HomeArtigo criado porLu Rosário (Page 23)

É certo que há relacionamentos que começam na internet. É certo, também, que este contato virtual, quando diariamente, pode provocar excessos de tesão, coração acelerado e vontades pelo outro e pela possibilidade de encontrá-lo no outro dia ali, naquele mesmo lugar, para aquela mesma troca de carinhos. Mas nem toda relação virtual tem ares de concretização, muitas delas não passam da tela de um computador. Digo isso para tentar me aproximar da máxima que afirma que traição pode ser virtual.

Quando se está entregue em um relacionamento, estabelece-se um contrato no qual versa a fidelidade e a lealdade com o outro. Tanto uma quanto a outra implicam confiança, honestidade e retidão. Em outras palavras, o compromisso estabelecido com o parceiro (ou parceira) exige um não compartilhamento de sentimentos e carícias com outras pessoas além dos envolvidos. Isso ocorre devido a sociedade monogâmica em que vivemos e à sensação de posse que, muitas vezes, temos e resultam em ciúmes.

Independente de sermos ciumentos ou não, desejamos que a pessoa com a qual estamos namorando seja somente nossa. Não somos muito fãs de dividir afagos e afetos. É por isso que uma possível relação afetiva do nosso cônjuge com alguém que está do outro lado do monitor nos afeta tanto. Mas eu lhe pergunto: é possível se falar em traição virtual?

As respostas divergem todo o tempo, visto que traição sempre foi visto como contato físico e o virtual furta-se disso. No entanto, traição não é apenas contato físico, pois envolve o que se passa na cabecinha e coração daquele que se envolve. Nesse sentido, muitos afirmam que o relacionamento virtual pode ser uma das piores traições porque pode envolver sentimento e, quando há sentimento, é possível haver desgaste e o esquecer-se daquele com quem se namora. Uma cabeça enamorada costuma dar mil e uma voltas para justificar os ciúmes por aquele o qual não se vê.

Entretanto, as mais descoladas nem se importam. Elas sabem que quem pega, desfruta e troca verdadeiras palavras de amor são elas [Vale salientar que são raros os que pensam assim!]. Eu só sei de uma coisa: isso é muito complicado e relativo. A relatividade tem a ver com quem a pessoa está se relacionando, como está sendo esse contato virtual, qual o grau de importância que se é dado a isso e mais uma série de fatores que dependem do casal.

Portanto, lanço a pergunta para vocês e digo que sou do tipo que confio no meu taco e não ciúmo de parceiras virtuais, porém avalio um monte de fatores. Se eu perceber que a pessoa virtual recebe mais atenção e tornou-se mais importante do que eu, a gente conversa e o relacionamento acaba. Se ele não quer a gostosona que sou, tem quem queira! E se eu souber que está havendo um sexo virtual casual, também não tolerarei – a não ser que me inclua.

Sendo assim, você considera o sexo virtual como traição? É um fetiche pela troca de palavras e gozo sem envolver o tato ou é uma carência muito grande? Então, eu volto em tudo que disse anteriormente, pois tudo se aplica também ao sexo realizado assim. E, assim, retorno à pergunta: Você considera que o relacionamento virtual tem efeitos de traição? Se você quiser me dar uma resposta mais discreta ou contar a sua experiencia, entra em contato comigo. Não precisa ter pudor. Eu mesma estou soltinha!

Para todo tesão, dois corpos entrelaçados na ânsia de se terem. Há que se compreender a pressa, a falta de preocupação em relação à nudez que esboçam em cada movimento sem mais pressentimentos. Para eles, não há fórmulas nem é preciso perspectivas além da vontade por olhares que a cobiça conquista. Sem mais, arrepiam-se e fortalecem despudores duradouros até mesmo daquele que fotografa sem ser observado. Seja lá qual casal for, seja lá sexos, disposição, idades, imensidade com que vêem o ato de se ligarem entre si.

