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Na hora que a coisa esquenta e que, além das mãos, outra coisa busca me invadir, só penso em uma coisa: camisinha. E você? Durante uma pesquisa, deparei-me com o livro de Vincent Vidal chamado “A pequena história do preservativo”. Neste livro, que ainda lerei, mas cujos pequenos resumos encontrei por aqui (pela internet), é dito sobre a preocupação os homens em proteger seu órgão sexual desde os tempos mais remotos. Inicialmente, visavam evitar possíveis doenças sexualmente transmissíveis; depois, começaram a pensar na possibilidade de evitar a gravidez. Acontece que saber disso é compreender o quanto o sexo sempre foi visto como uma fonte de prazer e não apenas como um modo de reprodução.

Quando a coisa esquenta, eu sempre penso: Quero foder, mas não quero engravidar. Sexo é muito bom e, como a própria história comprova, sempre foi uma delícia – principalmente quando se tem os devidos cuidados. É, então, por isso que lembro-me logo da camisinha. No entanto, é necessário pensarmos nela além da gravidez. Nós temos a mania de achar que conhecemos o outro o suficiente e que, por isso, ele não possui nenhuma enfermidade. Porém, a gente não conhece ninguém a tal ponto. Intimidade, muitas vezes, é guardada a sete chaves e podemos nos surpreender quando estamos neste âmbito. Ao saber disso, desconfie sempre e se proteja. 

Há quem diga que a camisinha inviabiliza o atrito entre o pênis e a vagina. Em relação a isso, não tenho o que negar; mas saliento: com camisinha, o sexo também é gostosinho. Sou prova viva ao lembrar das inúmeras vezes em que gozei com meus parceiros usando o preservativo (apesar de ainda não ter experimentado a camisinha feminina). Entretanto, se você acha que sem camisinha é mais gostoso e ponto final, então seja mais exigente ao escolher o seu parceiro (se possível, façam os devidos exames) e tome o anticoncepcional para não ter uma surpresinha após nove meses.

Todo homem tem esse lance de “só a cabecinha”, “juro que não vou gozar dentro” e “é só uma rapidinha”. Não vou negar que já caí muitas vezes nessa atitude irresponsável, mas depois tremia na base. Portanto, lindezas, cuidado com essas expressões sussurradas ao pé do ouvido – isso é uma armadilha gostosa que pode ter efeitos a longo prazo.

Quando for foder, esteja preparada para esquentar com todas as suas potencialidades ou para realizar a penetração de forma segura. Logo, se o sexo também é uma fonte de prazer, então vamos fazer isso valer a pena e sem grandes preocupações. Se não estiverem com preservativo, as preliminares já se configuram como um prato cheio para fazer da relação um gozo único.

Para! Espera um minutinho. Você não está pensando que PF é Prato Feito não, né?  Aaaaaah.. porque se está pensando isso, você (definitivamente) ainda não se restabeleceu nesse espaço que é de total despudor. E, oh, olha a fotinha delícia que ilustra este texto. Então, preparem-se porque vem bomba e muito assanhamento nesta lindeza de texto e você, que ainda não sabe o que é PF, vai saber agora.

Como as palavras iniciais já supuseram, P só poderia ser pau, pica ou pênis e F é um adjetivo que o qualifica. Neste caso, F é de fino (poderia ser ‘fedorento’ -Nheca!¹). Você, mulher, gosta de um pau fino? Provavelmente não, mesmo que este seja cortesia da casa. Na verdade, a questão do pau fino é ele não se adequar perfeitamente ao que a mulher tem entre as pernas. Sem contar que o fato de ser fino é algo bem relativo e, portanto, pense no que para você seria fino e, assim, vamos compreendendo o texto dentro do nosso particular entendimento.

Quando, no momento da transa, o trem do homem entra e sai sem causar nenhuma sensação, ou seja, quando você não o sente durante a penetração, então é porque o pau do cabra é fino e aí não adianta mandinga porque ele não vai engrossar nem você vai gozar (Salientando que ainda não ouvi relatos de homens que usaram produtos eróticos para crescê-lo ou enlarguecê-lo, caso alguém queira compartilhar disso – eu vou adorar!). Sendo assim, o homem que você considera PF perde logo a vez na primeira transa.

