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Oie pessoal, me chamo Léo, satisfação!

O que vou relatar a vocês foi uma experiência real e muito prazerosa.

Vamos lá,

Estava à toa em casa e um amigo de infância chamado Rodrigo veio me visitar e colocar os papos em dia.

Conversamos muito, andamos pela casa batendo papo. Foi quando entramos no quarto dos fundos da casa e lembramos o tempo dos vídeo games e filmes pornôs que assistíamos na adolescência. Sentamos na cama, peguei meu celular e coloquei em um site pornográfico. Assistimos alguns vídeos e vi que o Rodrigo ficou de pau duro, eu senti algo estranho dentro de mim, uma sensação gostosa, arrepiante, vontade de sentir o pau de Rodrigo dentro de mim.. Ele percebeu e ficamos naquele clima gostoso. Mas era cedo e ele precisava ir, pois trabalhava no período vespertino.

Como eu já sabia que meus pais iriam dormir na casa de uma tia, fiz um convite para que Rodrigo viesse dormir comigo para relembrarmos os velhos tempos de filmes e vídeos games, ele aceitou.

Então não parava mais de pensar no Rodrigo, logo meus pais saíram e fiquei só em casa. Resolvi me preparar pra minha primeira vez, já contando que ele fosse me dar uma rolada daquelas. Me depilei todinho, fui passar um creme no corpo e vi que o sol estava forte, então eu peguei umas das minhas cuecas e cortei fazendo uma calcinha, estiquei ela no rabo e passei óleo no corpo, passei a tarde toda pegando sol na bunda e pensando como seria nossa noite, torrei ela pra ficar com uma marquinha top para Rodrigo.

Foi então que ao cair da noite eu fui me banhar e logo após passei bastante óleo tri fase no corpo, principalmente na minha bunda, estava brilhando de tanto óleo. Fui procurar algo apropriado pra vestir e achei um shortinho muito curto da época de adolescência, coloquei ele, ficava aparecendo boa parte da minha bunda.

Ouvi um barulho do portão, era o Rodrigo, fiquei com vergonha de aparecer com o shortinho e coloquei uma toalha por cima. Recebi ele e ficamos conversando sentados no sofá, foi quando resolvi fazer um lanche pra nós e soltei a toalha do corpo deixando ele ver o shortinho que estava usando, me levantei e ele viu metade de minha bunda e sentiu o cheiro maravilhoso do óleo em meu corpo, percebi que ele me olhava querendo algo também, comemos e conversamos muito, aí o sono foi batendo, resolvi colocar os dois colchões de solteiro no chão da sala, peguei apenas um lençol grande e um cobertor.

Deitamos e ficamos assistindo TV na sala, acabamos dormindo. Acordei umas duas horas depois e ele estava deitado de barriga pra cima em minha frente, não resisti e fui com minha mão ao encontro daquele pau, passei a mão levemente por cima do calção para que ele não acordasse.

Coloquei meu nariz pertinho do pau de Rodrigo pra sentir aquele cheiro forte e gostoso, já não estava mais aguentando e resolvi colocar minha mão de baixo da cueca de Rodrigo, segurei a pica dele e ele acordou. Rapidamente eu tirei minha mão e ele agarrou meu braço e falou “não tira, venha aqui”, me arrepiei todo.

Quando levei a mão novamente na rola dele, estava dura como uma rocha, ele tirou o calção e a cueca e me colocou pra mamar sua rola branca de cabeça rosa. Nossa, que delícia. Até hoje eu sinto água na boca só de imaginar aquela pica linda. Ele segurou meu cabelo e forçava minha cabeça fazendo com que eu engolisse o seu pau todo.

Chupei suas bolas e mamei com muita vontade aquele pau gostoso engolindo aquele caldo inicial antes da porra.

Foi então que ele me colocou de lado e puxou meu shortinho com tanta força que rasgou, fiquei com minha bunda exposta, ele passava a mão e dava tapas, mordia e batia, dizendo que estava com uma bunda linda de marquinha e cheia de óleo, muito cheirosa.

