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No início é estranho. A gente fica sem entender como usa, acha grande demais, anti-higiênico, nojento. Comigo aconteceu a estranheza logo de cara e, junto com ela, a curiosidade. Afinal, se fosse ruim, muitas mulheres não estariam aderindo e elogiando a novidade que, na verdade, nem é tão novidade assim.

O coletor menstrual, de acordo com informações do The Museum of Menstruation and Women’s Health (tal como consta no Wikipédia), é produzido desde a década de 1930 e há registros de coletores rudimentares desde 1867. O primeiro a ser panteado foi produzido nos Estados Unidos e, apesar de ter havido venda e divulgação significativas, o silêncio sobre o assunto se instaurou posteriormente.

Na década de 1950, após a Segunda Guerra Mundial, voltaram à fabricação dos coletores e, em 1963, por falta de látex e por não ter se popularizado, eles caíram em desuso reaparecendo em 1970 como um coletor descartável. Entretanto, durou poucos anos no mercado. Desde 1987, tem sido fabricado, também nos Estados Unidos, o coletor considerado o primeiro modelo produzido em dois tamanhos. A partir daí, ele passou a ser reutilizável e popular.

 

Coletor menstrual 100% em silicone medicinal da Inciclo, tamanho B.

 

Como o próprio nome diz, o coletor menstrual é um dispositivo desenvolvido para coletar o fluxo menstrual internamente em vez de absorvê-lo como fazem os absorventes externos e internos. Ele é um copinho de silicone hipoalérgico e antibacteriano, ajustável e maleável para facilitar na hora de colocá-lo na entrada da vagina. Estou em meu terceiro mês com ele e minha experiência tem sido com o coletor menstrual da Inciclo, que oferece os dois tamanhos de uso. Em meu caso, que nunca tive filhos, utilizo o Modelo B.

Apesar de não conhecer outras marcas, o coletor menstrual da Inciclo me deixou a vontade desde o princípio e eu descobri que não é um bicho de sete cabeças usá-lo, pelo contrário, a gente nem sente que está usando. Livrar-se do absorvente é a coisa mais linda do mundo! Ele vaza um pouquinho de vez em quando, caso eu não coloque corretamente como apontado na imagem abaixo. Há também o risco de vazamento se o fluxo tiver muito forte e eu demorar muito para retirá-lo, pois  a indicação é que troquemos a cada 6 horas, no máximo, quando o fluxo estiver muito forte. Se tiver fraquinho, ele oferece até 12 horas de proteção. Um outro probleminha é a haste que o acompanha. Ela deve ser cortada até se adequar e não machucar. Eu diria que esses são os únicos incômodos, o que representam quase nada.

 

Modo de usar o coletor menstrual. Fonte: Google.

 

Quando a gente começa a usar o coletor menstrual, logo se surpreende com a quantidade de sangue coletada porque sempre pensamos que é mais, já que o absorvente passa a impressão de que é bastante. No absorvente, o sangue se espalha deixando um pegapacapá doido entre nossas pernas. No coletor, o sangue se condensa e ali fica, por isso, a impressão de que ele é menos. O odor também é menor, visto que ele não entra em contato com algodão ou oxigênio. Ah, e não atrapalha a fazer xixi nem defecar. É de boa na lagoa. Você só não pode transar com ele, logo o mais adequado é retirar antes do ato e depois colocar novamente.

Uma coisa importante para quem usa o coletor é a higienização dele. A cada fluxo, eu coloco o meu na água e em uma panelinha de esmalte para dar uma fervidinha. Não devemos usar panelas de alumí­nio nem de teflon, pois elas soltam substâncias metálicas que podem danificar o silicone. A cada retirada do nosso corpo, ele deve ser lavado com água corrente e sabão neutro. Caso não tenha o sabão, ao menos na água bem lavadinho ele precisa ser. Para colocá-lo, a mão também deve estar bem lavadinha. Apesar desses cuidados, relaxe, o coletor não causa infecção alguma.

 

Panelinha, coletor e saquinho para guardá-lo. Ele está um pouquinho amarelado devido ao uso.

 

Para que não tenhamos dúvidas sobre seus benefícios, eu fiz esse infográfico abaixo que aponta todos eles. É econômico porque é reciclável e pode durar muitos anos se cuidarmos direitinho. Apesar do custo inicial ser mais alto do que o dos absorventes, este custo é dissolvido ao longo do tempo de uso. É sustentável por serem reutilizáveis, evitando a produção de lixo. É ótimo para carregar e eles ainda vêm com uma sacolinha, como mostra na imagem acima. Muito amor!

O coletor menstrual também é confortável porque não causa nenhuma sensação de incômodo. Às vezes até esqueço que estou usando ele. Posso usar pra fazer qualquer atividade físico e fico de boa na vida. Ele também não altera o pH e a flora vaginal por ser feito de silicone e não ter função absorvente. Como última das características citadas abaixo, o coletor oferece comodidade porque abriga um volume de fluxo muito maior do que os absorventes e permite um uso mais longo mesmo que o nosso fluxo seja intenso.

