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O som que se detecta no ar é o do nada, a minha respiração torna-se gradativamente pesada quando a solidão e a calmaria de estar só me faz lembrar de você, do seu corpo e dos momentos que tocamos e tivemos um ao outro. A solidão fez, anteriormente, um pacto com a minha parte dominante e diabólica e, neste pacto, ficou firmado que somente você e sua imagem seriam capazes de levar-me ao obscuro caminho do prazer. As dimensões do seu corpo ocupam a minha mente vazia e demoníaca todo o tempo, mas é quando encontro-me amparada pelo ar revolto e solitário que me pego dominada pela pessoa que sequer faz-se presente. Enlouqueço quando cogito a possibilidade de poder fazer viva e mais intensa a voz rouca que canta no pé do ouvido na minha mente, a tua voz sopra para mim quanto sou bela e quanto isso o enlouquece; lembro-me, nesse instante, dos olhares que não tive a decência de captar, as intenções das palavras ambiguamente colocadas em conversas rápidas, enlouqueço quando penso que perdi a oportunidade de mostrar-lhe do que sou capaz, de exibir os truques escondidos por trás de um batom vermelho e de um cabelo armado. Ah, querido, se, ao menos, tivesse a chance inédita de assistir as cenas que projeto de nós dois, já estaria aqui, implorando pelo calor que emana do corpo que é teu.

Recorro ao bom e conhecido vinho, bebo cinco goles iniciais que queimam no fundo da garganta e fazem crescente a chama que acende no peito: espalha-se do coração para o seu lugar favorito, para a maior e mais bela das poesias, para a arte mais confusa, saborosa e indefinível que já existiu. O sumo da fruta alcoolizado me faz lembrar de nós, da carne provinda da natureza pecadora que esbanja-se na criação do seu próprio sumo: a mistura de dois, aliada a experiência dos corpos, fazem-no o grande prazer carnal. Lembro de nós dois, embriagados e apaixonados, numa época em que a paixão fora demasiadamente avassaladora para que se pudesse negar os sentimentos que misturavam-se ao pulsar dos corações. Lembro do nosso fogo, do meu corpo queimando apoiado nos seus braços e do sopro incentivador dos seus beijos distribuídos no meu colo nu. Lembro de nós dois e é a sua imagem que me faz queimar em qualquer lugar, a qualquer instante, assim…. sozinha.

Não posso culpar a bebida por desejar-te tão deliberadamente, pois, ainda não sequei a segunda taça e já estou cogitando quais possibilidades me são disponíveis diante de tamanha solidão e vazio: preciso preencher o espaço vão e só posso fazer isso se você estiver junto a mim, mesmo que na minha mente. Carrego o vinho com a mão que segura a taça quase vazia e deixo a outra mão livre, que esbarra no som desligado e dá-lhe vida, permitindo que ao nosso lado caminhe juntamente a sensualidade da melodia estrangeira e negra. Me ensine, é o que a música diz querer… mas eu já não preciso de um professor, querido, agora tudo que eu quero é um homem que possa fazer comigo o que antes me fora ditado. Agora, é a minha vez de tomar o controle sob a situação e colocá-lo no seu devido lugar: embaixo de mim, quieto e submisso, atendente aos meus pedidos e obediente às minhas ordens. Vou, com passos lentos e dominados pelas memórias ferventes de um homem enlouquecedor, seguindo em direção ao quarto recém arrumado.

Na solidão de uma mulher livre, apoio o álcool bordô na escrivaninha de madeira e disponho-me a rebolar meus quadris como se os olhos castanhos estivessem me assistindo, danço como se a presença mental dele em mim equivalesse ao físico e à carne da sua pessoa naquele cômodo empestado pelo nefasto da minha alma erótica. Rebolo o meu corpo, faço círculos com os quadris e, vez por outra, bebo um gole do vinho que não deve ser esquecido. As minhas mãos percorrem toda a extensão do meu tronco e com o apoio da perversidade psicológica, para e pressiona em locais que anteriormente foram tocados pelas mãos masculinas, brutas e ásperas: a cintura é apertada firmemente, assim como ele o fez; a parte inicial das costas são arranhadas pelas unhas coloridas com o tom aparente da sua projeção na mente, a nudez que vejo, a perfeição do seu corpo que eu já conheço me fazem caminhar por direções que não foram necessariamente tocadas, mas que me fazem querer ser. A sensualidade que as minhas próprias mãos transferem ao longo do tronco se fixa na singularidade dos meus seios inexplorados: aperto, pressiono, toco levemente e dinamizo esses passos até sentir que a fera residente dentro de mim está acordando, até que sinto o mar calmo virar tempestade e molhar porções de um terreno que necessita ser regado.

