Sexo durante a menstruação é um assunto que a gente sempre polemiza porque há quem curte e há também quem corra léguas. Com essas duas perspectivas, eu resolvi falar um pouquinho sobre nossas dúvidas acerca desse ato sanguinário e, assim, independente das nossas escolhas, vamos ficar mais à vontade na hora de discutirmos nossos gostos. É claro que, para falar sobre isso, eu dei aquela pesquisada bem gostosa (adorei o site Minha Vida) e algumas opiniões advém da minha experiência enquanto um ser sexual e enquanto observadora, assim como meio que conselheira de muitas despudoradas e despudorados.

O nosso primeiro receio quando vamos transar e estamos menstruadas é o melequeiro que será feito. A gente pensa no colchão, no lençol e pensa também no boy com cara de nojo vendo aquele possível aguaceiro (que, muitas vezes, nem é tão aguaceiro assim). Para evitar esse previsível constrangimento, o melhor é escolher os dias em que o fluxo está menos intenso e tem quem prefira ir para debaixo do chuveiro porque, dessa forma, a gente nem vê o sangue descer. Só que uma coisa é importante: a camisinha é imprescindível.

De acordo com o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Jr., “Durante a menstruação, o sangue contido no endométrio é liberado. Sendo assim, a possibilidade de se infectar com alguma doença da outra pessoa é maior”. Então, gatas e gatos, o risco de contrair doenças é muito maior quando estamos menstruadas porque o sangue é uma via de contágio tanto como a secreção vaginal e, portanto, se configura em mais um elemento de risco.

Uma dúvida quando investimos em sexo dessa forma é o medo de engravidar, não é? No período menstrual, o interior do útero descama e isso faz com que o embrião não encontre condições para se manter na parede do útero. Sem contar que a ovulação normalmente só ocorre 14 dias após o início da menstruação. Já se você toma pílula anticoncepcional, a barreira hormonal fica comprometida e você pode engravidar em qualquer momento do ciclo caso não tome a bendita direitinho. Então, girls, a gente não engravida se transar menstruada; mas isso não é motivo para fazer sem camisinha, viu?

Tem mulheres que têm medo de fazer sexo menstruada e, por conta disso, a menstruação demorar mais para ir embora. Oh, moça, preocupe-se com isso não, pois pode acontecer justamente o contrário. A psiquiatra e sexóloga Carmita Abdo, professora da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do programa de estudos em sexualidade da USP (PROSEX) afirma: “Se as contrações uterinas durante a excitação e orgasmo forem intensas, pode acontecer de o tempo de sangramento ser reduzido em um dia, por exemplo”.  Já se você transar alguns dias antes da menstruação, ela pode descer mais cedo porque pode ocorrer a vasodilatação da região e isso facilitar a saída do sangue. Estímulos fortes também podem trazer mudanças hormonais que adiantam a sua chegada.

Para finalizar, eu não poderia deixar de falar sobre uma coisa: tem mulheres que ficam com mais libido no período menstrual. A explicação disso está no nosso psicológico, em nosso estado de espírito até porque a fase de ficar louca por sexo é quando estamos ovulando e não quando ficamos menstruadas. Aquelas que nem querem saber de sexo nessa fase ficam assim pelos incômodos que sentem e pelo fato da época não ser tão propícia assim.

Eita, eu escrevi demais, não é? Mas espero que tenha sido clara o suficiente. Quando estiver sangrando e, mesmo assim, quiser transar. Faça isso no banho ou se banhe antes do ato. Se preferir, use um absorvente interno. Se não, opte pelos dias de fluxo intenso. Além do mais, sempre use camisinha. Depois, amoras, é só relaxar e gozar!

À espera de uma putaria gratuita ou, então, de um diálogo descontraído com amigas próximas ou da família, eu pergunto: “Como você gosta?”. Sei que o questionamento dá margem à várias interpretações porque, quando o assunto é sexo, sempre é possível fazer muitos deslocamentos semânticos.

