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Era junho e as noites frias. Numa sexta feira resolvi ir a uma festa, queria relaxar um pouco e me divertir. Chegando ao local, achei desanimador o cenário e as pessoas. Bebi um pouco, as horas foram passando, a madrugada chegando e o desejo de retornar para o aconchego do meu quarto era enorme.

Quando estava me despedindo de alguns conhecidos, surgiu, do meio da multidão, um rapaz que roubou meu olhar e o seu sorriso ao me olhar, deixou-me fascinada. Não trocamos nenhuma palavra e eu voltei para casa.

Dormi e acordei com a fisionomia do moço em minha mente. Queria saber quem era, o nome, onde morava – enfim, desejava encontrá-lo. Por volta das 19h do sábado, fui a um barzinho a convite de uma amiga e, ao chegar lá, para meu delírio, aquele homem de 1,80 metro, sorriso largo, cachos esvoaçantes, barba mal feita e uma boca apetitosa estava sentado na mesma mesa que eu me sentaria. Engoli a saliva, pedi para o coração aquietar-se e disfarcei os meus desejos. Fomos apresentados e o que não faltou foram assuntos para a conversa. O cara estava me enfeitiçando com sua voz e inteligência.

Minha  amiga havia bebido e queria ir embora. Eu desejava continuar ao lado dele. Ela sacou meu interesse e pediu um táxi. Agradeci aos céus por isso!

Paramos a conversa quando sua barba tocou o meu pescoço e ficou roçando nele e no meu ouvido, o sussurro me deixou em chamas. Rolou uns beijos e resolvemos sair do bar. Fomos andando sem destino até que chegamos a uma rua sem movimento e com pouca iluminação e foi ali que fui ao paraíso.

Ele me encostou em um muro, beijava-me freneticamente enquanto uma mão deixava minha buceta ardendo de desejo. Eu usava um sobretudo e ele começou a abrir os botões, parou quando chegou a altura dos seios, igual a um bicho faminto, rapidamente tirou meu sutiã, chupava e apertava meus seios. Ajoelhou-se, tirou minha calcinha e me chupou, lambuzou com gosto. Que homem!

Era minha vez! Abri a calça, dei uma mordidas ainda por cima da cueca, depois retirei aquele pau gostoso e grosso e pus em minha boca. Lambuzei o meu brinquedo daquela noite. Lambia aquela cabeça, apalpava a bunda e ele puxava meus cabelos. Levantei-me, fui colocada de frente para a parede e recebi aquele pau na minha buceta. O gemido era de muito prazer. O homem era uma máquina e metia gostoso enquanto mordia meu pescoço e apertava meus seios.

Me colocou de quatro e me  fudeu mais ainda. Batia em minha bunda, me chamava de gostosa e dizia que treparíamos a madrugada toda. Ele colocava todo o pau grande e grosso. Estávamos sobre uma grama e meus joelhos estavam arranhados, mas a dor de um machucado não se comparava ao prazer que eu sentia.

Ele deu uma pausa e me colocou para chupá-lo e eu fiz com o maior prazer. Me pôs de pé e nos beijamos. E, de costas, começou a comer meu cu. Com uma mão, tampou minha boca para que eu não gritasse e me fudia. Sussurrando, me dizia o quanto eu era gostosa e eu mordia a mão dele. Ele tirou-a de minha boca e começou a passar em minha buceta. Enfiou um, dois, três dedos dentro dela e me levou ao delírio.

Depois de uma hora de foda e corpos molhados de suor, ele gozou na minha boca e depois lambeu minha buceta que estava destruída após a transa dos meus sonhos.

Voltei para casa cheia de hematomas proporcionado por um homem gostoso e que fazia com que qualquer mulher fosse ao delírio cmo aquele pau dentro de sua buceta.

FSJ, uma leitora baiana despudorada.

Apesar de escrever muito, nunca havia feito um texto de conteúdo erótico, até que no fim do ano passado aconteceu uma coisa que eu tive vontade de espalhar para todo mundo. Como a história tem alguns agravantes, melhor escrever aqui mesmo, RS.