 

Imagem: Pudor Nenhum. Ilustração do coletor: desconhecida/Google.

 

Aqui, no Brasil, a Anvisa já anunciou que os coletores logo vão receber uma regulamentação para que sejam padronizados e mais seguros. Conforme uma matéria veiculada no G1, a Anvisa diz que a norma deve dizer que o coletor precisa ser de material atóxico e adequado para seu uso e que não pode ter ingredientes como fragrâncias e inibidores de odor. Um alerta sobre SCT (Síndrome do Choque Tóxico) será obrigatório e ainda a frequência de remoção do produto para descarte do conteúdo menstrual.

A Síndrome doo Choque Tóxico é um problema de saúde relacionado ao acúmulo de sangue menstrual em absorventes internos, que utilizavam fibras sintéticas e produtos químicos para ampliar sua absorção, por mais de um dia. Atualmente, os fabricantes de tais produtos voltaram a utilizar fibras de algodão e não acrescentam mais produtos químicos. O maior risco está em feridas de pele não esterilizadas adequadamente ou após cirurgia geral. Porém, houve um caso relatado de uma mulher que usou o coletor. Mas fiquemos tranquilos, pois o uso correto não aumenta os riscos de infecção. Eu mesma estou tranquilíssima!

Se tiver querendo experimentar, se jogue. Amei o coletor de verdade. Indico a Inciclo também, viu? Para contar sua experiência, sinta-se à vontade nos comentários ou pela página de contato aqui do blog. É sempre muito love essa interação da gente!

Como assim? Esperar o quê? Isso mesmo: esperar fazer sexo após o casamento. Em meados de 2016, eu descobri que havia um movimento chamado Eu escolhi esperar por meio do Facebook. Inclusive, eu soube deste com mensagens que criticavam e colocavam em cheque a veracidade daqueles que deste participavam. Ao pesquisar, soube que era verdade e que há muitos jovens que realmente dão preferência pelo esperar o matrimônio para depois vir a se encontrar em corpos nus.

O movimento Eu escolhi esperar é coordenado e idealizado por Nelson Junior e sua esposa Ângela Neto. Ele é pastor da Igreja em Vitória e membro da Associação de Pastores Evangélicos de Vila Velha, além de trabalhar com jovens e adolescentes há pouco mais de 20 anos – conforme foi apresentado no site Eu escolhi esperar. Além deste casal, a equipe é composta por um casal que atua na direção administrativa, uma gerente da loja virtual (sim, eles têm loja!) e outro casal que atua como produtor de eventos da campanha pelo Brasil. Dessa forma, vemos que o projeto é algo organizado e grande.

Com a missão de preservar o jovem sexualmente, eles trabalham com uma linguagem jovial e apresentam textos bem atuais, assim como vídeos por meio de um canal do You Tube. A intenção é garantir a saúde emocional e obter um comprometimento cristão dos envolvidos. Isso também dá margem ao trabalho com o conhecer o outro em diversos âmbitos além do sexual e evitar a possibilidade de doenças sexualmente transmissíveis. Vejamos um dos vídeos que se encontram em seu canal.

Na prática é bacana, exceto pela imposição do fato de ter que esperar, pela negação à masturbação – importante para nos conhecermos, e pelas outras dicas que soam impositivas, pois parecem não oferecer escolhe e, assim, alienar. Nosso corpo possui uma válvula que começa a ser ligada na adolescência. A publicidade, a internet e os lugares por onde andamos sempre trazem um quê de sedução. Estamos o tempo todo conectados em nosso corpo e no alheio. Segurar tesão é difícil, principalmente com o descontrole que temos por todos os lados. A sexualidade grita, agita paredes, rompe muros.

A educação é importante. Crer em algo ou alguma coisa também nos fortalece diante das adversidades, mas nosso corpo precisa do nosso próprio tempo. Acredito que conhecer o outro antes do casamento também evita alguns problemas que talvez, para você, não possam ser relevados. O sexo é muito importante para a intimidade do casal e para saber se aquela é a pessoa certa.

Tirar dúvidas de forma esclarecedora sobre os meandros do sexo é essencial, mas impor regras sobre o que fazer e o que não fazer já sai da minha alçada. Entretanto, independente da minha opinião, temos que respeitar a opinião alheia e desejar que o sexo pós-casamento seja dos melhores para que a saúde do relacionamento se mantenha. Eu não escolhi esperar e, se escolhesse e ainda tivesse solteira, como seria? O Pudor Nenhum não estaria aqui para mostrar que mais natural do que fazer xixi e mais gostoso do que comer uma lasanha é falar sobre sexo. Aos que estão esperando, sucesso e que as melhores descobertas sejam realmente melhores.

