, vendo se sairia mais porra. Antes que ficasse com ele duro de novo e quisesse comer aquela buceta mais uma vez, sai dali e fui me lavar voltando para meu quarto a fim de evitar que o pior acontecesse. Na manhã seguinte, eu evitava os olhares suspeitos para a amiga de minha esposa, que não parava de falar o quanto adorou o carnaval e conferia as fotos da noite anterior no celular, sem suspeitar de nada.

– De um despudorado soteropolitano.

Estávamos ali, em meu quarto, ouvindo um DVD de Arnaldo Antunes, ainda se podia ver a fumaça do último cigarro, nós não nos beijávamos ainda, eu apenas a tocava com as pontas dos meus dedos, percorria suas coxas com as pontas dos meus dedos amarelados, como quem acaricia a capa de um livro que a muito deseja ler, ainda estava vestido, mas já me sentia nu em sua presença, e realmente estava, estava despido de qualquer aparência, qualquer mascara do dia a dia, estava eu despido de mentiras e fingimentos e ela nua, vestindo apenas o desejo e o calor e isso me deixa arrepiado.

Seus olhos vermelhos nos meus foi o melhor texto que li em tempos, me disse tudo sem dizer uma palavra, sua energia tocando a minha e causando uma quase eletricidade no ambiente, foi quando desci beijando sua barriga e tirei sua calcinha enquanto procurava sentir o cheiro da sua libido, abri suas pernas devagar, ansiava aquele momento a semana toda, desejava loucamente possuí-la, mas não tinha pressa, afinal ela não iria a lugar nenhum, ela queria ser lida, tanto quanto eu queria ler, então eu abri suas pernas devagar e absorvi a imagem com meus olhos pequenos e vermelhos, não consegui conter um sorriso que crescia em meu rosto ao olhar aquela carinha de luxuria me observando, ela pediu pra ir devagar, mas eu não tinha pressa, meu ritmo sempre fora mais selvagem, mas há tempo para tudo nessa vida…

Pinto, C. – um despudorado baiano.

A dona Silvana é amiga de minha mãe e é uma das coroas mais alegres que já vi. Hj ela tem 53 anos e está só um pouco acima do peso, mas ainda é uma gostosa. Nem preciso dizer que sempre tive tesão por ela. Era muito comum as visitas a minha casa e vice versa. Dona Silvana sempre foi super carinhosa, tratando com muitos beijos e abraços, uma mulher feliz em seu casamento até o dia em que descobriu que o marido não só tinha uma amante como tinha dois filhos com ela, de 8 e 5 anos. Claro que ela ficou arrasada e então fazíamos visitas frequentes a ela que já estava morando sozinha, a fim de consolá-la.

Naquela quinta-feira, resolvi ir sozinho até sua casa. Muito abalada, dona Silvana parecia inconsolável. Após horas de conversa, um elogio finalmente trouxe um sorriso. Ela tinha os olhos vermelhos de quem já havia chorado à exaustão. Disse que seu ex estava bem com a amante mais nova e os filhos que ela nunca tivera, mas ela não poderia recomeçar porque já estava velha e feia e nenhum homem iria olhar para ela.

– A senhora não é nem velha e nem feia, ao contrario é uma das mulheres mais gostosas que já vi e qualquer homem inteligente não perderia a chance de estar com você – disse sem me dar conta que havia saído também a palavra “gostosa”.

Dona Silvana me respondeu: – Só quer me animar um garoto bonito como você não ia achar uma coroa como eu gostosa.

– Pois acho isso desde os 15 anos, meus banhos demorados que o digam, pena que nunca tive a oportunidade de ter certeza.

– Menino! Disse ela.

E, após um segundo de silêncio que pareceu uma eternidade, puxei seu rosto para mim e finalmente troquei todas as imagens criadas em minha mente, após tantas punhetas, pelo gosto dos lábios daquela mulher extraordinária em minha boca. Investi sobre ela, tirando sua blusa. Dona Silvana fez o mesmo comigo e não resistiu ao passar a mão em minha barriga que começara a colher os frutos da academia. Passei a língua em seu pescoço e orelha, ouvi seu suspiro baixinho enquanto sentia suas mãos tirarem meu pau para fora da cueca. Minha vez de gemer baixinho quando senti suas mãos alcançarem também minhas bolas enquanto chupava seus seios. Ainda no sofá, tirei sua calcinha (grande rsrsrs) e chupei sua boceta com toda vontade do mundo.

