HomePosts Tagged "contoerótico"

Cidade pequena, litorânea. Contexto: viagem para desopilar o fim súbito de um relacionamento de 3 anos. Minha amiga-anfitriã sai para trabalhar e eu fico em casa, teoricamente a fim de trabalhar no computador. Mas sabe como é… calor, mente inquieta, hormônios fervendo pelo corpo. Baixei o TINDER. Eita, logo eu. Sempre falava coisas do tipo “acho que não funciona pra mim, gosto dos encontros naturais, a química só acontece na hora tal tal caixinha de fósforo”. Pois, o fato é que eu não tava fazendo nada mesmo e tudo bem dar só uma olhadinha, não mata ninguém. Olhei, olhei, bando de gente estranha (pensarão eles o mesmo de mim?)… entre homens e mulheres de todos os tipos, dei uns 5 likes e segui fazendo minhas coisas em casa.

Perto da hora do almoço, vejo a notificação: match e uma mensagem de um cara! Que homem! Senhor, de longe o mais lindo que eu tinha visto. Alto, sorrisão, negro, forte. Muito forte, tipo musculoso, barriga de tanquinho. Nem faz lá meu tipo essas coisas, mas achei bonito, vamos ver. Conversa vai, conversa vem, será que ele é de verdade? Dei uma investigada pelas redes, parece que sim, gente boa, não posta nada babaca, toca saxofone. Me chamou pra ir pra praia. Eu fui. Peguei o moto taxi e ele estava me esperando de bicicleta. Todo lindo. Parecia que saiu direto de um poster “colírio” da Revista Capricho pra um encontro casual e inesperado comigo. Gente, essas coisas acontecem na vida real, tô boba… oi, oi, sorriso, beijinho, conversinha, uma timidez safada meio disfarçada, meio escancarada.

Muito doce e simpático ele. Jeito de meninão, sabe, embora tenha 24. coisa de gente do interior. Me falou que morava ali perto e conhecia tudo. Que andando pelas pedras logo ali dava numa prainha que ninguém conhecia. Lá fomos nós. No caminho pra lá, chego a me perguntar se não era loucura isso, estar indo para uma praia deserta com um desconhecido, mas tinha uma coisa leve no sorriso dele que me inspirou muita confiança. Fui sem olhar pra trás.

A praia era realmente deserta, bem pequenina e encantadora. Conversamos mais. Bora banhar? Vamo. Na primeira deixa dentro da água (rasinha era), ele me beijou. Beijo gostoso. Ah, como amo lábios grandes! E olha que aqueles braços fortes não servem só pra tirar selfie viu, o cara tinha a pegada mesmo. Me envolveu naquele corpo forte. O movimentar do mar levava nossos corpos ao encontro um do outro, num vai-e-vem gostoso (tá, talvez não tenha sido – apenas – o mar que provocou esse movimento). Fui me entregando. Ele, pegando no meu bumbum, por trás, entrou com os dedos no meu biquine que nem percebi direito e quando vi já estava com o dedo no clítoris. Pensei, opa.

Encontrou o clítoris de primeira, já gosto desse homem. Tava tão bom que até me esqueci que tava menstruada. Quando ele fez um movimento de enfiar o dedo, me retrai, ele entendeu o sinal e parou. {santo remédio esse copinho menstrual, sempre bom glorificar de pé, de joelhos, de 4, tudo!}. Ele lembrou que precisava voltar porque deixou a bicicleta com um rapaz da barraca de praia e já eram 17h. Voltamos. No caminho, experimento um olhar distanciado e vejo que situação inusitada, parece mesmo enrendo de conto erótico ou de filme pornô, não parece algo que aconteceria comigo, logo eu, que há 2 dias atrás tava sofrendo de amores e sem nenhum contatinho sequer. Mas tava acontecendo sim, e desse jeitinho que vos conto, como o título sugere, a história é real e aconteceu há dois dias atrás, tá fresquinha.

Ele pergunta que hora eu tenho que ir pra casa. Não sei bem o que responder. Ainda estou me acostumando com essa lógica desprendida e gostosa de ser solteira, não ter que olhar horários etc etc pra responder as coisas. Falei que não tinha horário. Ele perguntou se eu queria ir pra outra praia. Vamos! Subi no quadro da bike dele e partimos. Fim de tarde, terra cora, paisagem linda, eu andando na garupa desse semi-desconhecido-deuso, tomando vento na cara. Passamos por uns dois bairros da periferia até chegar nessa praia. Já era quase noite e estava deserta. Conversamos, nos beijamos, rolamos na areia. De verdade! Mas brincando… ele é jiujiteiro, ficou me ensinando como dar chave de braço, estrangular e outras coisas legais (queria lembrar tudo, ai, por que tão esquecida?). Resultado: ficamos cheios de areia.

Ele, que tinha me prometido uma massagem num desses papos, fez a proposta: podemos ir pra minha casa, é aqui perto, você toma banho e eu faço a massagem. Faz mesmo? Faço. Seeei, penso cá com meus botões. Só quer me comer, essa massagem aí é puro migué. Mas vou mesmo assim. Chegamos na casa dele, um lugar simples, piso de chão mesmo sabe, parede de parede, cortinas no lugar das portas. Entrei no banheiro e tinha um carangueijo no box! Tomei um susto, rs. Ah, é do meu tio, ele guarda num pneu, pera, deixa eu pegar, vixe, é difícil, se tomar uma dessas dói pra caralho, pronto, conseguiu.

Tomei banho e entrei no quarto do meu querido desconhecido. Vamos à massagem, pois! Tirei a roupa e deitei de costas, com um lençol cobrindo do bumbum pra baixo. Ele começou, com óleo e tudo. MEU DEUS! o cara tem a manha. Vai massageando pra valer, ele tem uma mão grande e áspera de trabalhador (nem contei, ele trabalha com instalação de janelas de vidro, alumínio etc.) e ao mesmo tempo um toque sensível. Desse jeito, ele massageou meu corpo inteiro: cabeça, mãos, pés sem esquecer de nada. Depois descobriu minha bunda e massageou também. Nessa hora já tava louca e tipo muito molhada, mas não me mexia, gostei de ficar assim, estátua. Pensei que ele já ia querer vir metendo, mas não… me mandou virar de barriga pra cima e continuou a massagem.

Perdi um pouco a noção de tempo dessa noite, mas seguramente ele ficou mais de uma hora me massageando. Ele não tinha pressa nenhuma, pra nada. Os caminhos das mãos dele no meu corpo levaram, ao fim e naturalmente, à minha vulva. Parecia que ele tinha trabalhado atentamente para empurrar toda a energia para aquele região, que agora pulsava. A massagem virou uma masturbação muito gostosa, eu com os olhos fechados, sentindo tudo aquilo acontecer, todo aquele poder vibrando ali entre as minhas pernas. Em vários momentos pensei que ia gozar, que já não tava aguentando mais tanto prazer, quando ele foi e começou a me chupar.

