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Para os cristãos, comemorar o nascimento de Cristo. Para os cristãos e todos os outros, uma data que vai além de um motivo religioso porque perpassa todo um ritual que inclui uma ceia natalina, com direito a peru, salpicão e mais outras receitas recheadas com uva passa. Além disso, inclui panetone em algumas refeições antes mesmo da data em si. Só que não é apenas isso, Natal possui decoração vermelha, árvore toda organizada com enfeites e estrela na ponta, assim como meias nas janelas – quando possível – e roupa nova. Em outras palavras, Natal é mero capitalismo.

Como se não fosse o suficiente, o Natal ainda conta com mensagens bonitas de amor, paz e felicidade. Todo um blablablá que se instaura para provar que somos feitos de humanidade. Infelizmente, é um espírito que nos toma enlameado de hipocrisia. Então, mandamos mensagens copiadas e coladas de grupos. Espalhamos desejos de coisas boas que podem ser verdadeiros, claro, mas que não duram até a próxima semana. Não por desejarmos mal ao próximo, mas por não mais nos lembrarmos dele.

No Natal, os casais se amam e as famílias são perfeitas. As campanhas natalinas contemplam as crianças carentes, dando-lhes brinquedos que, a todo custo, tentam fazê-los durar até o outro ano. Quem não tem peru, come um frango assado. Quem não tem frango, busca mudar o cardápio. Quem não tem cardápio, sente fome. Mas ninguém está nem aí porque estão todos, em suas casas, felizes e comendo loucamente.

Quem não pode fazer uma decoração de natal, contenta-se com as ruas decoradas. Quem não tem família, chora ao saber que não terá o privilegio de compartilhar um momento tão cheio de paz. O choro persiste e a data torna-se inesquecível porque natal é sinônimo de família e ostentação de presentes, comes, bebes e decoração.

O texto de hoje não tem nada a ver com a temática do blog: sexo e sexualidade. Porém, tem tudo a ver com a vida, com o momento e algumas reflexões. Eu não poderia deixar de escrevê-lo. Peço que reflitamos hoje e busquemos ser mais humanos e menos capitalistas em uma data que existe por celebração, tal como os cristãos inicialmente atribuem. Troquemos o vermelho do sangue, do decorar, do papai noel (que, inclusive, nem combina com o Brasil) pelo vermelho do amor puro e sem hipocrisias. A vida assim, provavelmente, ficará mais leve.

Sexo é um ato que envolve exposição. Expor o corpo e as partes íntimas que normalmente escondemos, ora por uma questão cultural ora higiênica, quando diz respeito às roupas consideradas íntimas, revela o ponto máximo de intimidade entre duas (ou mais) pessoas, mas que nem sempre é permitida total ou parcialmente.

Ao fazer sexo, alguns preferem que as luzes estejam bem acesas para ver tudo de si e do outro, alguns preferem as luzes apagadas para que o ato seja apenas de sensações táteis e palatáveis, outros priorizam a penumbra, ocasionando uma relação do ver e não ver entre quatro paredes (ou parede alguma). Essas três categorias, que envolvem o ambiente de realização do coito, podem ser descritas de forma ainda melhor e mais detalhada.

A relação, quando ocorre no claro – em ambiente hiper claro – costuma significar desinibição. Pessoas desinibidas não tem vergonha de seu corpo, gostam de se mostrar por completo e de fazer todas as caras e bocas para agradar o parceiro (ou parceira). Além do mais, a claridade permite ver as feições do outro e reconhecer nele o prazer. Sexo no claro é para aquelas que são mais fogosas e querem acompanhar cada detalhe deste entrelaçamento de corpos (Ui! Chega arrepio!).

Uma das minhas leitoras disse que só fazia no escuro, quando descobriu que rolava no claro..achou o bicho. Hoje só curte fazer com todas as luzes acesas e, de preferência, olhando no espelho. Fala sério, ela sabe ser gostosa! Uma outra, também leitora e despudorada, alegou que gosta de fazer no claro e que apesar dos defeitos que seu corpo possui, acha até melhor exibi-los… e sabe o que eu achei dessa revelação? Perfeita!

Temos que nos amar como somos…e sem contar que celulite, estria e essas coisinhas nem são defeitos, são gostosuras. Os homens, que eu questionei a respeito disso, disseram que preferem o claro. Como já sabemos, eles são mais visuais e gostam de ver a mulher e seus contornos, gestos e expressões. Contorcer-se e gemer é, para eles, elevar o ego.