Diante de vidros ou espelho, sob a cama, o chão, os móveis e pela parede. Com todas as mãos, razão, emoção, coração e ãos que o pouco tempo, rasteiramente, comporta. Em seios, boca, sexualidades, jogos, trepadas mil. Há vermelhos, acidez, cores, flores, quentes, mares de salivas em nosso trajeto um pelo outro. E os livros que lemos estão escritos em braile. Os gestos que fazemos masturbam nossos sentidos. Enquanto empreendemos realezas da pele, ejaculamos senhores orgasmos. Quem está a nos ver, delicia-se com as delícias que a gente vive em posições encontradas. E, se quiser, fotografe-nos.

Quem entende de sexo, ao ler esse título, vai saber do que se trata. Porém, este termo não é tão usado e, portanto, a maioria dos leitores – ao serem interrogados pelo Facebook e Instagram – responderam-me que não sabiam o que significava. Isso é normal. Até pouco tempo, eu também não sabia o que significava e, movida pela curiosidade despudoriana, resolvi pesquisar. É claro que eu já conhecia – concluí – só não sabia que tal prática era denominada assim. Diante disso, creio que você também conheça, mas não saiba ligar o ato ao nome.

Pois é, vamos ao assunto: fisting (ou fist fuck/fist fucking) é uma prática sexual referente a inserção da mão ou do antebraço na vagina ou no ânus. Para quem curte, a distensão dessas regiões proporcionam um prazer a mais no ato sexual por proporcionar o conhecimento e desfrute de outras sensações. Para quem não curte, pode parecer estranho e pouco usual, no entanto, ela é mais comum do que pensamos e acontece não somente entre pessoas de determinada orientação sexual. Pelo contrário, esta prática é praticada por todos – seja lá hetero, homo ou bissexual.

Para ser realizada, é necessário o uso de luva de látex e muito lubrificante. Além do mais, descontração e cumplicidade são essenciais para que tudo dê certo. Afinal, é preciso que o corpo relaxe e que doenças possam ser evitadas, visto que nossas unhas possuem bactérias – ainda que as lavemos e tenhamos os cuidados de higiene necessários. De acordo com a sexóloga Helena Juergens, “no caso do fisting vaginal, deve ser utilizado um lubrificante à base de água porque não irrita a pele; no caso do fisting anal, pode ser um lubrificante mais oleoso ou à base de silicone para que seja mais duradouro”.

Considerado uma tara sexual, as indústrias de filme pornô usam e abusam disso. Sinceramente, fico impressionada quando vejo e não tenho vontade alguma de estender nenhuma dessas regiões da forma como o fisting permite. Contudo, estou aberta para conversar sobre o assunto, saber as sensações e como rola a prática. Para quem curte, se achegue um pouco mais porque a casa é sua e o papo é nosso.

Compartilhar piadas e brincadeiras pelo WhatsApp é a moda do momento. Quer dizer, o app se tornou a forma mais prática de se comunicar. Todo celular tem um sistema que o suporte e todo mundo quer ter um celular com internet para poder ter acesso a esse aplicativo que pode ser considerado mais uma forma de revolução na comunicação.

Assim como em todo espaço democrático, não faltam informações para serem veiculadas entre os indivíduos e grupos de bate papo. No entanto, algumas informações compartilhadas ultrapassam os limites e tornam o ambiente um espaço sensacionalista. Cenas de preconceito e invasão de privacidade ocorrem constantemente sem nenhuma reflexão, consternação ou algo parecido. 

Lembro-me de quando participei de uma pequena discussão na qual a notícia era a seguinte: “Garota de enforca em Santana após aparecer foto sua na net no motel com três homens…”. Além da mensagem, vieram três fotos seguidas (ela enforcada, olhando-se no espelho e no motel com os rapazes) e o comentário da pessoa que compartilhou alegava que havia outras fotos mais impactantes da vítima durante o ato sexual.