Pode parecer estranho às mulheres leitoras, mas ele chupava de fato, o clítoris, ao mesmo tempo em que passava a língua numa velocidade absurda, foi uma coisa surreal, não sei bem explicar. Todo lindo com seu jeito de moleque, olha pra mim e diz: “pode gemer, se quiser”. Achei esse “se quiser” o suprassumo e gemi, gemi mesmo, gemi alto, porque eu queria, sim, mas porque eu não podia mais calar. Ele subiu e perguntou: você não quer penetração? expliquei pra ele, copinho, menstruação, tudo isso. Gente, como assim? nunca ouvi falar. Depois te mostro, disse, mas uma foto na internet, né, não pense que eu vou te mostrar o meu.

Desci pra chupá-lo. Várias coisas diferentes nesse corpo que agora descubro: nunca tinha visto um homem assim todo definido e, ainda, depilado! TODO depilado. Eu achava que nem curtia isso, mas descobri que tanto faz, na verdade, o importante é aceitar e desejar o corpo que se apresenta no agora diante de você e foi o que fiz. Não precisei chupar muito tempo, depois que comecei a fazer olhando diretamente nos olhos dele, ele logo não aguentou e disse que assim ia gozar. Gozou na minha boca. Gozo ralo, aguado. Achei ótimo porque quando vem grosso às vezes me dá náuseas depois. Gozou e lá mesmo fiquei, com a cabeça repousada nas suas pernas.

Ele me olhou com aquele rostinho lindo. Ficamos assim um tempo silenciosos. Ele começou a fazer cafuné em mim, ponto fraco, avemaria. como eu não tava fazendo nada, e já tava com a cara ali mesmo, comecei a lamber os ovos dele. Bom, não sei se todo homem gosta, mas meu ex gostava bastante, então eu arrisquei porque não tinha nada a perder mesmo e ele tinha bolas grandes e nessa hora o fato dele ser depilado foi bem bom pra falar a verdade. Vi na expressão dele que estava gostando bastante. Assim fiquei um tempo, lambendo e chupando os ovos dele, passando os dedos.

Lá pras tantas ele começou a me masturbar também e o ritmo foi ficando frenético de novo. Depois ele me colocou sentada na sua cara e naquele bom e velho 69 seguimos nos chupando sem pudor nenhum. Lá pras tantas ele começou a lamber meu cuzinho e quem já recebeu uma boa chupada no cu sabe do que eu estou falando, isso sim é qualidade de vida. Fiquei muito excitada e percebi que ele devia estar querendo comer meu cu, já que a buceta tava interditada. Bom, eu realmente não tinha nada a perder e o meu pau dele, apesar de grande, era fino, o que me encorajou bastante.

Meu ex tinha pau grosso e eu dei o cu pra ele algumas vezes, era bom, era. Mas era sofrido, viu, minhas irmãs. Então imaginei que o pau dele não ia causar maiores estragos e que poderia ser gostoso porque apesar da penetração não fazer exatamente falta num sexo criativo como esse, ela tem o seu lugar no meu coração, viu. Então botamos camisinha e ele veio de ladinho, melhor jeito, na manha, sem pressa, entrou direitinho e ficou me masturbando durante todo o tempo. não foi longo, logo ele gozou de novo. Achei que foi na hora certa mesmo. gememos alto e juntos. depois ficamos um tempo ali naquela maresia, lembrei que não tinha comido nada desde o almoço, deu fome, vontade de ir pra casa.

Ele até me convidou pra dormir lá, mas não tava nessa vibe. Ele foi me levar no ponto de moto taxi e no caminho começou a chover. Ficamos esperando estiar um pouco, de carinho, um dengo gosto e descompromissado… estiou, peguei a moto, beijinho na boca, tchau, prazer, vamos nos falar pelo zap, quero te ver antes de ir embora, tá, vamos sim, seu lindo. subi na moto. Que ilusão de que a chuva tinha parado, que nada, virei a esquina e as gotas vieram cortando. Enxurrada, esgoto, gotas de chuva. tudo isso lançado sobre meu corpo junto com o vento do litoral. Oh yeah, I’m alive and vivo, muito viva, viva, viva, viva.

De uma leitora despudorada.

Tenho estado desconecta comigo mesma há algum tempo, a sensação de conseguir, depois de tanto tempo, compreender quem eu sou e o que quero é um tanto quanto confortador. As dores ainda existem? Sim, mas estou tentando e aprendendo a lidar com elas de uma forma madura e tirando melhor proveito delas e replantando-me a cada novo sofrer. Contudo, essa mudança radical não fora obtida de um dia para o outro. Não. Foi preciso muito e pouco sono para eu estar apta a me entender… o que ainda não é fácil. Sinto-me rodeada de paz e de uma menina que eu nunca fui e sinto falta; gosto de fingir que um dia fui inocente e sem preocupações, apesar da crença em nunca ter sido dona de tamanha ingenuidade; gosto, simplesmente, de me imaginar diferente e codificar o meu futuro e as minhas ações nos sorrisos e abraços que tenho comumente recebido de pessoas que florescem e perfumam o jardim da minha vida.

Meu celular apita. Uma mensagem de texto incomum e aguardada. Não se mandam mais mensagens de textos ou e-mails e eu sou louca para receber e troca-los, acho confidencial, misterioso, temperado de esquecimento e perigo. Recebo poucos, a maioria são anúncios de vendas de livros dos sebos que sou cliente ou de sites com dicas para vestibulares; urgh, me enlouquece não estar livre um instante sequer dessa palavra, dessa necessidade de aprovação alheia baseada em pontos… acho que estou à frente disso tudo, mas o regresso é necessário, preciso voltar e fazer parte desse meio, mesmo que isto signifique viver algo que não quero e algo que não me faz ou forma.

O convite fora aceito e eu, como em quase todas as outras ocasiões da minha vida em que sou obrigada a tomar decisões, fico insegura sobre meu ato anárquico de aceitar o convite dela em ir até a sua casa, assistir um filme. Nós sabemos o que acontece em filmes assistidos a dois: se cansa, o beijo filmado embaraça e constrange (porque, afinal, é o que desejamos fazer com quem deita ao nosso lado), um esbarro aqui e outro mais íntimo lá. O fim eu já sei e você também. Aceito porque gosto de me desafiar (dentro daquilo que me permito ir) e gosto, principalmente, de beijá-la.

