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O próprio título já assusta e eu também me assusto em pensar nessa possibilidade (ou vivê-la, pois nunca se sabe!). Acontece que viver sem sexo é o que há de inimaginável na sociedade atual, na qual as pessoas têm se tornado cada vez mais ativas sexualmente. Deu a primeira? Então pronto, não vai mais querer parar de dar. Abrir as pernas tornou-se um prazer indissociável. Meter lá dentro e gozar tornou-se parte do cotidiano masculino. Não que todo mundo faça sexo todo dia, mas todo mês é necessário que o ato se repita um ou algumas vezes.

A abstinência pelo sexo é algo que perturba todos os sentidos, além de nos tornar tensos (ou ainda mais tensos). Ao fazer uma pesquisa, encontrei algumas informações que salientam essa questão. O endocrinologista  e consultor internacional da Royal Academy of Esthetic Medicine Tércio Rocha disse que o sexo tira o foco da comida, ajudando a emagrecer. Além do mais, o sexo libera GH (Hormônio do Crescimento) e endorfina, ocasionando uma sensação de prazer e satisfação. A falta de relações sexuais também pode prejudicar o humor e a concentração, desse modo, a sexóloga Walkiria Fernandes disse, em texto publicado pelo Ig, que a libido, ao ser estocada no corpo, precisa ser liberada se não for “pelo  caminho do sexo, geralmente ela sai em forma de nervosismo, mau humor, impaciência”. Porém, não é simples satisfazer essa vontade porque nem sempre temos alguém ao lado para transarmos e seguirmos a vida normalmente.

Muitas vezes, as pessoas ficam sem sexo por escolher não transar com qualquer um que se disponha, por não gostar de relações temporárias ou por não se mostrar disponível e, assim, também não chamar a atenção nem se apresentar atraente. Uma forma de amenizar esse desejo resguardado é a masturbação que, apesar de ser um ato solitário, é uma forma de sentir prazer e conhecer o próprio corpo. Quem curte masturbar-se, opta por ver sexo por meio de vídeos ou imagens educativas a fim de aumentar ainda mais essa vontade de se tocar e se auto agradar.

Há pessoas que preferem escrever, outras adoram um sexo virtual ou por celular – salientando que ambos convergem para a masturbação – e há quem canaliza o pensamento para outros lugares, evitando pensar no bendito sexo. Uma leitora me disse que “embora eu fosse ativa demais e muito contente com isso, não estou me sentindo mal por estar como estou… o tempo me faltou e o tempo de me interessar por alguém também. Ouvimos sempre as mesmas coisas e ficamos cansadas”, assim, ela riu e completou dizendo “preciso de algo como tango, vinho e fotografia. Não de uma coisa que me dê o prazer de um segundo e eu nem queira lembrar depois”. Como vês, a leitora segue seu cotidiano sem lembrar-se de tais questões e sem querer algo passageiro, prefere que, quando aconteça, seja com alguém por quem sente algo além da atração para que o ato seja de total entrega e de boas recordações.

Ficar sem sexo não é nada fácil, mas também não é tão desesperador a ponto de nos tornarmos inertes. Quem quer, corre atrás. Quem não quer, vai levando a vida, pois o tempo e a correria diária se encarrega de lhes tirar o desespero. Espero que minha leitora encontre seu par perfeito para uma noite melhor ainda e que todos os meus despudorados façam muito sexo e se masturbem bastante em todas as posições e sem pudor algum. Afinal, a vida é um desfrute e deve ser apreciada com o lamber dos beiços.

Em uma conversa sobre sexo com amigos, chegamos à premissa de que rapidinho é foda, mas devagar é mais gostoso. Para concluir isso, as coisas não são tão simples assim. Quando pensamos em sexo, também pensamos nas circunstâncias que tornam possível a sua realização. Um sexo rápido, sem delongas, sem muito pensar, com riscos e sem tempo pode ser uma delícia porque nos preenche de adrenalina e oferece uma tonalidade mais selvagem ao ato. Entretanto, o sexo devagar é mais comedido, mais tranquilo e permite ao casal se desfrutar com mais paciência e mais vontade. Neste, o sexo é saciado aos poucos e em seus mínimos detalhes. Soa até como romantismo, mesmo não o sendo sempre.