Ela chegou linda, charmosa, aconchegante, deliciosa. Ela chegou chegando porque faz parte dela ser assim. Comum? Pode até ser. Como qualquer outra? Nunca. Quem leva a marca do Pudor Nenhum, nunca é igual a ninguém. Pudor Nenhum tem uma vibração, uma energia, um up de levar lá pra cima quem ainda não se sentiu nas alturas. Ser Pudor Nenhum é reconhecer-se essencialmente linda, lindo, beautiful. É saber que o sexo é a coisa mais natural que existe e não ter vergonha nenhuma de ser feliz. Usar Pudor Nenhum é mostrar que você é assim e usar a canção de Lulu Santos para embalar seu café matinal ou de qualquer hora do dia, pois Deixa que digam, que pensem, que falem. Deixa isso pra lá. Vem pra cá. O que que tem?.

A caneca do Pudor Nenhum não tem essa de mixaria porque são 350 ml de uma bebidinha à sua escolha para o dia ficar bem mais leve. Ela é toda branquinha e de porcelana. Gostosa para dias quentes e frios. Delícia para aquele momento rápido ou para saborear um chazinho debaixo do cobertor numa noite qualquer assistindo um filmezinho ou mesmo uma novela das oito. A caneca do Pudor Nenhum representa liberdade porque mostra, por meio da nossa logo, o quanto você é livre em suas escolhas e se identifica despudorada ou despudorado.

 

A imagem atrás é para ostentar mexxxmo. A gente merece!

 

Na pré-venda, você vai poder levar um bloquinho de notas que tem a cara da danadeza, mas que também pode ser apenas mais um aliado registrado para o seu dia a dia. Nele, você pode escrever recadinhos para lá de salientes e deixar na mesa do boy ou da boyzinha. Com os post-its, você pode escrever o número do seu telefone e colar até no bracinho do crush. Se preferir, pode pedir que alguém entregue o bilhetinho com seu autógrafo e whats. Todo mundo gosta de ser cortejado e pessoas despudoradas não têm problema algum em cortejar.

A gente flerta mesmo e com força porque, assim como desaforos, também não levamos vontades para casa – a não ser que seja para contactar depois. O bloquinho personalizado do Pudor Nenhum vai te dar essa ajudinha para nunca mais você perder um crush de vista. Sem contar que se ele ver a estampa do bloquinho, vai saber de cara que você é daqueles ou daquelas prontas pro ataque porque ser Pudor Nenhum é ter o despudor estampado na cara e isso é a coisa mais sexy que existe.

O bloquinho vem com 5 pequenos bloquinhos de fitas autoadesivas, um bloquinho maior de folhas e uma canetinha. Tudo pronto para que você espalhe amor por aí. Caso seja comprometido, se avexe não porque dá para fazer aquelas surpresinhas despudoradas para a pessoa que está contigo. E se não quiser nada disso, acalme o coração porque o bloquinho tem tudo para otimizar o seu dia e cabe em qualquer bolsa, carteira, qualquer cantinho dentro do carro, qualquer lugarzinho bacana.

 

Quando precisar de dicas de cantadas, a gente também te ajuda.

 

E não acaba por aqui, não. Junto com a caneca e o bloquinho, eu vou mandar uns bombons de chocolate para deixá-los literalmente com água na boca. Sabe aquelas pepequinhas e piroquinhas de chocolate? A gente vai te fazer sentir o gostinho e se lambuzar. Eles serão feitos por mim para que você devore com todo gosto e ainda chupe os dedos. Mas tem mais: vai bundinha, posiçãozinha e você ainda vai pagar peitinho com toda a abundância que vai encher sua caneca e atravessar a distância que estiver para ir até o seu prazer.

 

Imagem meramente ilustrativa. Fonte: Google.

 

Quanto aos chocolates, já falei demais, não é? Para ver, só quando chegar em sua casinha e quando todos começarem a espalhar essas pequenas volupiazinhas pelas redes sociais. Enquanto não houver o lançamento deste kit, a gente mantém um certo segredo. E falando em lançamento, os produtos serão enviados no dia 08 de Maio e só quem ganha tudo isso são os 50 primeiros que comprarem. Os primeiros 25 que comprarem levam com frete grátis e os próximos 25 que comprarem, pagam seu próprio frete que, vamos considerar, é uma bagatela.

A caneca com o bloquinho e os bombons saem por 40 pilas e você pode negociar diretamente comigo pelo Facebook, Instagram ou pelo e-mail luu.rosarioo@gmail.com. Se quiser, também pode comprar por este link aqui (clica no aqui mesmo..hehe). Para terminar, quero dizer que estou muito feliz com todas essas conquistas e agradecer a você por me acompanhar e dar um feedback sempre. Não há coisa mais gostosa do mundo do que um retorno, um sorriso e um elogio de quem acompanha o seu trabalho. Pudor Nenhum é minha paixão.

 

Na década de 70, Linda Lovelace foi um destaque na indústria pornô. Com o filme “Garganta Profunda”, ela se tornou um e foi considerada aquela que propiciou a revolução sexual na época. Este filme que ela protagonizou foi um dos primeiros filmes a ter trama, desenvolvimento de personagens e valores altos de produção. Após ele, a cultura sexual dos Estados Unidos e a sua política foram influenciadas. O que Linda Lovelace fazia bem perante todos aqueles que investiam nela era justamente o sexo oral até as últimas consequências, independente do tamanho do pênis que lhe era colocado.

