HomeArtigo criado porLu Rosário

Quando falamos de casual, estamos nos referindo ao que é acidental, informal, ocasional, eventual. É este o sentido para aquele look em um domingo à tarde e, também, para aquele momento de entrega sexual. Como não há vínculo afetivo e exclusividade, muitas vezes ele é compreendido como promíscuo. Entretanto, a promiscuidade só existe quando o sexo é descuidadoso, ou seja, aquele sexozinho sem camisinha.

Naquela balada, rola a química e dá-lhe sexo nos corredores, no banheiro, na rua. Aqueles amigos que se pegam de vez e se saciam também praticam sexo casual em instantes de aperto, afinal, somos seres sexuais e se ambos são solteiros não há porque se negarem, não é?

Porém, tudo na vida – assim como a lua – é uma questão de fases. Curtir a solteirice tem um pouco dessa leveza do querer experimentar vários parceiros sexual e viver o desapego, mas, como tudo na vida, esse momento também passa a ter regras.

Há um momento da solteirice que somente sexo por sexo deixa de fazer sentido. Para ele continuar existindo, é preciso um esforço do outro ou pelo menos aquela relação de amizade que ultrapasse as quatro paredes. Sexo delivery deixa de ser gostoso porque não surpreende mais. Você passa a ir na casa do outro e vice versa apenas cumprir rotina. Depois disso, tchau e bença. Todo esse círculo vicioso que envolve o sexo passa a ser vazio e pode retornar em pequenas doses de baixa autoestima.

O sexo casual nem sempre persiste. Chega um momento na vida que ele precisa ser leve e surpreender. Acredito que eu tenha chegado a este momento e, assim, estou começando a ligar os foda-se’s para aqueles que só querem uma chupadinha e uma gozada fenomenal. Ficar por um tempo sem sexo não é algo que vai nos matar. Conheço muita gente que vive bem na abstinência e que se aproveita disso para praticar o tapa na pantera, a siririca, os dedinhos na priquita. Sim, a gente também pode gozar e ter orgasmos sozinhas.

Quando o sexo casual passar a te afetar e você começar a se perguntar: Porra, ele só me quer como depósito do esperma. Ele só quer me comer e pronto. Eu não ando servindo nem pra ir ali na sorveteria. Será que ele tem vergonha de mim? Será que sou feia de cara e boa de bunda? Enfim, quando questionamentos sobre sua importância e beleza começarem a se levantar, fuja para as colinas. Coloque sebo nas canelas e corra sem olhar para trás porque você, sua linda, não precisa de ninguém para gozar e ser feliz.

A mudança de ano precisa existir para que nossas forças sejam renovadas. Quando nos damos conta que estamos fechando um ciclo de 365 (ou 366) dias, a gente renova o nosso olhar e se permite a novos recomeços. De 31 de dezembro para 01 de janeiro é apenas um dia. Porém, quando o sol nasce dentro de um ano novo, ele vem com uma outra simbologia que nos conecta ainda mais com a vida. E a gente, simplesmente, vibra.

Para que o novo ano seja realmente novo, ele precisa ir além de pensamentos e palavras. Você precisa mudar suas atitudes e se permitir às novas oportunidades. Somente, assim, as coisas sairão do papel e tomarão uma nova configuração. É dessa forma que, então, seu ano torna-se plausível e digno de ser chamado de Ano Novo.

Que, em 2019, nossa vida seja feita de muitos orgasmos. Que tenhamos muitos prazeres em todos os sentidos e que nosso sorriso no rosto e nossas genitálias molhadinhas sejam as provas de que todo e qualquer momento pode ser um verdadeiro tesão.

Antes tarde do que nunca para desejar Feliz Ano Novo. Feliz 2019. Feliz você novo!

Lembro-me de um dia, procurando sobre a palavra puta pelo Google, ter me deparado com Gabriela Leite – uma grande mulher que decidiu ser prostituta e lutava pelos direitos das mulheres que atuavam neste ramo. Achei super interessante e passei a acompanhá-la em entrevistas. Quando ela faleceu, em 2013, fiquei extremamente triste porque as profissionais do sexo perderam uma exímia representante e porque eu perdi a oportunidade de conhecê-la. Em 2009, Gabriela Leite havia escrito o livro “Filha, mãe, avó e puta” que só foi lido por mim este ano.

O livro configura-se como uma autobiografia. Gabriela Leite conta sua trajetória de moça rebelde e personalidade forte que, às vezes, permitia-se desobedecer sua mãe. Com pai boêmio, ela acreditava ser mais parecida com ele até concluir o quanto sua mãe a inspirou em fortaleza. Mãe de dois filhos, não exerceu o seu lado maternal como gostaria. Enquanto puta, trabalhou como deveria. No exercício da sua profissão, passou por três lugares: Boca do Lixo em São Paulo, na zona boêmia em Belo Horizonte e Vila Mimosa no Rio de Janeiro.

