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Finalmente…

Era a última semana de mais um dolorido período da faculdade e todos estavam ansiosos por um lazer. Então, a galera da turma e mais alguns agregados de outros períodos decidiram passar o final de semana em uma cidade próxima em que há muitos balneários. Fiquei bastante animado com a possibilidade, assim como a moçada que dividia um apartamento comigo, mais um cara e duas meninas. Todos muito descolados e saídas para tomar umas geladas eram bem vindas quando possível. Alguns outros membros do passeio moravam no mesmo prédio. Marcamos encontro conjunto na rodoviária. Decidimos viajar na sexta no ônibus das 19:00 porque assim poderíamos aproveitar um pouco a noite da cidade destino.

Eis que é chegada a sexta-feira. Antes do início da viagem todos estavam animados… alguns mais que outros, inclusive eu, os companheiros de AP e prédio, contribuindo para isto algumas brejas tomadas em um barzinho próximo. Uma segunda parte da galera partiria no ônibus das 21:00. Então, lá fomos nós.

Após o embarque, nos concentramos na parte traseira do bus e como já era noite, ar condicionado, baixa luminosidade, o ambiente estava agradável. A viagem duraria cerca de duas horas e nesse período muita coisa poderia acontecer. Quem estava de casalzinho sentou lado a lado, e claro que isso favorecia uma sacanagem por parte daqueles que estivessem com disposição. Nas últimas duas fileiras estavam três casais e eu dei a sorte de ficar na última e com as duas poltronas a minha disposição, logo coloquei o fone, esparramei, fechei os olhos e relaxei.

Passadas meia hora de viagem já dava para perceber que cada um relaxava a sua maneira e os casais se curtiam como era de se esperar. Foi nesse momento que percebi o clima quente que rolava nas duas poltronas a minha direita. Caio e Mayla, um casal vizinho de AP e também meus veteranos, estavam trocando beijos e carícias e, ao observar melhor, pude perceber que ela estava acariciando levemente o pau do parceiro e ele a beijava e lambia no pescoço, fiquei incrédulo, mas gostei, claro.

Estavam tão a vontade que esqueceram de mim e quando Mayla se deu conta, me veio um sorriso malicioso, achei que iriam parar, mas o Caio me olhou de forma descarada e apenas me pediu silêncio levando o dedo em direção a boca. Sabia que os casais da frente também perceberam o que estava rolando, mas não deram a mínima, afinal também estavam “curtindo a viagem”. Caio continuava a desfrutar do pescoço de sua mina e as carícias no pau ficavam cada vez mais intensas. Aquela cena me deixou com um puta tesão, mas, somente aproveitar a visão já me bastava, e acredito que isso também os estava estimulando, claro que os copos de cerveja do início também contribuíram.

Logo ele baixou uma das alças de seu vestido, ela estava sem sutiã, começou a mamar seus seios e os suspiros já começavam a ecoar baixinho, porém com intensidade, a mesma com que ela já punhetava seu macho, um sincronismo bonito de se assistir. Ele acariciava suas coxas, dava pequenos apertos e logo seus dedos foram de encontro da buceta de Mayla que estava se contorcendo, porém sem deixar de socar aquela pica com as mãos. Neste momento, Caio a puxou para um beijo cheio de malícia, conduzindo sua boca até seu pau que começou a ser chupado de forma intensa, eu não estava tendo a mesma sorte, mas o prazer não era tão distante em relação aos dois.

A coisa fluía com excitação em meio a carícias no cabelo e nas costas da gata, uma mamada de pau agora violenta de causar espasmos em quem era chupado, vindo, assim, uma gozada pesada naquela boca. Caio apertava a poltrona na ânsia de extravasar e Mayla continuou chupando e diminuindo o ritmo lentamente. Até que, trazendo-a novamente para perto de sua boca, a beijou de leve, não parecendo ser adepto a certos “nojinhos” que se vê por aí. Na sequência, continuaram a se pegar mais levemente no restante do trajeto. Eu estava satisfeito e com uma vontade imensa de fuder, mas o melhor ainda estaria por vir.

