Pensa aí: Você ta naquele momento frenético entre racionalidade e juízo algum, Então o cara fica mudo. Agora pense novamente: Você naquela comunhão rigorosamente deliciosa de corpos e o cara olha nos seus olhos e intitula desejos, diz que ta gostoso e ainda te provoca com dentes, gestos e dedos. É outra coisa, não é?

Para que o sexo seja bom o suficiente e cause delírios no casal sortudo e caliente da vez, nada mais propício do que umas conversinhas ao pé do ouvido, diga-se de passagem, um sussurro desprogramado, mas que vem na hora exata. Certo que existe aquelas transas casuais com um pau amigo ou com um flerte bem intencionado, mas não importa o quão seja o relacionamentoo importante é, além de gemidos, ouvir ambos externalizarem seu prazer em verbos e substantivos.

Somos seres que têm a necessidade de extravasar em todos os sentidos. Antes, somente o homem podia dizer suas sensações no momento mais íntimo da relação e as mulheres, um sexo forte e tão instintivo quanto, tinha que guardar todos os seus prazeres contigo. Isso ainda vem acontecendo, mas a tendência tem sido mudar a situação, igualando ambos no momento em que encontram o céu (fala sério, um bom sexo nos leva ao paraíso!)

Oh, amiga! Quando for “dar uma”, não precisa lembrar de mim e do que eu disse porque não quero participar de nenhum ménage sem corpo presente (Brincadeira!). No entanto, lembre-se que este é o momento de se deixar transbordar, então fale obscenidades, diga quando seu corpo estiver em chamas, proponha, libere-se e exponha sua sensualidade em falas mal elaboradas.

Caso o parceiro não seja fixo, tudo bem: fica a dica do mesmo jeito. E mais uma coisa: o texto não serve apenas ao público feminino. Rapazes, sintam-se à vontade para expor suas opiniões e sugestões, além de se aproveitarem das palavras aqui despidas para utilizá-las a seu favor.

Apesar de escrever muito, nunca havia feito um texto de conteúdo erótico, até que no fim do ano passado aconteceu uma coisa que eu tive vontade de espalhar para todo mundo. Como a história tem alguns agravantes, melhor escrever aqui mesmo, RS.

Meu nome é Priscila, tenho 24 anos, sou morena, cabelos curtos (Desses que vocês veem nas novelas), minha genética, modéstia a parte é muito boa, por isso tenho um corpo bonito sem muitos esforços: minhas pernas bem definidas e minha bunda durinha combinam muito bem com meus seios médios (Proporcionais aos meus 1,57 de altura).

Eu tinha saído de um relacionamento que me fez muito mal e decidi passar um tempo na casa da minha tia, no litoral baiano. Os dias passavam sem muitas novidades: eu ia para a praia, voltava cansada no fim do dia e apenas dormia.  Na véspera do dia marcado para eu ir embora, saí da praia e decidi passar na rua, em busca de alguma coisa para tomar café, quando cheguei na porta da padaria tinha um rapaz, aparentando ter no máximo 18 anos, loirinho, um porte atlético, bem mais alto que eu (adoro isso).  Fiz alguma piadinha sobre gostar de leite ninho (como eu chamo meninos mais novos), comprei o que precisava e saí dali, decidida que queria mais do que o que fui buscar.

Cheguei em casa, comentei com minha prima sobre o tal menino e ela me passou a ficha completa, adicionei nas redes sociais e logo iniciamos um papo animado, ele  queria me ver naquele mesmo dia, achei melhor não, era tarde e eu não queria ter que explicar para onde estava indo. Combinamos de nós vermos no outro dia a noite, as horas pareciam não passar, enquanto isso  ficamos trocando mensagem, em uma dessas ele mandou uma foto sentado, onde evidenciava um volume na bermuda, senti minha bucetinha molhar na hora, por vingança mandei uma imagem minha, com o vestido propositalmente levantado, mostrando minha coxa tatuada (Tenho certeza que o efeito foi semelhante).