Cada um possui uma forma particular de interagir no sexo e é nesse sentido que proponho tal pergunta, apresentada no título. Particularmente, adoro a sintonia e o fato de sentir a pele, as mãos e a saliva em quaisquer posições. Em um bate papo, dois despudorados salientaram o seguinte: S.R. confessou-me que sente tesão pelo entrelaçar dos corpos vestidos e pelo cheiro. Já M.S. salientou seu desejo por ser, primeiramente, despida, e, depois, se enroscar ao outro usando um salto alto e impondo sua presença ao sexo oposto.

Duas curtíssimas confissões mostraram uma pequena porcentagem do que somos, de nossas peculiaridades e de como nos redescobrimos constantemente. Além do mais, alguns se descobrem em relações rápidas e contínuas, outros com alguém fixo. Sendo assim, não podemos dizer que há uma exatidão em nossas relações íntimas. O importante é ter uma vida sexual ativa, pois esta atividade nos permite pensar e reconhecer o modo como mais gostamos.

Estou o tempo todo em pequenas entregas e, olha, não vejo problema algum nisso e, a cada diz, me descubro mais sexualmente! Esta entrega te pertence mais do que ao outro. Caso não queiram falar nada, tudo bem. Só não esqueçam que a língua e os dedos possuem tantas outras utilidades.

Relacionamentos costumam ser complicados e envolvem uma instabilidade de se contar nos dedos. Ficar, beijar na boca e sentir um carinho próximo a orelha tornam-se sinônimos quando a palavra é carência. E se o beijo não foi tão bom, a pessoa não parecia tanto com você e adjacências, então pergunto-me: Por que muitas pessoas continuam tentando? Antes beijar outras bocas, ouvir outros sussurros e sentir outras mãos, não é verdade?

Algumas tentativas, como aproximações mais sinuosas, se tornam normais, cotidianas, passam a ter envolvimento e depois acabam que nem chuva quando seca na terra, pois o sol vem e não fica mais nenhum vestígio. Dessa forma, vai-se emoções e o outro, tão bem aconchegado, sofre com tamanha indiferença que não se quis passar, mas que o coração não nega de dizer.

Relacionamentos realmente não são fáceis, precisam de equilíbrio entre ambos e tal equilíbrio só se consegue a base do amor compartilhado. Portanto, quando ficar e perceber que não rola toda aquela sintonia, então deixe quieto e siga adiante, pois insistir naquilo que você acha que já não pode dar certo, normalmente não dar certo.

Mesmo que ele seja um boy ou uma boyzinha massa, cabeça no lugar e família nota dez, o que importa é você e o que seu coração diz. E isso não é ser egocêntrico, mas pensar em estar bem para, consequentemente, fazer o outro bem.

Em lojas e sites de Sex shop, encontra-se tudo o que concerne à acessórios, afrodisíacos, produtos que proporcionam o aumento do pênis, camisinhas, cartões eróticos, produtos comestíveis e os mais diversos produtos cosméticos, além de DVDs, objetos infláveis, jogos e brincadeiras, kits eróticos, lingeries e mais uma centena de coisas que possibilitam a prática do sadomasoquismo, pompoarismo etc, sem falar nos vibradores (que quase todo mundo tem um!)

Em poucas palavras, o sex shop é o local ideal para os casais e pessoas que buscam a satisfação sexual. Atualmente, a prática sexual pode ser satisfeita sem que se tenha a necessidade de um parceiro ou de suas próprias mãos. Há alguns anos, ao visitar um sex shop, conheci uma máquina que facilitava o trabalho de penetração do membro peniano e possibilitava ao indivíduo diversas posições sexuais, bem como exercitar todos os momentos necessários ao ato sexual.

A criatividade e a busca por este tipo de satisfação é algo que surpreende. Acredito que este meio de satisfazer-se seja o mesmo que realizar um fetiche, pois não é difícil encontrar um parceiro para uma simples e deliciosa transa, sem contar que muitos motéis possuem esta cadeira em seus quartos na tentativa de dar mais prazer aos clientes.