Além da abreviatura PF, existem outras bem inusitadas. Tanto esta quanto as outras emergiram de uma conversa descontraída, na qual GM (uma ex-colega de trabalho que não tem papas na língua) começou a soltar o verbo e as outras mulheres deslancharam em suas predileções, terminando com o popular PPG como aquele que mais agrada. É isso, além de PF, temos o PPF – Pau Pequeno e Fino, o PGR – Pau Grande e Grosso, PG – Pau Grosso, PPG – Pau pequeno e Grosso, PGG – Pau Grande e Grosso (muitas acham uma gostosura de ver e pegar, mas nem todas aguentam, afinal, pensar que este é o melhor é só uma questão cultural).

Este texto não significa que ridicularizamos o pênis do nossos queridos, mas é uma forma de singularizá-los conforme as necessidades femininas. Mulher sempre olha o tamanho e, quando não olha, o sente até mesmo em um abraço. A partir daí, ela começa a perceber se ele é ideal para si, pois cada mulher também possui sua região íntima de modo singular. Aquele que é grosso demais para uma pode ser perfeito para outra e por aí vai.

Isso de tamanho nunca foi lenço nem documento. O importante é que haja uma correspondência entre os sexos. Aí, sim, a transa fica gostosa e proporciona orgasmos (inclusive múltiplos!). Eu estou em busca de boys com o sistema funcionando e que seja grosso porque, para mim, gostoso é assim. E você? Encontrou o seu ou os seus? Relacionamentos sexuais acontecem para que saibamos lidar com todas as nossas vontades e conheçamos o que melhor nos apraz. Deixemos os PFs fora da mesa e sigamos com a pica, pau ou pênis que nos é conveniente. Para tanto, experimentemos de todas as formas.

¹ Com essa manifestação e sentimento de nojo, nem precisa falar mais nada.. não é, homens? Lave direitinho e deixe ele cheiroso que agradeceremos.

Quem nunca enviou uma foto peladinha ou com os documentos à mostra em modo clouse up a fim de pegar até as terminações nervosas, por meio de um clique fotográfico, não teve esse intenso desaflorar contemporâneo da adolescência nem internet a todo momento para desfrutar dessa libertinagem sem tamanho. A febre de se enviar fotos íntimas ainda não acabou nem vai acabar. Pelo contrário, continua a todo vapor e besta é quem não aproveita das vantagens de ter um sexo virtual contado passo a passo pela fotografia e com um detalhe: sem mostrar o rosto.

O corpo é a manifestação mais pura e genuína do sexo. A sua nudez contempla nossos olhos de forma a despertar os nossos instintos e reativar nossas carências porque, por mais que não haja o toque, a descrição do que pode ser feito corpo a corpo pode ser um ponto de partida para atiçar a nossa imaginação e invadir todos os outros sentidos. A fotografia instantânea é uma forma e tanto de aproximar distâncias ou satisfazer gulas de um modo impressionante quando esta refere-se aos desejos do corpo.

No entanto, chega uma certa altura da vida que deixa de ser interessante fazer das palavras percurso e da fotografia pistas. Em vez de salivar com toda esta aventura cibernética corpórea, a pessoa só se satisfaz com o toque e o gosto efetivamente sentido. Quando isso acontece, acabou as fotos amadoras e, oh, não adianta mais mostrar o bilauzinho ou a bacurinha porque o tesão quase não mais acende chamas. Nesse caso, o mais interessante se torna o mostrar-se interessante de outras formas até que o encontro realmente venha a acontecer ou que os reencontros se tornem certezas.

As possibilidades de compartilhamento de imagens e a exposição da intimidade, quando feitos sem apresentar o rosto, pode ser uma delícia de se lamber os beiços e literalmente gozar. Permita-se com todos os cuidados necessários e entregue-se. A nossa vida sexual é gostosa demais para não se manter viva, de braços abertos e de pernas abertas.

