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Sou do tipo que adora um perigo. Eu e meu parceiro trabalhávamos em uma escola e era comum sermos os últimos a sair e fechar a escola. Era nesses momentos que aproveitávamos.

Certo dia, estava chateada com ele e decidi que não ficaríamos mais, porém acabei não resistindo. Começamos nos pegando na secretaria e fomos para a sala da diretora. Sempre tive tesão em foder na sala, mesa e cadeira dela.

Ele me colocou de frente para a parede, colocando seu corpo contra o meu e me fazendo sentir sua ereção. Começou a beijar minha nuca e pescoço ao mesmo tempo que manipulava meus seios me deixando doida de tesão. Tirou a calça expondo aquele pau delícia. Eu me ajoelhei e caí de boca. Adoro chupá-lo.

Depois o sentei na cadeira dela, montei sobre ele e comecei a subi e descer. Depois fiquei empinada na mesa dela com ele me fodendo por trás. Voltamos para a secretaria. Ele me deitou em um dos birós e fodeu minha boceta. Nossa, como amo senti aquele pau entrando e saindo dentro de mim. Acabei com a barriga toda lambuzada de seu gozo.

Essa foi uma das fodas mais maravilhosas que tivemos no trabalho. Sim, uma das, pois temos outras e, quem sabe, conto qualquer dia desses por aqui.

S.A. – uma despudorada nata.

Quando me passa a mão pela cintura, diz ela. E quando senta sobre mim, aponta ele com o queixo. Para cada fala, uma reticências que prevê tudo o que virá depois. Não há dúvidas do derrame, da volúpia e da lascividade presente neste encontro. Foi assim, é assim e vai continuar deste mesmo modo em relação à atração no trabalho ou, digamos, troca de interesses. Quem nunca teve vontade de tirar a roupa diante daquela brincadeira de passar a mão aqui e ali em um dito sem querer? Sim, talvez essa vontade nunca lhe tenha passado pela cabeça, mas isso deve ter suas razões – e outra: ninguém é igual a ninguém, óbvio.

Esse assunto, apesar de não abranger a todos, é importante porque não deixa de acontecer. É aí que nos perguntamos sobre a ética profissional e sobre o fato de ter que ver a bendita carinha alheia todo santo dia – realmente é preocupante, mas a depender da profissão, do comportamento e dos cargos que ambos ocupam…é tranquilo e não vai mudar em nada a rotina de trabalho.

Agora vou citar os casos que podem resultar em uma dorzinha de cabeça: empregado com padrão dá merda, velho. Prefiro ficar na minha e não dar ousadia. O mesmo se dá com cargos de subordinação e avaliação. Esse “merda” e “foda” por ser convertidos em seu sentido caso o sexo se dê por meros interesses. Algo que não é da minha alçada, amores; além disso, sexo no trabalho de forma que os outros percebam ou saibam é foda. Se fizer, faça discretamente e de forma que ninguém nunca descubra porque assim você come e repete o prato. Há outros casos que eu não me lembre? Se sim, aceito com muito prazer nos comentários.

Dizem que a delícia dessa relação é o fato de parecer romper com os princípios éticos. Tudo o que soa perigo, ressoa em adrenalina e sexo com isso é um manjar de lamber os beiços. No entanto, há casos e ambientes de trabalho tranquilos que dão margem à um relacionamento além do sexo. Casos como esse acontecem, também, todos os dias e alguns deles resultam em casamentos que dão super certo. Contigo já rolou situações como essas? Conta pra mim e compartilha com a gente, vamos ficar bem atentos – a gente promete!