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Sou do tipo que adora um perigo. Eu e meu parceiro trabalhávamos em uma escola e era comum sermos os últimos a sair e fechar a escola. Era nesses momentos que aproveitávamos.

Certo dia, estava chateada com ele e decidi que não ficaríamos mais, porém acabei não resistindo. Começamos nos pegando na secretaria e fomos para a sala da diretora. Sempre tive tesão em foder na sala, mesa e cadeira dela.

Ele me colocou de frente para a parede, colocando seu corpo contra o meu e me fazendo sentir sua ereção. Começou a beijar minha nuca e pescoço ao mesmo tempo que manipulava meus seios me deixando doida de tesão. Tirou a calça expondo aquele pau delícia. Eu me ajoelhei e caí de boca. Adoro chupá-lo.

Depois o sentei na cadeira dela, montei sobre ele e comecei a subi e descer. Depois fiquei empinada na mesa dela com ele me fodendo por trás. Voltamos para a secretaria. Ele me deitou em um dos birós e fodeu minha boceta. Nossa, como amo senti aquele pau entrando e saindo dentro de mim. Acabei com a barriga toda lambuzada de seu gozo.

Essa foi uma das fodas mais maravilhosas que tivemos no trabalho. Sim, uma das, pois temos outras e, quem sabe, conto qualquer dia desses por aqui.

S.A. – uma despudorada nata.

Um ano de namoro estava chegando. Ela, romântica assumida, fez questão de fazer uma surpresa para o seu amor. Passou um mês planejando, atiçando-o e deixando ele pirado de curiosidade, já que este sabia que envolveria sexo.

Eis que chegou o dia. Ela ligou para o motel da cidade, reservou a suíte luxo, comprou morangos, champanhe, corações e uns produtinhos eróticos. Ele a pegou em casa e ela mandou que ele pegasse a rodovia. No princípio, ele e assustou achando que iam sair da cidade, porém,  por confiar nela, apenas seguiu o seu comando.

Em frente ao motel, ela pediu para ele parar.  Parou sem acreditar. Ao chegar no quarto, ela o vendou e espalhou corações no quarto. Pôs uma música suave, diminuiu a luz, colocou uma lingerie preta, serviu o champanhe nas taças e pediu para ele tirar a venda.

Ele admirou o ambiente, beijou ela intensamente e, em seguida, disse:

– Feliz aniversário de namoro, amor…

Ele voltou a beijá-la ardentemente…

Ela o empurrou pra cama, tirou toda a roupa dele, distribuiu beijinhos em todo o corpo e, por fim, pegou um óleo de massagem e começou a massageá-lo. Já estava indo às loucuras com as mãos dela no seu pau. Como se a massagem não estivesse boa o suficiente, começou a chupá-lo.

Ele sentiu que gozaria logo, então tomou o lugar dela beijando cada pedacinho daquele corpo que amava. Tirou seu sutiã, deliciou-se com os seus peitos que, para ele, eram perfeitos e foi descendo. Retirou a calcinha preta de renda e começou a chupar a sua boceta com muita fome. Parecia que aquela boceta o mantinha vivo.

Ela já estava no ápice. Ele sabia que logo ela gozaria na sua boca. O safado tratou logo de socar dois dedos dentro dela. Não demorando muito, ela se desmanchou no gozo que lhe faltou o ar.

Enquanto ela se recuperava, ele a pôs de ladinho a abraçou. Foi deslizando seu pau para dentro da boceta quente e gozada. Conforme se recuperava, ele ia aumentando o ritmo. Gemidos ecoavam por todo o quarto.

Ela já se sentia melhor e foi cavalgar nele, pois ama fazer isso, pois, durante a cavalgada, ele pode dar tapas na bunda dela. Não houve um lugar naquele quarto que eles não treparam, não comeram morango e beberam o champanhe.

Ela o chama para comê-la na parede. Ele vai, encaixa e mete nela com gosto. Ela se acabando de gemer, de chamá-lo de filho da puta, cachorro, safado e dizendo que ia gozar. Ele quase gozando, mas queria gozar com ela. Então começou a provocá-la enquanto metia pra valer. Vai, cachorro, goza. Goza, rapariga, no meu pau.

Ela não aguentou e começou a gozar. Ele, no mesmo estante, começou a gemer gozando todo seu leite dentro daquela boceta. Ele a segurou depois de gozar, pois ela fica sem força alguma quando goza.

Trocaram beijos, carícias e foram pro banho. Ele a ensaboou toda e ela fez o mesmo com ele. Tomaram banho, saíram do banheiro, pegaram as taças e brindaram o amor. Era o primeiro ano juntos.