Meu nome é Priscila, tenho 24 anos, sou morena, cabelos curtos (Desses que vocês veem nas novelas), minha genética, modéstia a parte é muito boa, por isso tenho um corpo bonito sem muitos esforços: minhas pernas bem definidas e minha bunda durinha combinam muito bem com meus seios médios (Proporcionais aos meus 1,57 de altura).

Eu tinha saído de um relacionamento que me fez muito mal e decidi passar um tempo na casa da minha tia, no litoral baiano. Os dias passavam sem muitas novidades: eu ia para a praia, voltava cansada no fim do dia e apenas dormia.  Na véspera do dia marcado para eu ir embora, saí da praia e decidi passar na rua, em busca de alguma coisa para tomar café, quando cheguei na porta da padaria tinha um rapaz, aparentando ter no máximo 18 anos, loirinho, um porte atlético, bem mais alto que eu (adoro isso).  Fiz alguma piadinha sobre gostar de leite ninho (como eu chamo meninos mais novos), comprei o que precisava e saí dali, decidida que queria mais do que o que fui buscar.

Cheguei em casa, comentei com minha prima sobre o tal menino e ela me passou a ficha completa, adicionei nas redes sociais e logo iniciamos um papo animado, ele  queria me ver naquele mesmo dia, achei melhor não, era tarde e eu não queria ter que explicar para onde estava indo. Combinamos de nós vermos no outro dia a noite, as horas pareciam não passar, enquanto isso  ficamos trocando mensagem, em uma dessas ele mandou uma foto sentado, onde evidenciava um volume na bermuda, senti minha bucetinha molhar na hora, por vingança mandei uma imagem minha, com o vestido propositalmente levantado, mostrando minha coxa tatuada (Tenho certeza que o efeito foi semelhante).

Me masturbei durante o banho, imaginando o que estaria por vir. Marcamos na praia e lá estava eu a noite, ansiosa, como uma adolescente que espera o namoradinho para namorar escondido. Ele chegou um tempo depois e começamos a caminhar na praia, andamos bastante, falamos sobre diversas coisas, mas nenhum tomava uma iniciativa, até que ele perguntou até onde iríamos caminhar e eu ousada que sou, falei que ia caminhar até que ele parasse para me beijar, nem precisamos dizer mais nada…

Nos beijamos com muita paixão, como um casal que já se conhece há muito tempo, ele me abraçou e eu pude sentir aquele corpo forte junto ao meu, eu usava um shorts de tecido e uma camiseta sem sutiã, logo  estava sendo agarrada por trás (tenho muita sensibilidade nas costas), senti seu pau duro roçar minha bunda enquanto sua mão entrou por baixo do meu shorts e começou a alisar minha buceta. Encontramos um barco aportado na praia, ele sentou e me pôs no colo, lembram-se da sensação de ser uma adolescente agarrada pelo namorado? Assim eu me sentia, em nenhum momento ele pareceu inexperiente.

Observamos que algumas pessoas olhavam a gente de longe, aproveitei para confessar que a ideia de que alguém estava vendo me excitava ainda mais. Fomos para outra parte da praia, que permitia que a gente se movimentasse melhor, com o cuidado para não entrar areia em certos lugares. Como o tesão era enorme, logo  estávamos completamente nus enquanto nos beijávamos, nossas mãos percorriam nossos corpos loucos de desejo um pelo outro, eu me esfregava contra ele, ao mesmo tempo ele amassava a minha bunda.

Enquanto ele estava sentado parei de beijá-lo, ajoelhei e cai de boca naquele pau maravilhoso (Só cabia metade) Passei a língua pela cabeça, fazendo ele gemer de tesão, depois fui lambendo aquele pau todo, lambi o saco e coloquei as bolas em minha boca, um de cada vez, enquanto batia uma punheta, voltei lambendo até a cabeça e subi, lambi o abdômen, depois os mamilos, pescoço, até chegar na orelha e implorar baixinho para que ele me comesse, confesso que já havia gozado umas duas vezes chupando aquele pau gostoso e sentindo suas mãos acariciarem minha bucetinha.

Ele sentou em um barranco de areia e eu sentei no colo, cavalgando loucamente. Enquanto isso, aquele pau enorme era engolido pela minha boceta, toda lambuzada. Eu subia e descia naquela pica, de vez em quando eu rebolava. Enquanto ele metia na minha buceta, eu massageava meu grelinho e, com isso, gozava cada vez mais, nem sei quantas vezes gozei naquela posição.