Escuto você me chamar, relembro a mudez quase total da sua voz quando me convidou a prova-lo, consigo sentir a firmeza dos seus olhos quando pediu que eu me entregasse e que desse-o aquilo que tinha de melhor. Os arrepios ainda possuem a mesma intensidade e eu ainda sou capaz de molhar-me com a lembrança de como você me olhou quando viu a renda preta que escondia o paraíso. Revivo arduamente a sensação de estar dominada por você, de abandonar a faceta de menina numa experiência inédita e marcante e pular para patente de mulher sensual quando você arrancou a minha calcinha que nada escondia. A temperatura do quarto, a intensidade do meu pulsar e as gotas de suor ainda me ferem a pele quando lembro da exuberância do seu corpo desnudo, o artístico das curvas do seu tronco, a naturalidade ao inspirar e expirar faziam de ti a mais bela das obras de arte. Arte erótica, demoníaca, infernal, tentadora e que privilegiadamente me escolheu como moldura, contudo, agora, aqui nesse quarto que futuramente irá presenciar a maior e mais nova obra inspirada em você, não desejo moldar-lhe o corpo, quero ser parte, conjunto e assinar-lhe o final como autora e detentora de tamanho calor e pecado.

A sua voz me chama de novo e posso ver seu corpo deitado na minha cama branca, convidando-me ao prazer da companhia. Caminho e me deito ao lado da sua projeção, fecho os meus olhos e permito-me ter a sensação ilusória de que você está ali. Permito ao meu respirar, a mudança causada pela sua presença e seu toque, permito a minha boca abrir e fechar sedenta e piedosa, quase implorando pelo contato áspero e doce da sua língua. A utopia da nossa união faz com que a blusa seja arrancada do meu corpo pelas minhas próprias mãos: sou o pecado induzido pela voz do seu criador que manifesta com sua própria pele o ato profano. As paredes brancas foram mantidas com o propósito de realçar a cor amarelada da minha pele que foge dos raios do dia e esconde-se na sombra permanente do obstáculo sensual, a noite que em poucas horas chegará testemunhará as sobras da mulher que desfez-se de sua carne e liquidou-se no prazer oferecido pela simples lembrança de uma boca, voz, corpo e sexo. Estou nua, deitada na cama que já fora palco dele e que agora me tem sozinha no centro das atenções: o ar não possui movimento, as vozes externas advindas da rua cessam e, naquele momento, me sinto privilegiada em poder ter-me integralmente. A mutualidade das nossas visões se explicam como o reflexo de um objeto por um espelho, eu o vejo porque o quero com veemência e ele me enxerga por saber desse meu querer e por tê-lo incorporado à sua essência. Onde quer que esteja e com quem esteja, ele saberá que quaisquer atos e palavras de caráter erótico e fogoso serão escritos embebidos pelo alcoólico da sua personalidade. Ele é álcool, combustível das minhas chamas. E nós queimamos lindamente quando rompemos a incômoda distância.

As minhas mãos que estagnaram anteriormente para assistir a retrospectiva nossa história combustiva, começa agora a tocar a borda da minha calcinha rendada que escondia-se embaixo da blusa larga também negra. As formas que a embelezam possuem furinhos que permitem às pontas dos dedos sentirem a pele delicada e macia da região dos meus quadris, tateio a área explorando todos os pontos que me provocam arrepios: poucas lembranças restaram dos escassos encontros e agora só cabe a mim honrar o calor do seu corpo banhando-me e transformando a minha matéria sólida em líquido masculino. Toco uma vez levemente, recuo e aproveito para sentir as consequências do toque ousado; toco novamente e minhas pernas se abrem involuntariamente, como num aviso prévio de desejo ao falo que projeta e cria o prazer carnal; o momento pós-recuo faz com que o meu terceiro toque omisso provoque arrepios duradouros em toda a extensão do meu corpo; o quarto e, de acordo com a situação dos meus hormônios, último toque tímido é um convite anatômico e sensorial do meu sexo a uma maior e mais saborosa exploração: estou quente, estou molhada e sexy como o inferno. Isso, toque-se para mim. Ouço no fundo, bem no íntimo, da minha mente. Sinto como se ele estivesse atento aos meus passos e como se isso fosse um teste para validar-me como capaz de satisfazê-lo. E eu sei daquilo que sou capaz.

