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Ele me joga na cama, a gente começa a ser suor, respiração e prazer até que, de repente, ele goza. Sua porra me molha toda nos primeiros minutos do primeiro tempo. Vejo o seu olhar se calar sobre mim, sua boca se contorcer e seus olhos se voltarem para o pau lambuzado naquela camisinha, agora, imprestável. Diante disso, a transa que poderia ter sido uma delícia – perdeu seu tom mais apimentado devido a uma ejaculação precoce.

Então vamos sentar e conversar sobre isso, pois uma leitora linda me disse que seu último enlace sexual foi nestas circunstâncias. Pensa aí a situação dele e a dela naquela nudez e interrupção íntima. Enfim, o que seria exatamente a ejaculação precoce? Ela diz respeito ao fato de o orgasmo vir bem antes do desejado, é normalmente causada pela ansiedade ou excesso de estímulo, além de fatores psicológicos. Não é a toa que esta realidade condiz mais com adolescentes. Entrar na fase da sexualidade é se sentir extrapolar e por isso eles acabam não conseguindo controlar seus impulsos e ejaculam imediatamente – tanto antes como durante ou depois da penetração.

Para resolver isso, é preciso que o camarada relaxe e trabalhe o psicológico. Há quem indique atividades físicas, uma boa massagem, aquela conversa de boa ou quaisquer outros pensamentos que canalizem o furor sexual. Desse modo, reduz um pouco a excitação e prolonga a ejaculação. Casos como esses, normalmente, se resolvem com o tempo e amadurecimento perante as relações sexuais – principalmente se a parceira é fixa.

A procura de um médico acontece em último caso, ou seja, apenas se o cabra estiver envelhecendo e sem conseguir controlar seus instintos orgásticos. Portanto, leitora linda, peça para que seu parceiro dê uma lidinha nesse texto e procure outros pela web. Assim, ele verá que não é um bicho de sete cabeças e, com isso, começará a relaxar a mente e gozar no momento propício.

– Eu quero ver quando você casar, como vai ser. O marido vai te encher de porrada porque não sabe fazer nada dentro de casa!

Foi isto o que ouvi, há alguns anos, quando acordei e fui ler em vez de ter levantado para tomar café, arrumar a cozinha ou varrer a casa. Ouvi outras coisas também, mas esta foi a que mais me magoou. E dentre todas as coisas, ela dispensou essas palavras e acreditou que meu silêncio estava em quaisquer outras razões. Junto com essas palavras e pela entonação de voz, eu ouvi um E vai ser bem feito!

Fico pensando no quanto nossa sociedade é conservadora e no quanto isso ainda pode ser proferido com valor de verdade, apesar de muitas reviravoltas já terem sido feitas. Quer dizer que a mulher precisa se submeter ao homem? Infelizmente, muitas se submetem. Muitas trabalham fora, mas antes de sair pro trabalho se sentem na obrigação de deixar a casa arrumada, os pratos lavados e a comida pronta.

Muitas se sentem nesta obrigação de ter que dar conta de tudo sempre, de serem prendadas e de, no final da noite, ainda cederem toda vez que o cara precisa de sexo. Isso tem que ser aceitável? Isso é o normal? Para mim, não é e nunca vai ser! O que me deixa mais triste é saber que alguém me desconhece a tal pondo de pensar que eu cederia a um homem que soasse tão ridículo.

Um homem que bate na mulher não teria caráter para estar comigo. É um homem que não merece mulher alguma. Acredito que homens desse porte não conhecem boas condutas e, se conhecem, não sabem mantê-la por muito tempo – as palavras os traem, o olhar e os gestos desmentem. Portanto, pelo menos no namoro, daria para descobri-lo e, na primeira oportunidade, eu daria tchau sem olhar para trás. Além disso, eu nunca vou casar com um homem para me tornar empregada dele.

Se não quer dividir as tarefas domésticas, então continue morando na casa da mamãe ou pague alguém para realizar o serviço. E, assim como tudo o que eu disse, se só aparecer homens-trastes em minha vida, prefiro ficar solteira para o resto da vida. Afinal, solteira posso até ser; mas sozinha, nunca. A gente também se acostuma com a solidão porque, como diz o ditado, antes só do que mal acompanhada. E se disse que sou mulher macho até porque se ser macho for sinônimo de fortaleza, então eu “Sou mais macho que muito homem…” – assim cantou Rita Lee.

