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Noite de lua cheia.

Era noite de lua cheia, duas taças e garrafas de vinho pela sala, a música embalava aquela conversa. Ela usava um vestido curto com um belo decote e ele fixava o olhar na boca e devorava os seios dela com os olhos. A primeira taça, troca de olhares; segunda taça, trocas de línguas; depois da terceira taça, a mão dele começou a deslizar pelas pernas dela. As mãos acariciavam e apertavam as coxas e em seguida os dedos tocaram o grelo e ela começava a soltar os primeiros gemidos.

Beijos quentes como aquela noite de lua cheia. Dedos na buceta, mordidas nos seios e ela enlouquecia. Como um animal feroz, ele a jogava no sofá e rasgou sua calcinha, ela ficou de vestido e de quatro no meio da sala. Mordidas e tapas naquela bunda, vinho foi jogado sobre ela, chupadas e mordidas, lambidas e gemidos. A língua encostava em seu grelo, eram lambidas com tesão e suaves mordidas. Um dedo penetrou e ela gemia e pedia para colocar mais e ele, colocou dois, três dedos dentro de sua buceta molhadinha.

O vestido dela era levantado e o calor aumentava. Ela estava pelada e de joelhos chupava o pau grosso daquele rapaz. Ordens eram dadas: chupa mais, engole ele todo e ela fazia com obediência.

Tapas eram dados e ela gritava de tesão. Agora fique em pé. Ande! Pare! Agora rebola para mim e ela fazia tudo que ele pedia. Os sons dos tapas ecoavam naquela bunda e ele a torturava esfregando só a cabecinha na buceta dela. Ela ia ao delírio e gritava “Mete! Mete! E a deliciosa tortura continuava. Fortes puxões de cabelo e o pau entrava todo, um grito estrondoso ecoa pela casa e ele ferozmente devora sua presa.

O moço tira seu pau lambuzado e o coloca dentro da boca da moça, ela lambe enquanto acaricia o saco daquele lobo feroz. Em seguida, ela é arrastada pelo braço, e ganha mordidas em seu pescoço fino. Jogada no sofá, recebe apertos com forças em seus seios e de costas ela sente aquele pau grosso e grande adentrar no seu cuzinho. Começa lentamente e de repente a intensidade aumentava, gritos e gemidos dos dois, suor pingando na sala. Em instantes, o suor se misturou com o gozo e os gemidos deram lugar as caras de que experimentou uma boa foda em uma noite de lua cheia.

Leitora baiana e despudorada.

Conheci, na boemia carioca, um homem de olhar intenso e sorriso maroto. Bom de papo, músico, brinca com as palavras, dono de um beijo delicioso e uma malícia contagiante. Só ficamos uma vez, voltei para minha terra e ele me acompanhou, em pensamentos.

Ficou um desejo guardado no íntimo e faz alguns dias em que as conversas virtuais ficaram mais picantes. Tudo começou quando disse a ele que escrevo conto erótico, acho que os homens ainda se espantam quando descobrem que mulheres gostam de rabiscar sobre erotismo. Ao receber o link, ele me pediu um nudes para animar a leitura. Confesso que não sou muito fã da prática. Mas como rola certa afinidade, mandei uma foto e até então considerava um nudes.

“Ah,moça! Isso não é bem um nudes”, disse ele. Eu havia enviado uma foto em que eu estava usando uma calcinha rendada rosa. Poxa! Um esforço pra nada. Eis que vem um pedido criativo “cadê a foto do triângulo e da zabumba? Meu pife está saltitando no embornal”. Gente, achei esse pedido de uma criatividade e me empolguei.

Tirar foto de um pequeno bumbum é a pior parte. Eu que já tenho uma coluna idosa, sofri. Virava para um lado, virava para o outro e saia uma foto pior do que a outra. E no chuveiro? Derrubei uma toalha ao procurar um melhor posicionamento para as fotos e quando percebi, ela estava ensopada. Os pingos que molhavam a tela e a espuma que deixava a câmera embaçada e a labuta para tirar um nudes de qualidade.

