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Pode reler o título deste texto porque é bem isso mesmo. As camisinhas Skyn, a primeira vista, não me deram credibilidade alguma porque eu apenas a compreendia como uma camisinha como qualquer outra. Como sempre, resolvi partir para o Google e deparei-me com uma explicação sobre o material utilizado nela, além de diversos depoimentos sobre seu uso. Achei um máximo e parti para a fase de experimentação, é claro!

Com esta camisinha, realmente me senti em contato direto com o pênis no momento em que ele me adentrava. Ele adere direitinho e proporciona aquele atrito delicioso dentro de nossa região íntima, além de não deixá-la tão ressecadinha quanto muitas outras. Inclusive, é por isso que as pessoas não gostam das camisinhas e usam a expressão de ser chato chupar bala com a embalagem. Sem ela, a gente sente o verdadeiro gostinho do doce. As camisinhas Skyn não são feitas com látex de borracha natural em sua composição, mas sim de Polisopreno. Isso é ótimo para quem ter alergia ao látex de borracha natural, não é? Sem contar que as sensações e sensibilidade deste material é muito bom.

Por ser nova no mercado, tais preservativos não são tão baratinhos quanto as que costumamos comprar. Mas, ainda assim, super cabe no bolso. Eu indico para quem tem alergia, quem é casado ou tem uma vida bastante ativa sexualmente e se cansou das camisinhas convencionais, para quem quer conhecer um produto diferenciado e, principalmente, para quem ter alergia às de látex porque se proteger, amores, é essencial. Antes, você não as encontrava em farmácia, somente em sex shop ou revendedoras de tais produtos; mas acabei de saber, por uma leitora, que já é possível encontrar. Oh, que máximo!

 

Gostei, Lu, de fato foi a que melhor conseguimos nos adaptar. Meu marido até comprou um pacotinho na farmácia esse semana. Ela é bem fininha mesmo, mas resistente…e não deixa a pepeca sem lubrificação porque o problema das outras é que o atrito deixava a vaginal sem lubrificação, né?

 

Agora, amores, é experimentar e curtir a coisadinha com o love, o peguete ou o amigo. Se quiser compartilhar com a gente sua experiência, sinta-se a vontade. O Pudor Nenhum é um espaço aberto para isso e a gente ama que aqui seja assim!

Aos 23 anos, José Abisolon é um conquistense de escrita peculiar e excitante. Por meio das palavras, ele trabalha com todos os nossos sentidos e faz com que percebamos o quanto pode ser inebriante um conto erótico. Um leitor exímio e com uma pequena biblioteca particular de literatura erótica, ele causa inveja aos que se deliciam com este tipo de escrita. Foi por meio da leitura que este jovem começou a escrever, aos 17 anos, e exercer a sua criatividade sobre o papel. Iniciou ao ler Charles Bukowski e assistir a série Californication.

Eu me identifiquei com Bukowski nos aspectos de solidão e aquela revolta com a sociedade. Ele era diferente de tudo que eu já tinha lido, e pensei que eu podia fazer o mesmo. Sentei em frente ao computador e saiu o primeiro conto, chamado Alice. Uma senhora casada que insatisfeita, procura um garoto de programa. Rendeu 7 páginas, eu mostrei pra namoradinha da época e pra família, claro que eles apoiaram, haha! Daí foram surgindo novas histórias.

Em cada história, José Abisolon me relatou ter um pouco de Bukowski, mas ter também a influência de outros escritores que tenha lido, filmes que tenha assistido e por aí vai. No entanto, cada um dos seus nove contos, produzidos até hoje, tem um motivo particular. Há quem tenha encomendado algum conto, outros foram formas de homenagear alguém e alguns foram frutos do desejo. Quando eu lhe questionei a respeito de algum conto especial, ele me respondeu que

Cada um teve seu motivo de existir, sua necessidade de ser colocado pra fora. Eu amo os detalhes que estão neles. A cor de uma calcinha, o sorriso ou as palavras pronunciadas pré ou pós-gozo. Aos contos em si, não sou apegado… Prefiro que eles sejam inspiração para que as pessoas se amem.