Ele deitou do meu lado e não parava de apertar minha bunda, passando a mão e elogiando, me dizendo que minha bunda era linda e que iria me comer gostoso. Ai ele foi se aproximando e colocou a cabeça do seu pau no meu cuzinho, eu não aguentei de dor, fiz ele tirar na hora e fiquei me retorcendo de tanta dor, nossa que dor horrível. Ele me tranquilizou e disse que ia fazer gostoso.

Ele me esperou por uns cinco minutos, ficou mordendo minha bunda, passando a mão nela e dizendo que hoje essa bunda ia ser dele. Ele enfiou seu dedo no meu cuzinho e ficou tirando e botando… Logo depois me ordenou que eu ficasse de quatro, obedeci ele de imediato e fiquei com a cara no chão e o rabo super empinado. Ele deu duas cuspidas no meu cuzinho e enfiou aquela cabeça de novo, segurou no meu corpo e não me deixou sair.

Cada vez mais ele colocava um pouco do seu pau dentro do meu cuzinho. Eu sentia dor, tesão, arrepios, água na boca, muito prazer, nossa.

Rodrigo começou a me fuder forte, bombando seu pau dentro do meu cuzinho, senti aquela rola branca da cabeça rosa linda, grande, grossa, quente e gostosa toda dentro de mim.. que delícia!

Ele meteu forte em mim por uns 40 min, dando tapas fortes na minha bunda. Me elogiava, dizendo que minha bunda estava deliciosa, que meu cuzinho era muito gostoso, que a marquinha que fiz pra ele estava perfeita.

Foi então que o Rodrigo tirou seu pau da minha bunda e meteu na minha boca, me falou que eu estava precisando de leitinho e gozou muito dentro da minha boca e me obrigou a engolir tudo, até o que tinha caído no chão ele me fez passar a língua e lamber tudo.

Então fomos deitar, tive que dormir de bunda pra cima pq estava doendo demais, meu cuzinho ficou ardendo por horas, minha bunda ficou toda cheia de marcas e hematomas de tanto tapas, mordidas e pirocadas que tomei.

Bom, esse foi meu conto super verídico. Depois desse episódio nunca mais tive outra experiência com outro homem. Tenho muita vontade, mas o Rodrigo se casou e acabou se afastando. Ainda sonho com aquele pau gostoso de Rodrigo. Espero com muita vontade de ter outra experiência dessa.

Abraços!

 

Palavras de uma pessoa pra lá de despudorada!

A paisagem não poderia ser mais perfeita. A areia branca se confundia com a espuma da água do mar, que, por sua vez, possuía um tom de azul-esverdeado cristalino que combinava com os tons de azul do céu de um dia ensolarado e sem nuvens. Era entardecer, a aurora começava a surgir e eu posso garantir que conseguia encontrar a lua, ainda tímida, a postos para assumir o seu devido lugar.

Em cima de uma canga, estávamos sentados admirando essa obra divina. A praia poderia ser considerada particular, pois além de nós, apenas algumas poucas vivas almas estavam também apreciando o momento. Sua roupa de banho desenhava o seu corpo um pouco bronzeado, marcado do sol. Posso me considerar uma pessoa de sorte por vivenciar essa cena, que não sairá tão cedo da minha memória. Aproveitei que você estava em posição de lótus para começar a desenhar a curva de sua nuca com beijos. Suaves e delicados. Era assim que o momento pedia. Conforme ia traçando minha boca, você mexia a cabeça, me dando liberdade e acesso.

Já eu estava atrás de você, com as mãos na altura de seus quadris. Elas, as vezes, escapavam para acariciar suas costas, percorrendo sua espinha. Com a ajuda da minha língua, retirei da sua pele o sal que estava impregnado após tantos banhos de mar. Minha língua quente tocava sua pele macia de forma tão suave que me sentia comendo algodão doce. Seu frescor se derretia em minha boca. Minhas mãos adquiriram vida própria e começaram a passear pelo restante do seu corpo: barriga, busto, coxas, virilha. Incessantemente. Incansavelmente. Suavemente.