Pedi para ser fodida de quatro, ele perguntou se eu gostava de ser xingada (Uma coisa que me atrai nos novinhos é que eles não têm receio de perguntar, não chegam achando que sabem tudo). Só respondi: Eu sou sua putinha!

Sem cerimônias, ele puxou meu cabelo, me fazendo ficar próxima dele, meteu bem forte em mim enquanto me chamava de puta, safada, piranha, vagabunda… Eu retribuía pedindo: – Mete meu macho, mete gostoso nessa buceta e me faz gozar. Eu gritava, gemia enquanto ele metia forte em mim e batia na minha bunda.

O clima foi interrompido temporariamente por uma moto que colocou um farol alto em nossa direção, nos cobrimos com as roupas cheias de areia e ficamos com aquela cara de criança que estava fazendo coisa errada. Logo começamos tudo de novo, no final ele perguntou se podia gozar na minha cara e claro que eu disse sim (A sensação era que ele podia pedir qualquer coisa). Fiquei de joelhos no chão e ele em pé, meteu o pau na minha boca, chupei mais um pouquinho e, quando ele estava prestes a gozar, tirou e melou minha cara toda de porra.

Fomos nos lavar no mar, nos despedimos com um beijo demorado. No outro dia, viajei. Agora trocamos mensagens, esperando a próxima oportunidade de estar com meu menino de novo.

Priscila, uma leitora da Bahia.

Naquela noite, eu não conseguia esconder o meu ciúme. Eu havia entrado naquele relacionamento – se é que se pode chamar de relacionamento – sabendo como seria: passageiro. Contudo, acabei me envolvendo sem querer. A cabeça sabia que deveria ser apenas transa, mas ela fazia com que meus sentimentos entrassem no jogo. Ela era foda!

Só de vê-la conversando com aquela cara de safada com o Schneider – que era quinze centímetros mais alto que eu, era loiro, tinha olhos claros, possuía um físico impecável e tinha fama de pauzudo – eu já morria de ciúmes. Ela era a MINHA putinha!

Ela namorava um holandês, entretanto quase não o via e, como era viciada em sexo, precisava de alguém para satisfazê-la na sua ausência. Foi aí que eu entrei na parada. Qual era a minha função? Meter! Eu deveria comê-la e só! E eu estava fazendo isso muito bem, diga-se de passagem, até ela mostrar que quem estava no comando da situação era ela, não eu.

Depois do churrasco da tarde no qual ela ficou de conversinha com o tal Schneider, eu percebi que ela era mais atraente do que eu imaginava. Pelo simples fato de se mostrar independente, dona de si, conquistadora e indiferente, tudo ao mesmo tempo. Eu sabia que ela ia dar pra ele e isso me deixava maluco de ciúmes. A insegurança me movia.

Pela noite, liguei pra ela e disse que precisávamos conversar pessoalmente. Venha até meu apartamento – ela disse.

Chegando lá, sentei-me em um dos dois sofás brancos que havia na sua sala. Ela sentou-se de frente para mim, no outro. Seu nome era Tatiana, tinha pele branca, cabelos negros, lisos e compridos. Olhar sacana, sarcástica, infiel (o que pra mim acaba sendo um agravante sexual) e tinha piercing na língua, o que a deixava ainda mais sexy. Se eu pudesse dar a ela um diferencial eu citaria seus seios, fartos, macios, quentes e belos. Começamos a conversar e logo virou uma discussão, pois eu não tinha argumentos concretos. O que eu alegaria, se não éramos namorados nem nada? Eu era justamente o outro, aquele que não podia reivindicar nada além de uma foda bem dada. Como eu poderia proibi-la de conversar com outro cara? O stress foi tomando conta de mim e ela começou a usar isso a seu favor. Levantou-se, pegou uma garrafa de vinho tinto, um Borgonha de uva Pinot Noir, e sentou-se novamente. Não sei se ela sabia, provavelmente sim, que essa uva é considerada pelos especialistas como a mais afrodisíaca. Começou a beber no gargalo sem deixar de me olhar com cara de piranha.