Entretanto, a história não era apenas de sucesso e não era ela quem queria viver tudo isso, inclusive o filme rendeu aos seus produtores 600 milhões de dólares aos seus produtores, mas ela só recebeu 1250 dólares do seu ex-marido que – no momento – era quem estava com ela e era seu empresário. Como assim? Em 1980, Linda lançou uma autobiografia em que revelava ter sido vítima de estupro, violência, prostituição e também pornografia. 

 

 

Seu ex-marido já tinha um histórico no mundo da prostituição e, para lucrar, resolveu inseri-la no meio pornográfico. Vítima de constrangimentos e ameaças, ela sofreu. Além de um marido agressor, teve uma família omissa. Seu término foi surpreendente porque Linda conseguiu libertar-se dele, casar, ter filhos e lutar contra a indústria pornográfica e a violência doméstica. Apesar de falecer bastante nova, ela nos deixou sua história de vida e um livro autobiográfico – que vou procurar para ler, pois fiquei bem interessada em conhecer mais sobre ela.

 

 

Na imagem acima, temos a Linda Lovelace real. No filme, quem fez o seu papel foi a atriz Amanda Seyfried. O filme foi dirigido por Rob Epstein e Jeffrey Friedman. Seu lançamento foi em 2013 e ele se encontra na Netflix. Garanto que vale a pena assistir!

Tenho estado desconecta comigo mesma há algum tempo, a sensação de conseguir, depois de tanto tempo, compreender quem eu sou e o que quero é um tanto quanto confortador. As dores ainda existem? Sim, mas estou tentando e aprendendo a lidar com elas de uma forma madura e tirando melhor proveito delas e replantando-me a cada novo sofrer. Contudo, essa mudança radical não fora obtida de um dia para o outro. Não. Foi preciso muito e pouco sono para eu estar apta a me entender… o que ainda não é fácil. Sinto-me rodeada de paz e de uma menina que eu nunca fui e sinto falta; gosto de fingir que um dia fui inocente e sem preocupações, apesar da crença em nunca ter sido dona de tamanha ingenuidade; gosto, simplesmente, de me imaginar diferente e codificar o meu futuro e as minhas ações nos sorrisos e abraços que tenho comumente recebido de pessoas que florescem e perfumam o jardim da minha vida.

Meu celular apita. Uma mensagem de texto incomum e aguardada. Não se mandam mais mensagens de textos ou e-mails e eu sou louca para receber e troca-los, acho confidencial, misterioso, temperado de esquecimento e perigo. Recebo poucos, a maioria são anúncios de vendas de livros dos sebos que sou cliente ou de sites com dicas para vestibulares; urgh, me enlouquece não estar livre um instante sequer dessa palavra, dessa necessidade de aprovação alheia baseada em pontos… acho que estou à frente disso tudo, mas o regresso é necessário, preciso voltar e fazer parte desse meio, mesmo que isto signifique viver algo que não quero e algo que não me faz ou forma.

O convite fora aceito e eu, como em quase todas as outras ocasiões da minha vida em que sou obrigada a tomar decisões, fico insegura sobre meu ato anárquico de aceitar o convite dela em ir até a sua casa, assistir um filme. Nós sabemos o que acontece em filmes assistidos a dois: se cansa, o beijo filmado embaraça e constrange (porque, afinal, é o que desejamos fazer com quem deita ao nosso lado), um esbarro aqui e outro mais íntimo lá. O fim eu já sei e você também. Aceito porque gosto de me desafiar (dentro daquilo que me permito ir) e gosto, principalmente, de beijá-la.

Flor tem sido um desafio para os meus sentimentos: ela é confusa, assim como eu. Não sabe se quer, se ama ou não… não que eu seja a imponência e firmação em pessoa, mas, no mínimo, consigo definir o caos dentro de mim porque, ora, se eu não sou capaz de compreender a minha dor, quem será? Não minto quando digo que gosto dela, gosto de verdade. Adoro a covinha da sua bochecha e do seu riso quase diabólico de tão escandaloso e, sobretudo, adoro a sinceridade que me fala quando sente saudade: vem me ver, pois te quero. E eu vou. Estou a caminho, na verdade.

A fachada da casa de Flor é pálida, branca como as nuvens que escapuliram do céu e deram espaço para o sol queimar facilmente a minha pele, mas é simples e bonita. Bato na porta de madeira, ignorando avidamente a função do interruptor minúsculo (lê-se campainha), odeio o susto que esse som agudo provoca, prefiro o bater bruto na porta, é sonoramente mais poético e bonito, acho. Ela demora, como sempre. Tarda seus passos fazendo-me ansiar pela visão do seu corpo, tarda-se para me fazer entrar no jogo psíquico de desejo. Flor abre a porta, o sorriso, os braços e a alma para mim, enlaço-os num abraço caloroso e beijo fortemente a bochecha dela, quase tocando os lábios rosados e levemente ressecados dela; a sua pele tem sempre o mesmo aroma gostoso e provocante, tem um toque de sal, de ar e de chuva… Flor é a tradução do que é belo na natureza e na bondade da mesma, visto que a mim é dada a oportuna chance de prova-la e banhar-me nas suas carnes.