Elas buscavam cobrir cada centímetro de pele que pudesse ser tocada, cada pedaço que pudesse ser exaltado.
Te viro para mim, seus olhos estavam brilhantes, ardendo em fogo e desejo. Sua boca semiaberta, implorava sem palavras o beijo que se sucedeu. Tudo era muito calmo e sensual, carregado de desejo. Enquanto te beijava, minha mão buscava seu sexo. De forma delicada, sentia-o quente e úmido, e conforme meus dedos por ali se aventuravam, você arfava no meu ouvido, seu corpo se retesava, e eu seguia a missão de senti-lo ainda mais molhado e queimando em desejo.

O tempo parecia ter parado enquanto eu sentia seu calor em meus dedos e em minha boca, enquanto a outra mão achara seu seio e estacionara por lá, mantendo apenas uma movimentação circular em seus mamilos. Seu corpo vibrava junto a vibração das ondas. Sexo e mar em um ritmo único. E nesse balanço, senti sua explosão de prazer em meus lábios, me deliciando em gozo e satisfação.

A paisagem não poderia ser mais perfeita.

 

De um leitor(a) despudorado(a) em algum lugar do mundo.

Aposto que o conto que inicio aqui vai te deixar com muito tesão. Isso porque esse relato é verdadeiro. Certo dia eu estava em casa sozinho e entediado e resolvi entrar numa dessas salas de bate papo online. As pessoas entram nesse tipo de ambiente virtual pelos mais diferentes motivos, alguns apenas para se distrair, para gastar o tempo, para fazer amizades e outros a procura de sexo. Eu já conhecia esse tipo de ambiente, pois já havia entrado nessa mesma sala outras vezes, mas até esse dia ainda não tinha acontecido nada demais, no máximo havia adicionado algumas garotas na minha rede social. Quando muito, havia apenas rolado um bate papo mais quente no próprio site.

Num determinado dia, eu resolvi entrar novamente no site. Comecei puxando papo com algumas pessoas online e logo consegui convencer uma garota a me adicionar na sua rede amigos, na época era o MSN. Havíamos começado um papo quente ainda na sala de bate papo e logo daríamos continuidade no MSN. Sempre fui bom com as palavras e logo ela me disse que eu a havia deixado com muito tesão, por isso ela me adicionou.

Depois de conversarmos bastante e falarmos bastante sacanagem, ela me disse que estava com muita vontade de me conhecer pessoalmente e deixou claro que adoraria que eu fizesse tudo o que havia dito pra ela no chat. Era tarde da noite e eu, ainda inseguro quanto a esse encontro, acabei desistindo de encontrá-la naquela noite, mas prometi que o faria em breve. Era véspera de feriado e eu teria que viajar logo na manhã seguinte, também estava pouco a vontade, pois estava bastante resfriado.

No dia seguinte, eu viajei e só retornei dois dias depois, já me sentindo bem melhor em relação ao resfriado, estava com meu potencial elevado e decidido a levar o projeto adiante. Naquela mesma noite, liguei meu PC e entrei no MSN, e lá estava a garota, dei boa noite e ela respondeu prontamente “olá sumido”, conversamos um pouco e ela logo perguntou “ta afim de me conhecer?” e eu disse “claro”. Era umas 10hs da noite quando ela me passou o seu endereço e telefone. Para minha surpresa, seu apartamento era muito próximo de onde eu morava. Ela me deu o número do apartamento, em seguida anunciei que iria tomar um banho e já sairia logo em seguida. Assim que terminei meu banho, passei meu melhor perfume e pus os pés na rua.

O prédio onde ela morava era realmente muito perto, éramos praticamente vizinhos, levei poucos minutos até chegar ao apartamento dela. Toquei o interfone, ela atendeu e me disse “sobe”. Empurrei o portão e comecei a subir as escadas, depois de muitos degraus eis que a encontro na porta de seu apartamento a minha espera. Nos cumprimentamos e ela me convidou para entrar. Começamos a conversar de forma descontraída, tomamos vinho em sua mesa e comemos alguns salgadinhos, até então estávamos apenas nos conhecendo.