Me masturbei durante o banho, imaginando o que estaria por vir. Marcamos na praia e lá estava eu a noite, ansiosa, como uma adolescente que espera o namoradinho para namorar escondido. Ele chegou um tempo depois e começamos a caminhar na praia, andamos bastante, falamos sobre diversas coisas, mas nenhum tomava uma iniciativa, até que ele perguntou até onde iríamos caminhar e eu ousada que sou, falei que ia caminhar até que ele parasse para me beijar, nem precisamos dizer mais nada…

Nos beijamos com muita paixão, como um casal que já se conhece há muito tempo, ele me abraçou e eu pude sentir aquele corpo forte junto ao meu, eu usava um shorts de tecido e uma camiseta sem sutiã, logo  estava sendo agarrada por trás (tenho muita sensibilidade nas costas), senti seu pau duro roçar minha bunda enquanto sua mão entrou por baixo do meu shorts e começou a alisar minha buceta. Encontramos um barco aportado na praia, ele sentou e me pôs no colo, lembram-se da sensação de ser uma adolescente agarrada pelo namorado? Assim eu me sentia, em nenhum momento ele pareceu inexperiente.

Observamos que algumas pessoas olhavam a gente de longe, aproveitei para confessar que a ideia de que alguém estava vendo me excitava ainda mais. Fomos para outra parte da praia, que permitia que a gente se movimentasse melhor, com o cuidado para não entrar areia em certos lugares. Como o tesão era enorme, logo  estávamos completamente nus enquanto nos beijávamos, nossas mãos percorriam nossos corpos loucos de desejo um pelo outro, eu me esfregava contra ele, ao mesmo tempo ele amassava a minha bunda.

Enquanto ele estava sentado parei de beijá-lo, ajoelhei e cai de boca naquele pau maravilhoso (Só cabia metade) Passei a língua pela cabeça, fazendo ele gemer de tesão, depois fui lambendo aquele pau todo, lambi o saco e coloquei as bolas em minha boca, um de cada vez, enquanto batia uma punheta, voltei lambendo até a cabeça e subi, lambi o abdômen, depois os mamilos, pescoço, até chegar na orelha e implorar baixinho para que ele me comesse, confesso que já havia gozado umas duas vezes chupando aquele pau gostoso e sentindo suas mãos acariciarem minha bucetinha.

Ele sentou em um barranco de areia e eu sentei no colo, cavalgando loucamente. Enquanto isso, aquele pau enorme era engolido pela minha boceta, toda lambuzada. Eu subia e descia naquela pica, de vez em quando eu rebolava. Enquanto ele metia na minha buceta, eu massageava meu grelinho e, com isso, gozava cada vez mais, nem sei quantas vezes gozei naquela posição.

Pedi para ser fodida de quatro, ele perguntou se eu gostava de ser xingada (Uma coisa que me atrai nos novinhos é que eles não têm receio de perguntar, não chegam achando que sabem tudo). Só respondi: Eu sou sua putinha!

Sem cerimônias, ele puxou meu cabelo, me fazendo ficar próxima dele, meteu bem forte em mim enquanto me chamava de puta, safada, piranha, vagabunda… Eu retribuía pedindo: – Mete meu macho, mete gostoso nessa buceta e me faz gozar. Eu gritava, gemia enquanto ele metia forte em mim e batia na minha bunda.

O clima foi interrompido temporariamente por uma moto que colocou um farol alto em nossa direção, nos cobrimos com as roupas cheias de areia e ficamos com aquela cara de criança que estava fazendo coisa errada. Logo começamos tudo de novo, no final ele perguntou se podia gozar na minha cara e claro que eu disse sim (A sensação era que ele podia pedir qualquer coisa). Fiquei de joelhos no chão e ele em pé, meteu o pau na minha boca, chupei mais um pouquinho e, quando ele estava prestes a gozar, tirou e melou minha cara toda de porra.

Fomos nos lavar no mar, nos despedimos com um beijo demorado. No outro dia, viajei. Agora trocamos mensagens, esperando a próxima oportunidade de estar com meu menino de novo.

Priscila, uma leitora da Bahia.

A fotografia tem um modo particular de nos falar algo, ela representa a liberdade ou repressão em que estamos inseridos. Muito mais que isso, ela representa o que há dentro de nós. Desse modo, a gente expõe o fato de sermos libertas e, devido a isso, sofremos o risco de sermos apontadas como imorais, pois o ato de se despir ou de simular as vontades do corpo ficam fixadas no clique de uma lente e podem ser vistas a torto e a direita quando colocadas nas redes sociais. Assim, algumas fotos são julgadas de forma injusta por quem sofra de recalque aguda e não consegue ver a beleza – não só externa, mas interna – na explicitez do outro.