Entro sem vergonha e já corro em direção ao quarto conhecido. Lá, espero a companhia do seu corpo e deixo-a perceber a surpresa nos meus olhos. Estava diferente, não tinha um toque juvenil e itens decorativos de cidades famosas, agora, o quarto exalava maturidade e, honestamente, eu só pensei coisas más. Ela serve um pouco de vinho e, apesar de hesitar, pego a taça mediana de suas mãos e deixo meu toque sentir a pele dela por uns poucos segundos; bebo um gole do vinho tinto suave e sinto o adocicado queimar no fundo da minha garganta. Ela senta-se de frente para o meu corpo e se diz disposta a conversar, eu o faço.

Nunca me saí bem em escolher assuntos, em tentar me aproximar de uma pessoa pelo meio da conversa… sempre fui dispersa quanto a isso. Porém, com Flor me sinto segura para ser o que sou e, inclusive, dizer o que penso. As conversas têm tido uma função muito importante nos encontros casuais: é através do bate papo que nos conectamos, ela me sente, me entende e me ouve falar. Falamos por um tempo suficientemente longo que abre brecha para o desejo e o fogo alcóolico se irradiar por nós e fazer-nos queimar. A conversa sempre termina na cama. É com fala que tudo se inicia, é a fala que nos faz silenciosas e ruidosas por horas numa cama e é com ela que encerramos a noite, então, eu vou para casa entupida de palavras que poderiam ter sido ditas e não foram e Flor… bem, não sei. Ela manda-me palavras quinze dias depois, quando sente necessidade de degustar o meu gemido (que não é feito de palavra, mas ainda é meu).

O corpo dela move-se vagarosamente, ansiando não romper o fluxo de sensualidade que emana do rebolar dos seus quadris. Senta-se atrás do meu corpo e rouba o recipiente com um resto de álcool da minha mão e não fala nada… e é neste instante que percebo o início da ausência do falar onde, ao mesmo tempo, se finaliza a saudade desses dois corações que, no fundo, se amam de forma altruísta, realista e digna. O pôr do sol embeleza o ambiente, alaranja as nossas peles que ruborizam quando recebe calor do corpo alheio e diferencia em algo que ainda não sei identificar o que é. Há algo diferente, novo. E eu percebo. Flor fala comigo.

Deixe-me beijá-la. Não ouso negar e sequer me rebelo em falar, deixo que as palavras e o controle partam dela. Com uma mão recuo o volume do cabelo cacheado para o lado do meu pescoço e com a outra aproximo sua cabeça da minha nuca; seus lábios me tocam e eu tenho o privilegio em sentir o arrepio molhado que a sensação da sua língua me fazendo carinho provoca, Flor me beija de cima a baixo, me toca com a ponta dos dedos em locais estratégicos, em pontos que me fazem arrepiar e sentir algo bom. Senti sua falta. Flor fala e não consigo dizê-la que quase aguardei todo o dia pela sua mensagem de intimação; ela fala e eu me entrego cada vez mais a vontade de ficar nua e estar confidenciada à inspeção meticulosa dos lábios revoltos desse botão perfumado e revolucionário; ela beija minha nuca tantas vezes que nem me lembro do momento que tirei a blusa preta. Você é linda. Em outra ocasião, falara-me que a primeira vez que me viu passar pelo campus da universidade percebeu que eu não usava sutiã pelo balançar livre dos meus seios e pelos mamilos sensíveis que estampavam a blusa que usava no dia. Lembro da ousadia e perversidade dela toda vez que me desnuda, toda vez que arranco a blusa e os meus seios ficam à disposição das fantasias dos seus lábios e das suas mãos.

Flor é quase maníaca: perfeccionista, ambiciosa. Almeja chegar ao topo, a fazer bem feito e algo novo a cada encontro quinzenal nosso; tem fissura em me ver retorcendo os quadris por ela. Flor é selvagem e impura, em nada remete a flor. Adoro a expressão de desejo no seu rosto. Beija os meus seios e eu agarro com brutalidade o amontoado de fios grossos na sua cabeça, aperto conforme a intensidade do chupar e grito quando já não tenho mais força para competir com a brutalidade do seu ato. Prendo um palavrão entre os dentes e a vejo sorrir, faço urgente o contato dos nossos lábios e agradeço quando ela faz. O aprofundamento das nossas línguas é compatível ao instante em que meu corpo relaxa sobre a grande cama resfriada pelo ventilar suave que vem da janela entreaberta, agarro a barra da sua camiseta masculina (provavelmente do seu irmão mais velho) e retiro-a, bagunçando e balançando o coque no topo da sua cabeça. Mordo seu lábio com força, instintivamente, quando ela bate na minha bunda; ela tem consciência do quanto isso me enlouquece, do quanto adoro ser dominada (seja por homens ou mulheres). Você vai me obedecer? Não respondo. Deslizo o short de tecido fino pelas minhas coxas grossas recém depiladas e abro-me em sua frente… visto uma calcinha azul, sua cor favorita. Toco-me intima e rapidamente: estou muito excitada, estou quente e molhada. Um minuto de toques rápidos e eu, de certeza, teria um orgasmo enlouquecedor. Mas não faço. Toco, gemo e fico totalmente despida sob o olhar atento de Flor, que fica curiosa em descobrir os próximos passos da minha ousadia gerada e manipulada pelo ardor dos seus beijos.