– É isso que você quer? – disse, deixando o vinho escorrer pelo queixo, chegando até os seios.

– Sim, é isso que quero – retruquei, entrando no jogo dela.

De repente ela estava toda lambuzada de vinho, derramava cada vez mais. Então se levantou, tirou a roupa e, no meio da sala, começou a jogar mais vinho pelo corpo.

– Vem e bebe! – ordenou.

– Ajoelhei aos seus pés e comecei a beber do líquido que percorria seu corpo e pingava indomável de sua boceta depilada.

Chupava tudo, bebia tudo. Passava minha língua como um animal feroz no meio das suas pernas, subindo até os seios e voltando, e ia ficando cada vez mais louco por causa do álcool e da raiva reprimida. O gosto da bebida misturada ao seu sabor particular resultava em um paladar voluptuoso.

Tirei minha roupa também, já manchada. Roubei a garrafa de suas mãos e disse:

– Agora é a sua vez!

Então ela veio beber na cabeça do meu pau! Mamava gostoso, desvairada, enlouquecida. Passava a língua por tudo e quase engolia minha pica junto com o vinho. Que boquete gostoso! Esfregava minha vara na cara toda, lambuzando-se por completo. Como ela gostava de uma travessura. E eu ainda mais!

Deitamos na poça de vinho e começamos a trepar ali mesmo. A sala estava toda molhada, os sofás sujos e nos deliciamos como crianças brincando na chuva. Eu metia com tanta força que ela gritava sem levar em consideração os vizinhos. Gemia feito uma cadela no cio. Piranha! Agora eu ia me vingar, ia fodê-la com nunca havia feito, para ela saber que EU era o seu macho! Coloquei-a de quatro, escorada no sofá, bem empinada e montei nela. Socava como um cavalo garanhão e ela desfalecia de prazer. Abria sua bunda e metia a vara socando o dedo no seu cuzinho. Ela já não sabia se gritava, se gemia ou se soluçava.

Então, peguei-a no colo, ainda escorada no pau e levei-a até o chuveiro. Ela estava enfurecida de tesão com o que estávamos fazendo, então, já com a água a nos lavar, ela meteu um tabefe na minha cara. Ah, havia esquecido de dizer, ela adorava uma boa briga de amor. Em outras palavras, a vadia gostava de apanhar… e de bater! Foi automático, soquei a mão na cara dela de volta e então a putaria começou de verdade. A gente se beijava com a água a percorrer os nossos corpos, eu chupava a sua língua e mordia a sua boca com força, louco pra sentir o gosto do seu sangue, mas me continha para não acabar com ela. Estávamos metendo de pé, eu apenas havia levantado uma perna dela e entrado por baixo. Encharcados de satisfação. De repente, depois de levar mais um tapa, virei com tudo e quebramos o boxe. Ela estava pouco se lixando, o que ela queria era isso mesmo, ver o pau torar! Então a joguei na cama e, molhados, recomeçamos a meteção.  Cansado de apanhar – ela tinha a mão pesada – fiz com que ela ficasse de costas, assim ela ficaria toda exposta, submissa e eu faria o que desejasse com ela. Soquei o pau com tudo e bombava irado naquela puta safada. Ela rebolava gostoso e meu pau começou a latejar dentro dela. Batia com força naquela bunda e ela, por ser branquinha, já estava toda marcada. Tirei o pau da boceta e mirei no cuzinho, que já estava todo melado. Sem hesitar, ela pediu:

– Me fode no rabinho!

Antes de pôr a cabecinha, ainda dei uma boa brincada na bordinha, fazendo com que ela implorasse para que eu a estuprasse por trás. E assim foi. A pica passava lisa naquele buraquinho e ela estava à vontade com tudo aquilo, como uma verdadeira devassa. Enquanto comia o rabo dela, acariciava seus seios deliciosos. Ela gritou:

– Vou gozaaaar!

Então eu acelerei e o tesão máximo veio de súbito!

Gozamos juntos, eu dentro dela. Que sensação extraordinária!

Deitamos juntos na cama e, depois de alguns minutos, depois de recuperar o fôlego e retornar à realidade, ela disse de maneira leve, quase sussurando, mas irrefutável:

– Pode ir agora.