Conto real, vivenciado em 27-11-18. Espero que gostem.

De uma despudorada que acompanha o Pudor Nenhum nas redes sociais.

Minha série paixão era O Negócio, mas Sex Education também ganhou meu coração. São 8 episódios envolventes que abordam diversas questões em torno da sexualidade por meio de 3 protagonistas em plena adolescência. Cada um deles com problemas diferentes, mas que juntos compreendem uns aos outros.

Nesta série, temos o protagonista Otis – filho de uma terapeuta sexual, mas com bloqueios sexuais devido a algumas cenas que presenciou quando era criança. Junto com ele, temos Maeve – uma colega rebelde que o convidou para colocar uma clínica e ajudar os colegas com problemas sexuais. E, como melhor amigo de Otis, temos Eric que é um homossexual maravilhoso.

Em Sex Education, foram abordados o machismo, a importância do relacionamento, a homossexualidade masculina e feminina, a necessidade que o adolescente tem de iniciar uma vida sexual, a masturbação feminina, a importância de ser rejeitado pelo outro e seguir a vida, o aborto, a virgindade e outros tantos assuntos que nos inquietam, principalmente na fase de descobertas.

Além disso, temos uma mostra do quanto um adolescente de 16 anos consegue ajudar tantos outros por meio do conhecimento teórico e da empatia. Uma deliciosa cena também veio para nos provar o que significa a palavra sororidade. É a minha vagina” foi a frase repetida por todas as mulheres no auditório da escola para evitar a culpabilização de uma das meninas presente.

Abordar sexualidade é sempre um desafio e trazer tantos assuntos considerados tabu para uma série voltada para o público jovem foi algo bem ousado e merecedor de aplausos. Inclusive, dei uma pausa e fiquei em pé para aplaudir. Se você ainda não assistiu, vale super a pena. Espero que você, assim como eu, também se apaixone.

Namoramos há quase 1 ano e 3 meses. Nosso primeiro encontro teve sexo, sim. Mesmo sem querer, sempre fomos de quebrar tabus.

Num sábado, como de costume, saímos para namorar. Eis que, neste último sábado, a lua estava divina pra ser admirada. Ele me pegou em casa de carro, fomos para a orla da lagoa (Para as bandas de lá, dá pra fazer uma brincadeira gostosa sem ser flagrado).

Tudo, então, começou no carro. Beijos, amassos e logo partimos para o oral. Primeiro eu nele e, em seguida, ele em mim. Aquela língua e dois dedos me deixaram louca.

No carro, deu para fazer várias posições: frango assado, de quatro, de lado, sentar. Hummm. Como se não bastassem essas posições maravilhosas, ele me chamou para irmos pro capô do carro. E lá fomos.

Ele me subiu no capô do carro, encaixou a posição certa e meteu como se não houvesse nada mais importante na vida. Eu estava no meu ápice, sentindo meu orgasmo chegar. Este orgasmo se transformou em múltiplos orgasmos. Logo ele veio em seguida derramando todo o seu prazer na minha boceta.

Forças? Era algo que desconhecíamos naquele momento. A foda foi tão boa que nos deu uma fome danada. Para fechar a noite, comemos um lanche com tudo que tínhamos direito.

Este foi o primeiro conto que escrevi, então releve quaisquer falhas.

De uma despudorada das bandas da Bahia.

Sabe aqueles filmes com uma pegada mais adolescente, mas que nos faz refletir? Dumplin é um deles. Durante quase duas horas de filme, eu me peguei sendo parte da narrativa e me sentindo representada pela protagonista Willowdean. É, inclusive, por permitir essa representação, que este filme tem sido tão referenciado.

Em Dumplin, a personagem principal é uma garota gorda e filha de uma ex-miss. Para se aceitar, ela ouvia sempre os conselhos da sua tia Lucy – que, assim como ela, também era gorda, mas mostrava que isso era o menos importante e, portanto, se amava.

Porém, sua tia faleceu e, ao se encontrar sozinha, sua relação com o corpo tornou-se mais complicada. Chamada de Fofinha pela mãe e não se sentindo inserida no meio social em que ela vivia, Willowdean possuía vários conflitos. Um deles era a negação de si por ter sido cortejada por um rapaz que fazia sucesso entre as meninas consideradas padrão.

Ao mexer nas coisas da sua querida e falecida tia, Willowdean descobriu que, apesar da sua tia se mostrar tão confiante com seu corpo, ela já desejou participar de um concurso de beleza famoso em sua cidade. Com isso, a protagonista resolveu se inscrever neste concurso como uma forma de protesto. Em torno desses desafios, girou toda a narrativa.