Flor tem sido um desafio para os meus sentimentos: ela é confusa, assim como eu. Não sabe se quer, se ama ou não… não que eu seja a imponência e firmação em pessoa, mas, no mínimo, consigo definir o caos dentro de mim porque, ora, se eu não sou capaz de compreender a minha dor, quem será? Não minto quando digo que gosto dela, gosto de verdade. Adoro a covinha da sua bochecha e do seu riso quase diabólico de tão escandaloso e, sobretudo, adoro a sinceridade que me fala quando sente saudade: vem me ver, pois te quero. E eu vou. Estou a caminho, na verdade.

A fachada da casa de Flor é pálida, branca como as nuvens que escapuliram do céu e deram espaço para o sol queimar facilmente a minha pele, mas é simples e bonita. Bato na porta de madeira, ignorando avidamente a função do interruptor minúsculo (lê-se campainha), odeio o susto que esse som agudo provoca, prefiro o bater bruto na porta, é sonoramente mais poético e bonito, acho. Ela demora, como sempre. Tarda seus passos fazendo-me ansiar pela visão do seu corpo, tarda-se para me fazer entrar no jogo psíquico de desejo. Flor abre a porta, o sorriso, os braços e a alma para mim, enlaço-os num abraço caloroso e beijo fortemente a bochecha dela, quase tocando os lábios rosados e levemente ressecados dela; a sua pele tem sempre o mesmo aroma gostoso e provocante, tem um toque de sal, de ar e de chuva… Flor é a tradução do que é belo na natureza e na bondade da mesma, visto que a mim é dada a oportuna chance de prova-la e banhar-me nas suas carnes.

Entro sem vergonha e já corro em direção ao quarto conhecido. Lá, espero a companhia do seu corpo e deixo-a perceber a surpresa nos meus olhos. Estava diferente, não tinha um toque juvenil e itens decorativos de cidades famosas, agora, o quarto exalava maturidade e, honestamente, eu só pensei coisas más. Ela serve um pouco de vinho e, apesar de hesitar, pego a taça mediana de suas mãos e deixo meu toque sentir a pele dela por uns poucos segundos; bebo um gole do vinho tinto suave e sinto o adocicado queimar no fundo da minha garganta. Ela senta-se de frente para o meu corpo e se diz disposta a conversar, eu o faço.

Nunca me saí bem em escolher assuntos, em tentar me aproximar de uma pessoa pelo meio da conversa… sempre fui dispersa quanto a isso. Porém, com Flor me sinto segura para ser o que sou e, inclusive, dizer o que penso. As conversas têm tido uma função muito importante nos encontros casuais: é através do bate papo que nos conectamos, ela me sente, me entende e me ouve falar. Falamos por um tempo suficientemente longo que abre brecha para o desejo e o fogo alcóolico se irradiar por nós e fazer-nos queimar. A conversa sempre termina na cama. É com fala que tudo se inicia, é a fala que nos faz silenciosas e ruidosas por horas numa cama e é com ela que encerramos a noite, então, eu vou para casa entupida de palavras que poderiam ter sido ditas e não foram e Flor… bem, não sei. Ela manda-me palavras quinze dias depois, quando sente necessidade de degustar o meu gemido (que não é feito de palavra, mas ainda é meu).

O corpo dela move-se vagarosamente, ansiando não romper o fluxo de sensualidade que emana do rebolar dos seus quadris. Senta-se atrás do meu corpo e rouba o recipiente com um resto de álcool da minha mão e não fala nada… e é neste instante que percebo o início da ausência do falar onde, ao mesmo tempo, se finaliza a saudade desses dois corações que, no fundo, se amam de forma altruísta, realista e digna. O pôr do sol embeleza o ambiente, alaranja as nossas peles que ruborizam quando recebe calor do corpo alheio e diferencia em algo que ainda não sei identificar o que é. Há algo diferente, novo. E eu percebo. Flor fala comigo.

Deixe-me beijá-la. Não ouso negar e sequer me rebelo em falar, deixo que as palavras e o controle partam dela. Com uma mão recuo o volume do cabelo cacheado para o lado do meu pescoço e com a outra aproximo sua cabeça da minha nuca; seus lábios me tocam e eu tenho o privilegio em sentir o arrepio molhado que a sensação da sua língua me fazendo carinho provoca, Flor me beija de cima a baixo, me toca com a ponta dos dedos em locais estratégicos, em pontos que me fazem arrepiar e sentir algo bom. Senti sua falta. Flor fala e não consigo dizê-la que quase aguardei todo o dia pela sua mensagem de intimação; ela fala e eu me entrego cada vez mais a vontade de ficar nua e estar confidenciada à inspeção meticulosa dos lábios revoltos desse botão perfumado e revolucionário; ela beija minha nuca tantas vezes que nem me lembro do momento que tirei a blusa preta. Você é linda. Em outra ocasião, falara-me que a primeira vez que me viu passar pelo campus da universidade percebeu que eu não usava sutiã pelo balançar livre dos meus seios e pelos mamilos sensíveis que estampavam a blusa que usava no dia. Lembro da ousadia e perversidade dela toda vez que me desnuda, toda vez que arranco a blusa e os meus seios ficam à disposição das fantasias dos seus lábios e das suas mãos.

Flor é quase maníaca: perfeccionista, ambiciosa. Almeja chegar ao topo, a fazer bem feito e algo novo a cada encontro quinzenal nosso; tem fissura em me ver retorcendo os quadris por ela. Flor é selvagem e impura, em nada remete a flor. Adoro a expressão de desejo no seu rosto. Beija os meus seios e eu agarro com brutalidade o amontoado de fios grossos na sua cabeça, aperto conforme a intensidade do chupar e grito quando já não tenho mais força para competir com a brutalidade do seu ato. Prendo um palavrão entre os dentes e a vejo sorrir, faço urgente o contato dos nossos lábios e agradeço quando ela faz. O aprofundamento das nossas línguas é compatível ao instante em que meu corpo relaxa sobre a grande cama resfriada pelo ventilar suave que vem da janela entreaberta, agarro a barra da sua camiseta masculina (provavelmente do seu irmão mais velho) e retiro-a, bagunçando e balançando o coque no topo da sua cabeça. Mordo seu lábio com força, instintivamente, quando ela bate na minha bunda; ela tem consciência do quanto isso me enlouquece, do quanto adoro ser dominada (seja por homens ou mulheres). Você vai me obedecer? Não respondo. Deslizo o short de tecido fino pelas minhas coxas grossas recém depiladas e abro-me em sua frente… visto uma calcinha azul, sua cor favorita. Toco-me intima e rapidamente: estou muito excitada, estou quente e molhada. Um minuto de toques rápidos e eu, de certeza, teria um orgasmo enlouquecedor. Mas não faço. Toco, gemo e fico totalmente despida sob o olhar atento de Flor, que fica curiosa em descobrir os próximos passos da minha ousadia gerada e manipulada pelo ardor dos seus beijos.