Ao chegarmos a nosso destino, antes de descemos do ônibus, os dois ainda me deram um sorriso, mas não disseram nada, convivíamos pelas circunstâncias, mas mesmo pertencendo ao mesmo curso e prédio não éramos tão íntimos, ainda mais para rolar tudo aquilo. Fomos todos para o local de hospedagem, uma pousada muito aconchegante. Iria ficar com meus parceiros de AP, mas dois estavam acompanhados e eu não queria estragar o esquema de ninguém. Foi nesse momento, percebendo minha situação, que Mayla e Caio me convidaram para ficar no quarto deles… no primeiro momento disse “NÃO”, afinal era mais uma dupla que queria aproveitar o momento a sós naquele final de semana, mas eles insistiram e aquela cena do “ busão” não saia da minha cabeça, pensei… “que mal tem?” e aceitei. Fomos para o quarto, tomamos banho, trocamos de roupa e por volta de 22:30 a galera se reencontrou na recepção e partimos em busca da diversão noturna daquela cidade.

Fui com dois dos meus companheiros de moradia e seus respectivos “peguetes”, mais Mayla e Caio em busca de um lugar para beber. Era o único sem parceria, mas estava tranquilo. Encontramos um barzinho de estilo largadão em que tocava “Rock anos 80”, e como era um gosto musical em comum, decidimos que seria ali. A música estava boa e a cerveja gelada, todos estávamos curtindo e depois de uma hora e já com alguns temas e “litrões” vazios, os casais começaram a se animar e obviamente o assunto “sexo” e seus diversos afins… logo virou pauta. Perguntas e confissões sem pudor.

Mayla confessou que se exibir lhe excitava muito e que era louca por um menáge, tanto com uma outra menina na relação e outro cara também, mas, uma experiência de cada vez, só ainda não havia rolado porque o Caio, apesar de querer muito uma foda com ela e outra garota, era um pouco relutante em relação a outro homem, mas toparia se o cara fosse de confiança… Nesse momento com todos já bem “excitados”, uma das namoradas disse que adoraria uma “DP” e Mayla mandou em seguida na lata: “É…seria uma delícia duas picas ao mesmo tempo, ia rolar tudo que é sacanagem mas… o cu é só do Caio”, todos sorriram. Nesse instante, saquei melhor o lance do ônibus e pensei… “por mim, seria tranquilo”, porém, nada disse. Tomamos mais algumas geladas, era visível que os casais estavam loucos para praticar algumas, ou todas, aquelas putarias que foram citadas… rolava um cheiro de sexo no ar… era chegado momento de voltar a pousada. No trajeto curto até lá o papo se manteve, assim como em meu pensamento, a certeza que ficaria não mão.

Chegando a pousada, os dois amigos e seus respectivos pares não perderam tempo e correram para o quarto e ainda brincaram “a foda vai ser boa”. Mas Mayla e Caio não fizeram a mesma opção… em seguida o Caio disse que ainda tinha uma parada para beber e me pediu que os esperasse na pequena pracinha existente no local, eu, como não estava a fim de dormir e ainda queria uns goles fiz o que ele pediu. A praça estava em silêncio, com luzes baixas e passados alguns minutos voltaram com uma garrafa de vinho. Sentamos em um banco e começamos a tomar em copos descartáveis mesmo, trocamos mais algumas ideias e eles começaram a se pegar novamente.

Agora Mayla, sem mais delongas, sentou sobre o Caio beijando-o de forma intensa enquanto ele acariciava suas costas por baixo da blusa, logo meteu as mãos por baixo da saia e começou a apartar a bunda, tirando um suspiro ardente de sua gata. Eu só podia apertar a garrafa enquanto mandava mais um copo para dentro, pensei em levantar e ir, mas já estava bem alterado e sem vergonha, sem falar que o vinho ainda não havia acabado… um ótimo álibi, né?

A temperatura subiu muito no Jardim, então decidiram partir rumo ao quarto. Me antecipei e disse que ficaria fora mais um tempo ou que poderia catar um abrigo em outro quarto, mas no fundo, queria era presenciar tudo que rolaria entre aquelas quatro paredes. E assim, como se tivesse lido meu pensamento, a Mayla disparou pegando em minha mão: “vem também”, alguns segundos de silêncio… o Caio meio que sorriu dando o aval, seguido de um: “bora!”. Fiquei meio reticente, mas o tesão era enorme e a ideia de assistir aquela trepada… eles levantaram, ele a abraçou por trás e foram em direção ao quarto, fui atrás com a pulsação a toda….