Primeiramente, eu me pergunto: O quê que tem uma moça fazer sexo com três homens? A gente vê direto em filme pornô e tanta gente faz – a diferença é que fica na surdina. Sexo é intimidade e, sendo assim, não precisa ser registrada e vista por ninguém. O impacto que a foto me causaria se fosse de sexo com um homem foi o mesmo de sendo com dois, três ou quatro homens porque, em todos os casos, houve uma ruptura dos limites do que é público e privado.

A nossa sociedade é muito hipócrita para reconhecer a liberdade sexual em que já estamos, inclusive, inseridos. Julga-se muito, compartilha-se sem saber quem é e sem saber se o fato é realmente verdade, esquecem que a família pode estar chorando pela perda e, certamente, não gostaria de ver as fotos de sua filha em momentos íntimos e morta circulando por aí.

As pessoas se esquecem que estão em sociedade e que, de repente, a vítima pode ser conhecida de alguém próximo. Sem contar que se não temos nada a ver com o assunto, para quê compartilhar imagens? Seria mais adequado tocar no assunto de uma forma mais amena para propor reflexões. Após uma pequena discussão, alguém disse, no casp em questão, que “é chato compartilhar, mas é necessário pra ver se o povo toma jeito e larga de querer rotular a sexualidade dos outros. Ver as consequências disso tudo”. Ao ler este comentário, mantive minha opinião sobre o assunto.

Os programas televisivos, os blogs e sites que se dizem jornalísticos estão recheados de imagens de mortes e sofrimentos, pois as pessoas parecem seduzidas com isso e, até hoje, não vi nenhuma reflexão suscitada por mortes de desconhecidos. Só sentimos verdadeiro pesar e indignação quando o ocorrido foi sob nosso pé. Caso contrário, é um caso a mais, independente do fato envolver sexo ou não. Desse modo, não entendo como é necessário tais compartilhamentos.

Quando receber algo invasivo na telinha do seu celular, guarde pra si e discuta com seus amigos. O debate em si expõe menos a vítima e expõe mais a sua opinião, além de favorecer a conscientização acerca do ocorrido. Isso pode possibilitar que o compartilhamento comece a passar por uma triagem, feita por nós mesmos, antes de ser jogada por aí. Pense nisso!

Há dois anos atrás, eu era  frequentadora assídua de um famoso site de relacionamentos. Eu estava me separando do meu marido na época. Ele era uma pessoa muito violenta e possessiva, além de ter um ciúme doentio. Nosso relacionamento já tinha naufragado literalmente.  Eu buscava conhecer, ali, gente nova, apenas amizade  virtual, bater papo, falar sacanagem, enfim, respirar um pouco – coisa que eu não fazia há muito tempo.

Um certo dia, estava procurando alguém interessante para papear quando vi a foto de um cara tão bonitinho, deitado, com carinha de carente… passei direto, nem fui no perfil dele. No outro dia, aquela foto apareceu para mim de novo, daí fui lá e curti a foto. Como era de se esperar, ele me deu um Oi e então passamos a nos falar. Falávamos coisas do nosso dia a dia e, quando fomos perceber, já estávamos trocando confidências, pois é, ficamos íntimos.

Passaram-se quatro meses de conversas e resolvemos nos conhecer.  Eu trabalhava em uma loja, onde eu era a dona. Sempre chegava bem cedo, uma forma de sair logo de casa. Um dia, ele me pediu o endereço da loja, falei onde era, mas não levei fé que ele fosse até lá. Ele disse que ia aparecer,  pois não é que ele foi lá no mesmo dia? Em menos de 30 minutos, ele ligou e disse: – Aparece aqui na porta. Gelei!!! Pois ele foi até lá messssssmo!  Fiquei toda vermelha, sem reação.

Ainda estava cedo. Mandei ele entrar. Ele beijou meu rosto. A face dele estava muuuuito quente e logo percebi outra coisa bem quente logo abaixo, um certo volume na sua calça. Não é que ele tinha ficado excitado? Nos olhamos e ele me agarrou, me jogou na parede e começou a me beijar… que beijoooooo! Ele levantou meus braços para cima, como se estivesse me dominando, e estava.