O início sempre pede urgência, pressão e aceleração nos movimentos… mas, gosto de ir calmamente explorando todos os pontos e sentindo a sanidade consumida a cada segundo que corre no relógio. Dois dedos são suficientemente capazes de me dar o prazer que procuro, um prazer raso que satisfaz momentaneamente a ausência dele aqui, giro-os em mim e sinto cada vez mais a temperatura aumentar, a região molhar e as pernas fraquejarem. Estou só e posso romper os limites, posso escandalizar em som quase inaudível o nome daquele que me faz enlouquecer, posso me sentir internamente e gemer contra o travesseiro macio que já apoiou, em outra noite, meus quadris rasgados. Chamo baixinho o seu nome na esperança de que meu chamado seja intenso o suficiente para te fazer vir, esperançosa de que o egoísmo não me domine e eu não desfrute deste prazer sozinha. O som da minha voz rouca e quase doente de tanto prazer me excita ainda mais, teu nome pronunciado tem um teor altamente erótico e me faz delirar insanamente presa dentro do corpo que deseja ser possuído.

Recordo com nitidez e precisão as suas dimensões, o seu tamanho e o seu porte. Juro-te, arrematando a minha alma que pouco vale, que tremi abandonada quando lembrei da sua cor e da sua maestria em exibir-se para mim, meu peito acelerou e a mão liberta do pecado apertou o seio rosado empinado e ativo. A dificuldade para respirar manifesta-se em mim quando sua boca envolve meu seio, quando sua mão enfia-se entre minhas pernas e arremata o meu rabo naturalmente pálido, a força da agressão torna-se um catalizador da nossa reação. Lembro-me de pedir mais, de empinar-me contra seu corpo, abrir-me em sua frente e implorar para que sua mão se chocasse às minhas carnes inexperientes e provocativas. Bata-me, eu gosto, lembro de avisar-lhe. O aroma do seu cabelo negro embriaga com mesma intensidade os sentidos, pois, sei que o sinto quando caminha para o sul do meu corpo e faz quente a região que te chama e te grita. Me provo simultaneamente ao relembrar o sabor do seu beijo, a vulgaridade da sua língua e a exuberância que me cutucava o ventre. Saboreio a acidez feminina quando ouço aquele eu te amo dito e a minha resposta de negação: não me ame, não quero ser amada, querido… eu só quero ser bem fodida.

A ousadia que corre nas minhas veias e ocupa a vermelhidão chamativa do sangue fez nascer no peito masculino a revolta, a raiva em ter sido negado como homem amante e usado como fonte de prazer. A revolta que eu planejei fora bem sucedida e amando-o, fiz com que ele tivesse a necessidade odiosa em me fazer gozar.

Gemo alto agora, como se quisesse que os espectadores inexistentes saibam como jorro em contato com apenas a tua imagem, ainda chamo pelo seu nome com um certo desespero e o subir e descer do meu peito é aflito por não ser explorada pelo seu sexo. Sou pecadora demais para clamar a uma divindade agora e fico sem opções. Chamo por nós e caio em direção ao nosso ponto de encontro, caio numa descida íngreme e fogosa para o lugar que gostamos de frequentar nos encontros esporádicos, mas intensos. A queda para o inferno é rotineira, contudo, hoje caio num ar que faz arder a pele sensível do meu sexo, faz firme e excitado os meus mamilos que anseiam a chegada no maremoto de fogo. Chego ao inferno com meus dedos feitos marionete pela sua imagem e pelos seus comandos, a sua voz ditatorial me diz cada passo, cada toque e o momento exato para chamar-te. O fogo da situação não me faz seca, pelo contrário, estou transbordando no meu líquido e modificando a paisagem: te espero chegar para me fazer companhia e, enquanto você não chega, vou-me esquentando, crescendo e ficando cada vez mais fervente, tirando do inferno a sua temperatura e seu título honrado de pecado: mostro que sou maior, mais quente e tenho muito mais poder quando você me incita ao perigo do toque profano e escondido. Transcendo as dimensões e o volume do inferno porque sou mulher… e porque me esbanjo nas carnes e na aptidão do homem dotado de sapiência e experiência.

A sua presença parece tardar, a demora em te sentir chegar só pode ter o propósito de me fazer melhor, mais quente e dependente da suas mãos. Ó, meu bem, caminhe rápido em direção ao corpo feminino que queima rasgado e fácil no colchão já desfeito e contaminado pelas chamas da mulher e cesse a dor do desejo com o ato que intimamente conhecemos. Venha me ferir, me agredir e me sufocar com pressão sobre mim. Chamo por ti: venha, venha se esbanjar… venha me fazer arfar e gritar.