Ao entrarem no quarto, começaram de imediato uma pegação muito louca. Caio encostou Mayla na porta e foi beijando seu pescoço, virando-a partindo para nuca e pressionando firmemente seu corpo, levantando a saia e roçando em sua bunda sobre a calcinha. Eu não podia acreditar no que estava vendo e eles se portavam como se minha presença fosse invisível. Ele a puxou em direção a cama já retirando sua blusa, ela não parecia ser fã de sutiã, ao deitá-la, a despiu da saia. Eu segui em direção a beliche que ficava paralelo e fui para cama de cima para observar melhor. Então, ele ainda em pé rente a cama, a trouxe até sua boca e trocaram mais saliva até ela beijar o pescoço do parceiro, retirou sua camisa, foi descendo com mais beijos pelo peitoral e chegou aos mamilos, fazendo uns carinhos e um passeio com a língua que fizeram Caio suspirar intensamente. Ao descer pelo abdômen, passando pelo umbigo, foi abrindo o zíper, levando a bermuda ao chão, ficando aparente o volume por baixo da cueca.

Após deixar Caio completamente nu, Mayla começou a acariciar aquele pau de forma lenta, primeiro com as mãos, depois com a língua, dando pequenos beijos naquele membro enquanto inclinava seu corpo de forma a provocá-lo. Estando de quatro, inicia um novo boquete no parceiro, mamando e punhetando, em certo momento, apertava com firmeza a bunda dele, levando seu macho a loucura. Ele a tocar seus cabelos, descendo as mãos com carícias nas costas dela, até apertar firmemente sua bunda, puxando a calcinha e comprimindo-a junto aquela buceta, arrancando suspiros de tesão de sua fêmea. Logo, Mayla voltou a subir pelo corpo de Caio em direção a sua boca, beijaram-se, ele passou a se deliciar naqueles seios, enquanto as mãos continuaram a passear sobre as costas da jovem… Foi descendo e beijando-a, até que, enfim, retirou a calcinha atirando-a ao chão.

Nesse momento, eu que já não podia me conter, fui lá e peguei a calcinha, estava completamente encharcada e com cheiro de buceta, meu pau latejava e, ao continuar no ímpeto, ajoelhei-me em volta da cama para observar com mais precisão aquele ato. Enquanto isto, Caio passava a língua sobre o corpo de Mayla, ajoelhou-se no chão e, com ela também de joelhos no extremo da cama, passou a chupar sua buceta e com as mãos desfrutava das costas e da bunda da gata, ela se contorcia segurando firme os cabelos do parceiro, jogando levemente o corpo para trás.

Nesse momento, ele fica de pé virando a gata, a fim de tomar suas costas. Enquanto batia punheta, foi tomando a nuca dela, descendo pela região com mordidas, beijos e com ela mais uma vez de quatro, passou a se deliciar de sua bunda, lambia, mordia, acariciava com vontade…. Então… arreganhou-a por inteiro, foi descendo a língua pelo rêgo, passando pelo cuzinho, períneo até encontrar novamente a buceta… fazendo várias vezes o movimento, subindo e descendo, dando um banho de língua pela região íntima, deixando Mayla em êxtase agarrada ao lençol e travesseiros. Eu continuava a assistir e buscar a melhor visão.

Já sobre a cama, Caio coloca a camisinha, puxa Mayla para um beijo e a penetra de forma voluptuosa, fodendo com vontade, metendo com força, rebolando sobre o corpo dela, recebendo como recompensa os sussurros de prazer da parceira que apertava a bunda dele com gana. Eu estava me deleitando, mas não sentia necessidade de participar da consumação, sentia-me contemplado por poder observar… detalhadamente do ângulo que me ocorresse. Em seguida trocaram de posição e, dada a intensidade, não houve terceira… Mayla sobre o parceiro, agora cavalgava apoiando-se na cabeceira da cama enquanto Caio abocanhava seus seios e apertava sua bunda . O ápice não demoraria a vir.

Eu, descaradamente subi um pouco sobre a cama, podia ver o pau entrando e saindo a toda, uma cena sem igual. Os sussurros, gemidos, apertos, o suor… o toque nas cotas, uma bunda marcada por apertos de prazer… um toque no cuzinho no momento em que Mayla geme alto, respira mais ofegante e suspira num gozo que matava um desejo que há muito queria saciar. Sem demora Caio experimentou a mesma satisfação. Ela, logo recaiu sobre ele ainda se movimentando levemente. Meu pau há muito já escorria, mas agora ao pegá-lo, nem mesmo cheguei a socar cinco vezes para uma esporrada completa que recobriu meu abdômen…. cai no chão e ali fiquei… podia ouvir os dois ainda a trocar carícias, sentindo aquele cheiro de “porra” no ambiente.

Estávamos esgotados… ainda incrédulo, levantei olhando para o casal… eles apenas sorriram… fui em direção ao banheiro, pois já era capaz de novamente ter prazer somente através de imagens bem vivas na memória e também precisava de um banho. Foi um momento único, mas aquela madrugada ainda não tinha chegado ao fim. Após eles também tomarem banho, não foram exatamente dormir, EU também não, porém foi um fim de semana de muito prazer para apenas um relato.