Não é de hoje que ouço e sofro indignações. Fotos de praia, com decote, barriguinha do lado de fora ou olhar mais provocador são reprovados por uma classe advinda de gerações passadas ou por pessoas que compreendem a sua vida como um ambiente raso e cheio de limitações. Para alguns, seremos condenados ou castigados por ações que no mostrem o quanto somos lindas e nos amamos. Para nós, viver é libertar-se e isso inclui a fotografia e a exposição dela. Afinal, fotografar e não mostrar nem vale tão à pena assim.

 

Fotografia: Lu Rosário

 

Ao questionar sobre os limites na fotografia, em um bate papo entre mulheres, uma fotógrafa mostrou seu indignar-se por colocar fotos mais ousadas em sua rede social. Como forma de protesto, ela intitulou o seu álbum como “Pq a sociedade e seu puritanismo idiota me cansa!” e a descrição para este foi: “O corpo é meu! Lido com ele do jeito que quero e acho melhor! O que se Fxxx todas as pessoas que ficam se achando donas da verdade, que ninguém pode mostrar nada de si que já vem um puritano sem base e diz que ta errado! é só corpo, pele..ossos..todo mundo tem! Para quê tanto esconder!!?? MOSTRO MESMO! VERGONHA ZERO! Sou feliz assim! Me amo assim! Corpo é casca! Liberte sua mente porque corpo é o menor de nós!”

Assim como a fotógrafa em questão, eu acredito que ninguém deve se sentir afetado por manifestações corpóreas minhas. O corpo é meu e se eu o represento assim é porque tenho me sentido muito bem comigo mesma. A partir do momento que me incomodo com a exposição do outro é porque me sinto reprimida – esta não é a vida que eu quero pra mim.

 

Fotografia : Victor Paiva Leite

 

Na foto acima, publicada em homenagem ao dia da mulher, ela salienta a beleza da fotografia e agradece ao rapaz que a acompanha. A partir dessa foto, peço novamente que a olhem e me digam qual o erro contido nela. Acredito que o explícito está na técnica. Quando olhamos para a imagem acima, vemos penumbra, cuidado e intenções, mas nada está posto à mesa. E se estivesse, mulheres comuns não costumam ser fotografas estilo pornô.

Incomodar-se com o outro e agredi-lo por conta do despertar de sentidos provocados pela foto ou por um resultado da construção histórica a qual fomos submetidos é esquecer-se das lutas femininas e dos direitos conquistados. Para não sair do ditado popular, é não se preocupar com o seu próprio pé e chulé. É, mais do que um jogar de palavras minhas, não olhar-se no espelho e se reconhecer tão linda quando aquela quem foi fotografada.

Quando ando nas ruas da minha cidade, vejo o silêncio. Quando acesso as redes sociais, movimento. E, nesta euforia virtual, encontro pessoas em diversos lugares entre sol, praia, rio, cachoeira, suor, sorriso e amor. Com tanto calor e tanta energia positiva, não existe vontade maior do que a de se enroscar em outro corpo.

Em clima de mergulho e de andar seminus, a vontade pelo outro aumenta significativamente. As mulheres ficam o tempo todo molhadinhas e os homens, com apenas um piscar, ficam eretos. Quando existe a possibilidade, beijo. Quando existe a oportunidade, sexo.

E o sexo, nesses momentos, saem das quatro paredes e, principalmente, da cama. Ele perpassa pela areia, pelos matos, pela casa abandonada, a construção não terminada. Ele fica ali no vai e vem dentro da água, no escurinho atrás da casa, em um muro improvisado.

No verão, tesão. Essa rima tem tudo a ver com a realidade. A gente realmente fica com o corpo desperto e a nossa região íntima piscando. Não é à toa que existem mil e uma dicas por aí para que o casal aproveite ao máximo esses dias de calor sem se acabar com este sol que nos cobre.

De acordo com alguns sites sobre saúde, estudiosos afirmam que o calor dilata os vasos sanguíneos e intensifica a irrigação de sangue nos órgãos sexuais, aumentando a libido. Independente de estudos, os estímulos visuais e a liberdade, por nós adquirida, já diz tudo. Que, nestas férias e neste verão, a gente ouse bastante porque, uma coisa é certa, a gente só se arrepende do que deixou de fazer; o resto é balela.