Ela não se conteve mais, passou a gemer alto e às vezes pressionava minha cabeça com suas coxas, me forçando a afastá-las. Só parei de chupar quando ela gozou, coisa de 20 minutos após a primeira lambida. Levantei para tirar o resto de roupa que ainda me atrapalhava quando Silvana outra vez pegou em meu pau, admirando como se matasse a saudade de algo que há tempos não via. Me fez gemer alto quando o pôs na boca e sugou profundamente. Molhou bastante meu pau, passou a língua bem na pontinha e mordeu de leve a cabeça (ninguém nunca tinha feito nada disso).

Agradeci aos deuses do sexo por não ter gozado naquela hora, pois queria meter. Mal podia acreditar que meu sonho de consumo enfim se realizaria. Ela já me esperava de pernas abertas, enfiei meu pau e ele escorregou fácil para dentro daquela boceta meladinha de gozo. Alternei entre estocadas fortes e lentas, arfava como um cachorro em seu ouvido e Silvana pedia mais pica. Depois de um tempo, ela virou-se para ficar de frente pra mim, levantou a perna e eu pude segurar sua bunda e com isso sentir meu pau penetrar fundo. Poucas investidas nesta posição e não resisti: gozei gostoso dentro de sua boceta, metendo com mais força até o fim, chamando de gostosa e ouvindo seus gemidos mais altos a cada estocada.

Ela ainda me beijou gostoso antes de me deixar sair. Pude ver parte do meu esperma sair de sua boceta e escorrer pela perna. Disse que finalmente tinha realizado meu sonho de tantas punhetas e que estava realizado. Silvana me disse que jamais imaginou dar pra mim por ser filho de sua amiga, mas que iria, sem dúvidas, querer mais de meu pau duro dentro dela. E assim foi por mais um tempo, sem ninguém nunca desconfiar de nada.

De um leitor despudorado da Bahia.

Era uma quinta-feira chuvosa e fria. Sou Bia. Servidora pública. Trabalhei pela manhã e almocei rapidinho para ir fazer um pagamento no banco. Estacionei o carro num estacionamento de costume próximo ao banco. Ao entrar na agência, deixei as chaves e o celular antes da porta giratória e entrei no banco. Ao pegar a senha e me dirigir para pagar, fui informada que só as 14 horas. Preocupei, pois tinha que retornar ao trabalho antes das quatorze. Mas, ao passar em frente à mesa do Gerente, me informei e o mesmo falou para ir no primeiro andar que conseguiria pagar o que precisava.

Assim que cheguei, fui ao caixa e então percebi que as chaves que peguei lá embaixo não eram as minhas. Desci e pedi ajuda ao segurança que, sem êxito, me disse: não encontrei quem levou suas chaves. Senti algo tipo estas ferradas. Em meio ao meu desespero, surge Jhon. Um segurança educado. E tentou me acalmar. E ai conversamos. E até me fez rir. Daí disse que me levaria para pegar a cópia das chaves. E eu nem pensava. E ai pensava: nem em casa posso ir. Até que lembrei que um amigo Lula tinha ficado com uma cópia de lá de casa. Entre tantos caos, uma boa notícia.

Jhon me disse: te levo para pegar as chaves. Meio sem graça, aceitei. Até as quatro aguardei que minhas chaves fossem devolvidas e nada. Nesse ínterim, Jhon foi lanchar próximo ao banco e ainda me pagou um caldo de cana. Sempre gentil e extremamente simpático. Então a chuva aumentou e ele de moto. Foi tão cuidadoso que passou na lavanderia e pegou seu agasalho branco pra me esquentar. Ai seguimos para o Shopping, chuva e frio para pegar as chaves. Ao retornamos, lembrei que precisava passar na farmácia e ele mais uma vez não hesitou em me ajudar. Ao chegarmos na porta da minha casa, ele estava encharcado e eu perguntei se queria subir. Ele disse que sim.

Chegando, tirou a camisa e as meias. Percebi um corpo sensual com tatuagens e eu agradeci de novo por te me ajudado.. Então, conversamos mais de mim e ele estava com muito frio. Depois de um tempo, falou que ia embora e veio me dar um beijo no rosto de despedida. Só que falou que queria fazer algo. Então aconteceu um beijo desses bons e nos beijamos muito aquele beijo de língua intenso. Suas mãos adentravam nos meus cabelos e apertava meus peitos Sem parar. Era uma sensação boa. Contudo, era o nosso primeiro encontro. Tentei resistir. Mas não consegui, Jhon pegava forte, deliciosamente gostoso e sensual.