Por Voyage.

Em casa me arrumando para mais um dia de trabalho, saio do banho e sinto a fragrância do meu shampoo. Pego meu hidratante e deslizo os dedos por todo meu corpo, sinto minha pele macia e imagino o quanto eu queria outras mãos nela agora. Coloco minhas meias e um vestido, pego meu sobretudo e saio de casa, já estava atrasada. Eu estudo literatura e estagio em uma editora perto de casa, quase não tenho tempo para mim, o que é ao mesmo tempo reconfortante e assustador. Saio da faculdade e vou para o trabalho sinto como se o dia fosse seguir seu curso natural.

Ao entrar com meu copo de café às pressas no prédio, acabo me esbarrando em um homem, peço mil desculpas e tento ajudá-lo. Corro na cozinha para funcionários agarrada as suas mãos e o limpo, paro e só então reparo em seu rosto jovial. Ele tinha mais ou menos uns 28 anos, pouca coisa a mais do que eu, certeza. Desculpo-me mais uma vez e me despeço indo para minha sala.

Passo o dia todo pensando no acontecido de mais cedo, leio mais alguns possíveis livros e me prendo em um: Ao caminho da escuridão. Já no titulo eu me deparo com qual seria o contexto do livro e fiquei a tarde toda nele, levo-o ao meu chefe e apresento como um potencial a ser publicado. Modéstia parte, os três últimos livros que eu o apresentei foram sucesso de vendas.

Volto para casa em mais um dia concluído e me jogo na banheira analisando os acontecimentos do meu dia. Levanto para atender ao telefone e vejo meus amigos me chamando para ir a uma baladinha. Aceito e em 20 minutos já estou a espera deles. Aguardo ansiosa, pois precisava esquecer aquele rosto de mais cedo. Rodrigo, Aline e Pietro chegam para me pegar. Fomos à mais nova baladinha da cidade, lá nesses últimos dias era o local do momento. Entramos e peço um drink, fomos à pista de dança e avisto lá do outro lado do bar o homem de hoje mais cedo.  Ignoro, pois já passei tempo demais com ele na cabeça e danço como se não houvesse amanhã.

Quando sinto uma mão na cintura e um sussurro me perguntando se queria seduzir todos os homens do recinto, olho para trás e era o homem de mais cedo. Digo que o único homem que quero seduzir é ele, brinco. Rimos bastante, mas meu inconsciente sabe que é verdade. Começamos a dançar e eu estava cada vez mais atraída por ele. E sentir aquelas mãos em meu corpo só fazia meu desejo aumentar. Paro quase sem ar e vou ao banheiro, com a Aline me perguntando quem era aquele homem de 1,80, moreno e olhos azuis, rindo respondo o desastre de hoje mais cedo para ela.

Saio do banheiro e sinto uma mão me puxando, olho e era ele. Apenas o sigo. Entramos em uma salinha reservada, só pessoas Vips tem acesso a ela, mais nem me atento a isso. Ele se aproxima de mim e pergunta se podia me beijar, olhando nos meus olhos ele já sabia que eu era dele. Apenas balanço minha cabeça em um sinal de consentimento e nossos lábios se tocam. Uma onda de eletricidade percorre meu corpo, envolvo meus braços em seu pescoço e sinto o gosto da sua boca, o doce e o tom alcoólico do seu beijo me entorpecem.

Sinto suas mãos percorrendo minha perna até segurar a barra do meu vestido e, com um movimento único, eu fico seminua na sua frente. Não me sinto tímida, pelo contrário, me sinto poderosa, me sinto desejada, quero sentir sua boca em cada centímetro do meu corpo. E, como se ele lesse minha mente, me joga no sofá e começa a beijar minhas pernas, contorço de prazer. À medida que ele sobe, a ânsia de tê-lo dentro de mim cresce e ele brinca e acaricia minha barriga e, enfim, chega com seu beijo doce. Tento me movimentar e sinto o quão dominador ele é e naquele momento eu não queria mais nada só o toque de sua boca e mãos em minha pele.

Retiro a sua blusa e fico admirando aquela escultura, desabotoo sua calça e o liberto para mim. por um momento sinto que estou no controle, mas estou enganada. Ele me prende e desce beijando minha nuca, eu já estava completamente entregue a ele e ele sabia disso. Olhando nos meus olhos, ele me penetra em um movimento ímpar. Sentir cada centímetro dele entrando era como se eu encontrasse o pote de doces no final do arco-íris e num vai e vem cadenciado me delicio com o seu gosto, toque e cheiro. Cada vez que se intensifica, sinto que estava prestes a explodir e assim acontece como se nosso corpo fossem programados para o prazer. Ficamos ali curtindo o momento e nos conhecendo enquanto ele acariciava meu corpo com a pontas dos dedos.