Foram minutos para achar um bom ângulo para a foto da tal zabumba. Tirei! Achei que ficou boa, o bumbum pareceu bem maior do que o normal. Enviei. À noitezinha, recebo mais um pedido, agora é foto da grutinha. Como assim? Eu só conheço a gruta de Bom Jesus da Lapa e enviei uma imagem do santuário dela para satisfazer o desejo do gaiteiro. Achei que todos os homens curtissem fotos dos seios. Tirei algumas, tive o cuidado de sumir com as dobrinhas e mandei uma imagem dos peitinhos lindos e durinhos. Qual a resposta que recebo?

– Lindinhos seus peitinhos, amor. Mas peito é para criança. Quero foto da gruta e do triangulo.

Eu pensei até que ele fosse um garimpeiro porque era um desejo pela grutinha.

Ontem eu enviei a foto do triangulo e ele se empolgou e até o pau ficou duro. No meio da conversa surgiu uma pergunta interessante:

– Qual é o nome da sua buceta?

Eu ri e muito e disse que ela ainda não havia sido batizada e não possuía registro. Nunca pensei em um nome para minha pepequinha. Foi uma novidade.

Ele ficou com a missão de batizá-la. Espero que a água benta seja substituída pela saliva ao deslizar a língua sobre a sem nome e depois penetrar seu pau nela. Será que o pife ou pau também tem nome? Estou na dúvida. E eu que crio muita expectativa, fiquei ansiosa esperando um nudes dele e me mandou uma foto até interessante e outra em que ele mostrava todos os dentes. Acho que ele pensou que eu fosse dentista e me interessasse por nudez bucal. Moço, espero ver o pife na ativa.

Na calada da madrugada, depois de muitas fotos tiradas, tentando pegar o melhor ângulo de minha grutinha, achei uma bem fotogênica e mandei. Hoje à tarde, achamos melhor encerrar a brincadeirinha. Sabe, leitores, é que do breve encontro que tivemos, ficou desejo e fome em nós. Gosto de receber nudes, mas não curto enviar e até porque sou um desastre para tirar fotos. Curto muito a pratica do toque, cheiro e do sentir. E quem sabe um dias desses, pelas ruas cariocas o músico me encontre e encante-me novamente com a beleza e a conversa saliente e que ele possa conhecer, batizar, se deliciar e morrer de prazeres em minha grutinha.

E eu? Quero saciar meus desejos e colocar o bife para tocar enquanto minhas energias durarem. Não sei quando voltaremos a conversar, mas que sua criatividade, meu adorado músico, esteja em ascensão e que se o destino contribuir, que os nossos desejos possam ser um só e que a noite fique pequena para saciarmos as nossas vontades.

FSJ, um leitor ou leitora Pudor Nenhum.

Era quase duas horas da tarde, um dia qualquer na universidade, estava trabalhando como sempre em meu laboratório, quando de repente recebo uma mensagem no wpp:

-“Oie, vem cá me ajudar no trabalho da disciplina”

..Era a Aluna gostosa que estudava comigo, já tinha até trocado algumas ideias com ela antes, mas nada que levasse a algo. Ela tinha peitos fartos, só vivia com um decote de enlouquecer qualquer homem, provocante ela era, mas demonstrava ser tímida, era estilo “morde e assopra”. Tinha uma bunda incrível, que deixava qualquer homem de olhos fixo e pau duro.

Fui até o laboratório dela e lá estava ela, com um vestido curto, de renda, verde, puts! Ela parecia saber o que exatamente eu gostava, toda sem graça me chamou para sentar perto dela e começamos a discutir sobre o trabalho. Enquanto ela falava, eu a olhava de cima a baixo, como um lobo olha pra ovelha antes do bote, eu estava excitado, vendo aquela visão gostosa na minha frente, meu pau pulsava dentro da calça, não aguentava mais, tinha que fazer algo.