Marco Hruschka, do blog Letra Lírica.

Era sábado, 16 horas. Um dia normal como outro qualquer. Estava bisbilhotando minhas redes sociais quando me deparei com uma publicação dela.

Algo estava errado. Carla, uma amiga de infância, dizia estar triste. Como tenho aproximação com ela, resolvi chamá-la no bate-papo.

-Carla, como vai? Você está bem? – Perguntei preocupado.

-Ola, pra falar a verdade me sinto péssima. Terminei o meu namoro. Ele me tratava como um lixo e eu não aguentava mais.

Eu, solícito a fazer ela se sentir melhor, a convido para sair comigo e descansar a cabeça. Ela aceita o convite e assim fui buscá-la. Primeiramente, levei Carla até minha casa, onde ela poderia desabafar e contar tudo que houve.

Ela não sabia, mas sempre tive desejo por ela. Há muito tempo aquele jeito meigo, seus cabelos ruivos e sorriso inocente me encantavam sempre que a via.

Após alguns minutos de muita conversa, Carla não parava de chorar. Soluçava entre cada lágrima que caía de seus olhos. Enxuguei cada gota que caía em seu lindo rosto e lhe disse o seguinte:

– Não se sinta inferior. Para falar a verdade, você é uma mulher maravilhosa, o homem que ter você e valorizar seus sentimentos será o mais sortudo do mundo.

– Jura? – ela perguntou

– Sim, tenho certeza de cada palavra que disse. – respondo

Após ter dito isso, ela agradeceu e não disse mais nada. Eis que nossos olhares se encontram e um clima começa a rolar. O meu rosto involuntariamente se aproxima ao dela. Sinto o calor dos seus lábios se aproximando dos meus. Era inevitável. Beijei Carla com todo o meu prazer. Ela parecia se sentir a vontade com aquilo e me abraçou com vontade. Retribuía todo o carinho com carícias na nuca e em seu rosto. Aquela expressão de tristeza desapareceu e cedeu lugar a de prazer e desejo.

Aquele momento parecia algo surreal. A mulher que mais desejei entregue aos meus braços. Vestia uma camiseta branca de alça e um short jeans que a deixava maravilhosa.

Durante o beijo, senti que aquilo poderia ir mais além. Minhas mãos foram escorrendo de seu rosto a sua cintura. Minha boca foi diretamente a sua nuca. Ela ficava cada vez mais ofegante com cada palavra que dizia ao seu ouvido.

– Não disse que quem tivesse você teria sorte? Agora vou retribuir essa sorte com todo meu prazer.

Após dizer isso abri o botão de seu shortinho e ela estava com uma calcinha fio dental vermelha, perfeita para o meu plano.

Coloquei devagar minha mão dentro da calcinha e sentia ela molhada de tanto tesão que Carla sentia. Comecei a dedilhar sua boceta bem devagar, fazendo tirar a sua blusa e seu sutiã. Seus seios eram médios e com os mamilos rosadinhos. Sem perder tempo, comecei a chupá-los. Ela já se sentia nas nuvens e suas mãos tiraram meu pau pra fora da calça. Que masturbação maravilhosa. Suas mãos num movimento de vai e vem esquentavam o meu corpo. Após isso nos viramos e fizemos um 69 gostoso. Minha língua fazia movimentos circulares em seu clitóris e a chupava sentindo o gosto de seu sexo. Do outro lado ela gemia abafada com a boca engolindo meu pau, onde ele pulsava por mais prazer.

Deitei na minha cama e ela se coloca por cima. Meu membro era prensado enquanto ela rebolava e gemia com tanto tesão. Após isso, ela encaixa ele na sua boceta e começa a cavalgar.

Que delícia. Eu dentro dela e sentindo ela bem apertadinha em mim. A intensidade era forte. Cada cm do meu pênis se traduzia em gemidos de prazer por ambos os lados.

– Come sua amiga de infância, vai! Não era isso que você queria. Agora você a tem. Toda cheia de tesão. Ai, fode gostoso. Fode sua amiga.

A cada gemida, o meu prazer aumentava e após vários minutos e posições gozamos juntos.