Momentos depois nos despedimos e eu sentia que aquilo, aquele momento seria único e o último. Torcia para estar enganada, acho meus amigos, nos divertimos mais um pouco e vou para minha casa. Tomo um banho e me deito sentindo o gosto mais exótico e único da minha vida e, assim, adormeço.

Durante muito tempo eu tive resistência em ter aplicativos de relacionamento até que um dia uma amiga me indicou um e eu resolvi baixar. Rapidamente começaram a surgir contatinhos ou crushs. No dia seguinte, um professor universitário comentou minha foto e a partir daí surgiu um interesse múltiplo. Um pouco mais de um mês conversando pelo aplicativo e resolvemos papear no WhatsApp.

Papo vem, papo vai … Eis que chega a hora dos nudes. Mostrar a buceta completamente era um tabu, pois eu não tenho pequenos lábios. Tenho grandes e gigantescos lábios e isso me deixava constrangida, mas o meu teacher me fez sentir a vontade e ainda disse que lábios iguais aos meus eram mais apetitosos. Depois disso, a vergonha foi embora e mostrar a minha pepeca virou rotina.

Fizemos sexo virtual durante várias madrugadas e ele pedia para eu mostrar o meu cuzinho e duvidava que o bichinho fosse virgem. Nas conversas, ele dizia que iria lambê-lo, massageá-lo e arrombá-lo. Eu imaginava a dor e não me empolgava com a ideia de sexo anal. Ele também comentava que tinha uma ereção que durava em média três horas e eu não acreditava.

Passaram três meses, eu estava de férias e pretendia passar rapidamente por Salvador antes de ir para outro estado. Marcamos um encontro. Eu estava ansiosa e assim que eu pisei meus pés na capital, por volta das 5h30, enviei uma mensagem avisando da minha chegada. Ele me ligou e disse que rapidamente chegaria ao meu encontro. Rapidinho ele chegou. Um beijo, abraços e partimos para um motel. Ele era um estranho e uma pitada de medo chegou em mim. Chegamos e fui diretamente para o banho. Vesti uma lingerie preta, passei um óleo no corpo e fui despojar-me naquela cama redonda.

Beijos gostosos, lambidas na orelha, mordidas no pescoço, chupões nos seios enquanto a mão estava dentro da minha calcinha. A barba mal feita começou a roçar minha barriga, em seguida a boca já sugava e puxava meus lábios e eu gemia de prazer. O homem chupava com gosto e enviava dedos dentro da minha buceta. A língua foi descendo até chegar em meu cuzinho. Lambeu, fez uma massagem, penetrou um dedo e depois voltou a fazer oral e dando mordidazinhas.

– “Você quer que eu arrombe seu cuzinho?
A resposta foi sim.
-Minha putinha, quer que eu meta primeiro em qual buraco?
– Na buceta!

E assim o cara fez com gosto. Me comeu em todas as posições possíveis e meu gemido de prazer ecoava naquele quarto. Quando eu estava de quatro, ganhei tapas na bunda e muitos puxões de cabelo. Cavalguei enquanto ele me masturbava. O meu professor estava me ensinando a ser uma puta na cama e eu amei cada ensinamento.

Uma pausa, alguns beijos, ele me virou de costas, começou a passar lubrificante em meu cuzinho e enfiou seu pau grosso nele. Não vi estrelas, vi constelações. Senti uma dor que me fez gritar e ele penetrava devagar, mas o incômodo persistia. Resolvemos parar e voltar a fuder minha perereca. Ele me levou para uma poltrona, pegou o cinto, amarrou em minha cintura. Como um animal galopando, eu fui posta. De quatro, domada, ele me comida, eu tinha orgasmos e era divino.

Estava exausta e pedi uma pausa. Tomei um pouco d’agua e, ajoelhada no chão, chupei seu pau e massageava seu saco. Me pegou pelo braço, jogou-me na cama e me lambeu igual a um gato que se esbalda em seu leite. Voltamos ao sexo anal, a dorzinha foi dando lugar ao prazer e eu fui gostando, dei de quatro, ladinho, coqueirinho e galopando.
Levei um vibrador e ele foi posto dentro da xoxota e o pau continuava no outro extremo. Jesussss! O homem entendia demais dos paranauês e eu estava enlouquecida. Nunca tinha sido comida daquele jeito. Também levei o ovinho vibrador que foi parar dentro da minha buceta junto com o pau do meu amante. Penetração com vibração simultaneamente, minhas pernas tremiam e eu jorrava gozo.