Para quem gosta de fazer no escuro, há muitas ressalvas, viu? Apesar do escuro permitir com que se trabalhe ainda mais os sentidos, o escurinho também pode ser uma forma de se esconder. Esconder-se é para os fracos, viu? E nós precisamos ser despudorados, o sexo é o melhor lugar para nos soltarmos!

Já a penumbra é outra coisa. Nela, você vê e não vê. De acordo com uma leitora, “Gosto da penumbra, gosto de ver entrando e saindo, por isso não gosto da completa escuridão. Gosto também de ver as caras de prazer, mas a penumbra é interessante por não deixar totalmente claro, a luz às vezes atrapalha, até os olhos ardem e a penumbra ainda causa aquele mistério de sombras…é uma delícia!”. Assim como a leitora, eu acho que o ambiente fica mais aconchegante e dá um clima mais gostoso de eroticidade.

Agora, o mais importante de tudo é não sentir vergonha do seu próprio corpo, é transar livremente e sem preceitos morais os seguindo. O importante é amar, foder e se lambuzar!

Dirias que naquele dia

possíveis encontros seriam

em nós desatados

 

Diria, também, que

haviam planos, sonhos e modos

de se buscar nem que seja em versos

formas de se encontrar

 

A cumplicidade os aproximava

despercebidamente

A ausência era algo pelo qual lutavam

para que não os tomasse

 

Havia voz, gestos e palavras

Sinceridades, cuidados e alma

 

Até um ineditismo acontecer

e desaguar todo o mar que se tornaram

Em nossa sociedade, a palavra sexo é por si só instigante. Não há quem não queira descobrir os meandros que ela oferece. Falar sobre sexo é expor o que há de mais íntimo em si, é libertar-se das amarras que o moralismo nos impõe. O sexo, além de ser um ato de reprodução, é também de prazer. E sentir prazer por meio da prática sexual é se auto-conhecer.

Fazer e falar de sexo é tão bom que é possível ver a nudez e o enlace de corpos nas pinturas rupestres e estátuas da antiguidade. Inclusive, a arte está sempre utilizando-o como tema pelo fato de ser algo a atrair olhares e aguçar os sentidos. Muito se cantou, escreveu, detalhou, revelou, pintou, desenhou. Parece que, independente da questão cultural, tudo já foi dito de todas as formas. Há um leque enorme de informações em nossa memória que nos coloca no mundo em que o sexo possui as rédeas. Os filmes, os romances, os quadrinhos, os sites pornôs, as indiretas nos bate papos virtuais e as conversas reais. Engraçado como todo e qualquer assunto possui uma abordagem sexual. É difícil escapar das ambiguidades, das piadinhas e do poder humorístico e malicioso que o assunto invoca.

Diante de toda essa atmosfera de sexualidade que nos envolve, o filósofo Michel Foucault escreveu “História da sexualidade”, em três volumes, com o intuito de discorrer sobre esta temática tão polêmica. De acordo com ele, vivemos em uma sociedade na qual há o sexo é a razão de tudo e onde este é considerado um tabu e, justamente pela sua interdição, o efeito contrário incita-o porque, como diz o ditado, “proibido é mais gostoso” (e é claro que é!). Escrever sobre sexo é o que me torna viva. Ler sobre sexo pode ser, para vocês, um despertar. Que o Pudor Nenhum, então, nos torne ainda mais aguçados sexualmente! Amém!

PS: A imagem que ilustra esta publicação é de Armand Rassenfosse (1862 – 1934), que era um artista, ilustrador gráfico belga autodidata livro e pintor, cuja obra-prima foi um conjunto de ilustrações para Charles Baudelaire.

Um mosaico em Cerâmica, Quartzo, Turmalinas Negras e Strass – assim fui apresentada a uma de suas obras, inclusive, aquela que lhe rendeu elogios e que, de todas, é a mais parecida com o Pudor Nenhum. A inspiração de Rodrigo Góes é do francês François Dubeau, considerado um dos ícones da arte erótica. Mais do que isso, a obra que lhes apresento é uma reprodução rebuscada de um desenho produzido pelo ilustrador francês. Vamos em partes para compreender um pouco dos dois e de seus traços, ambos peculiares, neste percurso que sai das linhas sobre o papel para o deslumbramento em pedras.