Deito de costas e empino levemente a minha bunda em sua direção. Flor se livra das peças que cobriam seu corpo moreno e encobre o meu, fazendo um caminho de beijos pela curvatura das minhas costas até chegar ao meu ponto fraco. Os beijos regularmente distribuídos na minha nuca conseguem arrancar um gemido tímido de mim, não somente pelo beijo em si, e sim, o que veio acompanhado por ele: uma mão pequena e ousada que se enfia por entre as minhas coxas e massageia o meu clitóris. As diferentes pressões espalhadas em diversos pontos do meu corpo me fazem estagnar na beira da insanidade; os lábios pressionam-se contra a pele sensível da nuca, os seios arrebitados e excitados massageiam ritmicamente as minhas costas dançando conforme o descer e subir do corpo de Flor, os dedos fazem pressão no ponto mais sensível de uma mulher, no local que um toque leva a um paraíso desconhecido e parcialmente diabólico. Vire-se! Ela ordena e eu faço, como se não me restasse outra opção senão me submeter a suas vontades.

Fecho os olhos e permito sentir todo o meu pulsar em sua mão: começo a fraquejar, a tremer e a voz ameaça falhar (caso arrisque alguma palavra); meu clitóris vai sensibilizando a cada movimento bruto, firmo minhas unhas no lençol e sinto o ápice do que é sensível. É tão prazeroso que chega a doer, dói quando continuo a ser tocada com a mesma intensidade, é agonizante. Prendo a respiração e grito quando ela me sente internamente, quando seus dedos me procuram mais a fundo e carnalmente. Ela me beija sem parar os movimentos. Gemo entre um beijo e outro, toco-a também e ela enlouquece diante da minha ousadia de não aceitar ser totalmente dominada. Ela deixa-se banhar no que eu posso oferecer, apesar de estar disposta a me fazer… a me foder.

Gozo a primeira vez e respiro fundo na tentativa de recobrar as energias e voltar a sentir firmeza nas minhas pernas. A negação de descanso me vem com o áspero de sua língua que caminha em direção a minha intimidade vermelha e tocada (somente por ela), ela me beija como se não houvesse outra coisa que desejasse fazer. Sente o meu sabor, delicia-se com o frescor pós-gozo e aperta a minha bunda. Gemo. Aperto instantaneamente os meus seios rosados e tenho a impressão de estar vivendo algo único e surreal, com o respirar deficiente e a voz sussurrando o nome da moça que me chupa, me atento e canalizo minhas energias em desfrutar do segundo orgasmo da noite. Apesar de ansiar a chegada, ele não vem: Flor para e me maltrata, me faz implorar para que eu volte a ser chupada, ela deseja-me como submissa e eu, tremendo de vontade, imploro com palavras sensuais e vulgares para que ela me dê prazer e me faça gozar novamente.

Sustentando os seus olhos nos meus, desce a cabeça para o meu colo e beija a região do meu umbigo, percorrendo um caminho perigoso e conhecido pelos seus lábios. Sinto todos os seus gestos de olhos fechados, me permitindo chamar seu nome num sussurro mudo quando ela me beija; seu corpo se enrosca no meu, suas mãos massageiam simultaneamente os meus seios grandes e, honestamente, põe-me à beira da loucura. Ela não deixa ser tocada, não quer sentir o prazer e sim dar-me, Flor satisfaz-se com um gemido rouco meu, satisfaz-se com a ideia de ser a pessoa que provoca em mim todas essas sensações proibidas. Os seus beijos são distribuídos regularmente por locais muito íntimos, ela reconhece aquilo que preciso e sabe como mover-se, como fascinar-me. Ela me prova de todas as maneiras e, em seguida, ousa em fazer com que eu prove o meu próprio sabor nos dedos e na ponta da sua língua. É profano, impuro e pecador. Flor é o pecado, tem o hábito de me induzir a perversão, a querê-la…

A sensibilidade do meu corpo inteiramente arrepiado faz doente o toque daquela mulher: queima, arde, dói e vicia. Flor caracteriza-se pela máscara angelical que esconde quem ela verdadeiramente é, que esconde as suas verdades: gosta de bagunçar o meu cabelo, de me bater, de me tocar intimamente e de prender-me aos seus encontros. Submissa, assisto meu corpo novamente caminhar através da trilha conhecida do orgasmo. Eu começo a fraquejar e demonstrar instabilidade, minhas mãos tateiam o meu e o corpo moreno deitado sob mim, os apertos e tapas se intensificam e não me doem, minha boca se abre, é beijada e propaga o som da beleza em produzir o perfume da carne contra carne. Meu cabelo puxado, meu lábio ferido, meu peito acelerado e a minha bunda que apanha é aquilo que contracena com o ápice de atuação das protagonistas da mais bela peça real: o sexo.

Os segundos de atuação desta sensação lúdica me deixam inativa e sequer consigo descrever passo a passo o que me provoca, é ensurdecedor, engasga e aflige o coração: tudo acelera e você tem uma vontade imensa de beijar, morder e gritar, as mãos apertam o próprio corpo, a boca se fere e o grito se alastra pelas diversas regiões da sua mente e te nocauteia. Flor me beija novamente, desta vez com uma segurança e com um ego maior: me fez gozar, me fez gritar e suar. Flor me fez.

Trinta minutos após o fim é o tempo certo para se ir. O fim de tarde não é sempre a hora que escolhemos para transar, mas desta vez, não sei porquê, o clima deu uma nova significância ao ato, embora o profano ainda domine sua essência. Estamos deitadas, uma agarrada a outra, como nunca havíamos feito. Eu olho o relógio: quinze minutos a mais do tempo de ficada e eu ainda estou aqui, ela não me quer longe dos seus braços. A conversa cessou e as palavras quase não foram ditas, estamos silenciosas, cada uma analisa uma dimensão distante, sem pronunciar uma palavra sequer; fico confusa com a análise anterior sobre as trocas de palavras e me ponho a pensar sobre esse rompimento de fluxo: não nos falamos. Flor acaricia a pele do meu colo ainda nu, quieta, pensativa. Respira fundo contra meus cachos desfeitos e eu ainda penso na ausência de palavras, penso que nós deveríamos estar conversando, que a casualidade dos nossos encontros sugere que se fale depois do sexo e que façamos isto todas as vezes… por que não hoje? Ela mexe no meu cabelo, fecho os olhos e descanso com o seu toque minimalista e tímido.