Em sua sala havia um sofá e logo eu a convidei para nos sentarmos lá. Ela aceitou meu convite e fomos para o sofá. Ali comecei a soltar as minhas garras, meu plano estava começando a se cumprir. Comecei elogiando por sua beleza e logo eu estava mordendo seu pescoço e acariciando seus pequenos seios. Ela era uma menina magra, aparentava ter uns 23 anos de idade, mas tinha um belo bumbum, enorme para o seu tipo físico. Isso me deixou bastante excitado. Não foi difícil ter uma ereção ainda no sofá. Mas até então meu pau estava devidamente guardado. Depois de alguns amassos, ela se levantou do sofá, me pegou pela mão e me conduziu até o seu quarto. Eu começava a me soltar também. Fiquei de pé na cama e ela logo quis conhecer o que eu tinha para aquela noite.

De joelhos em minha frente, ela começou acariciando o meu pau, ainda por cima da calça e logo se pôs a desabotoá-la. Fiquei somente de cueca enquanto ela mordiscava meu pau por cima da cueca, deixando ainda mais duro. De repente, ela levemente baixou minha cueca e meu pau saltou para fora, duro como rocha. Ela logo caiu de boca sem meias palavras, me fez um boquete guloso com muito tesão. Aquela garota que eu havia conhecido na sala de papo agora tinha meu pau em sua boca e o sorvia como se estivesse chupando um picolé de sua preferência. Me levou ao delírio com um boquete delicioso, engolia o meu pau por partes, colocava um pedaço na boca, depois mais um pouco, e mais um pouco, até chegar na base do pau, aquilo me deixava louco de tesão.

Deitei na cama e ela continuou naquela brincadeira safada com a boca. Ficamos assim algum tempo quando resolvi levar a brincadeira mais adiante, peguei uma camisinha no bolso da calça e ela se deu ao trabalho de encapar meu caralho utilizando a boca. Partimos então para a penetração, eu queria foder aquele rabo guloso. Pedi que ficasse de quatro, aquele bumbum maravilhoso era um convite que eu não poderia dispensar e, com jeitinho, penetrei naquela boceta que já estava bastante molhada naquela altura do campeonato.

Comecei as minhas bombadas com vontade e logo estávamos gemendo de tanto tesão. Depois de muitas bombadas, resolvi fazer a posição que mais me agrada, deitado com a garota por cima de costas para mim. Assim, ela começou a tomar as rédeas da trepada e fodia o meu pau com vontade, subindo e descendo numa velocidade deliciosa. Isso me levou ao delírio e quase ao clímax, mas consegui me conter e guardar o gozo para um grand finale. Mudamos novamente de posição e comecei a comê-la no papai e mamãe, uma socada deliciosa que me fez sentir vontade de gozar novamente, dessa vez eu não iria resistir.

Depois de algumas socadas naquela posição, anunciei que iria gozar, retirei rapidamente a camisinha e gozei nos peitinhos dela, enchi de porra quente. Ela ficou ainda com mais tesão e continuou a me agradar batendo uma punheta com meu pau ainda latejando na tentativa de retirar mais porra quente. “Que delicia!” eu disse, ela sorriu e me disse “safado!”. Me levantei e fui tomar um banho, ela me acompanhou e, em seguida, voltamos para o quarto para terminarmos a noite dormindo coladinhos. Só deixei o seu apartamento na manhã seguinte plenamente realizado e tendo a certeza que aquela sala ainda me renderia outras boas trepadas.

 

Conto escrito por um belo despudorado.

Éramos 3 amigos numa segunda-feira de carnaval – eu, Ju e Mila (nomes fictícios) – e, como costumávamos fazer, marcamos um almoço na casa de Ju, o que para mim era uma ótima oportunidade de ficar a sós com Mila, pois trabalhávamos juntos e sentíamos muito tesão um pelo outro. Como eu namorava ela, não ficava à vontade em demonstrar em público.

No almoço anterior, enquanto Mila lavava os pratos, eu me aproximei e beijei seu pescoço. Ela começou a rebolar aquela bunda enorme em meu pau que ficou duro na hora. Fomos para o quarto e tirei o pau para ela ver e apreciar com muito tesão. Deitei ela na cama e, quando fui tirar sua roupa, ela disse que estava menstruada. Ela pegou meu pau e chupou, mas eu não quis gozar. Queria ficar com a mesma sensação que ela estava, então, neste almoço de carnaval, era o dia.