Daí fomos para o sofá e sua mãos percorriam meu corpo bem como sua língua me chupando, fazendo eu gozar em sua boca. Jhon me tocava com sua língua quente com tanta intensidade que faltava o ar. Começou a me chupar com tanta avidez a ponto de rasgar a minha calcinha e me deixar toda molhadinha. Isso só fazia aumentar o tesão e eu já estava entregue. Suamos muito. Na minha cabeça, eu queria entender, mas não dava. Era uma sensação doida e deliciosa. Era um prazer enlouquecedor. A sala ficou pequena pra tanto prazer.

De repente, já me peguei chupando ele também, engolindo seu membro todinho na minha boca sedenta de prazer. Ouvia seus gemidos…e me mordeu no braço direito, me deixando mais excitada ainda, nos estapeamos na cara para apimentar o momento. E me chamou de safada, puta e cachorra. Adorei demais. Eu prontamente falei que ele era safado, puto e cachorro. O mais incrível para mim: eu tinha a sensação de conhecê-lo há muitos tempo. Era uma sensação nova, mas familiar. Muito louco.

Em meio a esse turbilhão, fizemos amor e ele gozou no meu corpo me dando um banho delicioso e quente. Mas como disse: Jhon, em breve nos encontraremos para terminarmos o que começamos. Ficou uma sensação de não finalizado e um quero de novo.

De uma leitora baiana e despudorada.

Era uma noite de temperatura amena. Muita gente cheia de casacos, botas e toucas. Eu não. Desde cedo me subia um fogo que aquecia até meu último fio de cabelo. Naquele dia eu havia acordado cheia de tesão. Logo cedo, tentei uma masturbação, mas não me satisfez, embora eu tenha gozado mais de uma vez. A tarde, entrei em um aplicativo anonimamente só para falar putaria com algum desconhecido e tentar apagar o fogo que me consumia. Doce ilusão. As chamas dentro de mim só fizeram crescer.

Quando a noite chegou, fui com amigos para um show, desses na rua, cheio de gente, que as prefeituras fazem para garantir o circo para o povo. O cantor era bom, a rua estava lotada, mas eu não enxergava ninguém interessante. Mesmo assim, eu estava me divertindo, bebendo e dançando. De repente, viro-me para trás, para tirar uma foto com os amigos e vejo uma figura que me desperta a atenção. Estava ali, na minha frente, com sua barba cerrada e uma bata branca que combinava perfeitamente com o seu sorriso. Trocamos alguns olhares e logo ele estava perto de mim, rebolando até o chão, no compasso da música.

Instantes depois, nossos movimentos já estavam sincronizados em beijos e amassos. Sua mão abriu o ziper de minha calça com uma destreza impressionante. Seus dedos se alternavam entre penetrar minha buceta e estimular meu clitóris, tudo ao ritmo frenético da musica que tocava, apertados um contra o outro pelo bolo de gente que nos cercava. Eu retribua suas carícias tocando seu pau duro, que lateja em minha mão. Aproveitava o som, o ritmo, o aperto, para me esfregar nele cada vez mais, enquanto ele me penetrava com seus dedos. Gozei deliciosamente, ali, no meio de todos. Mas ainda não estava satisfeita.

O fogo ainda me queimava, ardia em labaredas pulsantes. Puxei-o pela mão, e saímos em busca de um local mais reservado. Foi quando perguntei seu nome. O meu, ele me perguntara logo após o primeiro beijo. Achamos um terreno escuro e discreto numa rua de pouco movimento, perto do show. Era perfeito. Retornamos ao frenesi em que estávamos no show. Algumas pessoas passavam na rua e nos olhavam, mas eu eu sabia que não podiam ver nossos rostos, pois estava bastante escuro. Tudo isso só aumentava o meu tesão. Abri o zíper de sua calça e tirei seu pau imenso, pulsando… Que visão deliciosa!

Eu o queria dentro de mim, naquela hora. Baixei um pouco minhas calças, enquanto ele colocava a camisinha. Em segundos, ele já estava todo dentro de mim, me comendo por trás, num terreno escuro, com pessoas esporadicamente passando pela rua e nos olhando maliciosamente. Isso só aumentava nosso tesão. Fizemos sexo gostosamente, até gozarmos, exaustos. Nos recompomos e voltamos para ver o show, que por sinal já estava na última música.