No final, o filme não tem nada de surpreendente e isso o torna mais interessante. Quer saber? Vale a pena assistir e se emocionar. Depois vem contar pra nação despudorada o que você achou, ta?

Nós sempre temos a certeza de que ligar o foda-se é a coisa mais fácil do mundo por considerarmos este ato simplesmente como uma forma de negação aos padrões e imposições que nos são impostos. Entretanto, Mark Manson, em A sutil arte de ligar o foda-se, nos apresenta um outro olhar sobre o assunto.

Com suas palavras, nos voltamos para nós mesmos e começamos a refletir sobre nossas decisões, objetivos e atitudes perante a vida. “A ideia de ligar o foda-se é um jeito simples de reorientar nossas expectativas e descobrir o que é ou não importante na vida”, confirmou o escritor.

Mark Manson é pertinente ao abordar a questão dos valores, da importância de assumir a responsabilidade dos próprios atos e de estabelecer as reais prioridades. Ele também nos dá um tapa na cara quando deixa claro o quanto é importante fracassar. Para o autor, o fracasso é uma forma de nos tirar da zona de conforto e nos impulsionar.

Por meio de exemplos inusitados, o escritor nos aponta o dedo e diz: Você não é especial, você não é único e você não precisa ser otimista o tempo todo. Com isso, a gente se sente mais confortável e sincero consigo mesmo para, assim, seguir e assumir a vida com todas as suas divergências.

Eu gostei tanto do livro que li aos pouquinhos, marcando cada trecho que achava interessante e compartilhando diariamente com os despudorados nos stories do Instagram. A cada compartilhamento, eu recebia um retorno positivo das pessoas ávidas por esta leitura.

Mark Manson parece ter dito tudo o que eu precisava ouvir. Essa leitura forte me fez mais leve porque eu resolvi parar de me cobrar tanto. Foi a partir daí que comecei a reescrever a minha caminhada e a redescobrir onde quero chegar.

Além de indicar essa leitura, estou apta a ouvir/ler todos aqueles que também se debruçaram para aprender a sutil arte de ligar o foda-se. Lembre-se que o Pudor Nenhum é nosso e seu comentário aqui é super, mega importante. Aqui você é único.

Quando falamos de casual, estamos nos referindo ao que é acidental, informal, ocasional, eventual. É este o sentido para aquele look em um domingo à tarde e, também, para aquele momento de entrega sexual. Como não há vínculo afetivo e exclusividade, muitas vezes ele é compreendido como promíscuo. Entretanto, a promiscuidade só existe quando o sexo é descuidadoso, ou seja, aquele sexozinho sem camisinha.

Naquela balada, rola a química e dá-lhe sexo nos corredores, no banheiro, na rua. Aqueles amigos que se pegam de vez e se saciam também praticam sexo casual em instantes de aperto, afinal, somos seres sexuais e se ambos são solteiros não há porque se negarem, não é?

Porém, tudo na vida – assim como a lua – é uma questão de fases. Curtir a solteirice tem um pouco dessa leveza do querer experimentar vários parceiros sexual e viver o desapego, mas, como tudo na vida, esse momento também passa a ter regras.

Há um momento da solteirice que somente sexo por sexo deixa de fazer sentido. Para ele continuar existindo, é preciso um esforço do outro ou pelo menos aquela relação de amizade que ultrapasse as quatro paredes. Sexo delivery deixa de ser gostoso porque não surpreende mais. Você passa a ir na casa do outro e vice versa apenas cumprir rotina. Depois disso, tchau e bença. Todo esse círculo vicioso que envolve o sexo passa a ser vazio e pode retornar em pequenas doses de baixa autoestima.

O sexo casual nem sempre persiste. Chega um momento na vida que ele precisa ser leve e surpreender. Acredito que eu tenha chegado a este momento e, assim, estou começando a ligar os foda-se’s para aqueles que só querem uma chupadinha e uma gozada fenomenal. Ficar por um tempo sem sexo não é algo que vai nos matar. Conheço muita gente que vive bem na abstinência e que se aproveita disso para praticar o tapa na pantera, a siririca, os dedinhos na priquita. Sim, a gente também pode gozar e ter orgasmos sozinhas.

Quando o sexo casual passar a te afetar e você começar a se perguntar: Porra, ele só me quer como depósito do esperma. Ele só quer me comer e pronto. Eu não ando servindo nem pra ir ali na sorveteria. Será que ele tem vergonha de mim? Será que sou feia de cara e boa de bunda? Enfim, quando questionamentos sobre sua importância e beleza começarem a se levantar, fuja para as colinas. Coloque sebo nas canelas e corra sem olhar para trás porque você, sua linda, não precisa de ninguém para gozar e ser feliz.