No fim, nossos corpos estavam rendidos ao cansaço, mas felizes e completamente excitados.

Após esse dia, Carla continuou frequentando minha casa a fim de transar comigo, se tornando mais que uma amiga, uma amizade na cama.

Marcelo Lopes, mineiro.

Era uma sexta-feira normal ou parecia ser tão normal como todas as outras. Estava no bar com minhas amigas e elas queriam terminar a noite bem. Eu estava ali por estar, pensando em mil coisas que deixei para segunda-feira no trabalho.

O bar estava cheio como sempre, aquele era um bar meio de família, meio de universitários, meio de gente velha, aliás, era um bar de todo mundo. Estávamos em uma mesa com 5 mulheres (3 morenas, uma loira e eu ruiva, ruiva de verdade) e dois homens (meu chefe e um outro administrador que trabalhava comigo). Minhas amigas morriam pelo meu chefe, eu talvez morresse pelo administrador se não tivesse tido uma noite tão ruim um dia que bebemos muito e acabei dormindo com ele. O beijo era bom, quando começava uma coisa mais quente já caia o rendimento até que na cama durasse 5 minutos. Mas não podia negar que ele chamava atenção com seu 1,90m de olhos azuis.

Eu estava bebendo uma cerveja quando notei que, na mesa da frente, tinha um cara. Mas pensa em um cara lindo, era ele. Cabelo castanho bem cortado, olhos verdes, um lábio bem desenhado, e ele parecia mais lindo ainda me olhando. Ele estava sozinho e eu levantei pra ir até a mesa dele. Quando uma mulher sentou em sua mesa, ele sorriu pra ela, ambos estavam sem aliança, podia ser irmã. Ou não.

Marcos (o administrador) não parava de mexer no meu cabelo e eu aproveitei isso para ver qual a do gato da frente. Abri meu sorriso mais conquistador e passei a língua no gargalo da cerveja olhando pro cara da frente. Notei que ele segurava a mão da mulher e ela gargalhava alto para mostrar que estava super curtindo ele. E mesmo assim, ele não parava de me olhar, mas passar a mão no cabelo e me dar uma piscada foi tudo que eu precisava para investir.

Levantei, me soltei do Marcos e passei bem perto da mesa do cara, batendo de leve e derramando o copo com bebida nele. Ele fingiu que ficou bravo ou ele ficou mesmo, pedi desculpa puxando um guardanapo e passando na coxa dele para secar (ou para aproveitar aquela coxa). A mulher se levantou chamando o garçom e ele falou que estava tudo bem. Pedi desculpas mais uma vez, fui em direção ao banheiro e ele veio atrás.

Ele não perdeu tempo e me empurrou para dentro de um depósito que tinha no canto do bar, me pressionou na parede e sorriu puxando meu cabelo.
– Ousada você.
– Tive abertura pra isso – eu falei sussurrando no ouvido dele.
– Gosto de atitude – ele segurava firme meu cabelo, me fazendo olhar bem no fundo dos olhos dele.
– É namorada?
– Noiva
– Então vamos fazer a despedida.

Mordi meu lábio e ele começou a me beijar. Ele ainda tinha a mão no meu cabelo e segurava mais firme, me puxava pela nuca para perto dele. Eu já sentia a rigidez dele e puxei o cinto abrindo rápido, tinha que ser rápido se não a noiva notaria a falta dele. Em menos de dois minutos, ele já estava com a calça baixa, sem cueca e eu sem calcinha com meu vestido levantado. Minha perna estava na cintura dele e, de forma muito eficiente, ele conseguiu encaixar enfiando tudo de uma vez, eu gritei e ele tampou minha boca com a mão, me deixando mais excitada. Eu gostava de obedecer.

Ele fazia movimentos rápidos e apertava minha bunda, me puxando para mais perto. Cada vez, enfiava mais fundo. Mordi a orelha dele e soltei um gemido abafado, foi quando ele me disse que ia gozar.
– goza na minha boca.

Não precisei repetir, ele me puxou pelo cabelo, eu me ajoelhei e engoli o pau dele inteiro. Ele dava tapas no meu rosto e eu engolia cada vez mais aquele pau, passando a língua e babando ele todo. Eu via a cara de que não aguentava mais, foi quando eu senti, ele gemeu e eu engoli toda a porra dele. Ele ainda não estava satisfeito, me puxou, me beijou e me pediu pra virar de costas.
– Agora é tua vez de gozar, quero sentir na minha mão.