Ouço a aproximação do seu caminhar, os seus passos fazem tremer o meu sexo, fazem ansiar a sua chegada e o seu abalo incalculável. Na sua estadia anterior já não consegue enxergar nenhum benefício, arruma-se como o diabo e desce da minha mente disposto a percorrer o inferno do meu corpo quente, mesmo ciente de que o calor o fará desmanchar e é provável que pouco dure até chegar no meu sexo. Deixa nos meus lábios calor e ardor, nas minhas bochechas pouco salientes cor, para e assiste o meu peito soluçar com a urgência em te fazer presente, caminha firme e assustadoramente sério. Beija meu ventre, toca ambos os seios e me olha, me enxerga e se delicia com a face estampada e colorida com a necessidade em tê-lo. Pede-me calma com os olhos e eu me aperto, chama-me desesperada e eu pressiono com mais força os dedos em mim, ele pergunta, por fim, você me quer? E como resposta, o meu silêncio se alastra por longos minutos.

Sua imagem fugiu do meu campo de visão, sinto-o pulsar e umedecer ainda mais a minha intimidade recém explorada, desfiz a sua matéria e usei-a para molhar-me ainda mais. Tive-o todo esse tempo dentro de mim e agora coloco-o para fora no estado libidinoso, fruto de pecado e caráter desfeito. O gemidos que anteriormente foram moldados pelos meus lábios entreabertos ecoam na minha mente e eu o vejo sorrir satisfeito para mim, sorrio sadicamente e faço presente o homem de pele mestiça que com uma só palavra leva-me a loucura. Ainda tremo, ainda respiro com dificuldade e nunca irei me satisfazer, estando ele aqui ou não. Tenho fome de homem, de pecado e de mim… desejo provar da carne alheia, da minha própria e da mistura de ambas as carnes, desejo temperar-nos quem sabe com outra espécie e fazer desse sentimento uma grande orgia. Desejo-o acompanhando-me os passos até que cheguemos juntos… aonde iremos? Iremos ao encontro de nós mesmos, das nossas respectivas essências e das nossas verdades. Iremos de encontro às nossas raízes, através de uma trilha absurdamente perigosa e humana, caminharemos lado a lado ao pecado, a matriz do infame e do erro, percorreremos tal caminho em busca de resgatar as chamas que se perdem quando nos distanciamos.

Ele, o provocador e lançador de chamas que incendeia-me, a mulher erótica; ele, fruto do fogo que me faz queimar às quatro da manhã, às cinco da tarde e qualquer outra hora me carregará para junto da minha nascente para que possamos resistir ao frio e ao não-sensual do mundo. Ele será o próprio caminho e o único responsável por tornar possível e brilhante o maior dos encontros: o da mulher erótica com o inferno.

Leitora Despudorada

O homem é aquele ser que precisa mostrar-se sempre desejoso às práticas sexuais. A nossa cultura instituiu isso como verdade e pensar nele enquanto aquele que não cumpre com as tarefas de proporcionar prazer é, conforme a expressão popular, não dar no couro. Todo relacionamento preza pela intimidade e entrega porque é justamente esses momentos que permitem ao casal estarem juntos, logo, qualquer falha faz com que o homem se sinta menos viril justamente pelo fator histórico apresentado acima. Além da virilidade, relacionamentos não se sustentam de forma saudável quando um dos dois não consegue dar prazer ao outro.

Pensando em evitar constrangimentos para a ala masculina e, também, em alavancar relacionamentos, a Intt criou o Pegasus e realmente deu aquele up em mastros que já estavam perdendo a sua majestade. O Pegasus tem um nome interessante que não me custa nada explicar com todo o carinho que vocês merecem.

 

Escrito no latim como Pegasus, este refere-se a um cavalo que está sempre disponível e que não morre. Assim eu resumo a informação acima e pergunto se tem alguma relação com o homem e seu instrumento. Claro que tem! O produto de mesmo nome é natural, sem contra indicações e poderoso quando o assunto é deixar o homem mais potente e confiante. Segue o modo de aplicação para não haver dúvidas!

 

 

Depois de usá-lo, você vai sentir um forte estímulo e aquecimento no pênis. Vai se sentir o próprio, o diferentão, o gostosão, a última bolacha do pacote. E vai ter toda razão de sentir assim, pois a sensação que irá sentir vai deixá-lo excitado e prontíssimo para causar estrondos na cama ou seja lá onde estiverem.