Ju, a dona da casa, era super descolada e assim que cheguei ela falou: dei meu cu ontem! Eu, surpreso, respondi: E aí, gostou? Ela disse que não doeu, mas também não gozou e todos nós rimos muito. Depois de muita conversa, fomos almoçar. Além de uma garrafa de vinho, tinha levado dois filmes para assistirmos e assim almoçamos assistindo o filme “Doce vingança”, estrategicamente escolhido por elevar a autoestima feminina depois de tanto sofrimento.

Estava sentado a mesa ao lado de Mila e Ju no outro canto. Passei a mão nas pernas de Mila por baixo da mesa e ela prontamente pegou em meu pau e ficou batendo uma punheta por cima da minha bermuda. Ela estava com uma calça de tecido bem fino e dava para sentir sua boceta bem molhada e assim ficamos até acabar o filme. Depois da sobremesa, abri o vinho para brindarmos aquele momento de amizade. Ju ficou meio tonta com o vinho e disse que ia tomar banho enquanto eu colocava o segundo filme. Quando viu a capa do filme, resolveu tomar banho depois.

Fechamos a janela da casa, colocamos almofadas no chão e iniciou a sessão. O filme era o “Ônibus da sacanagem”, basicamente orgia com vários casais transando ao mesmo tempo num ônibus. Eu estava no meio das duas sentados no chão. Ju estava só de toalha, pois ia tomar banho e, depois de algum tempo de filme, começou a se masturbar ali mesmo em nossa frente e, de repente, ela diz: Ai, gozei, e agora tenho mesmo que tomar banho. Meu gozo já está escorrendo.

Eu já louco de tesão, achando que podia transar com as duas, mas não tentei, pois conhecia a Mila e sabia que podia botar tudo a perder. Assim que ela entrou no banheiro, eu e Mila nos agarramos como dois cachorros no cio. Enfiei minha mão dentro de sua calcinha já completamente encharcada e senti sua boceta toda raspadinha. Fomos para o quarto, tirei sua blusa e sutiã expondo seus lindos e arrepiados seios. Deitei ela na cama e puxei sua calça e calcinha junto. Lá estava ela nua, linda e inigualável. Tirei uma camisinha do bolso e finalmente a penetrei. Ela deu uma leve gemidinha e disse: Vai, mete o que você pode. Eu metia na posição papai mamãe enquanto chupava seus peitos e, assim, acabei gozando dentro daquela boceta gostosa.

Levantei e ela perguntou: Você conseguiu gozar comigo? Eu só sorri e beijei ela. Eu estava todo molhado de suor. Peguei uma toalha e fui tomar banho. O banheiro não tinha energia e a porta não fechava toda, deixando passar apenas uma fresta de luz e deixando tudo numa penumbra. Quando viro, vejo Mila entrando no banheiro, tirando a roupa e entrando no chuveiro comigo. Ela usava algum tipo de creme no cabelo que começou a escorrer pelos nossos corpos nus, deixando tudo bem escorregadio naquela penumbra, um tesão só.

Depois de beijar e chupar muito seus peitos fartos, peguei outra camisinha no bolso da bermuda, coloquei ela de quatro apoiada na pia e delirava ao ver aquela bunda enorme rebolando em minha pica. Depois de um tempo nesta posição, ela cansou, pois o banheiro era muito apertado e eu tinha praticamente acabado de gozar com ela no quarto. Ela, então, se agachou com as pernas abertas e começou a chupar muito meu pau e só disse para eu não gozar em sua boca. Ela me olhava com uma cara de puta enquanto chupava e, assim, eu gozei em seus peitos, deixando aquela morena gostosa com um lindo colar de pérolas. E, assim, foi o melhor dia de carnaval que já vivi até hoje.

 

Um despudorado.