Colocou-me de costas e começou a me roçar, a me apertar… ?

TIREI a blusa e ele parecia não acreditar no que eu havia feito. Ele ficou olhando para meus seios fissurado. E eu, como adoro um clima de sedução, perguntei: Você quer? (Referindo-me aos meus seios). Ele não respondeu, apenas sinalizou com a cabeça. Tirei o sutiã. Ele agarrou meus peitos, abocanhou um e depois o outro com tanta vontade, com tanto tesão – como sugava gostoso. Então, me afastei dele e disse olhando fixamente nos seus olhos: – Morde!

Pqp, ele parecia um esfomeado, mordendo meus seios. E eu??? Amando aquilo tudo. Nunca senti tanto prazer. Então levei ele para os fundos da loja, tirei a roupa e fizemos amor loucamente, ali no estoque. Parecíamos dois loucos. Ele me colocou de quatro, e era tanto prazer. Não demorou muito, meu prazer começou escorrer por minhas pernas. Ele não estava acreditando no que estava vendo, eu ali, gozando, que delícia!!!

E, logo em seguida, ele também gozou, ele deu um urro de prazer. Foi a sensação mais maravilhosa que já senti em toda  minha vida. E ele? Somos amigos hoje em dia! A cada encontro era uma história diferente. Outro dia conto como foi nossa aventura em posto abandonado.

Beijos.

Mell, carioca.

Há quem queira um lubrificantezinho para os momentos íntimos se tornarem mais intensos e não prolongarem os caminhos entre o ir e vir. O Ai, Delícia, da Sexy Fantasy, é um desses produtos que, apesar de tudo, ainda é super cheiroso. Ele é feito à base de água e não é gorduroso, além disso, promete não causar irritação – realmente, comigo que tenho alergias manifestas na pele, ele caiu super bem, deixou entrar maravilhosamente, saiu que foi uma gostosura. Ehlaiá.

Com 120 ml, o lubrificante Ai, Delícia não é tão pouquinho assim. Dessa forma, é possível usar várias vezes. Eu usei o de morango com champanhe que, apesar de ter um sabor indicado e explícito, ele não é para ser retirado com a língua – mas para ser passado com a mão, fazer as genitálias deslizarem de prazer e depois zarpar, sendo retirado facilmente.

De acordo com Paula Milena, fisioterapeuta uroginecológica e sexóloga da Sexy Fantasy, os lubrificantes da marca (incluindo o Ai, Delícia) “tem o poder de lubrificação chegando a ser semelhante a lubrificação natural e também tem o PH ideal para a mucosa vaginal”. Sendo assim, ele pode ser usado todos os dias – independente do uso de camisinha.

Na hora de usar, gosto de colocar bastante. Mas, mesmo assim, ele ainda demora para acabar e me passa impressão, inclusive, de que, se eu usasse menos, ele teria a mesma função de de auxiliar o moço a desvendar-me deliciosa. Assim, houve quem sinalizou que o uso dele foi “um complemento pra deixar o que era gostoso em uma delícia…”.

Para quem quiser experimentar, minha indicação é mais do que certa. Pode confiar! MAS se você é daqueles que tem muitas alergias e quiser conhecer todos os seus componentes, basta olhar na foto abaixo. Foi exclusivamente feita para você!

 

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Um beijo na boca, um lubrificante em outros lugares que também são gostosuras, bem como um “Ai, Delícia” no pé do ouvido é o que eu desejo para você. Sem eira nem beija, jogue-se nos meandros do sexo e deslize em saliências. Quanto as imagens que ilustram este texto, elas serão alteradas em breve para outras que facilitem a visualização do produto.