Ele enfiou o pau de novo em mim e começou a me masturbar, aquela altura eu já não duraria muito. Quando ele bateu na minha bunda e me chamou de gostosa, eu tive o orgasmo. Senti minha perna bamba e o senti sorrindo por trás de mim. Ele me beijou de novo, vestimos nossas roupas e saímos do depósito como se nada tivesse acontecido. Ele molhado (da bebida que derramei) e eu leve de prazer.

Durante toda a noite, ele ainda continuou me olhando. Eu nunca soube seu nome nem se ele chegou a casar, mas soube que ele era muito melhor no sexo do que o Marcos que não parou de investir em mim a noite toda. E ainda, quando voltei pra mesa, a Melany (minha melhor amiga) estava pegando meu chefe.

Aquela noite.

 

Uma despudorada catarinense.

Há dois anos atrás, eu era  frequentadora assídua de um famoso site de relacionamentos. Eu estava me separando do meu marido na época. Ele era uma pessoa muito violenta e possessiva, além de ter um ciúme doentio. Nosso relacionamento já tinha naufragado literalmente.  Eu buscava conhecer, ali, gente nova, apenas amizade  virtual, bater papo, falar sacanagem, enfim, respirar um pouco – coisa que eu não fazia há muito tempo.

Um certo dia, estava procurando alguém interessante para papear quando vi a foto de um cara tão bonitinho, deitado, com carinha de carente… passei direto, nem fui no perfil dele. No outro dia, aquela foto apareceu para mim de novo, daí fui lá e curti a foto. Como era de se esperar, ele me deu um Oi e então passamos a nos falar. Falávamos coisas do nosso dia a dia e, quando fomos perceber, já estávamos trocando confidências, pois é, ficamos íntimos.

Passaram-se quatro meses de conversas e resolvemos nos conhecer.  Eu trabalhava em uma loja, onde eu era a dona. Sempre chegava bem cedo, uma forma de sair logo de casa. Um dia, ele me pediu o endereço da loja, falei onde era, mas não levei fé que ele fosse até lá. Ele disse que ia aparecer,  pois não é que ele foi lá no mesmo dia? Em menos de 30 minutos, ele ligou e disse: – Aparece aqui na porta. Gelei!!! Pois ele foi até lá messssssmo!  Fiquei toda vermelha, sem reação.

Ainda estava cedo. Mandei ele entrar. Ele beijou meu rosto. A face dele estava muuuuito quente e logo percebi outra coisa bem quente logo abaixo, um certo volume na sua calça. Não é que ele tinha ficado excitado? Nos olhamos e ele me agarrou, me jogou na parede e começou a me beijar… que beijoooooo! Ele levantou meus braços para cima, como se estivesse me dominando, e estava.

Colocou-me de costas e começou a me roçar, a me apertar… ?

TIREI a blusa e ele parecia não acreditar no que eu havia feito. Ele ficou olhando para meus seios fissurado. E eu, como adoro um clima de sedução, perguntei: Você quer? (Referindo-me aos meus seios). Ele não respondeu, apenas sinalizou com a cabeça. Tirei o sutiã. Ele agarrou meus peitos, abocanhou um e depois o outro com tanta vontade, com tanto tesão – como sugava gostoso. Então, me afastei dele e disse olhando fixamente nos seus olhos: – Morde!

Pqp, ele parecia um esfomeado, mordendo meus seios. E eu??? Amando aquilo tudo. Nunca senti tanto prazer. Então levei ele para os fundos da loja, tirei a roupa e fizemos amor loucamente, ali no estoque. Parecíamos dois loucos. Ele me colocou de quatro, e era tanto prazer. Não demorou muito, meu prazer começou escorrer por minhas pernas. Ele não estava acreditando no que estava vendo, eu ali, gozando, que delícia!!!

E, logo em seguida, ele também gozou, ele deu um urro de prazer. Foi a sensação mais maravilhosa que já senti em toda  minha vida. E ele? Somos amigos hoje em dia! A cada encontro era uma história diferente. Outro dia conto como foi nossa aventura em posto abandonado.