Aquela canção era a que tocava enquanto conhecíamos nossos corpos e, intimamente, deixávamos desfrutar dos sabores que ambos possuíam. Falar em sexo e aliá-la à música é o que há de mais saboroso quando a transa é realizada com alguém que se sente muito tesão ou se tem algum envolvimento. Naquele momento de máxima intimidade, a sensação é de estar vivenciando uma cena de cinema na qual a música seja a trilha sonora daquele instante. Tudo, então, fica mais bonito de se sentir e não é a toa que o clima se romantiza em segundos sem necessidade de velas e quetais.

Anos 70 e 80 foram as épocas do romantismo, nos quais as músicas internacionais dominaram e até hoje dominam os quartos de motel e as transas planejadas. Quem nunca caiu numa cama redonda ouvindo Roxette e Escorpions? Diz aí! E depois olhou para aquele espelho enorme enquanto ia de um lado a outro e ouvia I’ll Stand by you? Além do mais, as cenas de filmes e até de novela, mexem e remexem com nosso imaginário. Queremos nos sentir atores hollywoodianos em um sexo sem precedentes.

Quem nunca se imaginou naquela cena de 9 Semanas e meia de amor? Eu mesma já me imaginei toda lambuzada, lambida, mordiscada e, inclusive, já tentei reproduzir a cena na cozinha com tudo o que tenho direito! Loucura? Claro que não! Apenas um desses desejos por sexo que vão além da esfera do cotidiano. Ah, e como não poderia faltar: a música, pois é ela que nos transporta para além do simples corpo físico que se pega, se joga e se devora.

Que sejamos criativos em nossa playlist e façamos das nossas entregas não somente corpo, mas alma! E que romantismo não seja sinal de sexo leve, mas de selvageria! Somos leoas e leões, não gatinhos e inhas!

Quando bate aquela vontade exacerbada por sexo, aí sai de baixo porque o corpo e a libido não esperam nem tem hora e lugar. Nessas horas, o juízo vai para o pé ou para as lindas genitálias que carregamos e, assim, passamos a pensar em satisfação e loucuras. Neste momento, os hormônios e transmissores cerebrais, bem como alguns fenômenos que nos fazem mudar o comportamento, os sentidos e o físico estão envolvidos. Sendo assim, a adrenalina torna-se palavra chave para a descrição dessas emoções totalmente explicáveis que ocasionam o orgasmo e a excitação.

Quando estamos excitados, nossa pressão arterial e batimentos cardíacos aumentam, nossa respiração se torna mais rápida e ofegante, suamos e queimamos muitas calorias, nossas pupilas se dilatam, a pele se torna mais ruborizada (oh, delícia!), nos arrepiamos (huummm..) e ficamos todas molhadinhas na genitália, seios e lábios devido ao aumento da vascularização arterial e venosa. Em outras palavras, nosso sangue ferve e descobrimos a quentura dos nossos e dos outros corpos. Para tanto, aquelas rapidinhas e aquele sexo feito em locais inusitados são os que mais nos enchem a boca e nos causam adrenalina.

O risco de sermos pegos despeja em nós uma carga de emoção inimaginável. Transar na rua, em pequenas varandas e espaços disponíveis em algumas instituições, em cima de árvores, em construções, na praia, dentro da piscina, em um clube.. ai ai.. falar de todos esses lugares me traz altas recordações e atiça ainda mais a minha imaginação. Nada melhor do que um sexo a la vontê e com todas as expectativas porque o que fica é a vontade de mais e mais, tornando os próximos encontros mais ácidos e saborosos.

Portanto, leitores amados, quando sentirem vontade.. lancem-se! Fazer sexo com aquele pequeno medo é deslizar de prazer! Só não pode esquecer da camisinha porque senão “depois de nove meses você vê o resultado” e sem contar que andar prevenido é o que há, não é verdade? Agora pensem numa mulher em ponto de bala! Pois é, sou eu hoje! Toparia em qualquer lugar e você?