Depois de uma sessão dolorosa de terapia, eu me recordei de uma cena que vivi durante minha infância. É como se eu estivesse ali, na sala de minha casa, usando um shortinho folgado e uma blusa laranja. Enquanto minha mãe preparava um suco, aquele senhor, primo distintíssimo de minha avó, pegava-me pela mão e pedia para eu ficar sentada em seu colo. Aproveitava a ausência da minha mãe e sua mão adentrava a minha calcinha, sentia seu dedo apertando minha vagina e ele dizia que menina boazinha não gritava e também não comentava com ninguém o que o tio fazia.

Minha mãe sempre dizia que as meninas deveriam sempre obedecer aos mais velhos e assim eu fazia. A presença do primo idoso durou alguns dias e, sempre à tarde, ele aparecia, trazia doces para mim e, quando estávamos sós, eu degustava meus doces e ele alisava minha vagina. Recordo com muito nojo do pênis dele. Um dia ele mostrou um pouco de seu órgão para mim e colou minha mãozinha sobre a cabeça de seu pênis. A tarde foi mais longa porque minha mãe estava lavando roupas.

Eu era apenas uma criança de sete anos. Eu passei uma boa parte de minha vida sem comentar esse ato com ninguém, só tive coragem de revelar à minha psicóloga e meus traumas foram desvendados.

Caros leitores, o dedo dele me silenciou e eu tinha medo de ficar em lugares com muitos homens. Pegar carona, dividir a sala de trabalho, abraçar algum homem com cabelos brancos era algo impossível de realizar. Perdi a virgindade após os 24 anos e fazer sexo só à meia luz. Tenho medo dos dedos que podem me ferir e ainda não consigo me satisfazer plenamente na cama. A ida ao ginecologista é pavorosa, sinto dores pelo fato de saber que ele irá tocar em mim, fico inconsciente e choro.

Aquele senhor deixou cicatriz em mim. Eu tinha idade para ser sua bisneta e ele me molestava. Por que algumas pessoas são tão cruéis com crianças? Por que aquele dedo me tocava durante as férias? Por que não me ensinaram a não ser boazinha e desobedecer algumas pessoas? Tantas perguntas me sufocaram e tantos desejos enterrados dentro de mim.

Caros despudorados, compartilho o meu trauma para que quem têm filhos possa ensiná-los a sempre falar o que sente ou o que fizeram com ele ou se alguma pessoa tocou em seus seios, vagina, ânus e pênis. Traumas doem e castigam.

A terapia me ajudou a vencer alguns medos, mas ainda sei que preciso libertar-me das marcas para gozar plenamente de prazer.

 

Palavras de uma despudorada da Bahia.

Tudo começou com um beijo no pescoço, um encosta n’eu, dá um cheiro n’eu. As mãos falavam por si, os corpos diziam pelos dois. Uma bebida feita a quatro mãos seria mais um recurso para esquentar aquele momento que já pegava fogo. No caminho para o ninho, a descrição de tudo o que poderia acontecer. Baco Exu do Blues começou a tocar Bebendo vinho, quebrando as taça/ Fudendo por toda a casa. Assim, começamos pelo corredor.

Bebidas no chão, roupas tiradas, paredes, chão. E o movimento de cada penetração levava-nos adiante em gemidos e prazer. Mete, chupa, morde devagar. Mãos e marcas no corpo e pelas paredes da casa. Sem mais e querendo muito mais, agora em outros lugares: quarto. Se eu divido o maço/Te amo, desgraça, te amo, desgraça – continuou a música e a gente, em cada soltar de fumaça, mais se pegava.

Por frente, por trás, de lado entre coxas e assaltos. A cama era apenas uma superfície rasa. Não havia limites, havia fome. Mais um recurso surge: aquela prótese, consolo, pau de borrada ou quais outros nomes preferirem chamar. Fomos de outra rola, 18cm a mais para completar aquela relação carnal de signos em fogo. Vai, senta firme/Vai, senta, senta, senta. A música se repetia.

Enquanto ele metia aquela a rola a mais, beijava-me. Enquanto ele me desvendava, eu metia todo aquela ostentação em mim mesma. Não havia preconceito, queríamos fazer da penetração o centro das atenções. Em mim, vontade no limite máximo. Nele, gemidos deliciosos sem necessariamente ser aos pés do ouvido. Enfim, jorro. Após, silêncio. Cama molhada e o corpo, em brasa, aquietando e acalentando-se um no outro.