Deito de costas e empino levemente a minha bunda em sua direção. Flor se livra das peças que cobriam seu corpo moreno e encobre o meu, fazendo um caminho de beijos pela curvatura das minhas costas até chegar ao meu ponto fraco. Os beijos regularmente distribuídos na minha nuca conseguem arrancar um gemido tímido de mim, não somente pelo beijo em si, e sim, o que veio acompanhado por ele: uma mão pequena e ousada que se enfia por entre as minhas coxas e massageia o meu clitóris. As diferentes pressões espalhadas em diversos pontos do meu corpo me fazem estagnar na beira da insanidade; os lábios pressionam-se contra a pele sensível da nuca, os seios arrebitados e excitados massageiam ritmicamente as minhas costas dançando conforme o descer e subir do corpo de Flor, os dedos fazem pressão no ponto mais sensível de uma mulher, no local que um toque leva a um paraíso desconhecido e parcialmente diabólico. Vire-se! Ela ordena e eu faço, como se não me restasse outra opção senão me submeter a suas vontades.

Fecho os olhos e permito sentir todo o meu pulsar em sua mão: começo a fraquejar, a tremer e a voz ameaça falhar (caso arrisque alguma palavra); meu clitóris vai sensibilizando a cada movimento bruto, firmo minhas unhas no lençol e sinto o ápice do que é sensível. É tão prazeroso que chega a doer, dói quando continuo a ser tocada com a mesma intensidade, é agonizante. Prendo a respiração e grito quando ela me sente internamente, quando seus dedos me procuram mais a fundo e carnalmente. Ela me beija sem parar os movimentos. Gemo entre um beijo e outro, toco-a também e ela enlouquece diante da minha ousadia de não aceitar ser totalmente dominada. Ela deixa-se banhar no que eu posso oferecer, apesar de estar disposta a me fazer… a me foder.

Gozo a primeira vez e respiro fundo na tentativa de recobrar as energias e voltar a sentir firmeza nas minhas pernas. A negação de descanso me vem com o áspero de sua língua que caminha em direção a minha intimidade vermelha e tocada (somente por ela), ela me beija como se não houvesse outra coisa que desejasse fazer. Sente o meu sabor, delicia-se com o frescor pós-gozo e aperta a minha bunda. Gemo. Aperto instantaneamente os meus seios rosados e tenho a impressão de estar vivendo algo único e surreal, com o respirar deficiente e a voz sussurrando o nome da moça que me chupa, me atento e canalizo minhas energias em desfrutar do segundo orgasmo da noite. Apesar de ansiar a chegada, ele não vem: Flor para e me maltrata, me faz implorar para que eu volte a ser chupada, ela deseja-me como submissa e eu, tremendo de vontade, imploro com palavras sensuais e vulgares para que ela me dê prazer e me faça gozar novamente.

Sustentando os seus olhos nos meus, desce a cabeça para o meu colo e beija a região do meu umbigo, percorrendo um caminho perigoso e conhecido pelos seus lábios. Sinto todos os seus gestos de olhos fechados, me permitindo chamar seu nome num sussurro mudo quando ela me beija; seu corpo se enrosca no meu, suas mãos massageiam simultaneamente os meus seios grandes e, honestamente, põe-me à beira da loucura. Ela não deixa ser tocada, não quer sentir o prazer e sim dar-me, Flor satisfaz-se com um gemido rouco meu, satisfaz-se com a ideia de ser a pessoa que provoca em mim todas essas sensações proibidas. Os seus beijos são distribuídos regularmente por locais muito íntimos, ela reconhece aquilo que preciso e sabe como mover-se, como fascinar-me. Ela me prova de todas as maneiras e, em seguida, ousa em fazer com que eu prove o meu próprio sabor nos dedos e na ponta da sua língua. É profano, impuro e pecador. Flor é o pecado, tem o hábito de me induzir a perversão, a querê-la…

A sensibilidade do meu corpo inteiramente arrepiado faz doente o toque daquela mulher: queima, arde, dói e vicia. Flor caracteriza-se pela máscara angelical que esconde quem ela verdadeiramente é, que esconde as suas verdades: gosta de bagunçar o meu cabelo, de me bater, de me tocar intimamente e de prender-me aos seus encontros. Submissa, assisto meu corpo novamente caminhar através da trilha conhecida do orgasmo. Eu começo a fraquejar e demonstrar instabilidade, minhas mãos tateiam o meu e o corpo moreno deitado sob mim, os apertos e tapas se intensificam e não me doem, minha boca se abre, é beijada e propaga o som da beleza em produzir o perfume da carne contra carne. Meu cabelo puxado, meu lábio ferido, meu peito acelerado e a minha bunda que apanha é aquilo que contracena com o ápice de atuação das protagonistas da mais bela peça real: o sexo.