Lá vem mais um ano sambando em nossa cara, rindo com a gente e mostrando que está conosco para o que der e vier. Ele vem saracoteando, feliz, louco e deixando pra trás um ano difícil e histórico. 2016 foi daqueles que pisaram e nos evidenciaram quando o assunto foi política, que nos deu um banho de água fria com toda a crise econômica, que nos fez sorrir com amigos, sonhar e acreditar que as coisas iriam mudar. Em seu término, quase todo mundo correu atrás de uma cor: amarelo. Ou vermelho para novas paixões. Ou azul e branco pela tranquilidade e paz. As superstições nos fizeram mais fortes.

Um novo ano, então, acabou de se descortinar. Os plannersbullet journal viraram tendências. Estamos todos querendo nos organizar e transformar o caos em exatidão. Manter a pressa sem perder a linha. Ficar esbelta nas tarefas diárias e der mil e uma sem perder a compostura. Assim, também estamos cada vez mais atarefados, mais corridos, mais com cara de trilha sonora em ritmo pop, sertanejo ou rock? Não sei, cada um com sua trilha sonora em particular. E, nessa correria toda, estamos cada vez mais amando virtualmente e nos abraçando menos. Pele a pele passou a ser coisa do passado e, quando existe, nem sempre tem a tonalidade requerida.

Neste 2017, a gente precisa jogar na cara dele que as rédeas somos nossas. Temos que desacelerar a canção que nos embala e tomar as atitudes que, em outros momentos, enrolávamos para tomar. Temos que aproveitar a oportunidade do dia primeiro para traçar metas pro ano inteiro e de janeiro a janeiro sermos mais que um nome e sobrenome com sorriso estampado na cara. Queremos reconhecimento.

O 2016 do Pudor Nenhum passou por todos os ritmos, teve encontros de leitores, teve premiação, teve visita de maranhense linda e despudorada, teve planos, teve desejo, teve possibilidades, teve parcerias e grandes amizades. O 2017 promete muito mais. Já estou colocando tudo no papel e seguindo a tendência para me organizar.

Este ano novo, à nossa frente, precisa ser mais, precisa ser mar, precisa ser olhar, precisa ser falar, encontrar, cheirar, beijar, transar. Que 2017 nos tempestue e nos faça confirmar o quanto somos tudo o que queremos quando realmente vamos atrás.

Chegou um dos momentos mais esperados do ano: o término de seu ciclo e a renovação das melhores energias, assim como a lembrança dos bons momentos e os votos de dias mais intensos em um novo ciclo que está por vir. Como despudorados que somos, um dos nossos desejos não poderia ser outro: mais despudor, mais sexo e menos tabus em nossa vida.

Quando falamos sobre tabus, logo vem, em nossa mente, o sexo anal. Quem nunca teve medo de dar o buraquinho mais perseguido pelos homens? O fato deste ser condenado pelos cristãos por não servir à reprodução e, portanto, acreditarem também não servir ao sexo é algo que realmente mexe com a cabeça dos ocidentais. Escondemos, proibimos e, também, atiçamos as mentes os desejos daqueles que querem penetrá-lo. Apertadinho, sem muita lubrificação e com pouca elasticidade, ele amedronta por ser visto como sinônimo de dor, mas – ao mesmo tempo – instiga por ser visto como uma região erógena.

A Intt, ao se deparar com este conflito sexual e querer ver os casais se amando mais e de todas as formas, lançou o Cliv – termo advindo da palavra Clivagem e que tem tudo a ver com o ato de dividir e segmentar, conforme o sexo anal deve ser: devagar e com calma no coração. O Cliv Gold é a versão ouro, aquele premiada para as apaixonadas pelo que ainda consideram proibido e que querem arriscar sem passar pelo desconforto.

 

 

O Cliv Gold é um dessensibilizante porque reduz a sensibilidade do ânus, reduzindo as dores que a penetração poderia proporcionar. Além do mais, ele lubrifica, hidrata, dilata e cicatriza. Quando eu digo sobre cicatrizar, refiro-me às pequenas fissuras e irritações que podem ocorrer porque esta região possui muitas preguinhas e, como eu disse anteriormente, a elasticidade é bem pouca.