Em um certo fim de semana de outubro, eu estava sem o que fazer em casa e resolvi olhar as conversas do meu WhatsApp. Alguns minutos depois, veio uma notificação de que eu havia recebido uma mensagem no app. Abri e me deparei com uma vinda da Camila. Ela é uma mulher divina, morena, seios médios, longos cabelos negros e mais outras excitantes atribuições acompanhadas com um encantador sorriso. Somos amigos há alguns anos e sou caidinho por ela, que sabe de tudo isso.

“Oi, tudo bem? Meus pais viajaram e estou me sentindo sozinha em casa. Eu posso ir para a sua e passar o dia aí com você?”, dizia sua mensagem.

“Claro, pode vir para cá. Adorarei a companhia e a minha casa sempre está de portas abertas pra você”, respondi já imaginando o que poderia ocorrer futuramente naquele dia.

Após algumas horas, a campainha toca e eu corro para atender. Lá estava Camila, com um vestido vermelho Muito chamativo e decotado, linda e sedutora em minha frente. A convidei para entrar e então ficamos durante muito tempo conversando sobre as coisas das nossas vidas e as que gostamos. Temos muitos gostos em comum.

Após horas de papo e umas boas risadas, Camila e eu estávamos sentados no sofá da sala, assistindo a um filme que ela mesma havia recomendado.

“Você lembra do dia no qual contou que gostava de mim? Você ainda gosta?”, perguntou Camila colocando a mão em meus ombros.

“Sim sim, com todas as suas qualidades e a sua aparência sedutora, eu sempre fui louco por você”, respondi olhando em seus olhos e colocando minha mão direita em sua coxa.

Então Camila olhava pra mim como se seu prazer começasse naquele instante. Tirei os seus óculos; deixei-o na mesa e então começamos a nos beijar. O gosto dos seus lábios era tão delicioso que arrepiava e me excitava só de sentir. Minhas mãos percorreriam suas pernas e subiam até sua virilha. Comecei a mexer meus dedos do lado de fora de sua calcinha, estimulando sua buceta, fazendo com que ela ficasse sem controle de si e do seu corpo, fazendo ela tirar o seu vestido.

Com o vestido já no chão, vi Camila com uma deliciosa lingerie preta, onde meu tesão se aumentou ainda mais. Em meio a mais beijos, ela me segura pela cintura, abre o botão e o zíper da minha calça e pôs a mão dentro da minha cueca onde começava a masturbar o meu pau de uma forma que nunca havia sentido antes. Em seguida ela se ajoelhou e sem dó iniciou o oral mais gostoso da minha vida. Em meio as chupadas no meu pau, ela olhava em meus olhos e se deliciava de me ver gemendo ao meio de tanto êxtase e tesão. Enquanto ela se deliciava em mim, abri o seu sutiã e aliava seus seios com vontade.

Os movimentos ficavam mais intensos e pedi a ela que ficasse de quatro no sofá. A gostosa me obedeceu e então foi a minha vez de ajoelhar. Coloquei minhas mãos em sua bunda, botei a calcinha de lado e fui de língua. Que delícia, quente, molhada e depilada. O clitóris dela era manipulado pela minha língua e minhas chupadas. No sofá, ela se contorcia de tesão, rebolando tudo na minha boca. Trocamos de posição e então me deitei e ela sentou com sua buceta em minha boca. Ela gemia sem parar e ficamos assim até a hora que ela implorou para que fosse fodida, dizendo “me come logo,vai! Eu to louca pra dar gostoso pra você. Judia de mim! Me faz de cachorra, hoje sou sua vadia!”.

Atendendo aos pedidos, novamente a coloquei de quatro e coloquei devagar cada centímetro do meu pau em sua buceta. Aumentando a velocidade, fodia ela com todo o meu tesão enquanto Ela gemia e pedia mais. Nosso sexo foi todo na sala de estar, onde no final gozei em seus seios e dali pra frente ela se transformou de uma amiga para uma constante parceira sexual, transando mais vezes e realizando todas suas fantasias.

Marcelo Lopes, mineiro.