Os segundos de atuação desta sensação lúdica me deixam inativa e sequer consigo descrever passo a passo o que me provoca, é ensurdecedor, engasga e aflige o coração: tudo acelera e você tem uma vontade imensa de beijar, morder e gritar, as mãos apertam o próprio corpo, a boca se fere e o grito se alastra pelas diversas regiões da sua mente e te nocauteia. Flor me beija novamente, desta vez com uma segurança e com um ego maior: me fez gozar, me fez gritar e suar. Flor me fez.

Trinta minutos após o fim é o tempo certo para se ir. O fim de tarde não é sempre a hora que escolhemos para transar, mas desta vez, não sei porquê, o clima deu uma nova significância ao ato, embora o profano ainda domine sua essência. Estamos deitadas, uma agarrada a outra, como nunca havíamos feito. Eu olho o relógio: quinze minutos a mais do tempo de ficada e eu ainda estou aqui, ela não me quer longe dos seus braços. A conversa cessou e as palavras quase não foram ditas, estamos silenciosas, cada uma analisa uma dimensão distante, sem pronunciar uma palavra sequer; fico confusa com a análise anterior sobre as trocas de palavras e me ponho a pensar sobre esse rompimento de fluxo: não nos falamos. Flor acaricia a pele do meu colo ainda nu, quieta, pensativa. Respira fundo contra meus cachos desfeitos e eu ainda penso na ausência de palavras, penso que nós deveríamos estar conversando, que a casualidade dos nossos encontros sugere que se fale depois do sexo e que façamos isto todas as vezes… por que não hoje? Ela mexe no meu cabelo, fecho os olhos e descanso com o seu toque minimalista e tímido.

Seu toque em nada se assemelha com o feroz e demoníaco das suas mãos há algum tempo atrás e isso acontece porque estamos e somos influenciadas uma pela outra a todo instante. Flor me tem de uma forma, eu a tenho de outra e, juntas, constituímos uma união sexual e intensa. Nunca beijei a boca de uma mulher antes da dela, antes de me apaixonar pelo feminino e a sua reciprocidade e conexão mútua, pois, ainda que eu foda com homens, a sensação de entregar-me para uma mulher é revigorante: ela sabe do que preciso, de como tocar e beijar; não se intimida em beijar entre as pernas e, muito menos, de ceder espaço para somente uma gozar a noite toda. Embora pareça uma bondade enorme da parte de Flor renegar o meu toque, existe na sua atitude um quê egoísta… estou em dívida com ela, meu saldo negativo com a mulher que me fez gozar me obriga a voltar e, desta forma, ela sempre me terá e a casualidade se reestabelece e se renova sem que esteja dito e imposto explicitamente. Eu vou-me feliz e culpada e, no fim, acabo voltando para o calor das suas pernas. Percorro a mão pela pele da sua bunda morena e ela aperta a branquidão da minha, beijo-lhe os olhos e a boca rapidamente, como faço toda vez que chega a hora de ir. Beijo-a e vou, sem muitas considerações por estar certa do retorno. O seu olho brilha e a boca dela treme na intenção de fazer som a palavra pensada.

Fique comigo…

A nobreza da sua voz me pede. A casualidade não é isso, estamos errando ou inovando; ela erra no sentido do que queremos ter ou, ainda mais insano, ela quer ter-me como algo fixo e não quinzenalmente. Penso na grandeza imensurável deste pedido aparentemente simples e confundo-me internamente. Flor percebe a minha confusão e finge não estar arrependida de fazer um pedido tão significativo para nós que, inicialmente, firmamos o acordo de não envolver sentimentos e carinhos. Olho no fundo dos seus olhos negros e coloro com a ponta dos meus dedos a maçã do seu rosto levemente corada. Ela quer falar e eu a encorajo com os olhos.

Talvez, eu esteja te amando.

Aperto-a nos meus braços, tranquilizando seu corpo tensionado, sustento meu olhar no dela como quem quer dizer que está tudo bem, que estou amando-a também e que isto significa temer da mesma maneira a vontade de ficar e beijá-la todas as manhãs e noites. Beijo-lhe os lábios e, sem dizer nada, consigo fazê-la entender que tudo é real e que quinze dias é tempo demasiadamente longo para o anseio dos meus lábios em tê-la; faço-a compreender que desejo estar e revidar as provocações quantas vezes forem necessárias num dia só; digo, sem falar nada, que a amo também. Ela sorri, um riso com manifesto de compreensão e felicidade. Então, capturo no ar a essência da palavra e da sua força sobre mim, mesmo a palavra sem som, aquela que se diz com os olhos, com o cortado da respiração e com a pressão do toque. A palavra ainda é a melhor forma de manifestar-se e, portanto, é por meio dela que rompo com um acordo bobo e ingênuo e firmo outro que preza compromisso e constância.