François Dubeau é, como apontado em seu site, um delicioso paradoxo por combinar técnicas tradicionais com modernas ferramentas digitais. Seus traços são simples e delicados, explora formas e desejos. Por meio da caneta digital, ele explora os movimentos e cada gesto torna-se um ponto de partida. É dessa forma que sua criatividade emerge. Após concluído o desenho, Dubeau o transfere para o papel ou tela e, assim, evidencia a união entre o passado e presente em cada obra.

 

François Dubeau durante sua produção.

 

Os desenhos de Dubeau apresentam fetiches, mostram-se como sinônimos de liberdade, são audaciosos, despudorados e femininos. É possível sentir leveza e, ao mesmo tempo, força em cada salto, chibata, cabelos ao léu, cintura e seios à mostra. Impossível não se identificar com tamanho erotismo e um de seus desenhos designa-se No Strings Attached que, em uma possível tradução, seria Sem Compromisso.

A ilustração citada encontra-se logo abaixo sobre um corselet semi aberto com umbigo, seios e vulva em evidência. Para completar, uma meia calça até a coxa e um quadril largo. Caso o artista quis, realmente, intitulá-la de Sem Compromisso, provavelmente deve ter tido a vontade de expor a liberdade que a imagem representa.

 

Imagem e valores encontram-se no site de François Dubeau.

 

Foi Sem Compromisso que chamou a atenção de Rodrigo Góes, um artista baiano – soteropolitano que reside em Itabuna, sul da Bahia. Auto-didata, Góes iniciou no mundo das artes em 1996 com vidros, porcelanas, pedras e outros materiais aos quais pudesse atribuir sentidos. Ao descobrir novas pedras na Chapada Diamantina, descobriu também um novo mundo de possibilidades e, assim, “evoluiu para a junção destas vertentes em harmonia com a química meticulosa da resina” – salienta em seu blog Mosaico, a perfeição da irregularidade… .

Rodrigo Góes confessa ser um apaixonado pelos entornos da sexualidade e, assim como o Pudor Nenhum, ele crê que o sexo é algo natural e, portanto, deve ser abordado sem constrangimentos e vulgaridades. Nesse sentido, expor tudo o que nos remete a ele deve ser uma arte a ser feita com seriedade. Além de François Dubeau, há outros artistas os quais admira, mas salientou que há anos tinha vontade de reproduzir alguma coisa deste francês até que conseguiu tempo para tal.

 

Fotografia de Luciano Aguiar e Thiago Chito.

 

Esta é a reprodução de um trabalho que antes passou pelas mãos de Dubeau e que, inclusive, vimos um pouco mais acima. A perfeição em cada traço, o cuidado com cada detalhe, a precisão de um artista que sabe lidar com pedras, o olhar atento e despretensioso de quem quis ir além e foi. Esta obra foi vendida a um colecionador de arte erótica que se apaixonou quando a viu, praticamente amor à primeira vista. Antes de colocá-lo à venda, Góes entrou em contato com o artista francês.

 

Mandei fotos pra ele – ele mora hoje no Canadá – e ele ficou maravilhado, e tal, me parabenizou, me deu aqueeeeeeela massagem no ego…

 

Depois de me contar isso, Góes ressaltou que Dubeau o agradeceu pela hombridade de avisá-lo e mostrar a peça a ele antes de colocar à venda, posto que muitos agem de má fé e ele já estava às voltas com a justiça no Reino Unido porque estavam vendendo os seus desenhos na internet, retirando-lhe a autoria. Algo que, infelizmente, todos nós estamos sujeitos no mundo virtual.

Para que possamos apreciar, ainda mais de perto, a semelhança entre as duas obras, resolvi colocá-las lado a lado a fim de desfrutarmos deste arte que passou pela tela virtual, pelo papel e, posteriormente, pela cerâmica com retoques de pedrarias.

 

 

Simplesmente lindo: é isso que posso dizer a respeito das duas obras. Uma reprodução própria de quem tem estilo e sabe lidar com a sensualidade dos traços e a lapidação do que vem da natureza. Na imagem abaixo, encontra-se uma fotografia que mostra a obra de Rodrigo Góes, exposta na loja da Forum no Shopping Jequitibá em Itabuna.

 

Fotografia de Luciano Aguiar e Thiago Chito.

 

Para finalizar esta publicação, gostaria de dizer que o Rodrigo Góes é um leitor do Pudor Nenhum e que conheci o seu trabalho porque ele o apresentou para mim na fan page deste blog. Foi um prazer conhecê-lo e quero agradecer por ter me permitido vislumbrar tanta beleza e talento – ainda que por fotos. Seu trabalho será sempre bem vindo na esfera despudorada daqui e espero que outras reproduções sejam feitas para agraciar nossos sentidos. Estaremos te esperando!