O Pegasus é um gelzinho verde e com ótima consistência. O aplicador é super fácil também, então não tem desculpas para não experimentar. Procure um consultor mais perto de você por meio do Sex Shop Market ou vá a um Sex Shop para adquirir o seu. Depois, vem me contar o que achou. Leitor Pudor Nenhum não pode ter vergonha, hein?

Noite de lua cheia.

Era noite de lua cheia, duas taças e garrafas de vinho pela sala, a música embalava aquela conversa. Ela usava um vestido curto com um belo decote e ele fixava o olhar na boca e devorava os seios dela com os olhos. A primeira taça, troca de olhares; segunda taça, trocas de línguas; depois da terceira taça, a mão dele começou a deslizar pelas pernas dela. As mãos acariciavam e apertavam as coxas e em seguida os dedos tocaram o grelo e ela começava a soltar os primeiros gemidos.

Beijos quentes como aquela noite de lua cheia. Dedos na buceta, mordidas nos seios e ela enlouquecia. Como um animal feroz, ele a jogava no sofá e rasgou sua calcinha, ela ficou de vestido e de quatro no meio da sala. Mordidas e tapas naquela bunda, vinho foi jogado sobre ela, chupadas e mordidas, lambidas e gemidos. A língua encostava em seu grelo, eram lambidas com tesão e suaves mordidas. Um dedo penetrou e ela gemia e pedia para colocar mais e ele, colocou dois, três dedos dentro de sua buceta molhadinha.

O vestido dela era levantado e o calor aumentava. Ela estava pelada e de joelhos chupava o pau grosso daquele rapaz. Ordens eram dadas: chupa mais, engole ele todo e ela fazia com obediência.

Tapas eram dados e ela gritava de tesão. Agora fique em pé. Ande! Pare! Agora rebola para mim e ela fazia tudo que ele pedia. Os sons dos tapas ecoavam naquela bunda e ele a torturava esfregando só a cabecinha na buceta dela. Ela ia ao delírio e gritava “Mete! Mete! E a deliciosa tortura continuava. Fortes puxões de cabelo e o pau entrava todo, um grito estrondoso ecoa pela casa e ele ferozmente devora sua presa.

O moço tira seu pau lambuzado e o coloca dentro da boca da moça, ela lambe enquanto acaricia o saco daquele lobo feroz. Em seguida, ela é arrastada pelo braço, e ganha mordidas em seu pescoço fino. Jogada no sofá, recebe apertos com forças em seus seios e de costas ela sente aquele pau grosso e grande adentrar no seu cuzinho. Começa lentamente e de repente a intensidade aumentava, gritos e gemidos dos dois, suor pingando na sala. Em instantes, o suor se misturou com o gozo e os gemidos deram lugar as caras de que experimentou uma boa foda em uma noite de lua cheia.

Leitora baiana e despudorada.

Conheci, na boemia carioca, um homem de olhar intenso e sorriso maroto. Bom de papo, músico, brinca com as palavras, dono de um beijo delicioso e uma malícia contagiante. Só ficamos uma vez, voltei para minha terra e ele me acompanhou, em pensamentos.

Ficou um desejo guardado no íntimo e faz alguns dias em que as conversas virtuais ficaram mais picantes. Tudo começou quando disse a ele que escrevo conto erótico, acho que os homens ainda se espantam quando descobrem que mulheres gostam de rabiscar sobre erotismo. Ao receber o link, ele me pediu um nudes para animar a leitura. Confesso que não sou muito fã da prática. Mas como rola certa afinidade, mandei uma foto e até então considerava um nudes.

“Ah,moça! Isso não é bem um nudes”, disse ele. Eu havia enviado uma foto em que eu estava usando uma calcinha rendada rosa. Poxa! Um esforço pra nada. Eis que vem um pedido criativo “cadê a foto do triângulo e da zabumba? Meu pife está saltitando no embornal”. Gente, achei esse pedido de uma criatividade e me empolguei.

Tirar foto de um pequeno bumbum é a pior parte. Eu que já tenho uma coluna idosa, sofri. Virava para um lado, virava para o outro e saia uma foto pior do que a outra. E no chuveiro? Derrubei uma toalha ao procurar um melhor posicionamento para as fotos e quando percebi, ela estava ensopada. Os pingos que molhavam a tela e a espuma que deixava a câmera embaçada e a labuta para tirar um nudes de qualidade.

Foram minutos para achar um bom ângulo para a foto da tal zabumba. Tirei! Achei que ficou boa, o bumbum pareceu bem maior do que o normal. Enviei. À noitezinha, recebo mais um pedido, agora é foto da grutinha. Como assim? Eu só conheço a gruta de Bom Jesus da Lapa e enviei uma imagem do santuário dela para satisfazer o desejo do gaiteiro. Achei que todos os homens curtissem fotos dos seios. Tirei algumas, tive o cuidado de sumir com as dobrinhas e mandei uma imagem dos peitinhos lindos e durinhos. Qual a resposta que recebo?