Quando a gente, menina, nasce, a preocupação da nossa mãe é que usemos calcinhas. Aquela calcinha de algodão, fresquinha e cheia de frufru. Inicialmente para sustentar e disfarçar a fralda, depois para apenas cobrir o nosso órgão sexual dos olhares alheios. Os meninos acostumados a nos ver tão bem vestidas, vêem naturalidade nisso e, assim, nos acostumamos a ter nosso sexo bem coberto. Com o tempo, mudamos nossas calcinhas por aquelas de material sintético e por aquelas com fio dental. Afinal, vamos descobrindo nossa feminilidade e queremos ficar cada vez mais sexys para o ser desejado. Ficar sem calcinha passa a ser sinônimo de despudor e de desconforto.

A gente, portanto, se acostuma a usar calcinha vinte e quatro horas por dia. Se tomamos banho, trocamos de calcinha – uma suja por uma limpa – todo santo dia. Se transamos, tiramos a calcinha para a efetivação do sexo e, depois de feito, vestimos novamente. A calcinha é como um ritual. Dormimos e acordamos com ela. Quando viajamos, levamos mais do que a quantidade de dias em que ficaremos em tal lugar para não termos o risco de acontecer imprevistos e ficarmos sem. Inclusive, se isso acontecer e houver a possibilidade, a gente lava logo para ficar o mínimo de tempo possível sem calcinha e, então, poder vesti-la o mais breve. Enfim.

Acontece que, de acordo com os ginecologistas, a calcinha não pode ser considerada indissociável da mulher porque esta pode abafar a região íntima e contribuir para a proliferação de bactérias e fungos. Além do mais, o material adequado é aquele 100% algodão e que não consideramos nada sexy. Importante salientar que uma dica importante é, pelo menos, dormir sem calcinha para deixar o local respirar um pouquinho. Se você acha que não conseguirá se deitar sem calcinha, tente. Pode ter certeza que, em algum momento, você irá se acostumar.

Apesar de os médicos indicarem usarmos menos essa peça íntima, eles não dizem para abolirmos do nosso guarda-roupa. Calças jeans justinhas exigem uma calcinha para impedir o atrito da nossa bacurinha com o material grosso que constitui a calça ou outras roupas tais. Além disso, sair apenas de saia e sentar em qualquer lugar pode ser arriscado e pode nos levar a contrair uma série de problemas caso haja o contato direto. Nesse sentido, é preciso sabermos dosar nossas vestimentas e o momento em que devemos usar ou não usar a calcinha.

Materiais sintéticos e fio dental são, conforme os especialistas, indicados para serem usados apenas uma vez na semana. E, falando nisso, algumas famosas dão um show e chamam a atenção dos fotógrafos com seus modelitos sem a danada da calcinha. E, como vimos aqui, elas não estão erradas por não usá-la. A calcinha deve ser compreendida como um acessório e não como essencial e imprescindível tal como costumamos encarar.

Tanto nossa mãe quanto todo mundo nos ensinaram a usá-la a todo momento; mas, já que estamos crescidinhas, vamos virar o jogo e renovar nossa gaveta de calcinhas? Investir naquelas 100% algodão, deixar as mais sensuais para as horas mais propícias e aboli-las quando formos dormir ou quando nos for possível. Com certeza, faremos um bem danado para nossa amiguinha e para a gente.

Era uma noite de temperatura amena. Muita gente cheia de casacos, botas e toucas. Eu não. Desde cedo me subia um fogo que aquecia até meu último fio de cabelo. Naquele dia eu havia acordado cheia de tesão. Logo cedo, tentei uma masturbação, mas não me satisfez, embora eu tenha gozado mais de uma vez. A tarde, entrei em um aplicativo anonimamente só para falar putaria com algum desconhecido e tentar apagar o fogo que me consumia. Doce ilusão. As chamas dentro de mim só fizeram crescer.