Inteligente, Gabriela Leite possuía um referencial bibliográfico muito vasto e havia sido aprovada em segundo lugar no curso de Filosofia da USP. Foi aluna de grandes referências, tais como Marilena Chauí e Antônio Cândido. Porém, transferiu seu curso para Sociologia e depois optou por largá-lo. Em época de ditadura, ela nos conta os percalços, a liberdade sexual e os estigmas das décadas de 70 e 80. A fim de viver uma vida livre, leve e solta, Gabriela saiu da casa dos pais e decidiu ser prostituta. Ela gostava muito de homens, de sexo e de dinheiro. Além do mais, ela gostava de fazer parte de uma minoria menos abastada. Lidava com homens simples, que queriam aliviar-se do stress por meio de uma rapidinha ou de uma conversa em forma de desabafo.

A escritora conta-nos a realidade dos lugares onde trabalhou e nos situa, durante todo o tempo, no contexto histórico da época. Acometida por problemas na vesícula e hepatite, ela começou a refletir sobre a marginalização que as profissionais do sexo sofriam e, então, após voltar à rotina resolveu dar as caras e falar em público pela primeira vez. A partir deste momento, a prostituta passou a ter voz e, aos poucos, o movimento foi tendo representação. Gabriela Leite passou a ser um grande nome quando o assunto era prostituição, tornando-se referência em estudos relacionados ao tema.

Ela viajou por vários estados brasileiros e por vários países em eventos que abordavam a prostituição. Fundou a ONG Davida e foi idealizadora da grife Daspu. Largou a profissão de prostituta para investir em projetos sociais e defender com unhas e dentes os direitos das suas ex-colegas. Casou-se com o jornalista Flávio Lenz Cesar, um amigo que tornou-se o homem da sua vida. Sofreu todos os preconceitos e se afirmou em todas as suas andanças e lutas. Foi uma mulher de fibra.

O livro Filha, mãe, avó e puta não tem muitos rodeios. Bem escrito, ele nos contextualiza e sensibiliza. Acredito que vale a pena, sim, ler. Por meio desta leitura, aprendamos a julgar menos o outro. Cada um tem a sua história, mas muitas delas podem se entrelaçar e isso nos permite uma bela reflexão. O livro pode ser encontrado em grandes livrarias ou na Estante Virtual, onde o comprei. Leia e compartilhe suas impressões conosco. Permita-se a esta experiência de leitura.

Rasga-me as costas, acerte-me no rosto, hoje visto apenas minha própria pele, quero mais que as carícias de sempre, quero toda a agressividade do seu desejo, nesse fogo que queima em seus olhos e derrete a parafina dessa vela que pingas em meu abdômen, ouço uma risada perversa vindo da boca de uma sadista.

O peso do seu corpo a rebolar sobre mim, com minhas mãos atadas e meus olhos vendados posso apenas me entregar e estou completamente entregue ao teu bel prazer, deleite-se do meu gozo e minha dor, meu prazer em te satisfazer as fantasias mais imundas e depravadas, nosso vício pela pele, nossa admiração pelo prazer, nossa idolatria pelo orgasmo, nesse ritual sublime nos encontraremos a nos amar em Pasárgada, onde sou amigo do rei e lá te terei todas as noites na cama que escolherei.

 

De um despudorado e, pode-se dizer, blogueiro.

Endereço: https://bemymonster.wordpress.com/

Estava em uma festa quando o batalhão da polícia de choque parou na minha frente. A ideia era pegar aquele policial que estava na minha frente, porém, em uma festa muito improvável, fiz de tudo até conseguir chamar a atenção dele. Seus olhos estavam vidrados no meu corpo enquanto eu subia e descia em movimentos sensuais de acordo com o ritmo da música. Começamos a conversar, o barulho da música impedia que eu entendesse alguma coisa, mas eu fui mais incisiva, pedi o telefone e consegui.

E agora, como fazer? Precisava pegar aquele policial e também voltar para minha cidade. Infelizmente ou felizmente, devido a um imprevisto, meu voo foi cancelado. Entretanto, já estávamos mantendo contato e avisei que iria continuar por conta do cancelamento do voo. Ele me informou os horários que eu poderia aparecer na Base, arrumei-me, chamei um Uber e avisei a ele que estava indo. Ele me recebeu na porta do carro, me pegou forte e disse que eu teria que acompanhá-lo, pois já havia dado o toque de recolher.