Agora vou deixar de lero lero e lhes apresentar o último conto de José Abisolon, que se chama Leila.

Em pé diante da cama, mãos dentro do bolso, a luz brilhando no prendedor de gravata prateado e um sorriso nos lábios. A camisa branca era a única coisa pura que existia no ambiente. A mulher sentada na beirada da cama, olhos pequenos, carregados de desejo. Sorriu. Ainda que parecesse leve, foi só para disfarçar sua ansiedade. Ambos continuaram a se encarar.
– Esperei o dia todo por esse momento… Ela disse. O que era totalmente verdade. Nos intervalos do trabalho, sempre que um paciente entrava para o consultório do dentista, ela se ocupava em mandar uma mensagem. Relatou o quanto estava cansada e que ser secretária lhe consumia o bastante, e para piorar, a faxineira adoeceu e naquela manhã teve que chegar uma hora mais cedo e limpar tudo.” Ninguém merece isso”, escreveu ele em resposta. Ofereceu uma massagem e de prontidão recebeu um “Eu adoraria”.
– Você quer alguma coisa? – ela quis saber.
– Apenas que você relaxe…
Tirou o paletó e pendurou na maçaneta da porta.
– Fica só de calcinha, disse a voz rouca dele.
A mulher deitou o corpo na cama e foi subindo, até chegar aos travesseiros. Retirou a camisola preta que usava e ficou de bruços. O ambiente ficou elétrico. Sentiu-se vulnerável ali, com ele de pé observando-a. Pequena, diante daquele homem. Adorou a sensação. Cruzou os braços embaixo da cabeça e sentiu a respiração pesar. O homem aproximou-se enquanto tirava os sapatos e meia. Pôs o prendedor de gravata no bolso do paletó e a gravata num travesseiro próximo à mulher. Ajoelhado, subiu na cama e ficou por cima, com ela entre as pernas. Sentou de leve nas pernas dela e deslizou as mãos do cóccix até o pescoço, afastando o cabelo para o lado esquerdo. A mulher arrepiou com o toque, as mãos estavam frias. Aquelas mãos grandes e ásperas… O homem percorria a pele da mulher, para cima e baixo. Pressionando-a com os polegares. Esta sentia seu corpo esquentar, a cada movimento. Era como se ele estivesse despertando-a.
Ele esticou o braço até o interruptor e apagou a luz. “Assim fica melhor”, sussurrou. Em resposta, tudo que ela fez foi balançar a cabeça. Massageava os ombros e depois envolvia o pescoço com suas mãos. Ela suspirava. Lambia os lábios e sentia o tom vermelho do batom aumentando suas vontades. Queria tocá-lo. Precisava senti-lo. Reuniu forças para movimentar o braço na sua direção, mas foi desnecessário, ele captou sua intenção e deitou seu corpo sobre o dela, cobrindo-a com o dobro do tamanho. Ambos os perfumes invadiram os corpos, e a voz grossa penetrou-a: “ Eu quero você”.
