HomePosts Tagged "vontade"

Não tem mimimi nem blablablá, quero calar a minha boca com seu ato mais profano e mais digno de liberdade. Pode metê-lo quente, firme, ereto. Inclusive, quero ver e senti-lo gemer junto a mim enquanto sugo toda a sua sexualidade em ostentosas chupadas e lambidas, de modo a prepará-lo para esbanjar todo o banquete que continuamente prepara para o nosso desfrute. Sem frescuras ou quetais, movimente-o para frente e para trás que eu o sentirei brincando entre meus lábios e divertindo-se com minha língua e dentes.

Maravilhosamente, minha boca se enche d’água, prazer e fogo. Assim, alguns alertas são lançados em meu corpo e, ao menos, da calcinha preciso me livrar. Já não estou com ela, já não quero nem saber de travas. O sistema nervoso balanceia e permite às pernas ficarem bambas e minha boceta encharcar-se. Com uma mão, seguro o seu pau firme e o sustento em minha boca sem cautelas. Com a outra mão, esfrego entre minhas pernas que se manifestam em todo gozo.

Meus dedos vão em sua boca. Gemidas soam como canção em meus ouvidos. Você solta o seu fervor em mim e eu sinto o gosto e me banho com toda a porra esbravejada. Com isso, me jogo sobre você para darmos prosseguimento aos enlaces que nos apontam querer um ao outro.

 

A primeira vez a gente nunca esquece, dizem as línguas por aí – até mesmo antes de trabalhar em outras línguas – e é verdade, pelo menos para mim e para uma legião de gente que conheço. A primeira vez, após uma certa idade, começa a nos fazer sentido e trazer grandes lembranças. A gente sempre lembra a primeira vez que viajou sozinho, que dormiu na casa de um amigo, que arriscou preparar algo na cozinha. Também sempre lembramos nossas primeiras experiências mais íntimas, como a primeira vez que nos tocamos, que ejaculamos e – nada mais, nada menos do que o nosso primeiro beijo na boca.

Pode ficar pasma (ou pasmo), mas, em matéria de beijo, minha experiência começou muito tarde. Dei meu primeiro beijo com 18 anos e o meu segundo com 20 anos. #prontofalei. Agora dêem mil risadas antes de eu continuar. Riram? Senta aqui, vamos conversar: eu era uma moça muito centrada nos meus estudos, achava que começar a namorar me acarretasse desvios de meta. Depois que rolou esse beijo primeiro, o segundo demorou muito devido a minha timidez. Como eu era tímida e não me sentia à vontade em festas, preferia ficar em casa. Dentro de casa, a gente só beija mão, parede e espelho.

Durante todo este tempo que não beijei, ficava em minha cabeça que eu não saberia como agir quando acontecesse de novo. Além disso, a lembrança que eu tinha era em flash, parecia mais um sonho. O cara sumiu e se me perguntarem o nome dele, digo que não faço ideia. Na época, eu era chamada de BV (boca virgem). Não tinha vergonha de nunca ter beijado, então, se me perguntassem…eu dizia a verdade. A galera batia resenha e tal, mas eu não tava nem aí.

Sabe por que estou contando isso? Porque pediram-me para escrever sobre nunca ter beijado aos 20 anos. Apesar de ter dado um beijo aos 18, minha experiência válida e contínua de beijações iniciou-se aos 20 anos. Não me achei bicho de sete cabeças entre meus amigos por causa disso. Cada um  tem seu momento para suas primeiras vezes. Além do beijo, eu era recorde em “primeiras vezes” na faculdade e levava isso na esportiva, dizendo que faria um livro tal qual o dos recordes.

Agora, depois de saber que a delícia aqui também é como você, ainda vai se preocupar com isso de já ter beijado ou não? Tudo é uma questão de tempo e quando esse tempo vem, o despertar é tão grande que, armaria, é gostoso demais. Não é à toa que estou aqui com milexperiências e cheia de ousadia pra vocês. Permita-se e não ligue para o que disserem. Você sabe que sua hora vai chegar e você vai saber aproveitar até a última gota.