Entro dentro do carro e ele passa a mão na minha coxa e dá uma apertada tão gostosa que eu já comecei a sentir minha buceta piscar. Ele me pergunta se eu não tenho vergonha de deixar o policial de pau duro no meio de um evento e começa a me beijar. Eu estava de vestido, ele tira minha calcinha e ali mesmo começa me chupar cada pedacinho do meu corpo e voltava para minha boca com aquela língua deliciosa. Ai, que beijo gostoso. Tira meu sutiã e chupa meus seios que já estavam fazendo eu gritar de tesão, pressionando a cabeça dele contra minha vagina.

Enquanto eu me contorcia, minha vagina estava toda molhada. Eu rebolava bem gostoso quando sentia aquela língua entrando e saindo. O policial disse: – Desde o evento, quando te olhei, sabia pela sua cara que você fazia gostoso. Colocou a camisinha, abaixou as calças da farda e foi metendo com força. Enquanto eu gritava, perguntava se aquilo era força de policial. Nisso ele virou e disse: – Você merece uns tapas por ser uma menina má. E me batia tanto que queimava. Ele me fodia bem fundo e gostoso, parava, me chupava e tornava a comer minha bucetinha molhada de tesão.

Ele me dá outros tapas, eu, não resistindo, bato nele também. Então ele me deita numa tentativa de um papai e mamãe bem delicioso. Começa mais uma vez e eu delirava sentindo aquele homem dentro de mim, aquele caralho duro me arrombar. Eu arreganhei bem as pernas pra aproveitar aquele tesão de homem em cima de mim. Quanto mais eu rebolava, ele gemia e implorava pra que eu fizesse mais e mais me chamando de cadela, vadia, recebendo uns tapas. Ouvindo aquilo, não aguentei e gozamos juntos.

Ele me ajudar a me aprontar enquanto o Uber vinha me buscar. Ele se despediu falando que qualquer problema era só chamá-lo que ele iria me ajudar, mais que depois eu já sabia como teria que pagá-lo de um jeito bem gostoso. Voltei para o hotel, continuamos trocando mensagem, ele disse que sempre que eu estivesse na cidade, estava convidada a visitá-lo que era uma pena eu não morar ali porque ele ia ia querer todo dia e foi assim que eu tomei um choque.

 

Anastasia.

Mais um dia tranquilo na pacata cidadezinha do interior, eu no fim das férias e normalmente em período de férias não temos horários pra nada. Eu por exemplo, toda hora é hora de farra, rs. Estava em casa quando um amigo chamou pra ir à casa dele tomar cerveja e bater papo, sempre uma boa pedida no calor é cerveja, claro, eu logo me animei, tomei banho e fui me arrumar… + quem estaria lá? Entrei em contato e soube que ninguém, apenas as pessoas da casa mesmo, ótimo, aquela velha bermuda jeans, camiseta e havaianas estão ótimas aliada a um pacote de cerveja… rs.

Rs, não, não sou menino hahahaha… sou mulher que gosta de mulher, sou lésbica 31 anos, cabelo castanho, pele clara, 1,63 altura, olhos verdes, bunda um pouco grande, coxas medianas, nem barriguda e nem sarada + com um umbigo lindo, rsrs. É, tenho tesão por barriga.

Já na casa do meu amigo Caio, tudo normal. Cerveja gelada e papo legal, + ele e sua esposa estavam providenciando umas coisas pra um churrasco, pois era aniversário de Vanessa, mulher dele. No meio do papo Vanessa só falava de uma tal prima Lua que estava visitando a família na cidade, disse que era professora e estava corrigindo provas, até aí tudo bem, passada a idade de ter paixão platônica por professoras e em cidade de interior é bom difícil aparecer alguma mulher interessante, se é que me entende.

Após certas horas de papos e arrumações pré churrasco, eis que chega a tão falada prima Lua… o corpo arrepia só de lembrar. Sabe aquele frio na barriga? Ainda mais quando se é lésbica e reconhece a outra pelo famoso faro, inexplicável, só quem é sabe como acontece. Aí vêm os milhares de pensamentos que passam na sua cabeça e que nada mais é do que o diálogo do anjinho e do diabinho, cada um sentado em um ombro falando ao seu ouvido.

😇 🗣
👹🗣

Será que ela vai gostar de mim, será mesmo que ela curte meninas?
Será que meu faro vai errar pela primeira vez?
Poxa, pq tu veio tão largada?
Perfume tá em dia? ✅
Desodorante? ✅
Bala?
Bala?  😱
Ai meu Deus eu não tenho bala… claro não saí p ficar com Ngm… tá, só que bala não pode faltar, vacilona. (Só beijo com Halls de morango ou cerveja) Eu sei, eu sei, sapatão bem viadinho rs.
Será que ela quer ficar com vc baby? Relaxa aí pq até então é vc que esta em
 todo esse frenesi.

