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No motel pela primeira vez

Um ano de namoro estava chegando. Ela, romântica assumida, fez questão de fazer uma surpresa para o seu amor. Passou um mês planejando, atiçando-o e deixando ele pirado de curiosidade, já que este sabia que envolveria sexo.

Eis que chegou o dia. Ela ligou para o motel da cidade, reservou a suíte luxo, comprou morangos, champanhe, corações e uns produtinhos eróticos. Ele a pegou em casa e ela mandou que ele pegasse a rodovia. No princípio, ele e assustou achando que iam sair da cidade, porém,  por confiar nela, apenas seguiu o seu comando.

Em frente ao motel, ela pediu para ele parar.  Parou sem acreditar. Ao chegar no quarto, ela o vendou e espalhou corações no quarto. Pôs uma música suave, diminuiu a luz, colocou uma lingerie preta, serviu o champanhe nas taças e pediu para ele tirar a venda.

Ele admirou o ambiente, beijou ela intensamente e, em seguida, disse:

– Feliz aniversário de namoro, amor…

Ele voltou a beijá-la ardentemente…

Ela o empurrou pra cama, tirou toda a roupa dele, distribuiu beijinhos em todo o corpo e, por fim, pegou um óleo de massagem e começou a massageá-lo. Já estava indo às loucuras com as mãos dela no seu pau. Como se a massagem não estivesse boa o suficiente, começou a chupá-lo.

Ele sentiu que gozaria logo, então tomou o lugar dela beijando cada pedacinho daquele corpo que amava. Tirou seu sutiã, deliciou-se com os seus peitos que, para ele, eram perfeitos e foi descendo. Retirou a calcinha preta de renda e começou a chupar a sua boceta com muita fome. Parecia que aquela boceta o mantinha vivo.

Ela já estava no ápice. Ele sabia que logo ela gozaria na sua boca. O safado tratou logo de socar dois dedos dentro dela. Não demorando muito, ela se desmanchou no gozo que lhe faltou o ar.

Enquanto ela se recuperava, ele a pôs de ladinho a abraçou. Foi deslizando seu pau para dentro da boceta quente e gozada. Conforme se recuperava, ele ia aumentando o ritmo. Gemidos ecoavam por todo o quarto.

Ela já se sentia melhor e foi cavalgar nele, pois ama fazer isso, pois, durante a cavalgada, ele pode dar tapas na bunda dela. Não houve um lugar naquele quarto que eles não treparam, não comeram morango e beberam o champanhe.

Ela o chama para comê-la na parede. Ele vai, encaixa e mete nela com gosto. Ela se acabando de gemer, de chamá-lo de filho da puta, cachorro, safado e dizendo que ia gozar. Ele quase gozando, mas queria gozar com ela. Então começou a provocá-la enquanto metia pra valer. Vai, cachorro, goza. Goza, rapariga, no meu pau.

Ela não aguentou e começou a gozar. Ele, no mesmo estante, começou a gemer gozando todo seu leite dentro daquela boceta. Ele a segurou depois de gozar, pois ela fica sem força alguma quando goza.

Trocaram beijos, carícias e foram pro banho. Ele a ensaboou toda e ela fez o mesmo com ele. Tomaram banho, saíram do banheiro, pegaram as taças e brindaram o amor. Era o primeiro ano juntos.

Conto real, vivenciado em 27-11-18. Espero que gostem.

De uma despudorada que acompanha o Pudor Nenhum nas redes sociais.

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Baiana. Graduada em Letras Vernáculas e em Jornalismo. Realizou pesquisa em Análise do Discurso, estudando a produção do discurso pornográfico. Descobriu-se apaixonada por assuntos relacionados ao sexo e a sexualidade. Adora brincar com as palavras e fotografias.

falecom.lurosario@gmail.com

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