Quando a noite chegou, fui com amigos para um show, desses na rua, cheio de gente, que as prefeituras fazem para garantir o circo para o povo. O cantor era bom, a rua estava lotada, mas eu não enxergava ninguém interessante. Mesmo assim, eu estava me divertindo, bebendo e dançando. De repente, viro-me para trás, para tirar uma foto com os amigos e vejo uma figura que me desperta a atenção. Estava ali, na minha frente, com sua barba cerrada e uma bata branca que combinava perfeitamente com o seu sorriso. Trocamos alguns olhares e logo ele estava perto de mim, rebolando até o chão, no compasso da música.

Instantes depois, nossos movimentos já estavam sincronizados em beijos e amassos. Sua mão abriu o ziper de minha calça com uma destreza impressionante. Seus dedos se alternavam entre penetrar minha buceta e estimular meu clitóris, tudo ao ritmo frenético da musica que tocava, apertados um contra o outro pelo bolo de gente que nos cercava. Eu retribua suas carícias tocando seu pau duro, que lateja em minha mão. Aproveitava o som, o ritmo, o aperto, para me esfregar nele cada vez mais, enquanto ele me penetrava com seus dedos. Gozei deliciosamente, ali, no meio de todos. Mas ainda não estava satisfeita.

O fogo ainda me queimava, ardia em labaredas pulsantes. Puxei-o pela mão, e saímos em busca de um local mais reservado. Foi quando perguntei seu nome. O meu, ele me perguntara logo após o primeiro beijo. Achamos um terreno escuro e discreto numa rua de pouco movimento, perto do show. Era perfeito. Retornamos ao frenesi em que estávamos no show. Algumas pessoas passavam na rua e nos olhavam, mas eu eu sabia que não podiam ver nossos rostos, pois estava bastante escuro. Tudo isso só aumentava o meu tesão. Abri o zíper de sua calça e tirei seu pau imenso, pulsando… Que visão deliciosa!

Eu o queria dentro de mim, naquela hora. Baixei um pouco minhas calças, enquanto ele colocava a camisinha. Em segundos, ele já estava todo dentro de mim, me comendo por trás, num terreno escuro, com pessoas esporadicamente passando pela rua e nos olhando maliciosamente. Isso só aumentava nosso tesão. Fizemos sexo gostosamente, até gozarmos, exaustos. Nos recompomos e voltamos para ver o show, que por sinal já estava na última música.

Foi uma das melhores e mais excitantes transas da minha vida. Mas depois disso, vieram outras tão boas quanto essa, ou até melhores, pois trocamos telefones e temos nos encontrado com frequência. Já desistimos de apagar nosso fogo. Por enquanto, resolvemos que vamos queimar juntos!

De Capitu, a despudorada.

No dia 19 de junho, foi lançado um vídeo que deu o que falar nas redes sociais. O youtuber Driuzão e a blogueira Lorena Dias, do blog Só Lorota, gravaram uma paródia da música de Anitta. Nesta, eles abordam o cabelo como aquele que precisaria ser cortado para que o protagonista pudesse sair com a pretendente. Entretanto, o modo como se deu a abordagem na letra da canção deixou muitos indignados, principalmente aqueles de cabelo crespo – tais como o do youtuber em questão. Desse modo, o movimento Encrespa Conquista manifestou-se com uma nota de repúdio e a blogueira se retratou em seu canal de maior divulgação, o Instagram.

A não aceitação em relação ao vídeo começa em seus primeiros minutos, quando a blogueira é convidada para sair e, com uma expressão bem marcada, nega o convite por causa do cabelo dele. Assim as falas se configuram: – Nós vamos sair hoje, né?/– O quê? Você com esse cabelo? Não mesmo. Deus me livre!. Ao observar esse diálogo, concluímos de imediato que o cabelo crespo não lhe é aceito. A expressão de nojo deixa dito que aquele cabelo não é apropriado e vai além de uma simples questão deste estar grande ou não.