Então me levantei da cadeira e levemente me aproximei dela por trás e a fui tocando no ombro. Senti ela ficar tímida, cada vez mais que acariciava seus ombros, até que decidi botar todo meu desejo em ação.

Fui descendo levemente minha mão até seus peitos – ela parecia respirar cada vez mais profundamente e rápido – e comecei a massageá-los, eu os tocavas com delicadeza, e depois os apertavas com gosto, ela fechava os olhos e abria a boca como se fosse dar algum gemido, nossa! eu olhava de cima, via a perna dela aberta e meu pau pulsava mais ainda…Não aguentei muito, enquanto uma das mãos massageava seu peito a outra desceu bem devagar pela sua barriga, tocando delicadamente – pra causar aquela sensação gostosa – até chegar entre suas pernas, foi quando ela abriu um pouco mais e eu pude tocá-la – A calcinha dela já estava encharcada! Ela estava louca de tesão! – comecei a massagear devagar por cima de sua calcinha, ela tinha pequenos espasmos cada vez que eu subia e descia aquela buceta quente e molhada. Então devagar coloquei a minha mão por dentro da calcinha dela e comecei a masturba-la, – LEMBRANDO que a outra mão ainda estava massageando o peito dela – então comecei a chupar seu pescoço! Ahh como ela estava molhada, sentia seu gozo escorrer entre meus dedos que subiam e desciam de cima a baixo aquela buceta gostosa e quentinha. Senti que ela estava pronta para o próximo passo.

Devagar e olhando fixamente para ela, fui para frente dela enquanto ela estava sentada, puxei a calcinha dela, enfiei a minha cabeça entre as pernas dela e comecei a chupá-la, nossa, que gostosa estava aquela buceta, suculenta, quentinha, macia, hmmmmm….eu comecei a lamber devagar, de cima a baixo e quando chegava no clitóris eu dava aquela chupada gostosa, enquanto ela gemia baixinho para ninguém no corredor ouvi-la. Comecei a chupar mais rápido e mais forte, minha língua parecia dançar naquela buceta e a cada ida e vinda ela se contorcia de prazer, então enfiei a minha língua dentro da buceta dela como se fosse meu pau e ela gemia com mais intensidade. Eu sentia seu gozo escorrer pela minha boca e eu a chupava mais ainda, ela então segurou na minha cabeça e começou a empurrar para que eu a chupasse mais e assim eu a chupava com mais força e com mais intensidade e os gemidos delas foram aumentando, aumentando , aumentando até que:

– “Ahhhhhhhhh!!!!”

Ela gozou na minha boca… que delicia!!!! MAS DE REPENTE:

-“” t r i c “”

Alguém abre a porta……

…MAS BOM, ISSO DAI JÁ É UM OUTRO CONTO PARA UMA PRÓXIMA VEZ, ESPERO QUE TENHAM GOZADO! GOSTADO** 😉

Conto escrito por um leitor despudorado, que pretende voltar mais vezes.

Sabe quando você bate de frente com uma pessoa e de cara já imagina que pode acontecer algo? Algo que pode ser naquele mesmo momento ou, então, num futuro qualquer? Parece coisa de sexto sentido do sexo.

Nosso primeiro contato visual foi há muito tempo. Eu sempre a observava no ponto de ônibus a caminho da Universidade, mas nem eu nem ela nos falávamos, o que existia era no máximo aquele “oi!, oi!” por educação, pois, de verdade, eu nunca imaginava que aquela bela morena de olhos verdes olharia ou se interessaria por mim.