Seu toque em nada se assemelha com o feroz e demoníaco das suas mãos há algum tempo atrás e isso acontece porque estamos e somos influenciadas uma pela outra a todo instante. Flor me tem de uma forma, eu a tenho de outra e, juntas, constituímos uma união sexual e intensa. Nunca beijei a boca de uma mulher antes da dela, antes de me apaixonar pelo feminino e a sua reciprocidade e conexão mútua, pois, ainda que eu foda com homens, a sensação de entregar-me para uma mulher é revigorante: ela sabe do que preciso, de como tocar e beijar; não se intimida em beijar entre as pernas e, muito menos, de ceder espaço para somente uma gozar a noite toda. Embora pareça uma bondade enorme da parte de Flor renegar o meu toque, existe na sua atitude um quê egoísta… estou em dívida com ela, meu saldo negativo com a mulher que me fez gozar me obriga a voltar e, desta forma, ela sempre me terá e a casualidade se reestabelece e se renova sem que esteja dito e imposto explicitamente. Eu vou-me feliz e culpada e, no fim, acabo voltando para o calor das suas pernas. Percorro a mão pela pele da sua bunda morena e ela aperta a branquidão da minha, beijo-lhe os olhos e a boca rapidamente, como faço toda vez que chega a hora de ir. Beijo-a e vou, sem muitas considerações por estar certa do retorno. O seu olho brilha e a boca dela treme na intenção de fazer som a palavra pensada.

Fique comigo…

A nobreza da sua voz me pede. A casualidade não é isso, estamos errando ou inovando; ela erra no sentido do que queremos ter ou, ainda mais insano, ela quer ter-me como algo fixo e não quinzenalmente. Penso na grandeza imensurável deste pedido aparentemente simples e confundo-me internamente. Flor percebe a minha confusão e finge não estar arrependida de fazer um pedido tão significativo para nós que, inicialmente, firmamos o acordo de não envolver sentimentos e carinhos. Olho no fundo dos seus olhos negros e coloro com a ponta dos meus dedos a maçã do seu rosto levemente corada. Ela quer falar e eu a encorajo com os olhos.

Talvez, eu esteja te amando.

Aperto-a nos meus braços, tranquilizando seu corpo tensionado, sustento meu olhar no dela como quem quer dizer que está tudo bem, que estou amando-a também e que isto significa temer da mesma maneira a vontade de ficar e beijá-la todas as manhãs e noites. Beijo-lhe os lábios e, sem dizer nada, consigo fazê-la entender que tudo é real e que quinze dias é tempo demasiadamente longo para o anseio dos meus lábios em tê-la; faço-a compreender que desejo estar e revidar as provocações quantas vezes forem necessárias num dia só; digo, sem falar nada, que a amo também. Ela sorri, um riso com manifesto de compreensão e felicidade. Então, capturo no ar a essência da palavra e da sua força sobre mim, mesmo a palavra sem som, aquela que se diz com os olhos, com o cortado da respiração e com a pressão do toque. A palavra ainda é a melhor forma de manifestar-se e, portanto, é por meio dela que rompo com um acordo bobo e ingênuo e firmo outro que preza compromisso e constância.

Beijo a saliência das suas costelas e recebo um carinho no cacho decomposto e amassado, seu corpo fala que me quer novamente através dos pelos que se arrepiam e eu leio na expressão facial de Flor que não preciso esperar quinze dias ou quaisquer números de dias para quitar e sanar o meu débito com ela. Deslizo meu corpo para baixo, para o meu lugar favorito nela, pronuncio-me com a ousadia do meu ato e faço-a ciente.

Eu fico.

Leitora Despudorada.

Noite de lua cheia.

Era noite de lua cheia, duas taças e garrafas de vinho pela sala, a música embalava aquela conversa. Ela usava um vestido curto com um belo decote e ele fixava o olhar na boca e devorava os seios dela com os olhos. A primeira taça, troca de olhares; segunda taça, trocas de línguas; depois da terceira taça, a mão dele começou a deslizar pelas pernas dela. As mãos acariciavam e apertavam as coxas e em seguida os dedos tocaram o grelo e ela começava a soltar os primeiros gemidos.

Beijos quentes como aquela noite de lua cheia. Dedos na buceta, mordidas nos seios e ela enlouquecia. Como um animal feroz, ele a jogava no sofá e rasgou sua calcinha, ela ficou de vestido e de quatro no meio da sala. Mordidas e tapas naquela bunda, vinho foi jogado sobre ela, chupadas e mordidas, lambidas e gemidos. A língua encostava em seu grelo, eram lambidas com tesão e suaves mordidas. Um dedo penetrou e ela gemia e pedia para colocar mais e ele, colocou dois, três dedos dentro de sua buceta molhadinha.

O vestido dela era levantado e o calor aumentava. Ela estava pelada e de joelhos chupava o pau grosso daquele rapaz. Ordens eram dadas: chupa mais, engole ele todo e ela fazia com obediência.

Tapas eram dados e ela gritava de tesão. Agora fique em pé. Ande! Pare! Agora rebola para mim e ela fazia tudo que ele pedia. Os sons dos tapas ecoavam naquela bunda e ele a torturava esfregando só a cabecinha na buceta dela. Ela ia ao delírio e gritava “Mete! Mete! E a deliciosa tortura continuava. Fortes puxões de cabelo e o pau entrava todo, um grito estrondoso ecoa pela casa e ele ferozmente devora sua presa.

O moço tira seu pau lambuzado e o coloca dentro da boca da moça, ela lambe enquanto acaricia o saco daquele lobo feroz. Em seguida, ela é arrastada pelo braço, e ganha mordidas em seu pescoço fino. Jogada no sofá, recebe apertos com forças em seus seios e de costas ela sente aquele pau grosso e grande adentrar no seu cuzinho. Começa lentamente e de repente a intensidade aumentava, gritos e gemidos dos dois, suor pingando na sala. Em instantes, o suor se misturou com o gozo e os gemidos deram lugar as caras de que experimentou uma boa foda em uma noite de lua cheia.

Leitora baiana e despudorada.

Era quase duas horas da tarde, um dia qualquer na universidade, estava trabalhando como sempre em meu laboratório, quando de repente recebo uma mensagem no wpp:

-“Oie, vem cá me ajudar no trabalho da disciplina”

..Era a Aluna gostosa que estudava comigo, já tinha até trocado algumas ideias com ela antes, mas nada que levasse a algo. Ela tinha peitos fartos, só vivia com um decote de enlouquecer qualquer homem, provocante ela era, mas demonstrava ser tímida, era estilo “morde e assopra”. Tinha uma bunda incrível, que deixava qualquer homem de olhos fixo e pau duro.