Ele, segurando em meu pescoço dizia: Minha puta deliciosa.

Passava das três horas de sexo e eu não aguentava mais. Voltamos para o oral e eu não sabia que estava tendo outro orgasmo ou se era vontade de fazer xixi. Pedi para ir ao banheiro e ele me perguntou se eu queria mijar, a resposta foi que sim. Ele mandou que eu fizesse eu sua cara, meteu a língua na buceta e igual um cão feroz devorava-a. Eu suava e ele ordenava que eu fizesse xixi ali, mas não consegui. Corri para o banheiro e quando estava aliviando meu desejo, o homem adentra o banheiro, mete a mão na xana e me coloca para fazer oral nele e ordena para que eu lambuze sua mão com urina ou gozo.

Passamos minutos naquele banheiro e eu fiz o que ele pediu. Eu estava fodida e mal conseguia andar e nada do homem gozar. Fomos para a banheira, ficamos trocando carícias e voltamos a fuder. Transar na banheira é uma delícia. Saímos da banheira, ele me amassando, mordendo e pôs sobre a cama e a transa prosseguiu. Arreganhou minhas pernas, fez um frango assado divino, depois um papai e mamãe intenso e meus peitos cheios de mordidas.

Levantou-se! Me puxou pelas pernas, as esticou e pôs em seus ombros. Meu cuzinho voltava a ser comido e o consolo posto na buceta era prazer misturado com exaustão. De ladinho, fui comida do jeito que ele queria, após três horas e meia, aos gritos de “Você é minha puta e eu vou te comer muito mais”, ele gozou. No final, eu me encontrava aos beijos e carícias em seu peito peludo com um cafunezinho em mim e pedindo forças para levantar e ir até o banheiro para tomar um banho.

Ao mestre com carinho, ousadia e vontade de ser sua puta novamente.

Quando você tem uma vida sexual ativa em plena solteirice, isso pode significar que muitos mastros passaram por sua mão (ou por outros lugares). Contabilizar isso leva tempo, mas lembrar daquelas que mais marcaram é coisa de três segundos, pode despertar sorrisos e fazer você ter vontade de querer mais (ou de correr léguas, acredite!).

A primeira delas, a gente nunca esquece. Invade, machuca, deflora e inunda a alma de malícias. Quando a gente gosta do cabra, sempre achamos que a dele é a melhor do mundo. Então, o cara se torna o pica das galáxias porque a paixonite aguda não nos permite querer experimentar outras. Essa sensação de tê-lo como o mais gostosão só dura até chegar um segundo, terceiro e por aí vai.

Mas voltando ao tema em questão, quem já teve uma vida sexual com muitos parceiros sabe o que é pegar todo tipo de pau mandado pelo tesão e desejo. Lembro-me de quando o negão da picona apareceu em minha frente e eu, em um momento de descuido dele, chamei a amiga e falei: Musa, o pau dele é imenso e grosso. Para não voltar atrás e honrar meu nome, encarei escancarada e cheia de dentes. No final, ele mal tinha performance e eu saí plena da história.

Aaaaaah, mas o oposto também já tentou me abocanhar. Era um PF – Pequeno e Fino. Quase chorei. O homem tinha 2 metros e aquele instrumento mínimo que não consegui manusear, sem contar que também não tinha boa performance e isso me fez brochar e correr sem olhar pra trás.

Sobre cores e tons? Já lidei com rosinhas, pretinhas e napolitanos (aqueles de duas cores – base duma e cabecinha doutra cor). Todas elas emocionantes, viu? Já passei por homens que literalmente me jogavam na parede e me comiam. Armaria, Bacu Exu do Blues embalou um desses momentos.

Já tive homens que me devoravam uma noite apenas e depois desapareciam. Também tive pirocas que me lambuzavam e repetiam a dose deliciosamente, nessas eu tive um certo apego – confesso. Pirocada com carinho e força no exato momento da vuco-vuquisse faz toda a diferença. Eu realmente não resisto.

E aquelas pós tiragem de pelos que deixa você cuspindo pelinhos? Hahaha. Não nego, já peguei. Homens cabeludos? Claro que sim. Homens peladinhos, já peguei demais. Homens suadinhos, encarei e fui. Homens cheirosos, investi todo o meu gosto em fazê-lo gozar. Nossa, como tudo isso é bom!

