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Carnaval em Salvador

Sou casado há 6 anos e tenho dois filhos ainda pequenos. O casamento está morno há algum tempo e minha mulher tem evitado sexo. Antes de casar, não tinha hora e, às vezes, nem lugar para transarmos, mas agora ela sempre deixa para um “depois” que nunca chega. Este ano saímos no carnaval em salvador, nós dois e uma das melhores amigas dela que também tem uma filha pequena.

Saímos juntos daqui de casa para o bairro da Barra de onde começaria o desfile. Alguns quilômetros e muitas cervejas, depois Marta (nome fictício) – a amiga da minha mulher – me abraçou forte durante uma musica e, em seguida, ficou de costas e rebolou aquela bundinha gostosa em meu pau, numa coreografia bem ousada. Fiquei duro na hora, mas como nunca houve antes qualquer tipo de insinuação minha ou dela, ignorei achando que era o normal pelas cervejas, o carnaval etc.

Minha mulher não mostrou ciúmes, talvez porque, com a amiga estando perto de mim, tenha afastado outras mulheres que haviam me paquerado abertamente. Pouco tempo depois, tocava aquela musica “já beijei um, já beijei dois, já beijei três” e ela parou bem na minha frente e disse – eu não beijei ninguém ainda. Meu ímpeto foi de agarra-la ali mesmo e satisfazer sua vontade, mas me segurei. O resto do percurso no bloco correu assim com insinuações e coreografias ousadas que faziam meu pau quase saltar do short leve e de tecido fino (claro que a marta sentia meu pau pressionar sua bunda toda vez).

O desfile do trio terminou mais ou menos as 2:30 da manhã, minha mulher convidou a amiga para dormir em nossa casa, pois era perigoso voltar sozinha. Minha mulher sempre foi frágil para bebidas e após o banho logo dormiu. Marta ficara para dormir na sala. Depois de constatar que minha mulher não acordaria tão fácil, parti para o tudo ou nada: fui para a sala e ofereci mais cerveja. Dois goles depois, Marta cantarolou a mesma música e perguntou: – Será que vou beijar agora? Mal ela disse isso e eu já estava agarrando e beijando sua boca.

Ela estava de camisola e sem sutiã, facilmente arranquei a peça de roupa e passei a chupar seus seios de tamanho médio enquanto sentia sua mão hábil puxar meu pau para fora da cueca e bater uma punheta. Pus Marta deitada tirei sua calcinha e comecei a chupar sua buceta. Ela tentava controlar o gemido, passava a mão em meu cabelo e suspirava forte. Ficou bastante molhada.

Quando levantei para pegar a camisinha, ganhei um boquete caprichado. Meti de vez meu pau e ela me agarrou e beijou para evitar gritar. Dava estocadas profundas e sentia sua respiração ofegante em meu pescoço. Ela inclinou o corpo para o lado e apoiou a perna no recosto do sofá. Com isso, pude agarrar sua bunda. Estava cheio de tesão e Marta gemia no meu ouvido e dizia “me fode” a todo instante. Não demorou muito e gozei enquanto puxava seus cabelos e arfava em seu pescoço.

Marta ainda tirou a camisinha e ficou brincando com meu pau, vendo se sairia mais porra. Antes que ficasse com ele duro de novo e quisesse comer aquela buceta mais uma vez, sai dali e fui me lavar voltando para meu quarto a fim de evitar que o pior acontecesse. Na manhã seguinte, eu evitava os olhares suspeitos para a amiga de minha esposa, que não parava de falar o quanto adorou o carnaval e conferia as fotos da noite anterior no celular, sem suspeitar de nada.

– De um despudorado soteropolitano.

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Baiana. Graduada em Letras Vernáculas e em Jornalismo. Realizou pesquisa em Análise do Discurso, estudando a produção do discurso pornográfico. Descobriu-se apaixonada por assuntos relacionados ao sexo e a sexualidade. Adora brincar com as palavras e fotografias.

luu.rosarioo@gmail.com