Fui até o laboratório dela e lá estava ela, com um vestido curto, de renda, verde, puts! Ela parecia saber o que exatamente eu gostava, toda sem graça me chamou para sentar perto dela e começamos a discutir sobre o trabalho. Enquanto ela falava, eu a olhava de cima a baixo, como um lobo olha pra ovelha antes do bote, eu estava excitado, vendo aquela visão gostosa na minha frente, meu pau pulsava dentro da calça, não aguentava mais, tinha que fazer algo.

Então me levantei da cadeira e levemente me aproximei dela por trás e a fui tocando no ombro. Senti ela ficar tímida, cada vez mais que acariciava seus ombros, até que decidi botar todo meu desejo em ação.

Fui descendo levemente minha mão até seus peitos – ela parecia respirar cada vez mais profundamente e rápido – e comecei a massageá-los, eu os tocavas com delicadeza, e depois os apertavas com gosto, ela fechava os olhos e abria a boca como se fosse dar algum gemido, nossa! eu olhava de cima, via a perna dela aberta e meu pau pulsava mais ainda…Não aguentei muito, enquanto uma das mãos massageava seu peito a outra desceu bem devagar pela sua barriga, tocando delicadamente – pra causar aquela sensação gostosa – até chegar entre suas pernas, foi quando ela abriu um pouco mais e eu pude tocá-la – A calcinha dela já estava encharcada! Ela estava louca de tesão! – comecei a massagear devagar por cima de sua calcinha, ela tinha pequenos espasmos cada vez que eu subia e descia aquela buceta quente e molhada. Então devagar coloquei a minha mão por dentro da calcinha dela e comecei a masturba-la, – LEMBRANDO que a outra mão ainda estava massageando o peito dela – então comecei a chupar seu pescoço! Ahh como ela estava molhada, sentia seu gozo escorrer entre meus dedos que subiam e desciam de cima a baixo aquela buceta gostosa e quentinha. Senti que ela estava pronta para o próximo passo.

Devagar e olhando fixamente para ela, fui para frente dela enquanto ela estava sentada, puxei a calcinha dela, enfiei a minha cabeça entre as pernas dela e comecei a chupá-la, nossa, que gostosa estava aquela buceta, suculenta, quentinha, macia, hmmmmm….eu comecei a lamber devagar, de cima a baixo e quando chegava no clitóris eu dava aquela chupada gostosa, enquanto ela gemia baixinho para ninguém no corredor ouvi-la. Comecei a chupar mais rápido e mais forte, minha língua parecia dançar naquela buceta e a cada ida e vinda ela se contorcia de prazer, então enfiei a minha língua dentro da buceta dela como se fosse meu pau e ela gemia com mais intensidade. Eu sentia seu gozo escorrer pela minha boca e eu a chupava mais ainda, ela então segurou na minha cabeça e começou a empurrar para que eu a chupasse mais e assim eu a chupava com mais força e com mais intensidade e os gemidos delas foram aumentando, aumentando , aumentando até que:

– “Ahhhhhhhhh!!!!”

Ela gozou na minha boca… que delicia!!!! MAS DE REPENTE:

-“” t r i c “”

Alguém abre a porta……

…MAS BOM, ISSO DAI JÁ É UM OUTRO CONTO PARA UMA PRÓXIMA VEZ, ESPERO QUE TENHAM GOZADO! GOSTADO** 😉

Conto escrito por um leitor despudorado, que pretende voltar mais vezes.

Sabe quando você bate de frente com uma pessoa e de cara já imagina que pode acontecer algo? Algo que pode ser naquele mesmo momento ou, então, num futuro qualquer? Parece coisa de sexto sentido do sexo.

Nosso primeiro contato visual foi há muito tempo. Eu sempre a observava no ponto de ônibus a caminho da Universidade, mas nem eu nem ela nos falávamos, o que existia era no máximo aquele “oi!, oi!” por educação, pois, de verdade, eu nunca imaginava que aquela bela morena de olhos verdes olharia ou se interessaria por mim.

Como falei, isso foi há muito tempo atrás; mas, em 2016, eu não imaginava que, ao chegar na casa de um amigo para um almoço de final de semana, a bendita amiga que ele me disse que convidaria era justamente ela. O susto foi enorme e a velocidade de aceleração do coração também, mas tudo transcorreu normal e de forma natural, e acreditem … acabou surgindo uma amizade repentina e o melhor de tudo é que a partir dali, o nosso contato foi mais frequentes, inclusive por redes sociais.

Justamente nesses contatos, via rede social, foi que o inesperado aconteceu. Depois de conversas e mais conversas quase todos os dias, surgiu uma confissão por parte dela, isso mesmo, por parte dela. Assim como eu a observava, ela também me olhava naquele já citado ponto de ônibus. Então, confissões foram aparecendo até que o clima ficasse favorável para se falar sobre a melhor coisa do mundo: sexo.

Após falar sobre posições preferidas, fetiches, fantasias e vontades. Um dia após essas confissões, eu não esperava que teria aquela bela morena despida a minha frente em uma cama de motel. Totalmente voraz e devassa, nunca imaginei que, já naquele primeiro encontro, ficaríamos super a vontade e que o sexo fosse sem pudor nenhum.

Lembro perfeitamente dela ficando logo de quatro na minha frente e me pedindo: “Vem meter. Vem!” … impossível não atender tal pedido e confesso que nunca meti tão gostoso. Sua buceta quente engolia todo meu pau num encaixe muito perfeito, o melhor de tudo naquela tarde foram os seus gritos e gemidos altos de prazer. Logo ao perceber que eu estava prestes a ejacular, simplesmente ela se virou, veio em direção ao meu pau e o colocou inteiro na boca, ela me encarava e pedia insistentemente para esporrar em seu rosto …. pedido atendido!

O melhor de tudo foi não perder o fôlego e, logo depois, ver aquela linda morena pedindo pra sentar e cavalgar bem devagar (claro que, de acordo ao nível de excitação, ela cavalgava feito uma louca), e logo depois sentar de costas e rebolar até ambos chegarmos ao nível máximo de tanto prazer …. Foi muito perfeito ver aquela bunda deliciosa rebolando na minha frente, aqueles seios suculentos e arrebitadinhos balançando a cada vez que meu pau entrava e aquela buceta molhada e cheirosa contraindo a cada vez que gozava, perfeito ver aquele corpo se contorcendo de prazer na minha frente toda vez que transávamos.