Apoiou-se sobre as mãos e desceu, beijando cada centímetro das costas dela, que ergueu um pouco o corpo, queria senti-lo mais. Quando próximo à bunda, ele mais uma vez ficou de joelhos. Admirando-a. Pegou a gravata preta em cima do travesseiro e ordenou que ela pusesse os braços para trás. Ela obedeceu e com uma mão, o homem segurou os punhos dela enquanto usava a outra para prendê-los com a gravata. Estreitou o nó. Pôs as mãos na cintura de Leila, este era o nome dela, e apertou, para depois resvalar até as nádegas. Puxou a calcinha fio dental preta até as panturrilhas dela. Em resposta, ela apoiou-se no joelho. Oferecia-se. O homem cobriu a bunda com suas mãos e afundou o rosto no sexo úmido de Leila. Com fome, envolvia a buceta quente com seus lábios e deslizava a língua. Cada gemido, cada respiração que ela dava, ele lhe respondia com uma lambida. Apertava as nádegas de Leila para mostrar-lhe quem estava no comando. Dizia com os dedos: “Eu lhe domino”. Leila jogou o corpo para trás, elevando a bunda.
– Deita! – ordenou.
A mulher soltou o corpo sobre a cama. Estava quente, a respiração ofegante. Transpirava e o batom já começava a manchar o travesseiro. Coração e buceta pulsavam, mas só um deles escorria, líquido, por suas pernas. O homem tirou o cinto e jogou no chão. Abriu o zíper da calça e retirou-a. Um por um, enquanto sentia o pau latejar com a imagem de Leila submissa na sua frente, abriu os botões da camisa. Abaixou a cueca vermelha e deitou-se ao lado de Leila. A mulher girou a cabeça, encarando-o entre os fios do cabelo que cobriam seu rosto. Sentiu as mãos ásperas em seus braços lhe puxarem para cima dele. Passou a perna por cima e ficou de joelhos, mãos atadas, sentada em cima do pau negro e grosso que lhe separava os lábios da boceta molhada. Ainda apertando seus braços, ele a puxou e se beijaram. Leila sentiu a boca carnuda que antes lhe chupava, agora mordendo seus lábios rubros. De fome igual, Leila se entregava. Entre um beijo e outro, pedia que lhe fodesse com vontade. Experimentava o pau pulsar com a umidade da sua boceta. Mordiscava-o no pescoço. Ela ergueu um pouco a cintura. O homem segurou o membro com a mão direita. Com os olhos fechados, Leila foi se encaixando. A cada centímetro em que se sentia preenchida, sua pele reagia. Quando completa, largou-se sobre ele. As mãos masculinas e grosseiras estavam em sua cintura, coordenavam o movimento. Com força e apertando-a. Leila cavalgava, aproveitava a pouca liberdade que o nó nos punhos permitia e cravava as unhas nas coxas do homem. Este se levantou e foi de encontro ao corpo feminino. Envolveu-a com os braços e sugava os seios de Leila com força. Ela gemia de dor e prazer. Os corpos escorriam de suor. Ele lhe agarrava pelos cabelos e mordia o pescoço. Todo o corpo de Leila tremeu. Com a boca seca e falta de ar, pediu para que gozassem juntos. O homem deitou e ela jogou o corpo em cima dele. A mulher mordeu o ombro másculo, tentando segurar o grito de prazer. Veio um gemido forte e longo. Suas mãos se contorceram e o corpo estremeceu. Ele fechou os olhos e deu vários pequenos gemidos, seguidos, enquanto apertava os braços de Leila com força. Eternos segundos depois, a tensão corporal passou. Ela ficou ali, em cima do peito dele, tentando recuperar o fôlego. O homem a abraçou. Beijaram-se.