Como falei, isso foi há muito tempo atrás; mas, em 2016, eu não imaginava que, ao chegar na casa de um amigo para um almoço de final de semana, a bendita amiga que ele me disse que convidaria era justamente ela. O susto foi enorme e a velocidade de aceleração do coração também, mas tudo transcorreu normal e de forma natural, e acreditem … acabou surgindo uma amizade repentina e o melhor de tudo é que a partir dali, o nosso contato foi mais frequentes, inclusive por redes sociais.

Justamente nesses contatos, via rede social, foi que o inesperado aconteceu. Depois de conversas e mais conversas quase todos os dias, surgiu uma confissão por parte dela, isso mesmo, por parte dela. Assim como eu a observava, ela também me olhava naquele já citado ponto de ônibus. Então, confissões foram aparecendo até que o clima ficasse favorável para se falar sobre a melhor coisa do mundo: sexo.

Após falar sobre posições preferidas, fetiches, fantasias e vontades. Um dia após essas confissões, eu não esperava que teria aquela bela morena despida a minha frente em uma cama de motel. Totalmente voraz e devassa, nunca imaginei que, já naquele primeiro encontro, ficaríamos super a vontade e que o sexo fosse sem pudor nenhum.

Lembro perfeitamente dela ficando logo de quatro na minha frente e me pedindo: “Vem meter. Vem!” … impossível não atender tal pedido e confesso que nunca meti tão gostoso. Sua buceta quente engolia todo meu pau num encaixe muito perfeito, o melhor de tudo naquela tarde foram os seus gritos e gemidos altos de prazer. Logo ao perceber que eu estava prestes a ejacular, simplesmente ela se virou, veio em direção ao meu pau e o colocou inteiro na boca, ela me encarava e pedia insistentemente para esporrar em seu rosto …. pedido atendido!

O melhor de tudo foi não perder o fôlego e, logo depois, ver aquela linda morena pedindo pra sentar e cavalgar bem devagar (claro que, de acordo ao nível de excitação, ela cavalgava feito uma louca), e logo depois sentar de costas e rebolar até ambos chegarmos ao nível máximo de tanto prazer …. Foi muito perfeito ver aquela bunda deliciosa rebolando na minha frente, aqueles seios suculentos e arrebitadinhos balançando a cada vez que meu pau entrava e aquela buceta molhada e cheirosa contraindo a cada vez que gozava, perfeito ver aquele corpo se contorcendo de prazer na minha frente toda vez que transávamos.

Nunca me senti tão a vontade e tão desejado, ainda mais por aquela que por muitas vezes era um desejo distante e veio ase transformar na minha deliciosa, voraz e insaciável musa.

Depois disso, eu confirmei que o “sexto sentido” e a percepção de que vai existir sexo logo de cara, existe sim.

Um lindo leitor despudorado.

Era junho e as noites frias. Numa sexta feira resolvi ir a uma festa, queria relaxar um pouco e me divertir. Chegando ao local, achei desanimador o cenário e as pessoas. Bebi um pouco, as horas foram passando, a madrugada chegando e o desejo de retornar para o aconchego do meu quarto era enorme.

Quando estava me despedindo de alguns conhecidos, surgiu, do meio da multidão, um rapaz que roubou meu olhar e o seu sorriso ao me olhar, deixou-me fascinada. Não trocamos nenhuma palavra e eu voltei para casa.

Dormi e acordei com a fisionomia do moço em minha mente. Queria saber quem era, o nome, onde morava – enfim, desejava encontrá-lo. Por volta das 19h do sábado, fui a um barzinho a convite de uma amiga e, ao chegar lá, para meu delírio, aquele homem de 1,80 metro, sorriso largo, cachos esvoaçantes, barba mal feita e uma boca apetitosa estava sentado na mesma mesa que eu me sentaria. Engoli a saliva, pedi para o coração aquietar-se e disfarcei os meus desejos. Fomos apresentados e o que não faltou foram assuntos para a conversa. O cara estava me enfeitiçando com sua voz e inteligência.

Minha  amiga havia bebido e queria ir embora. Eu desejava continuar ao lado dele. Ela sacou meu interesse e pediu um táxi. Agradeci aos céus por isso!