Em sua retratação, a blogueira diz ter gravado sua parte do vídeo sem saber o que viria a seguir, mas eu lhe pergunto: Independente do que seria o vídeo em sua completude, você gravaria tal fala? A minha resposta seria não, visto que somente ela já estaria vestida de preconceitos. Logo, quaisquer coisas que ela venha a falar para se justificar não lhe tirariam a culpa. Entretanto, apesar de tudo, o seu ato de se retratar aliviou a culpa até porque ela é uma figura pública e não pode sustentar tais discursos.

Mais adiante, Driuzão segue cantando Deixei os meus cabelos crescer/Quero aparar, só que é de vez em quando/Um mendigo posso até parecer/A minha conta bancária mostra que sou mesmo. Neste ponto, a gente pensa: Cabelo grande dá um aspecto de sujo? Ou seria um cabelo crespo? A sociedade diz que o crespo possui um aspecto de sujo, de duro, de impermeável. A gente cresce ouvindo os pais nos falarem que é preciso alisá-los para obter uma aparência melhor. A gente, portanto, vive uma pressão para sermos o que não somos e isso faz com que, ao nos autoaceitarmos, queiramos romper esse discurso em qualquer instância. Retificá-lo não pode ser piada, nunca. Antes de continuar, vamos assistir o vídeo!

 

 

Adiante, a letra da paródia diz Tu tem medo dos cabelo/Daqui de cima ser igual os de lá debaixo. Ao comparar o receio dos cabelos serem iguais aos pelos pubianos mostra o quanto o preconceito está presente. Na descrição do vídeo, é dito ter sido feita uma comédia sem maldade. Acredito nisso, mas questiono: Comédias devem ser feitas em cima de algo que machuca tanto as pessoas? Devemos rir daquilo que reprime tantas mulheres?

Em sua nota de repúdio, o Encrespa Conquista afirma: Não estamos aqui debatendo apenas questões relacionadas à aceitação do cabelo, mas de bem estar pessoal, não se trata de “frescura” se trata de realidade, e da forma que isso é passado. A partir do momento em que alguém se expõe completamente nas redes, ela dá o direito ao outro de se posicionar sobre, e demonstrar orgulho ou desgosto, e cabe a quem veiculou tal material ter a decência de saber e entender se que é dito fere o outro de alguma maneira e a quantidade de pessoas que vieram até nós falar sobre isso, foi esmagadora. O Pudor Nenhum, é claro, compartilha. 

O riso deve ser proposto de forma saudável e não sobre algo que oprime as pessoas. Fazer comédia dessa forma é uma falta de bom senso. Além do mais, as críticas não foram respondidas de forma educada. O próprio youtuber respondeu a todos com grosseria e permaneceu em sua insensibilidade de tentar entender o que queríamos falar ao negar seu vídeo.

A sua audiência aumentou após toda a discussão a respeito. No entanto, ficou uma sombra negativa sobre o seu trabalho. A função do Encrespa Conquista, do Pudor Nenhum e de outros movimentos que visam a igualdade é justamente impedir que mais gente se sinta à margem. Queremos mais atos de amor, mais sorrisos saudáveis e mais respeito.

As pessoas têm mania de achar que sexo tem prazo de validade e, assim, ignoram a sexualidade na velhice. Esta parece não ter mais beleza e sua concretude se dá no fato de amar os netos incondicionalmente, de ter que fazer crochê, cuidar dos gatos ou voltar a ser criança devido aos problemas de saúde que venham a surgir. Envelhecer é, então, um fim quando o assunto é se amar intimamente.

Uma forma encontrada para desconstruir esse pensamento e romper tabus foi o trabalho realizado pela fotógrafa holandesa Marrie Bot. Ela criou uma série que apresenta a velhice por meio do erotismo. A princípio, as fotos causam um espanto justamente porque as pessoas não estão acostumadas a lidar com isso. O ensaio chama-se “Geliefden – Timeless Love” e foi realizado em 2004. Provavelmente você já deve ter visto uma das suas fotos pela internet, afinal, elas ganharam o mundo.