– Lindinhos seus peitinhos, amor. Mas peito é para criança. Quero foto da gruta e do triangulo.

Eu pensei até que ele fosse um garimpeiro porque era um desejo pela grutinha.

Ontem eu enviei a foto do triangulo e ele se empolgou e até o pau ficou duro. No meio da conversa surgiu uma pergunta interessante:

– Qual é o nome da sua buceta?

Eu ri e muito e disse que ela ainda não havia sido batizada e não possuía registro. Nunca pensei em um nome para minha pepequinha. Foi uma novidade.

Ele ficou com a missão de batizá-la. Espero que a água benta seja substituída pela saliva ao deslizar a língua sobre a sem nome e depois penetrar seu pau nela. Será que o pife ou pau também tem nome? Estou na dúvida. E eu que crio muita expectativa, fiquei ansiosa esperando um nudes dele e me mandou uma foto até interessante e outra em que ele mostrava todos os dentes. Acho que ele pensou que eu fosse dentista e me interessasse por nudez bucal. Moço, espero ver o pife na ativa.

Na calada da madrugada, depois de muitas fotos tiradas, tentando pegar o melhor ângulo de minha grutinha, achei uma bem fotogênica e mandei. Hoje à tarde, achamos melhor encerrar a brincadeirinha. Sabe, leitores, é que do breve encontro que tivemos, ficou desejo e fome em nós. Gosto de receber nudes, mas não curto enviar e até porque sou um desastre para tirar fotos. Curto muito a pratica do toque, cheiro e do sentir. E quem sabe um dias desses, pelas ruas cariocas o músico me encontre e encante-me novamente com a beleza e a conversa saliente e que ele possa conhecer, batizar, se deliciar e morrer de prazeres em minha grutinha.

E eu? Quero saciar meus desejos e colocar o bife para tocar enquanto minhas energias durarem. Não sei quando voltaremos a conversar, mas que sua criatividade, meu adorado músico, esteja em ascensão e que se o destino contribuir, que os nossos desejos possam ser um só e que a noite fique pequena para saciarmos as nossas vontades.

FSJ, um leitor ou leitora Pudor Nenhum.

Era quase duas horas da tarde, um dia qualquer na universidade, estava trabalhando como sempre em meu laboratório, quando de repente recebo uma mensagem no wpp:

-“Oie, vem cá me ajudar no trabalho da disciplina”

..Era a Aluna gostosa que estudava comigo, já tinha até trocado algumas ideias com ela antes, mas nada que levasse a algo. Ela tinha peitos fartos, só vivia com um decote de enlouquecer qualquer homem, provocante ela era, mas demonstrava ser tímida, era estilo “morde e assopra”. Tinha uma bunda incrível, que deixava qualquer homem de olhos fixo e pau duro.

Fui até o laboratório dela e lá estava ela, com um vestido curto, de renda, verde, puts! Ela parecia saber o que exatamente eu gostava, toda sem graça me chamou para sentar perto dela e começamos a discutir sobre o trabalho. Enquanto ela falava, eu a olhava de cima a baixo, como um lobo olha pra ovelha antes do bote, eu estava excitado, vendo aquela visão gostosa na minha frente, meu pau pulsava dentro da calça, não aguentava mais, tinha que fazer algo.

Então me levantei da cadeira e levemente me aproximei dela por trás e a fui tocando no ombro. Senti ela ficar tímida, cada vez mais que acariciava seus ombros, até que decidi botar todo meu desejo em ação.

Fui descendo levemente minha mão até seus peitos – ela parecia respirar cada vez mais profundamente e rápido – e comecei a massageá-los, eu os tocavas com delicadeza, e depois os apertavas com gosto, ela fechava os olhos e abria a boca como se fosse dar algum gemido, nossa! eu olhava de cima, via a perna dela aberta e meu pau pulsava mais ainda…Não aguentei muito, enquanto uma das mãos massageava seu peito a outra desceu bem devagar pela sua barriga, tocando delicadamente – pra causar aquela sensação gostosa – até chegar entre suas pernas, foi quando ela abriu um pouco mais e eu pude tocá-la – A calcinha dela já estava encharcada! Ela estava louca de tesão! – comecei a massagear devagar por cima de sua calcinha, ela tinha pequenos espasmos cada vez que eu subia e descia aquela buceta quente e molhada. Então devagar coloquei a minha mão por dentro da calcinha dela e comecei a masturba-la, – LEMBRANDO que a outra mão ainda estava massageando o peito dela – então comecei a chupar seu pescoço! Ahh como ela estava molhada, sentia seu gozo escorrer entre meus dedos que subiam e desciam de cima a baixo aquela buceta gostosa e quentinha. Senti que ela estava pronta para o próximo passo.