Nunca me senti tão a vontade e tão desejado, ainda mais por aquela que por muitas vezes era um desejo distante e veio ase transformar na minha deliciosa, voraz e insaciável musa.

Depois disso, eu confirmei que o “sexto sentido” e a percepção de que vai existir sexo logo de cara, existe sim.

Um lindo leitor despudorado.

Apesar de escrever muito, nunca havia feito um texto de conteúdo erótico, até que no fim do ano passado aconteceu uma coisa que eu tive vontade de espalhar para todo mundo. Como a história tem alguns agravantes, melhor escrever aqui mesmo, RS.

Meu nome é Priscila, tenho 24 anos, sou morena, cabelos curtos (Desses que vocês veem nas novelas), minha genética, modéstia a parte é muito boa, por isso tenho um corpo bonito sem muitos esforços: minhas pernas bem definidas e minha bunda durinha combinam muito bem com meus seios médios (Proporcionais aos meus 1,57 de altura).

Eu tinha saído de um relacionamento que me fez muito mal e decidi passar um tempo na casa da minha tia, no litoral baiano. Os dias passavam sem muitas novidades: eu ia para a praia, voltava cansada no fim do dia e apenas dormia.  Na véspera do dia marcado para eu ir embora, saí da praia e decidi passar na rua, em busca de alguma coisa para tomar café, quando cheguei na porta da padaria tinha um rapaz, aparentando ter no máximo 18 anos, loirinho, um porte atlético, bem mais alto que eu (adoro isso).  Fiz alguma piadinha sobre gostar de leite ninho (como eu chamo meninos mais novos), comprei o que precisava e saí dali, decidida que queria mais do que o que fui buscar.

Cheguei em casa, comentei com minha prima sobre o tal menino e ela me passou a ficha completa, adicionei nas redes sociais e logo iniciamos um papo animado, ele  queria me ver naquele mesmo dia, achei melhor não, era tarde e eu não queria ter que explicar para onde estava indo. Combinamos de nós vermos no outro dia a noite, as horas pareciam não passar, enquanto isso  ficamos trocando mensagem, em uma dessas ele mandou uma foto sentado, onde evidenciava um volume na bermuda, senti minha bucetinha molhar na hora, por vingança mandei uma imagem minha, com o vestido propositalmente levantado, mostrando minha coxa tatuada (Tenho certeza que o efeito foi semelhante).

Me masturbei durante o banho, imaginando o que estaria por vir. Marcamos na praia e lá estava eu a noite, ansiosa, como uma adolescente que espera o namoradinho para namorar escondido. Ele chegou um tempo depois e começamos a caminhar na praia, andamos bastante, falamos sobre diversas coisas, mas nenhum tomava uma iniciativa, até que ele perguntou até onde iríamos caminhar e eu ousada que sou, falei que ia caminhar até que ele parasse para me beijar, nem precisamos dizer mais nada…

Nos beijamos com muita paixão, como um casal que já se conhece há muito tempo, ele me abraçou e eu pude sentir aquele corpo forte junto ao meu, eu usava um shorts de tecido e uma camiseta sem sutiã, logo  estava sendo agarrada por trás (tenho muita sensibilidade nas costas), senti seu pau duro roçar minha bunda enquanto sua mão entrou por baixo do meu shorts e começou a alisar minha buceta. Encontramos um barco aportado na praia, ele sentou e me pôs no colo, lembram-se da sensação de ser uma adolescente agarrada pelo namorado? Assim eu me sentia, em nenhum momento ele pareceu inexperiente.

Observamos que algumas pessoas olhavam a gente de longe, aproveitei para confessar que a ideia de que alguém estava vendo me excitava ainda mais. Fomos para outra parte da praia, que permitia que a gente se movimentasse melhor, com o cuidado para não entrar areia em certos lugares. Como o tesão era enorme, logo  estávamos completamente nus enquanto nos beijávamos, nossas mãos percorriam nossos corpos loucos de desejo um pelo outro, eu me esfregava contra ele, ao mesmo tempo ele amassava a minha bunda.

Enquanto ele estava sentado parei de beijá-lo, ajoelhei e cai de boca naquele pau maravilhoso (Só cabia metade) Passei a língua pela cabeça, fazendo ele gemer de tesão, depois fui lambendo aquele pau todo, lambi o saco e coloquei as bolas em minha boca, um de cada vez, enquanto batia uma punheta, voltei lambendo até a cabeça e subi, lambi o abdômen, depois os mamilos, pescoço, até chegar na orelha e implorar baixinho para que ele me comesse, confesso que já havia gozado umas duas vezes chupando aquele pau gostoso e sentindo suas mãos acariciarem minha bucetinha.

Ele sentou em um barranco de areia e eu sentei no colo, cavalgando loucamente. Enquanto isso, aquele pau enorme era engolido pela minha boceta, toda lambuzada. Eu subia e descia naquela pica, de vez em quando eu rebolava. Enquanto ele metia na minha buceta, eu massageava meu grelinho e, com isso, gozava cada vez mais, nem sei quantas vezes gozei naquela posição.

Pedi para ser fodida de quatro, ele perguntou se eu gostava de ser xingada (Uma coisa que me atrai nos novinhos é que eles não têm receio de perguntar, não chegam achando que sabem tudo). Só respondi: Eu sou sua putinha!

Sem cerimônias, ele puxou meu cabelo, me fazendo ficar próxima dele, meteu bem forte em mim enquanto me chamava de puta, safada, piranha, vagabunda… Eu retribuía pedindo: – Mete meu macho, mete gostoso nessa buceta e me faz gozar. Eu gritava, gemia enquanto ele metia forte em mim e batia na minha bunda.

O clima foi interrompido temporariamente por uma moto que colocou um farol alto em nossa direção, nos cobrimos com as roupas cheias de areia e ficamos com aquela cara de criança que estava fazendo coisa errada. Logo começamos tudo de novo, no final ele perguntou se podia gozar na minha cara e claro que eu disse sim (A sensação era que ele podia pedir qualquer coisa). Fiquei de joelhos no chão e ele em pé, meteu o pau na minha boca, chupei mais um pouquinho e, quando ele estava prestes a gozar, tirou e melou minha cara toda de porra.

Fomos nos lavar no mar, nos despedimos com um beijo demorado. No outro dia, viajei. Agora trocamos mensagens, esperando a próxima oportunidade de estar com meu menino de novo.

Priscila, uma leitora da Bahia.

Naquela noite, eu não conseguia esconder o meu ciúme. Eu havia entrado naquele relacionamento – se é que se pode chamar de relacionamento – sabendo como seria: passageiro. Contudo, acabei me envolvendo sem querer. A cabeça sabia que deveria ser apenas transa, mas ela fazia com que meus sentimentos entrassem no jogo. Ela era foda!