Beijos.

Mell, carioca.

Em um certo fim de semana de outubro, eu estava sem o que fazer em casa e resolvi olhar as conversas do meu WhatsApp. Alguns minutos depois, veio uma notificação de que eu havia recebido uma mensagem no app. Abri e me deparei com uma vinda da Camila. Ela é uma mulher divina, morena, seios médios, longos cabelos negros e mais outras excitantes atribuições acompanhadas com um encantador sorriso. Somos amigos há alguns anos e sou caidinho por ela, que sabe de tudo isso.

“Oi, tudo bem? Meus pais viajaram e estou me sentindo sozinha em casa. Eu posso ir para a sua e passar o dia aí com você?”, dizia sua mensagem.

“Claro, pode vir para cá. Adorarei a companhia e a minha casa sempre está de portas abertas pra você”, respondi já imaginando o que poderia ocorrer futuramente naquele dia.

Após algumas horas, a campainha toca e eu corro para atender. Lá estava Camila, com um vestido vermelho Muito chamativo e decotado, linda e sedutora em minha frente. A convidei para entrar e então ficamos durante muito tempo conversando sobre as coisas das nossas vidas e as que gostamos. Temos muitos gostos em comum.

Após horas de papo e umas boas risadas, Camila e eu estávamos sentados no sofá da sala, assistindo a um filme que ela mesma havia recomendado.

“Você lembra do dia no qual contou que gostava de mim? Você ainda gosta?”, perguntou Camila colocando a mão em meus ombros.

“Sim sim, com todas as suas qualidades e a sua aparência sedutora, eu sempre fui louco por você”, respondi olhando em seus olhos e colocando minha mão direita em sua coxa.

Então Camila olhava pra mim como se seu prazer começasse naquele instante. Tirei os seus óculos; deixei-o na mesa e então começamos a nos beijar. O gosto dos seus lábios era tão delicioso que arrepiava e me excitava só de sentir. Minhas mãos percorreriam suas pernas e subiam até sua virilha. Comecei a mexer meus dedos do lado de fora de sua calcinha, estimulando sua buceta, fazendo com que ela ficasse sem controle de si e do seu corpo, fazendo ela tirar o seu vestido.

Com o vestido já no chão, vi Camila com uma deliciosa lingerie preta, onde meu tesão se aumentou ainda mais. Em meio a mais beijos, ela me segura pela cintura, abre o botão e o zíper da minha calça e pôs a mão dentro da minha cueca onde começava a masturbar o meu pau de uma forma que nunca havia sentido antes. Em seguida ela se ajoelhou e sem dó iniciou o oral mais gostoso da minha vida. Em meio as chupadas no meu pau, ela olhava em meus olhos e se deliciava de me ver gemendo ao meio de tanto êxtase e tesão. Enquanto ela se deliciava em mim, abri o seu sutiã e aliava seus seios com vontade.

Os movimentos ficavam mais intensos e pedi a ela que ficasse de quatro no sofá. A gostosa me obedeceu e então foi a minha vez de ajoelhar. Coloquei minhas mãos em sua bunda, botei a calcinha de lado e fui de língua. Que delícia, quente, molhada e depilada. O clitóris dela era manipulado pela minha língua e minhas chupadas. No sofá, ela se contorcia de tesão, rebolando tudo na minha boca. Trocamos de posição e então me deitei e ela sentou com sua buceta em minha boca. Ela gemia sem parar e ficamos assim até a hora que ela implorou para que fosse fodida, dizendo “me come logo,vai! Eu to louca pra dar gostoso pra você. Judia de mim! Me faz de cachorra, hoje sou sua vadia!”.

Atendendo aos pedidos, novamente a coloquei de quatro e coloquei devagar cada centímetro do meu pau em sua buceta. Aumentando a velocidade, fodia ela com todo o meu tesão enquanto Ela gemia e pedia mais. Nosso sexo foi todo na sala de estar, onde no final gozei em seus seios e dali pra frente ela se transformou de uma amiga para uma constante parceira sexual, transando mais vezes e realizando todas suas fantasias.

Marcelo Lopes, mineiro.