Foi uma das melhores e mais excitantes transas da minha vida. Mas depois disso, vieram outras tão boas quanto essa, ou até melhores, pois trocamos telefones e temos nos encontrado com frequência. Já desistimos de apagar nosso fogo. Por enquanto, resolvemos que vamos queimar juntos!

De Capitu, a despudorada.

Eu estava livremente decidida a passar minhas férias sozinha porque é maravilhoso experimentar a minha vida e a minha própria companhia. Já não faz mais sentido para mim esperar de outras pessoas uma viagem inesquecível, inesquecível mesmo é poder viver e experimentar tudo. Eu sei exatamente qual o tipo de viagem que mais me atrai e é exatamente por isso que eu não preciso mais esperar pelas pessoas, as respostas para o que eu preciso moram dentro de mim.

Então eu reservei o hotel mais aconchegante, bem na beira do mar, onde eu pudesse dormir tranquilamente e ouvir as ondas enquanto descanso e escrevo. Juro que não estava em busca de grandes novidades, queria apenas me conectar com a imensidão do mundo, e mais uma vez me dá conta de que a vida é bonita e surpreendente, nas coisas mais simples.

Comprei as passagens, reservei o hotel, e fui. Chegando lá me surpreendi porque logo abaixo de quarto que escolhi havia um restaurante todo feito de madeira, com várias cadeiras confortáveis e um cheiro delicioso que vinha da cozinha.

Subi com minha mala até o quarto e fiquei extasiada com a vista da janela, dava acesso ao mar azul e a mata atlântica verde, havia uma rede na varanda e o chão era todo de madeira. Era aproximadamente 16h quando tomei banho e decidi descer para a praia. Fiquei alguns minutos decidindo qual biquíni usar, então decidir usar o branco, pequeno e que amarra dos lados com uma minissaia e desci para a praia com um livro na mão.

Quando eu desci as escadas do quarto em direção ao restaurante do hotel tudo estava silencioso e parado, quase não havia pessoas ali, mas notei que enquanto eu descia as escadas, esfregando vagarosamente uma perna na outra, um olhar curioso me acompanhava. Ele estava no restaurante só, e ficou me olhando, até o momento que parei na praia.
Estiquei minha canga, tirei minha roupa e consertei o biquíni para que ele ficasse exatamente na marquinha que eu já tenho, enquanto eu consertava devagarinho a parte de baixo do biquíni, vi que o rapaz estava na janela do restaurante e olhava em minha direção. Simplesmente ignorei o fato e voltei a ler o meu livro.

Não demorou muito para que eu percebesse que alguém se aproximava, era ele. Sentou-se um pouco distante, atrás de mim. O lugar que ele escolheu para sentar era exatamente na direção da minha bunda, e eu me questionei se teria sido proposital ou uma mera coincidência, mas ironicamente eu não me incomodei, eu estava inteiramente sexy com aquele biquíni branco e pequeno, e ele, indiscutivelmente, não parava de me olhar.

O sol já estava se pondo, e o céu parecia uma pintura colorida ao entardecer. Por algum momento esqueci-me de tudo que estava ao meu redor e me fixei no balançar das ondas que beijavam o céu colorido. Já estava anoitecendo quando decidi voltar para o hotel, a praia estava completamente deserta, e quando me dei conta, o rapaz que sentava atrás de mim não estava mais lá, eu estava completamente só e completamente grata por aquele fim de tarde mágico.
Voltei ao hotel e antes de subir para o quarto, eu olhei rapidamente o cardápio e fiz o pedido ao garçom. Estava com muita fome e também muito cansada. Subi as escadas em direção ao quarto e percebi que a porta do quarto ao lado do meu estava entreaberta, parecia que havia chegado algum hóspede novo ali. Deitei na cama e dava para ver pela janela várias estrelas no céu, cochilei. Fui acordada com o telefone do quarto tocando, era o garçom avisando que o jantar estava pronto, só tomei um banho e desci.

Mais uma vez o restaurante estava vazio, eu sentada numa mesa, mais dois casais em mesas diferentes, uma senhora que parecia já estar de saída. Sentado numa mesa próxima a minha estava o rapaz que me olhava na praia! Ele tinha um jeito misterioso e calado, uma barba grande, e uma maneira informal e solta de se mover. Eu percebia que ele continuava me olhando e me questionava o motivo pelo qual ele ainda não havia se levantado da mesa e vindo à minha direção. Afinal, porque ele me olhava? Ele terminou de comer e saiu do restaurante para fumar um cigarro, e dessa vez a cena se inverteu. Eu sentei num banco atrás dele e comecei a admirá-lo.