Só de vê-la conversando com aquela cara de safada com o Schneider – que era quinze centímetros mais alto que eu, era loiro, tinha olhos claros, possuía um físico impecável e tinha fama de pauzudo – eu já morria de ciúmes. Ela era a MINHA putinha!

Ela namorava um holandês, entretanto quase não o via e, como era viciada em sexo, precisava de alguém para satisfazê-la na sua ausência. Foi aí que eu entrei na parada. Qual era a minha função? Meter! Eu deveria comê-la e só! E eu estava fazendo isso muito bem, diga-se de passagem, até ela mostrar que quem estava no comando da situação era ela, não eu.

Depois do churrasco da tarde no qual ela ficou de conversinha com o tal Schneider, eu percebi que ela era mais atraente do que eu imaginava. Pelo simples fato de se mostrar independente, dona de si, conquistadora e indiferente, tudo ao mesmo tempo. Eu sabia que ela ia dar pra ele e isso me deixava maluco de ciúmes. A insegurança me movia.

Pela noite, liguei pra ela e disse que precisávamos conversar pessoalmente. Venha até meu apartamento – ela disse.

Chegando lá, sentei-me em um dos dois sofás brancos que havia na sua sala. Ela sentou-se de frente para mim, no outro. Seu nome era Tatiana, tinha pele branca, cabelos negros, lisos e compridos. Olhar sacana, sarcástica, infiel (o que pra mim acaba sendo um agravante sexual) e tinha piercing na língua, o que a deixava ainda mais sexy. Se eu pudesse dar a ela um diferencial eu citaria seus seios, fartos, macios, quentes e belos. Começamos a conversar e logo virou uma discussão, pois eu não tinha argumentos concretos. O que eu alegaria, se não éramos namorados nem nada? Eu era justamente o outro, aquele que não podia reivindicar nada além de uma foda bem dada. Como eu poderia proibi-la de conversar com outro cara? O stress foi tomando conta de mim e ela começou a usar isso a seu favor. Levantou-se, pegou uma garrafa de vinho tinto, um Borgonha de uva Pinot Noir, e sentou-se novamente. Não sei se ela sabia, provavelmente sim, que essa uva é considerada pelos especialistas como a mais afrodisíaca. Começou a beber no gargalo sem deixar de me olhar com cara de piranha.

– É isso que você quer? – disse, deixando o vinho escorrer pelo queixo, chegando até os seios.

– Sim, é isso que quero – retruquei, entrando no jogo dela.

De repente ela estava toda lambuzada de vinho, derramava cada vez mais. Então se levantou, tirou a roupa e, no meio da sala, começou a jogar mais vinho pelo corpo.

– Vem e bebe! – ordenou.

– Ajoelhei aos seus pés e comecei a beber do líquido que percorria seu corpo e pingava indomável de sua boceta depilada.

Chupava tudo, bebia tudo. Passava minha língua como um animal feroz no meio das suas pernas, subindo até os seios e voltando, e ia ficando cada vez mais louco por causa do álcool e da raiva reprimida. O gosto da bebida misturada ao seu sabor particular resultava em um paladar voluptuoso.

Tirei minha roupa também, já manchada. Roubei a garrafa de suas mãos e disse:

– Agora é a sua vez!

Então ela veio beber na cabeça do meu pau! Mamava gostoso, desvairada, enlouquecida. Passava a língua por tudo e quase engolia minha pica junto com o vinho. Que boquete gostoso! Esfregava minha vara na cara toda, lambuzando-se por completo. Como ela gostava de uma travessura. E eu ainda mais!

Deitamos na poça de vinho e começamos a trepar ali mesmo. A sala estava toda molhada, os sofás sujos e nos deliciamos como crianças brincando na chuva. Eu metia com tanta força que ela gritava sem levar em consideração os vizinhos. Gemia feito uma cadela no cio. Piranha! Agora eu ia me vingar, ia fodê-la com nunca havia feito, para ela saber que EU era o seu macho! Coloquei-a de quatro, escorada no sofá, bem empinada e montei nela. Socava como um cavalo garanhão e ela desfalecia de prazer. Abria sua bunda e metia a vara socando o dedo no seu cuzinho. Ela já não sabia se gritava, se gemia ou se soluçava.

Então, peguei-a no colo, ainda escorada no pau e levei-a até o chuveiro. Ela estava enfurecida de tesão com o que estávamos fazendo, então, já com a água a nos lavar, ela meteu um tabefe na minha cara. Ah, havia esquecido de dizer, ela adorava uma boa briga de amor. Em outras palavras, a vadia gostava de apanhar… e de bater! Foi automático, soquei a mão na cara dela de volta e então a putaria começou de verdade. A gente se beijava com a água a percorrer os nossos corpos, eu chupava a sua língua e mordia a sua boca com força, louco pra sentir o gosto do seu sangue, mas me continha para não acabar com ela. Estávamos metendo de pé, eu apenas havia levantado uma perna dela e entrado por baixo. Encharcados de satisfação. De repente, depois de levar mais um tapa, virei com tudo e quebramos o boxe. Ela estava pouco se lixando, o que ela queria era isso mesmo, ver o pau torar! Então a joguei na cama e, molhados, recomeçamos a meteção.  Cansado de apanhar – ela tinha a mão pesada – fiz com que ela ficasse de costas, assim ela ficaria toda exposta, submissa e eu faria o que desejasse com ela. Soquei o pau com tudo e bombava irado naquela puta safada. Ela rebolava gostoso e meu pau começou a latejar dentro dela. Batia com força naquela bunda e ela, por ser branquinha, já estava toda marcada. Tirei o pau da boceta e mirei no cuzinho, que já estava todo melado. Sem hesitar, ela pediu:

– Me fode no rabinho!

Antes de pôr a cabecinha, ainda dei uma boa brincada na bordinha, fazendo com que ela implorasse para que eu a estuprasse por trás. E assim foi. A pica passava lisa naquele buraquinho e ela estava à vontade com tudo aquilo, como uma verdadeira devassa. Enquanto comia o rabo dela, acariciava seus seios deliciosos. Ela gritou:

– Vou gozaaaar!

Então eu acelerei e o tesão máximo veio de súbito!

Gozamos juntos, eu dentro dela. Que sensação extraordinária!

Deitamos juntos na cama e, depois de alguns minutos, depois de recuperar o fôlego e retornar à realidade, ela disse de maneira leve, quase sussurando, mas irrefutável:

– Pode ir agora.

Marco Hruschka, do blog Letra Lírica.