Se alguém tiver tido experiências com uma cadeira desta, conte-nos como foi. Histórias e detalhes pessoais como estes não poderiam ser mais bem relatados do que o são por nós, sujeitos afetados por pela sexualidade.

Quando me passa a mão pela cintura, diz ela. E quando senta sobre mim, aponta ele com o queixo. Para cada fala, uma reticências que prevê tudo o que virá depois. Não há dúvidas do derrame, da volúpia e da lascividade presente neste encontro. Foi assim, é assim e vai continuar deste mesmo modo em relação à atração no trabalho ou, digamos, troca de interesses. Quem nunca teve vontade de tirar a roupa diante daquela brincadeira de passar a mão aqui e ali em um dito sem querer? Sim, talvez essa vontade nunca lhe tenha passado pela cabeça, mas isso deve ter suas razões – e outra: ninguém é igual a ninguém, óbvio.

Esse assunto, apesar de não abranger a todos, é importante porque não deixa de acontecer. É aí que nos perguntamos sobre a ética profissional e sobre o fato de ter que ver a bendita carinha alheia todo santo dia – realmente é preocupante, mas a depender da profissão, do comportamento e dos cargos que ambos ocupam…é tranquilo e não vai mudar em nada a rotina de trabalho.

Agora vou citar os casos que podem resultar em uma dorzinha de cabeça: empregado com padrão dá merda, velho. Prefiro ficar na minha e não dar ousadia. O mesmo se dá com cargos de subordinação e avaliação. Esse “merda” e “foda” por ser convertidos em seu sentido caso o sexo se dê por meros interesses. Algo que não é da minha alçada, amores; além disso, sexo no trabalho de forma que os outros percebam ou saibam é foda. Se fizer, faça discretamente e de forma que ninguém nunca descubra porque assim você come e repete o prato. Há outros casos que eu não me lembre? Se sim, aceito com muito prazer nos comentários.

Dizem que a delícia dessa relação é o fato de parecer romper com os princípios éticos. Tudo o que soa perigo, ressoa em adrenalina e sexo com isso é um manjar de lamber os beiços. No entanto, há casos e ambientes de trabalho tranquilos que dão margem à um relacionamento além do sexo. Casos como esse acontecem, também, todos os dias e alguns deles resultam em casamentos que dão super certo. Contigo já rolou situações como essas? Conta pra mim e compartilha com a gente, vamos ficar bem atentos – a gente promete!

Estávamos ali, em meu quarto, ouvindo um DVD de Arnaldo Antunes, ainda se podia ver a fumaça do último cigarro, nós não nos beijávamos ainda, eu apenas a tocava com as pontas dos meus dedos, percorria suas coxas com as pontas dos meus dedos amarelados, como quem acaricia a capa de um livro que a muito deseja ler, ainda estava vestido, mas já me sentia nu em sua presença, e realmente estava, estava despido de qualquer aparência, qualquer mascara do dia a dia, estava eu despido de mentiras e fingimentos e ela nua, vestindo apenas o desejo e o calor e isso me deixa arrepiado.

Seus olhos vermelhos nos meus foi o melhor texto que li em tempos, me disse tudo sem dizer uma palavra, sua energia tocando a minha e causando uma quase eletricidade no ambiente, foi quando desci beijando sua barriga e tirei sua calcinha enquanto procurava sentir o cheiro da sua libido, abri suas pernas devagar, ansiava aquele momento a semana toda, desejava loucamente possuí-la, mas não tinha pressa, afinal ela não iria a lugar nenhum, ela queria ser lida, tanto quanto eu queria ler, então eu abri suas pernas devagar e absorvi a imagem com meus olhos pequenos e vermelhos, não consegui conter um sorriso que crescia em meu rosto ao olhar aquela carinha de luxuria me observando, ela pediu pra ir devagar, mas eu não tinha pressa, meu ritmo sempre fora mais selvagem, mas há tempo para tudo nessa vida…

Pinto, C. – um despudorado baiano.