Todo esse diálogo em fração de segundos, sabe as edições de filme que parece que o tempo para e sua cabeça funciona a mil? Foi nessa pegada. Pensei isso tudo no tempo dela surgir na na entrada da cozinha, desejar boa noite, ir cumprimentar a prima e dona da casa e eu lá parecendo uma adolescente de filme americano, rs.
Então fomos apresentadas…Paty essa é Lua, Lua essa é Paty…

😇🗣
👹🗣
Ai meu Deus ela é muito gata.

A prima Lua é muito linda, pouco mais alta que eu, magra, cabelo castanho claro, pele clara,  um olhar penetrante, aparelho ortodôntico transparente, um cheiro delicioso.

😇🗣
👹🗣
Nunca beijou ngm de aparelho ein?
Vai perder a oportunidade?
Ela é solteira?
Ai meu Deus, será que ela é solteira?
Como vou saber isso?

Graças às modernas invenções da tecnologia, fui stalkear a rede social da menina, afinal eu não podia perguntar pra ngm neh? Vamos na pesquisa do Facebook, já que não sabia o nome dela, abri a página de Vanessa e fui nos amigos, procurei por Lua… Eis que a tecnologia não te abandona e surge o perfil dela, nada fixado em relacionamentos, vamos olhar mais… Foto dela com uma rapaz acompanhado de um texto de convivência em bla bla boa de 14 anos.

😇🗣
👹🗣
Casada

🙇
Poxxaaaa
Ops, lá diz que é irmão.

🤗

Logo mais todos os convidados chegaram, mulheres sentadas na mesa à beira da piscina e homens no balcão cantando e conversando. Na mesa estava muito mais interessante do que no balcão, pelo menos p mim, rs.
No papo sobre vários assuntos inclusive sobre política a prima Lua diz ser bi.

😇🗣
👹🗣
🤗
🤤
Já quero muito mais.

Com intermédio de uma amiga minha e tia dela, consegui o WhatsApp dela e ali se iniciou um papo…

😇🗣
👹🗣
O que vc vai conversar com uma professora?
Ah, dane-se.

💥

No dia, ela teve que sair às pressas e ir para o hospital ficar com o avô e eu preocupada com eles procurando informações e tentando ajudar como podia, porém imaginando que só no outro dia p eu tentar algo. Foi aí que o papo surgiu naturalmente, falamos de nós do que gostávamos, de relação, de amizade… + não era um papo qualquer pra mim, num papo normal meu corpo respondia, o tesão ficava explícito, calor no corpo e ao mesmo tempo frescor, coração acelerado, bico dos seios duros só pedindo a língua dela, buceta lubrificada e pulsando cada vez mais.

Até que no meio do assunto eu disse que estava excitada e ela respondeu: – Eu também.
Uau, como sentia vontade enorme de beijá-la, sentir o calor do seu corpo junto do meu, sentir nossos corpos nus, sentir a buceta dela na minha, uma vontade enorme que fazia minha buceta escorrer e pulsar de tanto tesão. Eu não precisava nem me tocar pra sentir tanto tesão, que tesão essa prima Lua estava despertando em mim em pouco tempo e que ótimo que ela estava sentindo o mesmo tesão que eu.
E naquele papo envolvente ela se mostrava uma menina mulher muito incrível e isso me deixava com cada vez mais tesão é muita vontade de ver a barriga dela que ela fez mistério e não disse, rs. Conversamos até pouco mais das 3 da manhã e gozei sem tocar na minha buceta ou qualquer parte do corpo, gozei num prazer gigantesco, o mesmo prazer que estou sentindo relembrar e tentar e descrever p vc tudo que senti, a minha buceta está pulsando e lubrificada da mesma forma…

Conforme marcado na noite anterior, nos encontramos na casa da tia dela que é minha amiga, ela estava séria, uma típica professora no auge das atribuições, estava sentada com notebook no colo e perdida em uma planilha que não acabava mais e escorada no sofá atrás dela, bem próxima, sentindo seu cheiro, sua voz suave pertinho, dava p ver o sutiã por cima, barriga coberta e dava p sentir como ngm o meu tesão.