Devagar e olhando fixamente para ela, fui para frente dela enquanto ela estava sentada, puxei a calcinha dela, enfiei a minha cabeça entre as pernas dela e comecei a chupá-la, nossa, que gostosa estava aquela buceta, suculenta, quentinha, macia, hmmmmm….eu comecei a lamber devagar, de cima a baixo e quando chegava no clitóris eu dava aquela chupada gostosa, enquanto ela gemia baixinho para ninguém no corredor ouvi-la. Comecei a chupar mais rápido e mais forte, minha língua parecia dançar naquela buceta e a cada ida e vinda ela se contorcia de prazer, então enfiei a minha língua dentro da buceta dela como se fosse meu pau e ela gemia com mais intensidade. Eu sentia seu gozo escorrer pela minha boca e eu a chupava mais ainda, ela então segurou na minha cabeça e começou a empurrar para que eu a chupasse mais e assim eu a chupava com mais força e com mais intensidade e os gemidos delas foram aumentando, aumentando , aumentando até que:

– “Ahhhhhhhhh!!!!”

Ela gozou na minha boca… que delicia!!!! MAS DE REPENTE:

-“” t r i c “”

Alguém abre a porta……

…MAS BOM, ISSO DAI JÁ É UM OUTRO CONTO PARA UMA PRÓXIMA VEZ, ESPERO QUE TENHAM GOZADO! GOSTADO** 😉

Conto escrito por um leitor despudorado, que pretende voltar mais vezes.

Sabe quando você bate de frente com uma pessoa e de cara já imagina que pode acontecer algo? Algo que pode ser naquele mesmo momento ou, então, num futuro qualquer? Parece coisa de sexto sentido do sexo.

Nosso primeiro contato visual foi há muito tempo. Eu sempre a observava no ponto de ônibus a caminho da Universidade, mas nem eu nem ela nos falávamos, o que existia era no máximo aquele “oi!, oi!” por educação, pois, de verdade, eu nunca imaginava que aquela bela morena de olhos verdes olharia ou se interessaria por mim.

Como falei, isso foi há muito tempo atrás; mas, em 2016, eu não imaginava que, ao chegar na casa de um amigo para um almoço de final de semana, a bendita amiga que ele me disse que convidaria era justamente ela. O susto foi enorme e a velocidade de aceleração do coração também, mas tudo transcorreu normal e de forma natural, e acreditem … acabou surgindo uma amizade repentina e o melhor de tudo é que a partir dali, o nosso contato foi mais frequentes, inclusive por redes sociais.

Justamente nesses contatos, via rede social, foi que o inesperado aconteceu. Depois de conversas e mais conversas quase todos os dias, surgiu uma confissão por parte dela, isso mesmo, por parte dela. Assim como eu a observava, ela também me olhava naquele já citado ponto de ônibus. Então, confissões foram aparecendo até que o clima ficasse favorável para se falar sobre a melhor coisa do mundo: sexo.

Após falar sobre posições preferidas, fetiches, fantasias e vontades. Um dia após essas confissões, eu não esperava que teria aquela bela morena despida a minha frente em uma cama de motel. Totalmente voraz e devassa, nunca imaginei que, já naquele primeiro encontro, ficaríamos super a vontade e que o sexo fosse sem pudor nenhum.

Lembro perfeitamente dela ficando logo de quatro na minha frente e me pedindo: “Vem meter. Vem!” … impossível não atender tal pedido e confesso que nunca meti tão gostoso. Sua buceta quente engolia todo meu pau num encaixe muito perfeito, o melhor de tudo naquela tarde foram os seus gritos e gemidos altos de prazer. Logo ao perceber que eu estava prestes a ejacular, simplesmente ela se virou, veio em direção ao meu pau e o colocou inteiro na boca, ela me encarava e pedia insistentemente para esporrar em seu rosto …. pedido atendido!