De acordo com o apresentado na imagem acima, o bico aplicador ajuda bastante no momento a dois, a três ou a quantos você quiser – tendo todo o cuidado com a higiente e forma de aplicação (direta ou por meio dos dedos). Isso mesmo, você opta pela maneira de aplicar e a dica é colocar aos pouquinhos – entre duas e três borrifadinhas – e massagear, tanto dentro quanto por fora, que, em questão de um minuto, já é possível mandar brasa. Digo brasa porque o prazer é garantido se o medo estiver longe, a vontade latente e o Cliv no lugar certo.

 

 

Para não restar dúvidas de como o danadinho é, mostro-lhes na ponta do dedo. É um gelzinho azulado e que não assusta ninguém, só dá vontade. Para este final de ano, é a pedida certa. Para o começo de 2017, é a melhor maneira de iniciar um novo ciclo rompendo tabus e explorando novos prazeres.

Revejam a foto do produto e percebam o quanto a sua embalagem também fala por si. O dourado representa vigor, vibrações positivas, sucesso e luxo. Da mesma forma, a Intt e o Pudor Nenhum querem lhe desejar toda essa energia positiva em dobro, toda falta de pudor necessária e todos os romperes de tabus. Para 2017, meu bem, seja a sua própria fórmula de sucesso e inclua Cliv aí na sua wishlist sem medo de ser feliz.

E este assunto não se encerra por aqui, pois ainda vou escrever tantos outros sobre a arte do sexo anal, ta? Para encerrar esta publicação e 2016 com estilo, que tal darmos continuidade com a Carol Piacenzo no Papo Inttimo? Basta dar play! Mais uma vez, Feliz Ano Novo e a gente se encontra em 2017 com milhares de novidades Intt!

 

Naquela noite, eu não conseguia esconder o meu ciúme. Eu havia entrado naquele relacionamento – se é que se pode chamar de relacionamento – sabendo como seria: passageiro. Contudo, acabei me envolvendo sem querer. A cabeça sabia que deveria ser apenas transa, mas ela fazia com que meus sentimentos entrassem no jogo. Ela era foda!

Só de vê-la conversando com aquela cara de safada com o Schneider – que era quinze centímetros mais alto que eu, era loiro, tinha olhos claros, possuía um físico impecável e tinha fama de pauzudo – eu já morria de ciúmes. Ela era a MINHA putinha!

Ela namorava um holandês, entretanto quase não o via e, como era viciada em sexo, precisava de alguém para satisfazê-la na sua ausência. Foi aí que eu entrei na parada. Qual era a minha função? Meter! Eu deveria comê-la e só! E eu estava fazendo isso muito bem, diga-se de passagem, até ela mostrar que quem estava no comando da situação era ela, não eu.

Depois do churrasco da tarde no qual ela ficou de conversinha com o tal Schneider, eu percebi que ela era mais atraente do que eu imaginava. Pelo simples fato de se mostrar independente, dona de si, conquistadora e indiferente, tudo ao mesmo tempo. Eu sabia que ela ia dar pra ele e isso me deixava maluco de ciúmes. A insegurança me movia.

Pela noite, liguei pra ela e disse que precisávamos conversar pessoalmente. Venha até meu apartamento – ela disse.

Chegando lá, sentei-me em um dos dois sofás brancos que havia na sua sala. Ela sentou-se de frente para mim, no outro. Seu nome era Tatiana, tinha pele branca, cabelos negros, lisos e compridos. Olhar sacana, sarcástica, infiel (o que pra mim acaba sendo um agravante sexual) e tinha piercing na língua, o que a deixava ainda mais sexy. Se eu pudesse dar a ela um diferencial eu citaria seus seios, fartos, macios, quentes e belos. Começamos a conversar e logo virou uma discussão, pois eu não tinha argumentos concretos. O que eu alegaria, se não éramos namorados nem nada? Eu era justamente o outro, aquele que não podia reivindicar nada além de uma foda bem dada. Como eu poderia proibi-la de conversar com outro cara? O stress foi tomando conta de mim e ela começou a usar isso a seu favor. Levantou-se, pegou uma garrafa de vinho tinto, um Borgonha de uva Pinot Noir, e sentou-se novamente. Não sei se ela sabia, provavelmente sim, que essa uva é considerada pelos especialistas como a mais afrodisíaca. Começou a beber no gargalo sem deixar de me olhar com cara de piranha.