A questão do sexo ser rápido e devagar é  uma questão de gosto, de escolha dos indivíduos. Acredito que o fato de gostar de se fazer de um jeito ou de outro também é marca da personalidade do desejante. Além dessas opções oito ou oitenta, há que se considerar o fato de se começar o sexo devagar e depois acelerar ou vice-versa (considerações também colocadas entre amigos). Começar devagar é seguir o ritmo de conhecer o outro, acelerar depois é tornar a prática múltipla e facilitar os orgasmos. Quando acontece vice-versa, pensa-se em algo que começa impulsivamente e depois alivia para que todos os sentidos sejam melhor trabalhados.

Um leitor salientou-me que depende, eu particularmente começo bem devagar pra instigar os instintos e vou acelerando aos poucos, até porque nós homens temos que nos policiarmos já que chegamos ao orgasmo mais rápido (em tese e nem sempre), mas faço assim e depende também do local e com quem estou, se é preciso mais romantismo ou mais agressão”. Então, como vemos e como veríamos se houvesse outros relatos, essa questão do sexo ser rápido ou devagar é totalmente relativo – o que não nos impede de manter a assertiva que diz que rapidinho é foda, mas devagar é mais gostoso

Devagar é para os amantes, para os sentidos. Rápido é para o gozo. Devagar é para a satisfação corpo e alma. Rapidinho é para a carne e seus prazeres. Diante de tudo isso, há duvidas? Muitos não mais tem. E se perguntarem o que eu prefiro, fico dentro desta afirmação que se encontra no título da postagem. E, antes de encerrar o texto, desejo-lhes, leitores queridos, ótimos fodas e gostosuras para vocês porque a vida é dessas.

Eles fizeram sexo, nada mais do que isso. Nunca ficaram, ela sentia tesão por ele e ele, evasão. Não houve beijos nem compartilharam carinho algum. Houve penetração, língua que queria lamber e boca querendo chupar. Yara, desse dia, não irá esquecer.

Não irá esquecer da insipidez que transmitia e do fulgor que fora ao deixar-se penetrar. Yara mostrou seu lado vulgar, seu lado mulher, sua face não vista. Ele mostrou seu lado sacana. Yara percebeu, então, o quanto havia frieza em todo aquele encontro corpóreo. Concluiu o quanto não foi desejada e, mais ainda, descobriu que conseguiria mais do que isso em outros meios que não aqueles.

Yara, apesar da mecanicidade do sexo ao qual ela se permitiu, possuía delicadeza e um romantismo entrelinhas. Ao refletir incansavelmente, Yara repetiu não mais se deixar levar pela pele e pelo sentir, pois a não-reciprocidade abre caminhos para o não ceder.

 

 

Nada melhor do que sexo, isso a gente já sabe. Mas nada melhor do que sexo com pegada, pode ter certeza. Quando me refiro a pegada, não quero dizer de algo simplesmente forte, tal como diz o ditado “Me joga na parede e me chama de lagartixa”; estou dizendo de algo a envolver mãos e te desnortear. 

A pegada é aquela forma que o homem usa para intimidá-la em um momento íntimo. Não importa se ele chega devagarzinho ou rápido, o importante é o resultado disse sobre você. Ele pode dar uma de D.Juan e seduzi-la ao extremo com toda delicadeza ou pode ser bem instintivo e prensá-la em alguma superfície, invadindo-a por completo. Cada homem tem a sua pegada e cada mulher tem seu gosto, é claro!  

Além do mais, o texto está direcionado para a mulher, mas eu posso inverter a situação e dizer que a mulher também precisa ter pegada. Uma mulher que fica a mercê das atitudes do parceiro, mesmo depois que os beijos começaram, não atrai muito o sexo oposto. A mulher precisa de reciprocidade, caso não seja ela quem inicie o rala e rola. Ela precisa ter um jeito que é só dela de mostrar o tesão, seja carinhosamente ou pela selvageria.

Faz parte do enlace dos dois nessa trama gostosa de se pegar e de se dar. Agora você que está me lendo, diz aí: Como você curte a pegada? Eu sou fã da famosa pegada federal, aquela forte e que a pessoa mostra todo seu ímpeto de uma só vez. Despudorize-se, então, e vamos papear ou se pegar, quem sabe!