O melhor de tudo foi não perder o fôlego e, logo depois, ver aquela linda morena pedindo pra sentar e cavalgar bem devagar (claro que, de acordo ao nível de excitação, ela cavalgava feito uma louca), e logo depois sentar de costas e rebolar até ambos chegarmos ao nível máximo de tanto prazer …. Foi muito perfeito ver aquela bunda deliciosa rebolando na minha frente, aqueles seios suculentos e arrebitadinhos balançando a cada vez que meu pau entrava e aquela buceta molhada e cheirosa contraindo a cada vez que gozava, perfeito ver aquele corpo se contorcendo de prazer na minha frente toda vez que transávamos.

Nunca me senti tão a vontade e tão desejado, ainda mais por aquela que por muitas vezes era um desejo distante e veio ase transformar na minha deliciosa, voraz e insaciável musa.

Depois disso, eu confirmei que o “sexto sentido” e a percepção de que vai existir sexo logo de cara, existe sim.

Um lindo leitor despudorado.

Era junho e as noites frias. Numa sexta feira resolvi ir a uma festa, queria relaxar um pouco e me divertir. Chegando ao local, achei desanimador o cenário e as pessoas. Bebi um pouco, as horas foram passando, a madrugada chegando e o desejo de retornar para o aconchego do meu quarto era enorme.

Quando estava me despedindo de alguns conhecidos, surgiu, do meio da multidão, um rapaz que roubou meu olhar e o seu sorriso ao me olhar, deixou-me fascinada. Não trocamos nenhuma palavra e eu voltei para casa.

Dormi e acordei com a fisionomia do moço em minha mente. Queria saber quem era, o nome, onde morava – enfim, desejava encontrá-lo. Por volta das 19h do sábado, fui a um barzinho a convite de uma amiga e, ao chegar lá, para meu delírio, aquele homem de 1,80 metro, sorriso largo, cachos esvoaçantes, barba mal feita e uma boca apetitosa estava sentado na mesma mesa que eu me sentaria. Engoli a saliva, pedi para o coração aquietar-se e disfarcei os meus desejos. Fomos apresentados e o que não faltou foram assuntos para a conversa. O cara estava me enfeitiçando com sua voz e inteligência.

Minha  amiga havia bebido e queria ir embora. Eu desejava continuar ao lado dele. Ela sacou meu interesse e pediu um táxi. Agradeci aos céus por isso!

Paramos a conversa quando sua barba tocou o meu pescoço e ficou roçando nele e no meu ouvido, o sussurro me deixou em chamas. Rolou uns beijos e resolvemos sair do bar. Fomos andando sem destino até que chegamos a uma rua sem movimento e com pouca iluminação e foi ali que fui ao paraíso.

Ele me encostou em um muro, beijava-me freneticamente enquanto uma mão deixava minha buceta ardendo de desejo. Eu usava um sobretudo e ele começou a abrir os botões, parou quando chegou a altura dos seios, igual a um bicho faminto, rapidamente tirou meu sutiã, chupava e apertava meus seios. Ajoelhou-se, tirou minha calcinha e me chupou, lambuzou com gosto. Que homem!

Era minha vez! Abri a calça, dei uma mordidas ainda por cima da cueca, depois retirei aquele pau gostoso e grosso e pus em minha boca. Lambuzei o meu brinquedo daquela noite. Lambia aquela cabeça, apalpava a bunda e ele puxava meus cabelos. Levantei-me, fui colocada de frente para a parede e recebi aquele pau na minha buceta. O gemido era de muito prazer. O homem era uma máquina e metia gostoso enquanto mordia meu pescoço e apertava meus seios.

Me colocou de quatro e me  fudeu mais ainda. Batia em minha bunda, me chamava de gostosa e dizia que treparíamos a madrugada toda. Ele colocava todo o pau grande e grosso. Estávamos sobre uma grama e meus joelhos estavam arranhados, mas a dor de um machucado não se comparava ao prazer que eu sentia.

Ele deu uma pausa e me colocou para chupá-lo e eu fiz com o maior prazer. Me pôs de pé e nos beijamos. E, de costas, começou a comer meu cu. Com uma mão, tampou minha boca para que eu não gritasse e me fudia. Sussurrando, me dizia o quanto eu era gostosa e eu mordia a mão dele. Ele tirou-a de minha boca e começou a passar em minha buceta. Enfiou um, dois, três dedos dentro dela e me levou ao delírio.

Depois de uma hora de foda e corpos molhados de suor, ele gozou na minha boca e depois lambeu minha buceta que estava destruída após a transa dos meus sonhos.

Voltei para casa cheia de hematomas proporcionado por um homem gostoso e que fazia com que qualquer mulher fosse ao delírio cmo aquele pau dentro de sua buceta.

FSJ, uma leitora baiana despudorada.