Como meu corpo chamava por ela, pedia o toque dela, até que ali mesmo na sala, com minha amiga na cozinha encostei mais perto dela, cheirei a orelha, o pescoço, fiz o percurso  devagarinho ate a boca e a beijei. Que beijo delicioso, um beijo quente com vontade de não parar de beijar nunca mais, uma língua que ao tocar na minha fez com que minha buceta jorrasse mais ainda o líquido quentinho do tesão, passamos um bom tempo entre beijos e abraços no sofá e no colchão da sala, até que os donos da casa saíssem de propósito p nos deixar a sós.
E eu poder sentir seu corpo nu junto ao meu, confesso que a vontade era tanta que fui bem rápida, eu não aguentava mais esperar p senti-la até a assustei… Foi mágico sentir seu corpo, seu calor, seu toque …sentir … sentir a sua buceta Tbm toda molhada na ponta da minha língua, o sabor dela é delicioso e valeu toda a espera, correspondia a todas as minhas expectativas.
Ela veio por cima depois, beijando e me tocando e meio com medo e com vontade, estava meio receosa pq não sou muito passiva, fui poucas vezes. + ela sabe conduzir muito bem o jogo de sedução e eu estava/estou com muita vontade de sentir o toque dela na minha buceta, me contorcia com vontade de sentir seu dedo… até que ela me fodeu muito gostoso, ela fode muito muito bem e em meio ao tesão incrível gozei no seu dedo e confesso que de todas as vezes que fui passiva essa foi a melhor.
Ficamos horas deitadas nos curtindo, dando risadas, conversando besteira, trocando carícias e beijos. Acredito que esse seja o importe do tesão, não terminar quando goza, ter todo um cuidado posterior q ele. Espero muito ansiosamente que eu a encontre novamente e que a gente repita muitas vezes e nos entregue a esse desejo maravilhoso.

Bjo no canto do sorriso, Lua!!!

T.C. Nascimento

Quem conhece o trânsito de São Paulo, sabe o quanto é complicado atravessar a cidade todo dia. De tanto chegar atrasado e cansado ao trabalho, resolvi ir morar para mais próximo do trabalho. Depois de algum tempo de procura, encontrei um apartamento bem aconchegante e com preço compatível com meu bolso. Muito feliz, resolvi me mudar o mais rápido possível. O apartamento é mobiliado, o que facilitou muito as coisas para mim. Peguei minhas roupas e alguns objetos (pois morava com minha mãe)… coloquei tudo no carro… e lá fui eu para meu novo endereço. Pedi à minha namorada para me ajudar nas arrumações, já planejando um final de semana de muita privacidade e muita sacanagem.

Chegamos ao apartamento eu e Regina e começamos a arrumação. Guardamos minhas roupas e coloquei os objetos em seus lugares, até que bateu aquela vontade de tomar um café. Olhamos um para o outro e percebemos que nos esquecemos de passar no supermercado para comprarmos algumas coisas. Regina é uma mulher sempre bem humorada e sabe muito bem como fazer novas amizades. Falou-me para continuar com as arrumações, que ela daria um jeito nisso em pouco tempo.

Fui montar o meu PC e nem dei conta que Regina havia saído. Passado algum tempo, percebo Regina retornar, conversando animadamente com outra mulher. Fiquei curioso e fui saber o que ela já tinha aprontado. Quando entro na cozinha, dou de caras com Regina, conversando com uma loirinha muito gostosa, que aparentava ter uns 25 anos. Tinha cabelos longos, peitinhos pequenos, mas com uma bunda fenomenal. As duas olharam para mim e Regina me apresentou para Erika, minha nova vizinha. Regina me falou que bateu no apartamento ao lado para pedir um pouco de café e açúcar e Erika se prontificou a fazer o café para nós. Enquanto Regina conversava animadamente com Erika, como já se conhecessem há muito tempo, eu peguei o café voltei à arrumação.

Após algum tempo, ouvi Regina me chamar e dizer que Erika estava de saída. Fui me despedir dela, agradecendo pelo café. Dei-lhe um beijo no rosto… Erika retribuiu e disse que adorou a nossa vinda para aquele apartamento, pois era uma solitária. A família morava no interior e ela vivia sozinha… era bom ter amigos por perto. Regina a abraçou e disse que sempre poderia contar conosco. Para a minha surpresa, as duas deram um selinho de despedida. Após a saída de Erika, Regina veio em minha direção e nos beijamos calorosamente. Ela abaixou sua mão, apalpou meu pau e disse:

-Ficou excitado vendo o beijinho que demos?

Eu respondi com um novo beijo… colocando a mão em seus seios. Percebi que os bicos estavam bem durinhos, denunciando a excitação que ela também estava sentindo. Nos soltamos e falei.

-Estou vendo que não sou o único a sentir tesão por aqui!

Rimos deliciosamente e resolvemos tomar um bom banho, pois estávamos bem suados, pelo calor e o trabalho que a arrumação nos tinha proporcionado. Já no banheiro, enquanto nos despíamos, Regina comentava o quanto havia gostado de Erika… que com certeza seriam boas amigas e falou o quanto ela é gostosa. Regina é uma mulher com 40 anos, morena, com seios de médios para grande, com bicos bem salientes… uma bunda bem redondinha e gulosa, uma buceta toda depilada com clitóris saliente… e o melhor de tudo: adorava um pau em todos os lugares e não tinha pudores em falar tudo o que sentia e queria. Enfim, é uma mulher que sabe muito bem o que quer da vida.