Chega um momento na vida que você coleciona, mentalmente, as surras de pica que já levou e as marcas que todas elas deixaram. Na hora de seguir o baile, você lembra tim tim por tim tim. Algumas delas merecem replay em outros corpos, outras a gente não quer que repita nem amarrado.

O importante é que, quando se gosta da coisa, lambe-se os beiços e enche-se a boca de água ao imaginá-la cheia. Boa carne a gente vê por aqui e por aí, entre suas pernas. Quando sua vida sexual é boa, a vida também tem seus repentes porque ela simplesmente sorri por meio da pele, dos cabelos soltos e da leveza de ser.

Quando a gente entra naquela fase de começar a gostar de fulano ou sicrana, as coisas começam a mudar dentro de nós. É assim que começamos a ver nosso reflexo e a gostar ou não de quem somos. Então, passamos a nos entregar para ter alguma reciprocidade. Essa entrega vem acompanhada de todas as expectativas possíveis. Mutas vezes, são tantas expectativas que, antes mesmo do primeiro beijo, você já se imagina de véu e grinalda ou se imagina na correria cuidando dos filhos que, inclusive, podem até já ter nomes pré-definidos. Infelizmente, nem tudo funciona como idealizamos.

Quantas vezes eu pedi desculpas sem ser a culpada? Quantas vezes eu gastei o que não podia para agradar? E todas as coisas das quais me despedi ou que tive que ceder porque achava que era orgulho e que isso não me levaria a nada? Nossa, lembro-me das inúmeras vezes que mudei de estilo para agradá-lo. E quando eu sabia que não ia dar certo e ele dizia que ia mudar? Eu pensava, refletia e acreditava repetindo para mim mesma: Será a última vez. Na verdade, eu já estava na terceira tentativa. Para ficar com aquele gatão cobiçado, eu fazia tudo. Foi assim que também fui trouxa. Corri atrás, transei com ele e depois fui ignorada com sucesso. E quando tentei sensualizar de todas as formas, mas ele nem me olhava?

Tudo isso é pouco. Minha mostra, após mais de 30 anos, ainda precisaria de mais e mais linhas para trazer todas as causas das minhas trouxices que, também, combinam com as suas. Ser trouxa faz parte da vida, faz parte do nosso aprendizado. A gente só aprende quando cai e, às vezes, a gente é tão amor e tão entregue na vida que, mesmo se transformando em origami, continuamos repetindo esse papel – mesmo todo amassado.

Ser trouxa não é um defeito seu nem nosso, mas é a representação do quanto somos bons e bobos. Em outras palavras, quero dizer que não somos bestas e ruins. Nós temos o coração do tamanho do mundo. Deixamos que os outros entrem e ocupem um espaço imenso e ainda vivemos doses extras e não consentidas de emoções. Não há problema algum nisso. Só não podemos permanecer origamis quando a vida nos exige uma pisada mais firme no chão. A balança existe para medirmos todas as nossas ações e não repetirmos alguns erros. Só não podemos endurecer e perder a ternura. Só não podemos deixar de nos permitir. Precisamos continuar dando brechas porque curtir a vida em todos os seus âmbitos é bom demais.

Sabe uma expressão que nunca sai de moda? Pois é, quando uma mulher diz “Melhor só do que mal acompanhada” é porque ela já sofreu tudo o que tinha para sofrer. Diante disso, não preciso nem saber como ela surgiu porque, claramente, a mensagem já diz tudo e, por certo, veio à tona por meio de uma mulher que se empoderou neste sentido, ou seja, tornou-se poderosa ao se perceber melhor sozinha do que ao lado de alguém que não lhe convinha.

A sociedade, baseada no cristianismo, determina que a família deve ser formada por homem, mulher e filhos. Entre outras palavras, a família deve ser heterossexual e se sustentar de todas as formas porque o seio familiar constituído é uma aliança divina. Para os cristãos, apenas a morte ou o adultério são capazes de desfazer esse lado. Porém, quando a afinidade deixa de existir entre o casal, o que deve ser feito? Para muitas mulheres, é preciso continuar e manter a relação e este base familiar.

Entretanto, não é apenas isso que sustenta a relação. Há casos de mulheres que, por terem baixa autoestima, permitem-se ficar com o outro porque acreditam que ficar só pode ser algo permanente. Imaginam que sozinhas, vão perder a possibilidade de entrar no time da tradicional família brasileira – afinal, a sua criação deve ter sido direcionada para isso. Vêem-se donas do lar, cuidando do marido e mãe de alguns pirralhos.