 

 

Não consegui trazer as fotos com uma qualidade melhor, mas o que vemos delas já deixa perceptível a beleza dos casais que, em plena idade, apresentam sensualidade, amor e erotismo em seus corpos e atos. Espero que esse ensaio seja um motivo a mais para mudarmos o nosso olhar. A velhice é uma fase linda que precisa ser vista como qualquer outra. Rica em experiências, ela não perde a sua majestade. Idosos fazem sexo, sim. Quando homossexuais, permanecem com sua orientação sexual e por aí vai. Não devemos nunca ignorá-los nesse sentido e lembremos: a idade chega para todos e um dia seremos nós a estarmos assim – com as marcas da idade e com todo fulgor.

Foi na última sexta-feira, 7, que, enfim, eu me tornei jornalista. Estudante na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Uesb, já havia cursado Letras Vernáculas e, posteriormente, Especialização em Alfabetização e Anos Iniciais do Ensino Fundamental – apesar de inconcluso. Com toda essa bagagem, minha segunda graduação fez com que os anos de faculdade se tornassem 11 longos anos.

No curso de Letras, fui poesia da cabeça aos pés. Em minhas angústias, eu me sentia abrigada. Em minhas lutas, apoiada. Fui enérgica do início ao fim. Bolsista de extensão ou de Iniciação Científica, eu sempre estava dentro da universidade vivenciando ela de todas as formas. Ajudei a reerguer o Centro Acadêmico, levei os estudantes aos encontros de estudantes em outras universidades, realizei um grande evento na própria Uesb. Movimentei uma legião de colegas em prol da socialização e do aprendizado. Em Letras, eu vivi tudo o que tinha para viver. Assim, impossível não ser rima. Além do mais, fiz os melhores amigos do mundo.

Na especialização foi aquela coisa de estar cursando por falta de opção e, mesmo tendo aptidão, faltou-me amor. No momento do TCC, tudo era mais interessante do que escrever e analisar dados. Trabalhar com os pequenos nunca foi o meu forte. Isso já era sabido nos tempos de Letras, em que eu sempre preferia as turmas mais avançadas para estagiar. Encontrava-me mais à vontade diante deles.

Logo após, Jornalismo. Adentrei neste mundo que já me era querido antes mesmo de cursar Letras. O curso de Letras caiu de paraquedas, após algumas investidas mal sucedidas para cursar jornalismo. Apesar de feliz com o diploma em mãos, não adiantava dizer: Você já é formada, basta fazer uma pós em jornalismo. Eu não queria pós, eu queria o curso todinho pra mim e, assim, foi.

Não foram 4 anos de curso como eu desejava, mas 5 longos anos. Não vivi na universidade, não contribuí com nada nem fiz tantas amizades, apesar de ter feito grandes e queridos amigos. Fui em alguns encontros, socializei neles e descobri uma legião de pessoas maravilhosas com a mesma vontade que eu: destacar-se nos meios comunicacionais. Percebi que liberdade é a coisa mais linda e que eu realmente poderia vivê-la. Assim, comecei a entrar no meio publicitário, a descobrir os programas de edição de imagens, a fazer o Pudor Nenhum ser força.

O curso de Jornalismo me fortaleceu. Eu concluí que realmente nasci para isso e que não somente a escrita faz de mim ser quem sou, mas eu também posso ser boa em rádio e frente às câmeras. Eu descobri que redes sociais pode ser um barato e que imagem conta muito. Inclusive, o término do curso de jornalismo deixou isso ainda mais claro: é preciso investir em mim mesma e me ter como prioridade. Mais do que isso, é preciso correr atrás e acreditar porque o caminho sou eu quem faço e, inclusive, já comecei a trilhá-lo.

Após tanta luta, estou graduada naquilo que é super a minha cara. Mostrei, para mim mesma, que não desisto fácil e que corro atrás do que quero. Agora, sim, posso encher a boca e dizer: Sou jornalista. Posso seguir nesta estrada junto com o que nos constitui: sexualidade. Juntos, vamos ser muito mais. Minha meta após tantas conquistas é viver exclusivamente de sexo e sexualidade em suas diversas nuances: palestras, consultorias, vendas de produtos eróticos (por que não?), projetos e por aí vai.

O Pudor Nenhum foi o nó que me ligou nestes 11 anos de estudos e é ele quem me fará continuar estudando o resto da vida. Que minhas metas sejam alcançadas e juntos façamos a diferença. Ser despudorado, sem dúvidas, é vida!