Beijo a saliência das suas costelas e recebo um carinho no cacho decomposto e amassado, seu corpo fala que me quer novamente através dos pelos que se arrepiam e eu leio na expressão facial de Flor que não preciso esperar quinze dias ou quaisquer números de dias para quitar e sanar o meu débito com ela. Deslizo meu corpo para baixo, para o meu lugar favorito nela, pronuncio-me com a ousadia do meu ato e faço-a ciente.

Eu fico.

Leitora Despudorada.

Quem nunca ouviu falar (ou nunca falou) as expressões “apimentar a relação”, “tornar as coisas mais picantes”, “ela é apimentada” e por aí vai? Todos nós já nos servimos de alguns termos como apimentar, picante ou apimentada para se referir às nossas relações e às pessoas mais maliciosas e entregues às questões sexuais. Todas essas palavrinhas mágicas estão ligadas à uma única: pimenta.

A pimenta é um fruto que deriva das plantas do gênero Piper, formado por cerca de mil espécies. Seu componente mais característicos são os alcaloides, denominados capsaicinoides, que são responsáveis pela ardência produzida quando entram em contato com as células nervosas da boca e das mucosas.

 

 

A Capsaicina, presente na pimenta, age acelerando o metabolismo no local, dilatando os vasos capilares e aumentando o fluxo sanguíneo. Já a Piperina, que também a constitui, produz ardência através da ação causticante, queimando as células superficiais da mucosa atingida. Parece que estamos em uma aula de biologia, não é? Mas minha intenção não é ser chata com blablablá sobre pimenta, pelo contrário, eu quero que estejamos bem contextualizados porque o produto sobre o qual irei falar é bem quente, bem apimentado e bem picante.

A Intt acertou em cheio quando pensou em um estimulante à base de pimenta porque, assim como foi citado acima, ela provoca calor e ardência. Então, as sensações de excitação através da sudorese, formigamento, aumento do ritmo cardíaco e bochechas coradas são despertadas deliciosamente.

A própria tradução do nome do produto, Hot Pepper, já diz tudo, pois significa Pimenta Quente. Ele deve ser aplicado diretamente nas zonas erógenas tanto na mulher quanto no homem e pode ser saboreado com os lábios e língua. Você pode usar tanto na penetração vaginal ou anal quanto no sexo oral, a escolha é sua. Ele lubrifica e cria sensações únicas. Olha este Papo Inttimo com a Carol Piacenzo!

 

 

Com 30 ml, ele vem é um frasco de vidro lindo, discreto e charmoso para deixar em qualquer lugar da casa sem grandes suspeitas. A caixa vermelha vem toda trabalhada em arabescos na cor dourada, ou seja, muito requinte em um só produto. Sua forma de aplicação é em jatos e isso significa que é super fácil de usar. Ah, e dá para se lambuzar muito e sem medo de ser feliz porque ele nunca vai arder a ponto de deixá-la(o) desconfortável.

Se a sua intenção é aquecer a relação e dar aquele fogo, Hot Pepper pode ser uma grande escolha. Se a sua intenção for praticar um oral, então irá se deliciar da cabeça aos pés e lambuzar o outro todinho porque este produto tem um sabor delicioso que beira o adocicado e ao leve apimentado. Com o Hot Pepper, você literalmente vai apimentar a relação sem que haja riscos e tornando o momento ainda mais inesquecível. Experimente e depois conte pra gente porque amamos um babado!

Em jantares e momentos onde a família está reunida, fala-se sobre tudo, menos sobre sexo. Isso é comum nas famílias tradicionais, afinal o sexo é algo íntimo e considerado tabu. Aos pais, um papel compreendido como o mais difícil – educar sexualmente seus filhos. Aos filhos, constrangedor é a palavra que define o fato de ter que tocar em um assunto de tamanha privacidade com seus próprios pais.
A partir dessa contextualização, encontramo-nos no filme Crônicas Sexuais de uma Família Francesa, uma comédia com carinha de drama que foi lançada em 2012 e dirigida por Jean-Marc e Barr Pascal. Falar de sexo passou a ser um assunto a ser considerado quando o caçula da família, já com 18 anos, é flagrado se masturbando em sala de aula. Diante deste episódio, os pais começaram a questionar tanto ele quanto o outro filho sobre sua sexualidade.
O mais novo sofria por ainda ser virgem com a sua idade, o mais velho assumiu sua bissexualidade e a única irmã mulher foge do padrão repressor ao qual estamos acostumados. O vovô possui relações com uma garota de programa e o casal da história, os pais, resolvem também falar do assunto entre si e, assim, se descobrem ainda mais.
Crônicas Sexuais de uma Família Francesa é um filme curto e que vale a pena assistir. Quem tem uma família constituída de filhos adolescentes, pode aproveitar a deixa e se inspirar na trama do filme – que não traz nada de anormal, mas mostra uma família tradicional que vem se remodelando. Fica a dica!