Paramos a conversa quando sua barba tocou o meu pescoço e ficou roçando nele e no meu ouvido, o sussurro me deixou em chamas. Rolou uns beijos e resolvemos sair do bar. Fomos andando sem destino até que chegamos a uma rua sem movimento e com pouca iluminação e foi ali que fui ao paraíso.

Ele me encostou em um muro, beijava-me freneticamente enquanto uma mão deixava minha buceta ardendo de desejo. Eu usava um sobretudo e ele começou a abrir os botões, parou quando chegou a altura dos seios, igual a um bicho faminto, rapidamente tirou meu sutiã, chupava e apertava meus seios. Ajoelhou-se, tirou minha calcinha e me chupou, lambuzou com gosto. Que homem!

Era minha vez! Abri a calça, dei uma mordidas ainda por cima da cueca, depois retirei aquele pau gostoso e grosso e pus em minha boca. Lambuzei o meu brinquedo daquela noite. Lambia aquela cabeça, apalpava a bunda e ele puxava meus cabelos. Levantei-me, fui colocada de frente para a parede e recebi aquele pau na minha buceta. O gemido era de muito prazer. O homem era uma máquina e metia gostoso enquanto mordia meu pescoço e apertava meus seios.

Me colocou de quatro e me  fudeu mais ainda. Batia em minha bunda, me chamava de gostosa e dizia que treparíamos a madrugada toda. Ele colocava todo o pau grande e grosso. Estávamos sobre uma grama e meus joelhos estavam arranhados, mas a dor de um machucado não se comparava ao prazer que eu sentia.

Ele deu uma pausa e me colocou para chupá-lo e eu fiz com o maior prazer. Me pôs de pé e nos beijamos. E, de costas, começou a comer meu cu. Com uma mão, tampou minha boca para que eu não gritasse e me fudia. Sussurrando, me dizia o quanto eu era gostosa e eu mordia a mão dele. Ele tirou-a de minha boca e começou a passar em minha buceta. Enfiou um, dois, três dedos dentro dela e me levou ao delírio.

Depois de uma hora de foda e corpos molhados de suor, ele gozou na minha boca e depois lambeu minha buceta que estava destruída após a transa dos meus sonhos.

Voltei para casa cheia de hematomas proporcionado por um homem gostoso e que fazia com que qualquer mulher fosse ao delírio cmo aquele pau dentro de sua buceta.

FSJ, uma leitora baiana despudorada.

Apesar de escrever muito, nunca havia feito um texto de conteúdo erótico, até que no fim do ano passado aconteceu uma coisa que eu tive vontade de espalhar para todo mundo. Como a história tem alguns agravantes, melhor escrever aqui mesmo, RS.

Meu nome é Priscila, tenho 24 anos, sou morena, cabelos curtos (Desses que vocês veem nas novelas), minha genética, modéstia a parte é muito boa, por isso tenho um corpo bonito sem muitos esforços: minhas pernas bem definidas e minha bunda durinha combinam muito bem com meus seios médios (Proporcionais aos meus 1,57 de altura).

Eu tinha saído de um relacionamento que me fez muito mal e decidi passar um tempo na casa da minha tia, no litoral baiano. Os dias passavam sem muitas novidades: eu ia para a praia, voltava cansada no fim do dia e apenas dormia.  Na véspera do dia marcado para eu ir embora, saí da praia e decidi passar na rua, em busca de alguma coisa para tomar café, quando cheguei na porta da padaria tinha um rapaz, aparentando ter no máximo 18 anos, loirinho, um porte atlético, bem mais alto que eu (adoro isso).  Fiz alguma piadinha sobre gostar de leite ninho (como eu chamo meninos mais novos), comprei o que precisava e saí dali, decidida que queria mais do que o que fui buscar.