Normalmente, tais casos são acompanhados de uma prisão psicológica. Estar preso psicologicamente é alguém é não perceber a própria existência no mundo, é estar mentalmente saturado. Quando estamos assim, ouvir o outro é difícil, mas necessário. Os psicólogos também exercem muito bem o seu papel de nos fazer reconsiderar todas as circunstâncias em que estamos inseridas.

Nem preciso dizer que esse texto é exclusivamente feminino, não é? Somos nós, mulheres, que sofremos a pressão maior por conta do nosso gênero – a mulher mãe, dona de casa e que, ainda trabalhando, deve arcar mais fortemente com os deveres de casa e a criação dos filhos. Mas sabe o que eu acho sobre a tal expressão “Melhor só do que mal acompanhada”? Acredito que, sim, ela é mais do que verdadeira. A gente não precisa seguir esse padrão de família e de felicidade (que pode se tornar às avessas). A gente tem que se sentir bem e sentir-se bem nem sempre envolve ter alguém.

Não combinamos com prisão, mas com liberdade. Liberdade de fazer o que quiser, estar com quem quiser ou de estar sozinha (mas com participações especiais). Tais participações só surgem em nossa vida quando estamos bem conosco mesmas. Quando ouvimos o que gostamos, arrumamos nosso cabelo como queremos, vestimos as roupas que se identificam conosco e vivemos um estilo de vida que é nossa cara. Pense nisso e se jogue. A liberdade é algo que pertence apenas à você e ninguém pode consegui-la pra ti. Livre-se dos embustes e seja feliz!

 

“Cê tá sofrendo/ Porque fez toda cachorrada / Tô melhor só do que mal acompanhada/ Da sua cara eu tô cansada/ Você não vale nada” – Mariana Fagundes.

A paisagem não poderia ser mais perfeita. A areia branca se confundia com a espuma da água do mar, que, por sua vez, possuía um tom de azul-esverdeado cristalino que combinava com os tons de azul do céu de um dia ensolarado e sem nuvens. Era entardecer, a aurora começava a surgir e eu posso garantir que conseguia encontrar a lua, ainda tímida, a postos para assumir o seu devido lugar.

Em cima de uma canga, estávamos sentados admirando essa obra divina. A praia poderia ser considerada particular, pois além de nós, apenas algumas poucas vivas almas estavam também apreciando o momento. Sua roupa de banho desenhava o seu corpo um pouco bronzeado, marcado do sol. Posso me considerar uma pessoa de sorte por vivenciar essa cena, que não sairá tão cedo da minha memória. Aproveitei que você estava em posição de lótus para começar a desenhar a curva de sua nuca com beijos. Suaves e delicados. Era assim que o momento pedia. Conforme ia traçando minha boca, você mexia a cabeça, me dando liberdade e acesso.

Já eu estava atrás de você, com as mãos na altura de seus quadris. Elas, as vezes, escapavam para acariciar suas costas, percorrendo sua espinha. Com a ajuda da minha língua, retirei da sua pele o sal que estava impregnado após tantos banhos de mar. Minha língua quente tocava sua pele macia de forma tão suave que me sentia comendo algodão doce. Seu frescor se derretia em minha boca. Minhas mãos adquiriram vida própria e começaram a passear pelo restante do seu corpo: barriga, busto, coxas, virilha. Incessantemente. Incansavelmente. Suavemente.

Elas buscavam cobrir cada centímetro de pele que pudesse ser tocada, cada pedaço que pudesse ser exaltado.
Te viro para mim, seus olhos estavam brilhantes, ardendo em fogo e desejo. Sua boca semiaberta, implorava sem palavras o beijo que se sucedeu. Tudo era muito calmo e sensual, carregado de desejo. Enquanto te beijava, minha mão buscava seu sexo. De forma delicada, sentia-o quente e úmido, e conforme meus dedos por ali se aventuravam, você arfava no meu ouvido, seu corpo se retesava, e eu seguia a missão de senti-lo ainda mais molhado e queimando em desejo.

O tempo parecia ter parado enquanto eu sentia seu calor em meus dedos e em minha boca, enquanto a outra mão achara seu seio e estacionara por lá, mantendo apenas uma movimentação circular em seus mamilos. Seu corpo vibrava junto a vibração das ondas. Sexo e mar em um ritmo único. E nesse balanço, senti sua explosão de prazer em meus lábios, me deliciando em gozo e satisfação.

A paisagem não poderia ser mais perfeita.

 

De um leitor(a) despudorado(a) em algum lugar do mundo.