“Here, there and everywhere” – Lennon/McCartney

Engraçado como nossos gostos e nossas prioridades mudam na escolha daquele que venha a nos chamar atenção. A adolescência é onde tudo começa, pode-se dizer que é o momento no qual a sexualidade grita e, assim, buscamos por alguém para dar um cheiro, um beijo, pegar na mão e dizer que adora (porque ama já é demais, mas a gente faz isso o tempo todo – porque tudo é muito novo). É aquele momento, também, onde cada escolha é feita ali, entre amigos, e que todas as sensações são novas e precisam ser compartilhadas. Ficar com alguém feia? De jeito nenhum. A galera vai zoar e fazer as piadas mais infames. Se não tiver tanta beleza, que ao menos tenha um atrativo a mais, tal como a simpatia reverberando pelos quatro cantos – daqueles que fazem parte do grupo mais resenhista e que todo mundo adora.

Com o passar do tempo, dizem que a mulher vai reduzindo suas preferências e que, depois dos 30, basta ser homem e não precisa mais ser lindo, rico, alto, malhado e por aí vai. Com os homens, isso é deixado de mão quando o quesito é este porque, conforme a cultura popular, é a mulher quem está com a faca e o queijo na mão quando o assunto é esse. No entanto, será que as preferências mudam exatamente neste sentido? Enquanto mulher, eu diria que há um redirecionamento de prioridades. Em vez de sentir atração e ceder aos impulsos por causa da beleza, isso passa a ser apenas uma razão para dar uns beijinhos e nada mais.

A mulher, quando se aproxima dos 30, passa a querer um relacionamento mais sério e isso implica um homem que tenha maturidade, que estude ou que tenha um bom trabalho, ou seja, a beleza passa a ser descartada em detrimento de uma melhor estrutura financeira e familiar. Afinal, homens casados e com filhos ficam a dever e nós sempre avaliamos bem a situação antes de investir. No caso daquelas que já cederam a relacionamentos mais sérios e estão a fim de curtir, quase tudo isso também está na conta. Um homem que tenha independência financeira e que consiga construir um bom papo estão na bola da vez, aquele que mostra saber usar seus recursos e ferramentas muito bem também estão em uma boa colocação entre os atrativos de uma musa.

Há quem diga que uma mulher mais velha fica sozinha porque seleciona demais: pura conversa furada de quem pensa que estamos desesperadas e, por isso, precisamos ficar com qualquer um. Maturidade é justamente saber escolher aquele que lhe preencha e, se não encontrá-lo tão cedo, tanto faz. O importante é não ficar vivendo solteirice amarrada e com quinhentos gatos de estimação. Quem é musa possui alguns relacionamentos casuais quando bate aquela vontade e, se não bateu ou não apareceu nenhum que sirva para dar umazinha, sabe satisfazer suas próprias vontades de outras formas. A gente não nasceu pra ficar amarrado em ninguém, não é? Nossa felicidade só depende da gente e não do outro. Entretanto, uma coisa é importante: oportunidades não podem escapar sem que façamos nada, prestemos atenção para agarrá-las.

A mulher dos 30 pra cima, já tem suas escolhas agendadas e suas malícias possuem um lugar especial. Diferente das mais novinhas que se encantam facilmente e, sem querer, se permitem e se deixam enganar – inclusive por si próprias. Algo é mais do que certo: quando nossas prioridades mudam, mudamos também. E com vocês, rapazes, como funciona isso? Contem pra gente, vai!

Há um fato incontestável e que nossos olhos sempre vêem e logo a gente sente: o tesão masculino. O homem não consegue disfarçar a vontade que lhe sobressalta e, assim, como quem não quer nada, o bendito aponta para a direção que melhor lhe convém. É aquela coisa de ajeita aqui e ajeita ali para que mais discreto fique e para que a moça não se incomode, sabendo ela que aquele fogo todo não poderia vir de outro lugar que não fosse dos seus contornos, inteligência ou do seu todo deslumbrante. Assim, o pegapacapá se estabelece entre o que vem e o que lá em seu canto está.