Fomos ao nosso banho, onde cada um passava a mão pelo corpo do outro. Para provocá-la, fui lavar sua bucetinha. Ela soltou um gemido alto, dizendo que estava com saudades de poder gemer e gritar em paz. Continuei com os carinhos, me abaixei e coloquei a minha língua naquela fonte de mel… lambi como um louco, ouvindo os gemidos e gritinhos que Regina emitia, pedindo que continuasse chupando sua buceta. Regina pegou nos meus cabelos e começou a puxá-los com força, anunciando o orgasmo que se aproximava. Seus gemidos ficaram mais altos e quando gozou soltou um grito estridente. Acho que o prédio inteiro ouviu, mas não me importei com isso… continuei ali, chupando e bebendo todo o mel de saía pela buceta de Regina. Levantei-me e nos beijamos apaixonadamente, dividindo com ela todo o gosto de seu mel. Enxugamo-nos e colocamos uma roupa leve.

Estávamos famintos, pois o dia foi bem cansativo. Como não tínhamos comprado nada, resolvemos pedir uma pizza mesmo. Como era nosso primeiro dia no apartamento, não tínhamos nenhum telefone de disk pizza. Regina disse que sabia onde encontrar um disk pizza. Saiu em direção à porta do apartamento e a vi batendo na porta do apartamento em frente. Erika atendeu e prontamente passou o telefone. Como forma de agradecimento pela acolhida e pelos favores, Regina a convidou para jantar conosco.

No primeiro momento, Erika se sentiu constrangida com o convite e disse que não queria nos incomodar, mas com a insistência de Regina, acabou aceitando ao convite e disse que traria uma garrafa de vinho. Após uns 40 minutos, a pizza chegou. Quando retornei, Erika já estava conversando animadamente com Regina. As duas faziam um lindo contraste… uma bem branquinha e a outra com a pele bem morena.

Regina vestia uma camisetinha curta, deixando sua barriguinha de fora e um short meu. Erika estava com um vestidinho leve, um pouco acima dos joelhos. Eu estava muito contente, pois tinha duas mulheres bonitas e gostosas em minha sala. Nosso jantar foi ótimo. Apesar de ser uma simples pizza, foi regado a um bom vinho e uma boa conversa. Após terminarmos, as meninas resolveram lavar a louça… ajudei somente a tirar as coisas da mesa e fiquei jogado no sofá, enquanto ouvia as duas numa conversa bem animada. Ao fim de um tempo, ouvi Erika comentando com Regina:

– Nossa, vocês são um casal bem animado! Adorei ouvi-los hoje!

Regina respondeu, admirada:

– Do que você está falando?

– Estou falando dos seus gemidos e gritos hoje à tarde.

Regina dá uma risada bem gostosa e diz:

-Ahhh linda… não consigo me controlar quando levo uma boa chupada na buceta.

Erika apenas sorri e diz:

– Deu para perceber, pelos seus gritos e gemidos!

– Ahh… desculpe não sabia que meus gemidos iriam te incomodar!

– Mas, não me incomodou, ao contrário, adorei ouvi-los!

– Ahh danadinha, quer dizer que ficou excitada com meus gemidos éhh?

– Fiquei sim, imaginando o que vocês dois estavam fazendo.

Após isso, apenas escuto o estalo de beijos. Vou dar uma olhada… as duas estavam abraçadas e se beijavam loucamente, uma apertando a bunda da outra. Quando se soltam, Regina me vê e me pergunta se eu havia escutado a conversa entre elas e me deu uma piscadinha. Respondi que sim… e que era lindo ver as duas se beijando daquela forma.

Regina sai da cozinha, me deixando só com Erika. Ela me olha dentro dos olhos e pergunta se havia ficado chateado em vê-las daquela forma. Respondi que não e que adorava ver a Regina beijando outra mulher, principalmente por saber que apesar do pouco tempo, já existia uma forte amizade entre elas. Regina retorna à cozinha, mas com um detalhe a menos: tinha ido tirar o short e estava somente com uma calcinha de seda bem confortável, enfiada em sua bunda. Estava linda e muito provocante! Ela percebe nosso olhar de surpresa e tesão e pergunta:

– Gostaram? Não aguentava mais aquele short me incomodando! E você, Erika? Está confortável com esse vestidinho?

Erika responde que realmente está muito quente. Levanta os braços e olha para mim, como que pedindo para eu tirar o seu vestido. Chego perto dela e levanto seu vestido lentamente, pois queria saborear a visão daquele corpo jovem, de pele alva e macia. Tinha vestida uma calcinha de algodão com desenhos, mas muito sensual. Continuei subindo o vestido, até despontar dois seios deliciosos, do tamanho certo para chupar bem gostoso, acabando de tirá-lo por completo.