Dizem que na Grécia Antiga, as mulheres eram tidas apenas como fracas e parideiras e o que mais rolava eram relações sexuais entre homens, aqueles que detinham força e poder. As relações homossexuais eram motivos de orgulho entre os gregos, principalmente quando o ativo da relação lhe era superior. Nesse enrolar que viviam, descobriram o ânus como um local que proporcionava o maior tesão.

O ânus é uma região estreita, cheia de terminações nervosas e que, portanto, é super sensível. Sentir uns carinhos e uns beijinhos neste buraquinho que é só seu pode significar o elevar-se ao céu. Já deu para entender o que quero dizer com esse discurso todo, não é? Sim, já deu.

As carícias realizadas com a boca no ânus é o que conhecemos como beijo grego. O beijo grego pode ser perfeitamente feito entre pessoas do mesmo sexo ou do sexo oposto, tanto faz. O parceiro ou parceira pode ficar de quatro ou, caso não queira assim, em outras posições que favoreçam o alcance dos lábios e língua na região tão desejada. Fala sério! O ânus quando bem limpinho e cuidadinho é bem bonitinho e proporciona os mais diferentes prazeres. Digo isso porque há quem tenha nojo de lá como se todas as outras coisas que são feitas no sexo fossem hiper limpas.

Além deste preconceito em relação ao ânus, há também o dos homens em não deixar a mulher tocar neste lugar tão cobiçado por eles no sexo oposto. Acham que lá só eles podem pegar e o vice versa é errado e coisa de gay. Amigos, macho que é macho sente prazeres em todos os lugares e continua macho! E meninas, se vocês ainda não experimentaram, peçam ao parceiro para tentar. Todas as formas de amor no sexo são sempre válidas!

A arte de seduzir, realmente, não é um tarefa fácil. Se a gente for procurar nesses sites por aí, haverá mil e uma dicas – inclusive algumas consideradas infalíveis. Entre estas, eu encontrei, no Bolsa de Mulher, dicas relacionadas a beleza e, consequentemente, a autoestima feminina. Algo que eu sempre digo por aqui é isso: uma mulher ou homem que se sente bem consigo mesmo terá uma vibração tão positiva e gostosa que qualquer um vai querer tê-lo por perto. E verdade seja dita, basta você observar ao seu redor para ter certeza disso. No entanto, além da autoestima, é preciso ter segurança no seu poder de seduzir o outro.

Não precisa se achar hiper sexy nem o pica das galáxias para ter a autoestima elevada, só é necessário saber que você tem seus atributos e que conquistar o outro é ter segurança e acreditar no seu taco. Isso tudo exige espontaneidade. Quem sabe levar a vida sem precisar forçar atitudes ou momentos, não carrega peso algum sobre suas ações e o gosto da conquista é bem mais saboroso. Apesar desses dois aspectos serem essenciais, ainda me arrisco a citar um outro para complementá-los. Então, estou me referindo a meta por você planejada.

Se não entendeu essa questão da meta, então vou explicar-lhe. Você viu aquele gatinho com um jeitinho que, na sua opinião, se completa com o seu (ou vice versa ou seja lá em quais relações forem). A partir daí, você foi conhecendo ele melhor e encontrando razões para investir, logo, se a pessoa lhe deu um sinal de reciprocidade, invista e não tem como não sair ganhando. Já se você não percebeu que o seu doar-se voltou na mesma proporção, para quê insistir? Sua investida deve ter um limite porque, caso contrário, você faz papel de trouxa e ainda volta toda fragmentada e com o tempo literalmente perdido. Já deixe isso claro para você. Nossos caminhos são melhor traçados quando bem definidos. Seduzir é, portanto, elevar a autoestima, ter segurança em si mesmo e impor limites no alcance da pessoa desejada.

Quando a gente sai de uma relação longa, a sensação é que não saberá agir de modo a atrair o outro pro seu lado mais delicioso da força. Entretanto, minha dica é não ficar com noias porque tudo tem seu tempo e você tem que deixar que ele a perceba lindamente e saiba – ainda que suavemente – que você deseja mais do que uma amizade que faz coraçãozinho com a mão. Se não houver uma correspondência após tantas dicas gentilmente cedidas por você, pula fora porque o que não falta é gente interessante no mundo. Seduzir é uma arte que, convenhamos, conhecemos muito bem… basta um desejo aflorar e pararátimbum.