Diferente da mulher, o incômodo causado pela saliência proporcionada pelo tesão do homem vai além do que os olhos conseguem perceber. Acho que apenas ele poderia falar perfeitamente sobre o assunto, não é? No entanto, é possível imaginar o constrangimento que isso pode causar a depender do lugar onde estão e da cueca e roupa que estão vestidos. O soteropolitano confirmou

Já rolou comigo, rs. Um pouco constrangedor. Não sei o que a criatura pensou na hora. Foi na faculdade, cheguei pra falar com ela e tal, calça folgada, cueca desarrumada, deu aquela elevada involuntária, fiquei meio sem graça e tentei disfarçar mas acho que ela percebeu.

Além dessas situações, nem venha me dizer que entre um beijo e outro nada lhe futucou por baixo ou que em uma dormidinha com o amigo não houve nada demais porque minha resposta será: É mentira, amiga. Ou então: Esse cara era gay. Sem preconceitos e sem me julgar maliciosa, subir independe da vontade do homem e é a prova de que há algo errado ou simplesmente há tesão mesmo. Este algo errado pode ser uma disfunção erétil que deve ser tratada e que deve ser uma barra e tanto, hein? Quanto à nós,  mulheres, sempre percebemos quando ele se eleva, mas costumamos disfarçar para evitar um clima que talvez venha a constranger os dois. Em outros casos, ele se levantar é a constatação de que a coisa está boa e que pode ficar ainda melhor.

Eu tava na casa dos meus amigos que é um casal, que eu apresentei meu namorado, aí eu tava beijando ele lá no sofá e o negoço subia e eu sentia. Eu olhei assim e via. Como eu tava com vergonha e ele também. Eu deitei com a cabeça em cima pra ninguém ver. Aí meus amigos saíram e falaram pra gente ficar a vontade, a gente foi pro quarto deles e lá rolou de tudo – relatou uma maranhense.

Além desta musa, uma outra do interior da Bahia também nos contou sua história.

Quando eu trabalhava na prefeitura aqui, eu ia muito no setor de compras, e o chefe toda vez que eu entrava na sala ficava de pau duro. Eu fazia o q tinha de fazer na sala o mais rápido, pq eu nao conseguia disfarçar e olhava toda hora. Kkkkk. Eu ja ficava sem graça de ir. Depois acabei ficando com ele varias vezes. Kkkk.

Diferente do caso delas, alguns ficam apenas no constrangimento porque ambos podem não ter relação alguma um com outro e isso pode até soar ofensivo para a moça em questão. Já me aconteceu, por exemplo, de pegar o ônibus e – como ele estava lotado – tive que ficar em pé. O cara atrás deu uma roçada no balanço do transporte e o pau duro tocou em mim. Pensa no nojo que eu senti! Achei aquilo ofensivo, tentei ao máximo me afastar e o ônibus o deixou logo no ponto, ainda bem. Para finalizar e quem sabe rolar uma identificação contigo, seja homem ou mulher, veja o que esta outra musa da Bahia nos falou.

Estava ficando com um rapaz em um bloco de carnaval. Estávamos dançando bem juntinhos, minhas penas acabaram fazendo uma carícia no pinto dele…rsrs. De repente o cara ficou excitado e sem graça. Tadinho! Deu uma desculpa e foi embora kkkkk

Assim como ele e elas, não nos faltam histórias sobre o assunto. As mulheres, ainda bem, são mais discretas neste quesito e as coisitas entre as pernas apenas molham ou se encharcam – mas só a gente que sente. Antes de finalizar o texto, existe uma frase que nunca perde a sua majestade – Eu te amo pode ser falso. Mas um pau duro, jamais. Este enunciado circula por aí porque ele se levanta, na maioria dos casos, por causa dessa latência de vontades. Você também quer nos contar a sua história? Você tem uma disfunção e quer conversar a respeito? Compartilha com a gente, vai!