Cheguei em casa, comentei com minha prima sobre o tal menino e ela me passou a ficha completa, adicionei nas redes sociais e logo iniciamos um papo animado, ele  queria me ver naquele mesmo dia, achei melhor não, era tarde e eu não queria ter que explicar para onde estava indo. Combinamos de nós vermos no outro dia a noite, as horas pareciam não passar, enquanto isso  ficamos trocando mensagem, em uma dessas ele mandou uma foto sentado, onde evidenciava um volume na bermuda, senti minha bucetinha molhar na hora, por vingança mandei uma imagem minha, com o vestido propositalmente levantado, mostrando minha coxa tatuada (Tenho certeza que o efeito foi semelhante).

Me masturbei durante o banho, imaginando o que estaria por vir. Marcamos na praia e lá estava eu a noite, ansiosa, como uma adolescente que espera o namoradinho para namorar escondido. Ele chegou um tempo depois e começamos a caminhar na praia, andamos bastante, falamos sobre diversas coisas, mas nenhum tomava uma iniciativa, até que ele perguntou até onde iríamos caminhar e eu ousada que sou, falei que ia caminhar até que ele parasse para me beijar, nem precisamos dizer mais nada…

Nos beijamos com muita paixão, como um casal que já se conhece há muito tempo, ele me abraçou e eu pude sentir aquele corpo forte junto ao meu, eu usava um shorts de tecido e uma camiseta sem sutiã, logo  estava sendo agarrada por trás (tenho muita sensibilidade nas costas), senti seu pau duro roçar minha bunda enquanto sua mão entrou por baixo do meu shorts e começou a alisar minha buceta. Encontramos um barco aportado na praia, ele sentou e me pôs no colo, lembram-se da sensação de ser uma adolescente agarrada pelo namorado? Assim eu me sentia, em nenhum momento ele pareceu inexperiente.

Observamos que algumas pessoas olhavam a gente de longe, aproveitei para confessar que a ideia de que alguém estava vendo me excitava ainda mais. Fomos para outra parte da praia, que permitia que a gente se movimentasse melhor, com o cuidado para não entrar areia em certos lugares. Como o tesão era enorme, logo  estávamos completamente nus enquanto nos beijávamos, nossas mãos percorriam nossos corpos loucos de desejo um pelo outro, eu me esfregava contra ele, ao mesmo tempo ele amassava a minha bunda.

Enquanto ele estava sentado parei de beijá-lo, ajoelhei e cai de boca naquele pau maravilhoso (Só cabia metade) Passei a língua pela cabeça, fazendo ele gemer de tesão, depois fui lambendo aquele pau todo, lambi o saco e coloquei as bolas em minha boca, um de cada vez, enquanto batia uma punheta, voltei lambendo até a cabeça e subi, lambi o abdômen, depois os mamilos, pescoço, até chegar na orelha e implorar baixinho para que ele me comesse, confesso que já havia gozado umas duas vezes chupando aquele pau gostoso e sentindo suas mãos acariciarem minha bucetinha.

Ele sentou em um barranco de areia e eu sentei no colo, cavalgando loucamente. Enquanto isso, aquele pau enorme era engolido pela minha boceta, toda lambuzada. Eu subia e descia naquela pica, de vez em quando eu rebolava. Enquanto ele metia na minha buceta, eu massageava meu grelinho e, com isso, gozava cada vez mais, nem sei quantas vezes gozei naquela posição.

Pedi para ser fodida de quatro, ele perguntou se eu gostava de ser xingada (Uma coisa que me atrai nos novinhos é que eles não têm receio de perguntar, não chegam achando que sabem tudo). Só respondi: Eu sou sua putinha!

Sem cerimônias, ele puxou meu cabelo, me fazendo ficar próxima dele, meteu bem forte em mim enquanto me chamava de puta, safada, piranha, vagabunda… Eu retribuía pedindo: – Mete meu macho, mete gostoso nessa buceta e me faz gozar. Eu gritava, gemia enquanto ele metia forte em mim e batia na minha bunda.