Depois do banho quente e um pouco de conversa, ele adormeceu. Leila ficou trocando os canais da TV até se entediar. Levantou da cama, caminhou até o paletó e no bolso interno, achou uma carteira de cigarros e um isqueiro azul-escuro. Acendeu um cigarro. Vestiu a camisa branca que ele havia usado. Não só pelo frio, mas também porque adorava aquele perfume. Usar uma camisa que ia até suas coxas de tão grande lhe trazia uma sensação de acolhimento e intimidade. Sentia-se sensual ali dentro. Fechou alguns botões e foi até a janela. Gostava da imensidão de luzes que a vista lhe oferecia. Do silêncio. Observou o corpo dele, sereno, adormecido. Riu ao constatar que ele parecia muito indefeso, e que isso nada tinha a ver com o homem que havia lhe dominado horas atrás.
Antes de voltar para cama, passou o batom vermelho e deixou-lhe uma marca de beijo no colarinho. Aproximou o corpo ao dele, que em resposta lhe abraçou.
Leila adormeceu.

Uma delícia de leitura, não é? Quem quiser ler outros escritos de José Abisolon e iniciar um bate papo inspirador, o seu e-mail é jose.abisolon69@gmail.com e o whats é (77)99169-1541. Sinta-se à vontade, ele é um rapaz tinindo de bom!

Ele passa a mão pela minha boca e mete sua língua e suas vontades em mim. Assim começa toda a trama sexual entre os dois. Estava quente e o sexo não pedia atritos, mas deslizava – é assim que defino a relação sexual nesses dias atuais de calor intenso. Quem nunca suou litros durante uma transa? Quem nunca fez sexo pela manhã ou à tarde com o sol a pino? Quem nunca molhou os cabelos de prazer ou sentiu o gosto salgado do outro enquanto os movimentos se repetiam deliciosamente?

Há quem não goste da prática sexual em momentos tão quentes ou em lugares abafados. Para muitos, suar demais pode gerar um incômodo e tanto porque impossibilita o desejado atrito entre os corpos. Alguns também atribuem ao suor a falta de higiene e não gosta do cheiro que alguns sentem advindos dele. Para V.H., “Me sinto incomodado, você ali no nheco nheco e às vezes as pessoas tem doenças transmitidas pelo suor. Melhor sequinho, mas se suar não posso fazer nada”.

O suor provocado por formas de prazer pode ser uma válvula para ascender a sensualidade que há em ambos. Sem contar que favorece um deslizar e o calor duplicado que emana durante o ato, bem como ressaltou essa lindeza de leitor ao dizer que “o suor dá movimento, instiga os sentidos. Parece-me que chega até a ser um certo termômetro: se a relação tá boa ou ruim”.

Suar, durante a relação, é a prova concreta de que o exercício físico realmente está sendo bom e, portanto, nem sempre depende da temperatura externa. Em outras palavras, este calor pode estar vindo de dentro e do fogo que ambos possuem. Há também quem não goste de suar, mas na hora agá não abre mão de prosseguir na foda por causa disso. Uma diva salienta que odeia suar, mas que com o ex ela adorava. Pode isso, musas e musos? Claro que pode. O suor, neste caso, é muito mais do que apenas uma transpiração resultante de atividades.

Ah, existe também quem veja o outro como sensual apenas pelo suor e sem efetivação do sexo. Como relatou P.S., “teve uma vez que peguei o ônibus com um cara todo suado voltando do futebol, super gostoso, confesso que adorei…kkkkkkkkkkkkkkkkk…me julguem”. E mais, F.D completou dizendo que se “um boy chegar de futebol e transar, nossa, deve ser maravilhoso”. Aiai, e deve ser maravilhoso mesmo. Afinal, o sangue vai estar bem quente e o corpo pegando fogo.

Tanto quanto é importante falar sobre isso e trazer os diversos pontos de vista, vale dizer que o sexo só será realmente bom se o suor não incomodar nenhum dos parceiros. Caso contrário, pode ser que venha uma enxurrada a caminho e que esta não seja lá essa delícia toda. Agora é a sua vez de dizer o que acha, comenta aí e vamos papear.

Confesso que até pouco tempo, eu nunca tinha visto um vibrador clitoriano. Estava acostumada com aqueles enormes que simulam o pênis e acreditava que só daquele jeito eu poderia sentir prazer. Quando apresentaram-me ao bullet, já foi com o discurso de que ele é super desejado pelas mulheres. Eu pensei: será? Se é assim, então é claro que preciso usar! Antes de usar, logo vendi meu primeiro vibrador bullet e – na empolgação – meu cliente comprou as pilhas de imediato e fez um videozinho me mostrando a velocidade do danado. Foi amor à primeira vista, não minto. Acabei ficando com um pra mim e, como eu já disse, já testei e aprovei.

Este da foto, ao qual me refiro, é um vibrador bullet cápsula da Sensual Love. Apesar de alguns sites dizerem que ele também pode ser inserido nas regiões anal e vaginal, eu acho que o créu número cinco no clitóris já é o suficiente para nos deixar cheios de prazer até a tampa. Algumas mulheres não sabem direitinho onde se localiza o clitóris, então trouxe essa imagem para que não reste nenhuma dúvida às lindas.

