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O novinho da praia

Apesar de escrever muito, nunca havia feito um texto de conteúdo erótico, até que no fim do ano passado aconteceu uma coisa que eu tive vontade de espalhar para todo mundo. Como a história tem alguns agravantes, melhor escrever aqui mesmo, RS.

Meu nome é Priscila, tenho 24 anos, sou morena, cabelos curtos (Desses que vocês veem nas novelas), minha genética, modéstia a parte é muito boa, por isso tenho um corpo bonito sem muitos esforços: minhas pernas bem definidas e minha bunda durinha combinam muito bem com meus seios médios (Proporcionais aos meus 1,57 de altura).

Eu tinha saído de um relacionamento que me fez muito mal e decidi passar um tempo na casa da minha tia, no litoral baiano. Os dias passavam sem muitas novidades: eu ia para a praia, voltava cansada no fim do dia e apenas dormia.  Na véspera do dia marcado para eu ir embora, saí da praia e decidi passar na rua, em busca de alguma coisa para tomar café, quando cheguei na porta da padaria tinha um rapaz, aparentando ter no máximo 18 anos, loirinho, um porte atlético, bem mais alto que eu (adoro isso).  Fiz alguma piadinha sobre gostar de leite ninho (como eu chamo meninos mais novos), comprei o que precisava e saí dali, decidida que queria mais do que o que fui buscar.

Cheguei em casa, comentei com minha prima sobre o tal menino e ela me passou a ficha completa, adicionei nas redes sociais e logo iniciamos um papo animado, ele  queria me ver naquele mesmo dia, achei melhor não, era tarde e eu não queria ter que explicar para onde estava indo. Combinamos de nós vermos no outro dia a noite, as horas pareciam não passar, enquanto isso  ficamos trocando mensagem, em uma dessas ele mandou uma foto sentado, onde evidenciava um volume na bermuda, senti minha bucetinha molhar na hora, por vingança mandei uma imagem minha, com o vestido propositalmente levantado, mostrando minha coxa tatuada (Tenho certeza que o efeito foi semelhante).

Me masturbei durante o banho, imaginando o que estaria por vir. Marcamos na praia e lá estava eu a noite, ansiosa, como uma adolescente que espera o namoradinho para namorar escondido. Ele chegou um tempo depois e começamos a caminhar na praia, andamos bastante, falamos sobre diversas coisas, mas nenhum tomava uma iniciativa, até que ele perguntou até onde iríamos caminhar e eu ousada que sou, falei que ia caminhar até que ele parasse para me beijar, nem precisamos dizer mais nada…

Nos beijamos com muita paixão, como um casal que já se conhece há muito tempo, ele me abraçou e eu pude sentir aquele corpo forte junto ao meu, eu usava um shorts de tecido e uma camiseta sem sutiã, logo  estava sendo agarrada por trás (tenho muita sensibilidade nas costas), senti seu pau duro roçar minha bunda enquanto sua mão entrou por baixo do meu shorts e começou a alisar minha buceta. Encontramos um barco aportado na praia, ele sentou e me pôs no colo, lembram-se da sensação de ser uma adolescente agarrada pelo namorado? Assim eu me sentia, em nenhum momento ele pareceu inexperiente.

Observamos que algumas pessoas olhavam a gente de longe, aproveitei para confessar que a ideia de que alguém estava vendo me excitava ainda mais. Fomos para outra parte da praia, que permitia que a gente se movimentasse melhor, com o cuidado para não entrar areia em certos lugares. Como o tesão era enorme, logo  estávamos completamente nus enquanto nos beijávamos, nossas mãos percorriam nossos corpos loucos de desejo um pelo outro, eu me esfregava contra ele, ao mesmo tempo ele amassava a minha bunda.

Enquanto ele estava sentado parei de beijá-lo, ajoelhei e cai de boca naquele pau maravilhoso (Só cabia metade) Passei a língua pela cabeça, fazendo ele gemer de tesão, depois fui lambendo aquele pau todo, lambi o saco e coloquei as bolas em minha boca, um de cada vez, enquanto batia uma punheta, voltei lambendo até a cabeça e subi, lambi o abdômen, depois os mamilos, pescoço, até chegar na orelha e implorar baixinho para que ele me comesse, confesso que já havia gozado umas duas vezes chupando aquele pau gostoso e sentindo suas mãos acariciarem minha bucetinha.

Ele sentou em um barranco de areia e eu sentei no colo, cavalgando loucamente. Enquanto isso, aquele pau enorme era engolido pela minha boceta, toda lambuzada. Eu subia e descia naquela pica, de vez em quando eu rebolava. Enquanto ele metia na minha buceta, eu massageava meu grelinho e, com isso, gozava cada vez mais, nem sei quantas vezes gozei naquela posição.

Pedi para ser fodida de quatro, ele perguntou se eu gostava de ser xingada (Uma coisa que me atrai nos novinhos é que eles não têm receio de perguntar, não chegam achando que sabem tudo). Só respondi: Eu sou sua putinha!

Sem cerimônias, ele puxou meu cabelo, me fazendo ficar próxima dele, meteu bem forte em mim enquanto me chamava de puta, safada, piranha, vagabunda… Eu retribuía pedindo: – Mete meu macho, mete gostoso nessa buceta e me faz gozar. Eu gritava, gemia enquanto ele metia forte em mim e batia na minha bunda.

O clima foi interrompido temporariamente por uma moto que colocou um farol alto em nossa direção, nos cobrimos com as roupas cheias de areia e ficamos com aquela cara de criança que estava fazendo coisa errada. Logo começamos tudo de novo, no final ele perguntou se podia gozar na minha cara e claro que eu disse sim (A sensação era que ele podia pedir qualquer coisa). Fiquei de joelhos no chão e ele em pé, meteu o pau na minha boca, chupei mais um pouquinho e, quando ele estava prestes a gozar, tirou e melou minha cara toda de porra.

Fomos nos lavar no mar, nos despedimos com um beijo demorado. No outro dia, viajei. Agora trocamos mensagens, esperando a próxima oportunidade de estar com meu menino de novo.

Priscila, uma leitora da Bahia.

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Baiana. Graduada em Letras Vernáculas e em Jornalismo. Realizou pesquisa em Análise do Discurso, estudando a produção do discurso pornográfico. Descobriu-se apaixonada por assuntos relacionados ao sexo e a sexualidade. Adora brincar com as palavras e fotografias.

luu.rosarioo@gmail.com

  • Ádila Oliveira

    Miga, sua loka… E se não fosse a areia hein ?!