O clima foi interrompido temporariamente por uma moto que colocou um farol alto em nossa direção, nos cobrimos com as roupas cheias de areia e ficamos com aquela cara de criança que estava fazendo coisa errada. Logo começamos tudo de novo, no final ele perguntou se podia gozar na minha cara e claro que eu disse sim (A sensação era que ele podia pedir qualquer coisa). Fiquei de joelhos no chão e ele em pé, meteu o pau na minha boca, chupei mais um pouquinho e, quando ele estava prestes a gozar, tirou e melou minha cara toda de porra.

Fomos nos lavar no mar, nos despedimos com um beijo demorado. No outro dia, viajei. Agora trocamos mensagens, esperando a próxima oportunidade de estar com meu menino de novo.

Priscila, uma leitora da Bahia.

Naquela noite, eu não conseguia esconder o meu ciúme. Eu havia entrado naquele relacionamento – se é que se pode chamar de relacionamento – sabendo como seria: passageiro. Contudo, acabei me envolvendo sem querer. A cabeça sabia que deveria ser apenas transa, mas ela fazia com que meus sentimentos entrassem no jogo. Ela era foda!

Só de vê-la conversando com aquela cara de safada com o Schneider – que era quinze centímetros mais alto que eu, era loiro, tinha olhos claros, possuía um físico impecável e tinha fama de pauzudo – eu já morria de ciúmes. Ela era a MINHA putinha!

Ela namorava um holandês, entretanto quase não o via e, como era viciada em sexo, precisava de alguém para satisfazê-la na sua ausência. Foi aí que eu entrei na parada. Qual era a minha função? Meter! Eu deveria comê-la e só! E eu estava fazendo isso muito bem, diga-se de passagem, até ela mostrar que quem estava no comando da situação era ela, não eu.

Depois do churrasco da tarde no qual ela ficou de conversinha com o tal Schneider, eu percebi que ela era mais atraente do que eu imaginava. Pelo simples fato de se mostrar independente, dona de si, conquistadora e indiferente, tudo ao mesmo tempo. Eu sabia que ela ia dar pra ele e isso me deixava maluco de ciúmes. A insegurança me movia.

Pela noite, liguei pra ela e disse que precisávamos conversar pessoalmente. Venha até meu apartamento – ela disse.

Chegando lá, sentei-me em um dos dois sofás brancos que havia na sua sala. Ela sentou-se de frente para mim, no outro. Seu nome era Tatiana, tinha pele branca, cabelos negros, lisos e compridos. Olhar sacana, sarcástica, infiel (o que pra mim acaba sendo um agravante sexual) e tinha piercing na língua, o que a deixava ainda mais sexy. Se eu pudesse dar a ela um diferencial eu citaria seus seios, fartos, macios, quentes e belos. Começamos a conversar e logo virou uma discussão, pois eu não tinha argumentos concretos. O que eu alegaria, se não éramos namorados nem nada? Eu era justamente o outro, aquele que não podia reivindicar nada além de uma foda bem dada. Como eu poderia proibi-la de conversar com outro cara? O stress foi tomando conta de mim e ela começou a usar isso a seu favor. Levantou-se, pegou uma garrafa de vinho tinto, um Borgonha de uva Pinot Noir, e sentou-se novamente. Não sei se ela sabia, provavelmente sim, que essa uva é considerada pelos especialistas como a mais afrodisíaca. Começou a beber no gargalo sem deixar de me olhar com cara de piranha.

– É isso que você quer? – disse, deixando o vinho escorrer pelo queixo, chegando até os seios.

– Sim, é isso que quero – retruquei, entrando no jogo dela.

De repente ela estava toda lambuzada de vinho, derramava cada vez mais. Então se levantou, tirou a roupa e, no meio da sala, começou a jogar mais vinho pelo corpo.

– Vem e bebe! – ordenou.