– É isso que você quer? – disse, deixando o vinho escorrer pelo queixo, chegando até os seios.

– Sim, é isso que quero – retruquei, entrando no jogo dela.

De repente ela estava toda lambuzada de vinho, derramava cada vez mais. Então se levantou, tirou a roupa e, no meio da sala, começou a jogar mais vinho pelo corpo.

– Vem e bebe! – ordenou.

– Ajoelhei aos seus pés e comecei a beber do líquido que percorria seu corpo e pingava indomável de sua boceta depilada.

Chupava tudo, bebia tudo. Passava minha língua como um animal feroz no meio das suas pernas, subindo até os seios e voltando, e ia ficando cada vez mais louco por causa do álcool e da raiva reprimida. O gosto da bebida misturada ao seu sabor particular resultava em um paladar voluptuoso.

Tirei minha roupa também, já manchada. Roubei a garrafa de suas mãos e disse:

– Agora é a sua vez!

Então ela veio beber na cabeça do meu pau! Mamava gostoso, desvairada, enlouquecida. Passava a língua por tudo e quase engolia minha pica junto com o vinho. Que boquete gostoso! Esfregava minha vara na cara toda, lambuzando-se por completo. Como ela gostava de uma travessura. E eu ainda mais!

Deitamos na poça de vinho e começamos a trepar ali mesmo. A sala estava toda molhada, os sofás sujos e nos deliciamos como crianças brincando na chuva. Eu metia com tanta força que ela gritava sem levar em consideração os vizinhos. Gemia feito uma cadela no cio. Piranha! Agora eu ia me vingar, ia fodê-la com nunca havia feito, para ela saber que EU era o seu macho! Coloquei-a de quatro, escorada no sofá, bem empinada e montei nela. Socava como um cavalo garanhão e ela desfalecia de prazer. Abria sua bunda e metia a vara socando o dedo no seu cuzinho. Ela já não sabia se gritava, se gemia ou se soluçava.

Então, peguei-a no colo, ainda escorada no pau e levei-a até o chuveiro. Ela estava enfurecida de tesão com o que estávamos fazendo, então, já com a água a nos lavar, ela meteu um tabefe na minha cara. Ah, havia esquecido de dizer, ela adorava uma boa briga de amor. Em outras palavras, a vadia gostava de apanhar… e de bater! Foi automático, soquei a mão na cara dela de volta e então a putaria começou de verdade. A gente se beijava com a água a percorrer os nossos corpos, eu chupava a sua língua e mordia a sua boca com força, louco pra sentir o gosto do seu sangue, mas me continha para não acabar com ela. Estávamos metendo de pé, eu apenas havia levantado uma perna dela e entrado por baixo. Encharcados de satisfação. De repente, depois de levar mais um tapa, virei com tudo e quebramos o boxe. Ela estava pouco se lixando, o que ela queria era isso mesmo, ver o pau torar! Então a joguei na cama e, molhados, recomeçamos a meteção.  Cansado de apanhar – ela tinha a mão pesada – fiz com que ela ficasse de costas, assim ela ficaria toda exposta, submissa e eu faria o que desejasse com ela. Soquei o pau com tudo e bombava irado naquela puta safada. Ela rebolava gostoso e meu pau começou a latejar dentro dela. Batia com força naquela bunda e ela, por ser branquinha, já estava toda marcada. Tirei o pau da boceta e mirei no cuzinho, que já estava todo melado. Sem hesitar, ela pediu:

– Me fode no rabinho!

Antes de pôr a cabecinha, ainda dei uma boa brincada na bordinha, fazendo com que ela implorasse para que eu a estuprasse por trás. E assim foi. A pica passava lisa naquele buraquinho e ela estava à vontade com tudo aquilo, como uma verdadeira devassa. Enquanto comia o rabo dela, acariciava seus seios deliciosos. Ela gritou:

– Vou gozaaaar!

Então eu acelerei e o tesão máximo veio de súbito!

Gozamos juntos, eu dentro dela. Que sensação extraordinária!

Deitamos juntos na cama e, depois de alguns minutos, depois de recuperar o fôlego e retornar à realidade, ela disse de maneira leve, quase sussurando, mas irrefutável:

– Pode ir agora.

Marco Hruschka, do blog Letra Lírica.