O clima de tesão tinha se instalado, mas Erika estava um pouco desconfortável, apesar da descontração que o vinho havia proporcionado. Ela nos olhou e pediu para irmos para sala, porque ela gostaria de nos contar algumas passagens de sua vida.

No caminho entre a cozinha e a sala aproveitei para tirar a camisetinha de Regina, para que Erika pudesse se sentir mais confortável. E é claro, para aumentar o clima de descontração e tesão entre nós.

Na sala, Erika nos diz que está por muito tempo sem namorado e que sua excitação era muita, mas que nunca havia participado de um ménage. Continuando, ela disse que ouviu os gemidos e gritos de Regina durante nosso banho… não aguentou o tesão e se tocou violentamente, imaginando o que nós estávamos fazendo. Imaginou-se no lugar de Regina ou junto dela… a beijando e vendo o tesão dela…mamando nos seus seios. Disse que quando era criança e durante toda sua adolescência, sempre ouvia os gemidos e gritos de sua mãe, fazendo amor com seu pai… e sempre terminava se tocando alucinadamente, imaginando o que estava acontecendo para sua mãe sentir tanto prazer. Ela nos contou tudo isso, para nos pedir que fizéssemos amor para ela ficar nos observando.

Eu e Regina nos olhamos… e como não dispensamos coisas novas, aceitamos de pronto. Regina se levantou, foi até Erika e deu-lhe um beijo longo e apaixonado… dizendo que ela iria ter momentos felizes e que fizesse tudo que tivesse vontade. Erika se levanta e vem ao meu encontro… me olha e me beija… um beijo molhado, demonstrando todo tesão que aquela menina estava sentindo, pela conversa e pelo clima que se instalou no ambiente.
Regina se junta e nós, olha para Erika e diz.

– Linda, aqui nessa casa você pode tudo! Faça o quiser e à hora que quiser.

Se virou e me beijou, um beijo bem molhado e apaixonado. Sinto uma mão procurando tirar as minhas roupas e logo, estou somente de cuecas e de barraca armada… pois o clima de excitação era muito grande. Chamei as duas, para irmos para o nosso quarto, onde poderíamos ficar mais a vontade. Já no quarto, Erika senta-se numa poltrona para nos observar. Eu e Regina vamos direto para a cama, já nos beijando calorosamente. Deito Regina e fico por cima de seu corpo.. vou beijando seu pescoço… passando língua bem de leve… sentindo a respiração dela se alterar.

Continuo descendo, até alcançar seus seios… fico passando a língua bem de leve na pontinha de seus biquinhos.. sentido-a serpentear seu corpo embaixo do meu. Continuo com a tortura e vou descendo… passo a língua em seu umbigo, até alcançar sua calcinha… vou retirando-a com a boca, até alcançar sua buceta que já estava bem molhada. Passo a língua em seu clitóris e Regina reage no mesmo instante, soltando um grito… segurando a minha cabeça entre suas pernas. Entre gemidos fortes, me pede alucinadamente que chupe sua buceta. Retiro a sua calcinha por completo e caio de boca naquela fonte de mel. Fico lambendo os lábios, até colocar a língua dentro dela. Regina ergue suas ancas e começa a ter orgasmos múltiplos, gemendo muito. Sentíamos tanta excitação que até esquecemos que Erika nos observava. Tiro a boca da buceta de Regina e vou beijá-la, para dividirmos todo o seu gozo, pois meu rosto estava todo lambuzado.

Regina se refaz do gozo violento, me empurra e me faz deitar. Num ato rápido, ela tira minha cueca e meu pau fica apontado para o teto, todo melado pela excitação que eu estava sentindo. Ela o segura, olha com muita excitação e coloca-o todo na boca, me fazendo soltar um gemido de prazer. Ela começa um vai e vem bem violento, como se quisesse arrancar meu pau. Nesse momento, escuto outro gemido forte e aí lembro-me que Erika também fazia parte de todo aquele momento delicioso. Olho em sua direção e Erika esta sentada na poltrona com a calcinha arriada até seus joelhos… de olhos fechados, com as pernas abertas e se toca violentamente. Vejo que está com dois dedos socados em sua bucetinha sem nenhum pelinho e a outra mão puxando o bico de um dos seus seios.

Regina continua me chupando violentamente até que pára e fala sem o menor pudor:

– Amor, soca esse caralho na minha buceta que não aguento mais!

Ela se levanta e fica de quatro, sua posição predileta, me olha e pede novamente para socar o caralho em sua buceta. Aponto na entrada e num golpe só, soco tudo de uma vez! Regina solta um grito cheio de excitação e prazer e começa a rebolar como louca. Ela olha para Erika, que continuava socando dois dedos em sua buceta, e diz a ela.