– Ajoelhei aos seus pés e comecei a beber do líquido que percorria seu corpo e pingava indomável de sua boceta depilada.

Chupava tudo, bebia tudo. Passava minha língua como um animal feroz no meio das suas pernas, subindo até os seios e voltando, e ia ficando cada vez mais louco por causa do álcool e da raiva reprimida. O gosto da bebida misturada ao seu sabor particular resultava em um paladar voluptuoso.

Tirei minha roupa também, já manchada. Roubei a garrafa de suas mãos e disse:

– Agora é a sua vez!

Então ela veio beber na cabeça do meu pau! Mamava gostoso, desvairada, enlouquecida. Passava a língua por tudo e quase engolia minha pica junto com o vinho. Que boquete gostoso! Esfregava minha vara na cara toda, lambuzando-se por completo. Como ela gostava de uma travessura. E eu ainda mais!

Deitamos na poça de vinho e começamos a trepar ali mesmo. A sala estava toda molhada, os sofás sujos e nos deliciamos como crianças brincando na chuva. Eu metia com tanta força que ela gritava sem levar em consideração os vizinhos. Gemia feito uma cadela no cio. Piranha! Agora eu ia me vingar, ia fodê-la com nunca havia feito, para ela saber que EU era o seu macho! Coloquei-a de quatro, escorada no sofá, bem empinada e montei nela. Socava como um cavalo garanhão e ela desfalecia de prazer. Abria sua bunda e metia a vara socando o dedo no seu cuzinho. Ela já não sabia se gritava, se gemia ou se soluçava.

Então, peguei-a no colo, ainda escorada no pau e levei-a até o chuveiro. Ela estava enfurecida de tesão com o que estávamos fazendo, então, já com a água a nos lavar, ela meteu um tabefe na minha cara. Ah, havia esquecido de dizer, ela adorava uma boa briga de amor. Em outras palavras, a vadia gostava de apanhar… e de bater! Foi automático, soquei a mão na cara dela de volta e então a putaria começou de verdade. A gente se beijava com a água a percorrer os nossos corpos, eu chupava a sua língua e mordia a sua boca com força, louco pra sentir o gosto do seu sangue, mas me continha para não acabar com ela. Estávamos metendo de pé, eu apenas havia levantado uma perna dela e entrado por baixo. Encharcados de satisfação. De repente, depois de levar mais um tapa, virei com tudo e quebramos o boxe. Ela estava pouco se lixando, o que ela queria era isso mesmo, ver o pau torar! Então a joguei na cama e, molhados, recomeçamos a meteção.  Cansado de apanhar – ela tinha a mão pesada – fiz com que ela ficasse de costas, assim ela ficaria toda exposta, submissa e eu faria o que desejasse com ela. Soquei o pau com tudo e bombava irado naquela puta safada. Ela rebolava gostoso e meu pau começou a latejar dentro dela. Batia com força naquela bunda e ela, por ser branquinha, já estava toda marcada. Tirei o pau da boceta e mirei no cuzinho, que já estava todo melado. Sem hesitar, ela pediu:

– Me fode no rabinho!

Antes de pôr a cabecinha, ainda dei uma boa brincada na bordinha, fazendo com que ela implorasse para que eu a estuprasse por trás. E assim foi. A pica passava lisa naquele buraquinho e ela estava à vontade com tudo aquilo, como uma verdadeira devassa. Enquanto comia o rabo dela, acariciava seus seios deliciosos. Ela gritou:

– Vou gozaaaar!

Então eu acelerei e o tesão máximo veio de súbito!

Gozamos juntos, eu dentro dela. Que sensação extraordinária!

Deitamos juntos na cama e, depois de alguns minutos, depois de recuperar o fôlego e retornar à realidade, ela disse de maneira leve, quase sussurando, mas irrefutável:

– Pode ir agora.

Marco Hruschka, do blog Letra Lírica.