Ele fumava o seu cigarro distraído e livre. Comecei a me questionar o que ele fazia ali sozinho, por que também viajava só, e porque parecia tão sereno fumando o seu cigarro numa noite fria de verão, enquanto a lua passeava no céu estrelado.

Antes que ele percebesse que eu o observava, eu subi para o quarto e fiquei da janelo olhando-o de cima. Ele terminou de fumar e subiu em direção ao meu quarto, descobri que o quarto ocupado ao lado do meu, era o dele, tive uma ideia interessante.

Esperei ele subir as escadas e então sorri em sua direção, ele não sorriu de volta, mas me olhou de um jeito que parecia saber o que queria.
– Eu estava te olhando hoje a tarde na praia tomando sol de biquíni branco, qual seu nome? – Falou se aproximando para me dá um beijo no rosto.
– Me chamo Estrela, prazer – sorri envergonhada –
A voz dele era grossa e bonita, ele tinha um jeito sério e seguro de falar, e eu me interessei por ele desde a primeira palavra que disse.
– O que você vai fazer hoje a noite? – Perguntou.
– Nada, eu estou muito cansada, quero dormir.
– Vamos sair pra beber algo juntos.

Eu estava muito cansada mesmo, mas não tinha como não aceitar a companhia dele. Ele era sedutor nas palavras, no olhar e no jeito.
– Pode ser – respondi – mas prefiro que seja aqui no quarto, é mais confortável.
Entramos no meu quarto e decidimos beber vinho, ele ligou para fazer o pedido. Conversamos durante muito tempo sobre muita coisa, eu descobri que ele era psiquiatra, e fiquei imaginando que caso eu fosse sua paciente, com certeza eu não conseguiria prestar atenção na consulta. E ficaria olhando para ele, e imaginando fazendo várias coisas. Pedro me contou várias histórias dos seus pacientes, mas eu estava impaciente para tirar a roupa dele. Eu estava completamente vidrada na ideia de ser examinada por ele, ele tinha mãos grossas, e eu ficava imaginando aquelas mãos pegando em mim, subindo pelas minhas pernas.

Comecei a passar a mão nos meus cabelos e deixei a alcinha da minha blusa cair para o lado, olhava para ele de baixo para cima, implorando que ele começasse a me beijar. Só de pensar nele tirando a minha roupa, eu já estava arrepiada, com certeza durante a nossa conversa, a minha feição mudou, eu não estava mais prestando atenção no que ele dizia, eu olhava para sua boca, seu corpo e suas mãos, dando um sorrisinho de canto.

Fui encostando a minha boca perto da dele, e sorri descaradamente, quase pedindo para que ele me arrancasse toda a roupa. Ele rapidamente não hesitou em me apertar contra a parede do quarto, e eu fiquei completamente louca! “Que vontade de ficar nua” – eu pensei -, passei a mão pelo seu short e senti algo grande, minha boca encheu d’água e não quis resistir, ele conduzia o meu corpo de uma maneira excitante, perdi completamente a noção de tempo com o seu beijo.

Ele tinha um cheiro gostoso, o corpo era delicioso e rijo, umas mãos fortes, um olhar excitante de quem me queria toda. No meio do beijo, eu o afastei de mim, porque eu estava com muito calor e caminhei em direção á janela do quarto que dava acesso ao mar. Daquela janela a noite soprava um vento fresco, e começamos a nos beijar novamente.

Enquanto nos beijávamos percebi que ele ficava louco, que sua respiração estava ofegante e pude sentir o tamanho do seu pau encostando-se a mim. Ele me apertava forte contra a parede e nós mais uma vez ficávamos completamente molhados de suor. A madrugada passava rápida e silenciosa, apenas os nossos suspiros movimentavam a noite que ia embora. Num rápido desvio de olhar pela janela me dei conta de que havia uma escada na área da frente do quarto que dava acesso à praia.