É isso que você queria ver? Uma puta levando rola na buceta e gemendo como louca?

Erika apenas balança sua cabeça afirmativamente, mas agora ela nos olha e demonstra todo tesão que está sentindo em seu rosto. Ela me pede para socar com mais força, que ela quer ver essa puta gritar como louca.

Regina ouvindo isso rebola com mais vontade ainda e gritando pede para eu meter com mais força. Não me nego aos seus pedidos, seguro suas ancas e meto sem dó, cada vez mais rápido. Ela não aguenta por muito tempo e goza violentamente. Não permito que descanse, tiro o pau de sua buceta e num golpe certeiro coloco tudo em seu cuzinho. Regina solta um urro de dor e prazer e pede-me que meta com vontade em seu cu. Erika, ainda em sua canto, solitária, pede também para eu socar com força no cu dessa putinha deliciosa. Com esses pedidos, não me faço de rogado e soco com força no cuzinho de Regina. Os gemidos aumentam de intensidade e volume, anunciando mais um gozo. Eu, também não aguentando mais, derramo um rio de porra no cuzinho de Regina. Erika, vendo a cena, não aguentou e gozou juntamente conosco.

Os três, extasiados de tanto prazer, suados e com porra por todos os lados, fomos a um banho reconfortante, no qual rolaram muitos carinhos e beijos. Erika disse que iria para sua casa, mas não permitimos, dissemos que ela era nossa convidada para dormir em nossa cama. Terminado o banho, dormimos rapidamente, esgotados pelo cansaço do dia e pelas horas de prazer.

No dia seguinte, fui acordado da forma mais deliciosa que existe. A primeira coisa que fiz quando abri os olhos, foi sentir uma boca no meu pau. Era Erika me chupando deliciosamente e Regina ao seu lado tocando nos seios da menina e a incentivando a enfiar meu pau cada vez mais fundo em sua boquinha. Gemi de prazer, as duas me deram bom dia e continuaram onde estavam. Regina, não aguentando de tesão, foi chupar a bucetinha de Erika, que sentindo a língua em seu clitóris, enfiou meu pau todinho na boca. O senti bater no fundo de sua garganta… isso me descontrolou por completo e comecei foder a boquinha daquela menina deliciosa.

Avisei que iria gozar e Erika fez questão de aumentar os movimentos de sua boca. Acabei por derramar tudo em sua boca. A danadinha não deixou escapar uma gota e foi dividir minha porra com Regina. As duas se beijavam deliciosamente e eu não aguentando ver aquela cena, fui chupar a bucetinha de Erika, que rebolava alucinadamente em minha boca me pedindo para socar dois dedos em seu cuzinho. A menina transpirava tesão, gemia como uma gatinha no cio e dizia que sempre sonhou com isso de ser usada por duas pessoas. Regina, ouvindo isso, não pensou duas vezes sentou-se no rosto da menina, fazendo-a chupar sua buceta. Aí sim, o tesão sai completamente fora de controle. Regina esfregava a buceta com violência no rosto de Erika, que só colocava a língua para fora da boca e sentia todo mel que saía daquela buceta deliciosa. Regina urrava de tesão e gozou tanto que eu pensei que fosse afogar a menina com peso de seu corpo todo.

Regina caiu de lado, exausta e Erika me pede com a carinha mais safada do mundo:

-Por favor, come meu cuzinho!

Não aguentei, coloquei-a de quatro e pedi a Regina que abrisse as nádegas dela. Quando vislumbrei aquele buraquinho rosadinho, meti com força. Erika soltou um grito de dor, mas pediu que não parasse, que ela adorava sentir dor no cuzinho. Regina, que não queria perder nada da festa, se colocou por baixo da menina e foi chupar sua buceta. Erika, com o cuzinho preenchido e com a língua de Regina brincando em sua buceta, perdeu todo controle que ainda existia e gritava:

-Me fodeeeeeeeeeeeee, come meu cuzinhooooo, lambe essa buceta sua puta safada!

Não demorou muito, e com todos esses gritos deliciosos, gozamos os três.

Caímos deitados e por lá ficamos algum tem. Erika foi a primeira a retornar à realidade, olhou para Regina e lhe deu um beijo e depois fez o mesmo comigo, nos agradecendo por tudo o que havia acontecido, pois ela sempre sonhou desde sua infância ouvindo sua mãe gemer e gritar de prazer, em participar de um ménage. Regina disse que foi maravilhoso, também. Esse relacionamento durou alguns meses, até que Erika precisou retornar para sua cidade natal.

Foram momentos maravilhosos que jamais esqueceremos, e quem sabe um dia voltaremos a ter uma vizinha tão deliciosa e taradinha como Erika.

 

DF, um despudorado das bandas de São Paulo.