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Este vibrador mede, aproximadamente, 5cm de comprimento por 2,8cm de diâmetro e o controle mede 9,5cm de comprimento e 3cm de largura, cuja utilização é feita por meio de 02 pilhas AA. É isso mesmo, ele tem controle. O fato de funcionar assim faz com que os homens também sintam interesse em adquiri-lo para umas brincadeirinhas a mais com a parceira. Inclusive, li no Bolsa de Mulher que este é um dos produtos preferidos pelos homens. Saber disso faz com que as comprometidas sintam mais vontade de usá-lo e percebam que a coisa é realmente boa.O bom é começar com a menor velocidade e depois ir aumentando até ficar louca e partir para outras preliminares e finalmentes, caso esteja fazendo isso acompanhada. Se você sozinha, então goze, minha linda. Você merece!

Só teve uma coisa nele que eu fiquei meio assim, desconfiada, foi o fato dele fazer um barulhozinho enquanto vibra. Se tiver gente em casa, for à noite e o silêncio estiver predominando o ambiente,, a saída é dizer que é o celular que não para de vibrar. O som dele parece um celular vibrando, ou seja, não dá para usar em qualquer lugar porque pode ficar chato. Fora isso, super recomendo. Para vocês perceberem como o safadinho vibra, fiz este vídeo abaixo para verem.

 

 

Antes e depois de usá-lo, é importante lavar com água e sabão neutro. Eu tive cuidado com o fio e só lavei a cápsula, peço que tenham o mesmo cuidado. E caso queiram um desses, saibam que vocês podem encontrá-lo nos Mastubadores e vibrador rotativo e na Rede sex shop – o precinho está ótimo. Um beijão, então, e muitos gritinhos de prazer porque nós somos uma gostosura e, portanto, merecemos!

Você tem problemas com se lambuzar? Melecar-se todo na hora do vucu vucu com o parceiro ou parceira? Com esta caneta, é assim! Ela vem em diversos sabores, os quais eu experimentei o de doce de leite e de leite condensado. O conteúdo é um líquido um pouco cremosinho e não foge muito ao gosto original dos doces convencionais. A Sexy Pen, da Sensuale, apresenta o slogan “Desenhando o corpo com sabor” e é realmente isto o que acontece.

A gente faz assim: desenha o que quiser no corpo alheio ou até mesmo no próprio corpo e, para tirar o que foi escrito antes que aquilo se desmanche, você passa a língua com tudo. Como é gostoso, você vai ainda com mais gosto e chupa com toda a determinação. Comigo foi desse jeitinho e contigo, provavelmente, não será diferente. Afinal, esta é a única função que esta caneta tem.

A vantagem da Sexy Pen é que a embalagem é super prática e conserva muito bem o alimento. Você não vai encontrar, no supermercado, um leite condensado no ponto certo de usar – sem precisar trabalho algum para abrir e para fechar a embalagem. Com a caneta, isso é a coisa mais simples do mundo. Além do mais, você pode usar em qualquer lugar e a qualquer hora. Dá pra passar na boca e beijar muuuuito. Então, despudorados, vale a pena ter uma. Dá até pra levar em uma festinha e surpreender por lá, pense nisso. São possibilidades demais para você perder de sentir esse gostinho.

Esta caneta não é cara e eu vendo, viu? Inclusive, quero deixar claro que caso eu não goste de algum produto, também vou divulgar seus pontos negativos e evitar vendê-lo. Portanto, gatos e gatas, podem confiar. Colem em mim e compartilhemos juntos nossas experiências, é gostoso demais!

O Eletric Plus, da Soft Love, é um produto que revolucionou o mercado erótico em 2010 por ter sido o primeiro vibrador líquido lançado. Ele, então, acaba sendo aquele produto que causa curiosidades e nos permitem sempre a mesma pergunta: Como assim, vibrador líquido? Eu me fiz este mesmo questionamento quando descobri essa preciosidade e, é claro, corri para a internet a fim de descobrir e perguntei como funcionava para quem já havia usado. Nesse período, descobri que o Eletric Plus – além de ser identificado como um óleo de massagem – também dá uns pequenos choques na região íntima.