Puxei a sua mão, guiando-o para a praia. Enquanto descíamos as escadas, ele parou bruscamente e começou a me apertar, desceu vagarosamente as alcinhas da minha blusa, e beijou os meus peitos, eu gemia baixinho no seu ouvido pedindo para que não parasse, repentinamente, eu o olhei nos olhos, peguei a sua mão e coloquei entre as minhas pernas, eu estava toda molhada, então falei baixinho no seu ouvido:
– Quero você…

Chegamos até a areia da praia completamente inteiros um para o outro…

Era uma tarde interessante, resenhas a parte, fui desafiada, baixa o TINDER ai pra gente ver qual de nós leva mais curtidas dos caras. Desafio aceito, baixei o tal app (eu nem acredito nesses app), logo de cara aparece a foto de um belo jovem; dei like kkkk,  nessa hora o app diz que combinamos) aparece então a opção de enviar mensagem, aula termina saio do app e vou para o ponto do ônibus, hora de ir pra casa, chegando em casa telefone vibra… adivinha só o que era: era o jovem bonitão, sim era ele.

Boa noite ele escreveu, respondi com o coração acelerado( sem entender o porquê da ansiedade) perguntou o que eu procurava ali e o que eu esperava dos caras, muito direto e objetivo em sua busca, foi logo dizendo: quero te proporcionar muito prazer e diversão se você se permitir. Então perguntei! Você é casado ou solteiro? Ele então responde sou casado, (nossa brochei na hora) as minhas mensagens nesta hora acessaram. Tomei banho comi alguma coisa, peguei o notebook , vamos estudar um pouco né!

Celular vibra novamente, meu casamento ta mal, por isso estou aqui (disse o belo rapaz), mas como eu poderia me envolver com um cara casado! Esqueci isso por um tempo, começamos a trocar mensagens, vamos pro Whatsapp! Lá é melhor pra conversar, me deu o número do celular e adicionei logo. E então moça quer diversão ou não? Perguntou. Eu ainda com muito receio disse: não vai ter problemas com sua mulher? É nós sermos discretos no início, quando tudo estiver resolvido nada mais vai nos atrapalhar; então abri meu coração e disse a ele oque eu esperava de um homem.

Continuamos a conversa no outro dia, trocamos fotos, falamos de desejo. Marcamos então o encontro, eu na sala de aula celular vibra: venha estou na porta, disse ele: já estou saindo respondi, fim da aula saí dali sem nem saber se ele estava de carro ou que carro seria o dele, perguntei? Onde ele estava, então o encontrei. Beijinho no rosto, e ele é mesmo muito bonito mais do que nas fotos, conversamos um pouco, e finalmente chegamos ao MOTEL. Como assim: tá louca mulher? Sem muita demora nos beijamos, beijo bom… eu pequena ele alto, sentamos na cama e trocamos carícias, amassos nos seios, beijos no pescoço, correu as mãos por todo meu corpo, desamarrei o nó do macacão que eu estava usando e então lá estava eu nua!

Ele contou cada tatuagem no meu corpo e disse: são lindas e vc é mesmo pequena, arrancou minha calcinha, passou a mão em minha ppka. Pronto desmontou a mulher. Me pôs logo pra chupar, me engasguei com com ele em minha garganta, à expressão de satisfação por eu ter engasgado era nítida em seu rosto, me pôs por cima, me pôs de quatro, nossa tava bom aquele negócio, fomos pra poltrona, me pôs de quatro tapas na bunda e no rosto ( ahh como eu gosto disso) voltamos pra cama então ele goza… retira a camisinha e manda eu chupar até que não saia mais esperma, ele gosta de dominar e faz bem esse papel.

Tomamos banho e voltamos pra cama. Me chupa mais um pouco disse ele: obediente cai de boca, mais um preservativo e a ordem fica de quatro quero comer seu cu agora! Eu não muito experiente em anal estava com medo. Relaxa você nem vai sentir prometo, sachê de lubrificante uns estímulos com o dedo e então começou a penetrar(dor do caralho) mas ele sabe fazer, como um bom dominador meteu ate o fundo, nossa, dor prazer tudo misturado. Meteu mais fundo, como era nosso primeiro encontro e eu o pedi pra tirar porque estava doendo então ele tirou do meu cuzinho dolorido, fomos pro chuveiro camisinha retirada mas ele ainda não gozou! Ajoelha quero gozar na sua boca! Desci chupei e mais uma vez ele gozou, terminamos o banho nos beijamos e ele ainda demonstrava estar com tesão, mas era hora de voltar pro trabalho e eu para casa, me trouxe até perto de casa, pois eu não quero me comprometer,em meu corpo ainda o sinto e espero logo reencontrá-lo.