Ao levantar, sol. O dia havia nascido. Nosso corpo estava desperto. Banho. Risadas juntos, um seguir adiante e aquela conclusão de que a vida pode ser bem mais excitante sempre que a gente quiser, basta permitir ao corpo faísca.

Sou casado há 6 anos e tenho dois filhos ainda pequenos. O casamento está morno há algum tempo e minha mulher tem evitado sexo. Antes de casar, não tinha hora e, às vezes, nem lugar para transarmos, mas agora ela sempre deixa para um “depois” que nunca chega. Este ano saímos no carnaval em salvador, nós dois e uma das melhores amigas dela que também tem uma filha pequena.

Saímos juntos daqui de casa para o bairro da Barra de onde começaria o desfile. Alguns quilômetros e muitas cervejas, depois Marta (nome fictício) – a amiga da minha mulher – me abraçou forte durante uma musica e, em seguida, ficou de costas e rebolou aquela bundinha gostosa em meu pau, numa coreografia bem ousada. Fiquei duro na hora, mas como nunca houve antes qualquer tipo de insinuação minha ou dela, ignorei achando que era o normal pelas cervejas, o carnaval etc.

Minha mulher não mostrou ciúmes, talvez porque, com a amiga estando perto de mim, tenha afastado outras mulheres que haviam me paquerado abertamente. Pouco tempo depois, tocava aquela musica “já beijei um, já beijei dois, já beijei três” e ela parou bem na minha frente e disse – eu não beijei ninguém ainda. Meu ímpeto foi de agarra-la ali mesmo e satisfazer sua vontade, mas me segurei. O resto do percurso no bloco correu assim com insinuações e coreografias ousadas que faziam meu pau quase saltar do short leve e de tecido fino (claro que a marta sentia meu pau pressionar sua bunda toda vez).

O desfile do trio terminou mais ou menos as 2:30 da manhã, minha mulher convidou a amiga para dormir em nossa casa, pois era perigoso voltar sozinha. Minha mulher sempre foi frágil para bebidas e após o banho logo dormiu. Marta ficara para dormir na sala. Depois de constatar que minha mulher não acordaria tão fácil, parti para o tudo ou nada: fui para a sala e ofereci mais cerveja. Dois goles depois, Marta cantarolou a mesma música e perguntou: – Será que vou beijar agora? Mal ela disse isso e eu já estava agarrando e beijando sua boca.

Ela estava de camisola e sem sutiã, facilmente arranquei a peça de roupa e passei a chupar seus seios de tamanho médio enquanto sentia sua mão hábil puxar meu pau para fora da cueca e bater uma punheta. Pus Marta deitada tirei sua calcinha e comecei a chupar sua buceta. Ela tentava controlar o gemido, passava a mão em meu cabelo e suspirava forte. Ficou bastante molhada.

Quando levantei para pegar a camisinha, ganhei um boquete caprichado. Meti de vez meu pau e ela me agarrou e beijou para evitar gritar. Dava estocadas profundas e sentia sua respiração ofegante em meu pescoço. Ela inclinou o corpo para o lado e apoiou a perna no recosto do sofá. Com isso, pude agarrar sua bunda. Estava cheio de tesão e Marta gemia no meu ouvido e dizia “me fode” a todo instante. Não demorou muito e gozei enquanto puxava seus cabelos e arfava em seu pescoço.

Marta ainda tirou a camisinha e ficou brincando com meu pau, vendo se sairia mais porra. Antes que ficasse com ele duro de novo e quisesse comer aquela buceta mais uma vez, sai dali e fui me lavar voltando para meu quarto a fim de evitar que o pior acontecesse. Na manhã seguinte, eu evitava os olhares suspeitos para a amiga de minha esposa, que não parava de falar o quanto adorou o carnaval e conferia as fotos da noite anterior no celular, sem suspeitar de nada.

– De um despudorado soteropolitano.