Só que as coisas faladas são diferentes das coisas sentidas e, quando tive a oportunidade, adivinha o que eu fiz? Resolvi usá-lo, até porque – se não fosse assim – eu nunca poderia me dispor a falar dele para vocês, não é? O Eletric Plus é um produto em embalagem spray e contém 15 ml. Parece pouco, mas não é não. Com essa quantidade, dá para usar várias vezes. Este da fotografia foi usado por mim uma única vez e nós caprichamos demais na dose, ainda assim vai dar para usar mais em uma série de encontros.

Mas voltando ao que mais interessa, este produto realmente dá uns choquezinhos que mais parecem umas beliscadinhas, além de esquentar bastante a região. Ele pode ser usado tanto no pênis quanto no clítoris. De acordo com a embalagem, você deve borrifar a quantidade desejada no local e massageá-lo delicadamente. Algumas vezes, eu massageei e, em outras, não. Em todas elas, senti a quentura; mas as pinicadinhas/beliscadinhas/choquezinhos/formigamentos, apenas senti em algumas vezes.

Tais vibrações aceleram a lubrificação natural e permitem um maior prazer na penetração porque age diretamente no clitóris. Já no homem, há a quentura no local – mas não registramos ainda o formigamento. Acredito que no homem há um intenso aquecimento, mas as beliscadinhas não são tão evidentes.

Quando você aplica de primeira, chega toma um susto e pensa: Poxa, ele realmente faz efeito e é muito bom. A penetração aliada a ele, ajudam a coisa a ficar melhor. Caso seja entre mulheres e não role vibrador, dedos e mãos também devem dar um ótimo efeito. Entre homens, mãos são ótimas. Eu também optei pela boca e língua. O gosto do Eletric Plus não é ruim. Na verdade, nem lembro do gosto, só lembro que não era ruim e, por isso, mandei ver. Ainda não experimentei usá-lo na região anal, mas será minha próxima possibilidade para contar a vocês.

Quem quiser experimentar e, quem sabe, compartilhar o que achou do produto, eu vou amar. Para quem não sabe, este é o primeiro de uma série de produtos que vou usar e falar a respeito aqui. Para adquirir o produto, você pode acessar o Cosméticos sensuais na Rede sex shop clicando no próprio nome citado. O valor lá está super em conta. Até o fim de 2016, terei mais novidades por aqui!

Não tem mimimi nem blablablá, quero calar a minha boca com seu ato mais profano e mais digno de liberdade. Pode metê-lo quente, firme, ereto. Inclusive, quero ver e senti-lo gemer junto a mim enquanto sugo toda a sua sexualidade em ostentosas chupadas e lambidas, de modo a prepará-lo para esbanjar todo o banquete que continuamente prepara para o nosso desfrute. Sem frescuras ou quetais, movimente-o para frente e para trás que eu o sentirei brincando entre meus lábios e divertindo-se com minha língua e dentes.

Maravilhosamente, minha boca se enche d’água, prazer e fogo. Assim, alguns alertas são lançados em meu corpo e, ao menos, da calcinha preciso me livrar. Já não estou com ela, já não quero nem saber de travas. O sistema nervoso balanceia e permite às pernas ficarem bambas e minha boceta encharcar-se. Com uma mão, seguro o seu pau firme e o sustento em minha boca sem cautelas. Com a outra mão, esfrego entre minhas pernas que se manifestam em todo gozo.

Meus dedos vão em sua boca. Gemidas soam como canção em meus ouvidos. Você solta o seu fervor em mim e eu sinto o gosto e me banho com toda a porra esbravejada. Com isso, me jogo sobre você para darmos prosseguimento aos enlaces que nos apontam querer um ao outro.