Não é de hoje que as línguas mais desavisadas tremem a nosso favor nem, muitos menos, é de hoje que reconhecemos nosso corpo em euforia quando o tremer nos perpassa. Vibração é uma palavra chave no entrelaçamento do desejo e na busca por se abraçar o tesão – com olhares, pernas e lábios. Pensando em toda esta química, cuja comprovação se dá através dos sentidos, a Intt lançou o Vibration – para pronunciar, pode enrolar a língua e expor toda essa sensualidade que a povoa. Assim, permita-se dizer “Vaibreichion”.

Este produto fino, elegante e sincero é um dos queridinhos da marca. As minas piram com a possibilidade de ter um vibrador líquido ao seu alcance, pois é justamente isso que ele é: um vibrador líquido. Como o próprio nome diz, ele vem em forma líquida e vibrrrra tanto quanto a sua vontade pelo outro – independente de ser homem ou mulher.

 

 

Se for aplicado no homem, 2 ou 3 gotinhas na cabecinha. Se ele já não pensa com ela, imagina depois dessa aplicação sagaz. Samara Schutz, consultora de produtos da marca, disse: ‘Quando eu vou explicar para minhas clientes, explico que ele pode ser usado para oral, por exemplo. A sensação que  homem tem não é só de uma língua, mas de 70 línguas na glande dele”.

Se for aplicado em uma mulher, use a mesma quantidade no clitóris. Achou que foi pouco? Vai com calma e aplique mais uma ou duas – mas aos pouquinhos, baby. Quem vai com muita sede ao pote, não consegue saciá-la. Essa aplicação vai estimular o clitóris e os grandes lábios, assim, eles vão ficar mais sensíveis e desejosos. Ah, e não se esqueça de que ele também pode ser utilizado no sexo anal, pois estimula a sua vontade de dar. Homens e mulheres curtem demais!

O Vibration tem efeito, digamos, imediato. Em pouco tempo, você sente um formigamento e uma coisinha gelada – pelo menos no caso do de menta. O sabor? É delicioso e aumenta a vontade do parceiro (ou parceira) de cair com a boca na botija. Uhlalá, amo muito tudo isso!

 

Vibration é um produto sensacional não posso ficar sem. A vibração é bem intensa eu e meu marido gostamos muito. – Elaine Sampaio.

 

Além do mais, você está vendo essa descrição dele enquanto Gel de massagem? Assim como salientei no texto sobre o Vulv’s, esta descrição é regulamentada para os produtos eróticos e, portanto, todos eles possuem a mesma informação. Então, quando forem comprar tais produtos, certifique-se de estar com uma ótima consultora.

 

 

A composição dele é esta que você vê na imagem e que, tentando traduzir, seria: Água, propilenoglicol, glicerina, trietanolamina, carbômero, acmella oleracea extract (extrato de jambu), parfum, diazolidinil uréia, butilcarbamato de iodopropinilo, aspartame, sacarina sódica, limonada e linalol. Continuou sem entender nada? Vou explicar melhor: estes produtos referem-se a forma de conservação, viscosidade, perfume, estimulante sexual por meio da planta jambu, o gosto açucarado e óleos essenciais.

O jambu é uma erva típica da região norte do Brasil, mais especificamente o Pará. Quando as folhas e flores são mastigadas, elas proporcionam uma sensação de formigamento nos lábios e  na língua como se fosse uma anestesia local e, por isso, é utilizado também nas relações sexuais. Esse formigar que mais se parece com uma vibração, permite-nos um prazer diferenciado e, consequentemente, uma satisfação sexual.

 

 

Bico de fácil aplicação, tampa para proteção e com encaixe perfeito, assim como diversos sabores, podem te deixar de água na boca. Eu experimentei este de menta, mas a Intt também oferece o Vibration de chocolate, morango e pêssego. Hummm! E aí, vai experimentar e se deliciar ou quá? Veja o que essa linda fala sobre ele!

 

Pra mim, hoje, o Vibration é um dos produtos mais vendidos porque ele tem infinitas utilidades. A mulher consegue ter mais facilidade de orgasmo. Para mim, ele é um dos mais completos da Intt. – Sumara Schutz.

 

E se você quiser ouvir mais um pouco sobre o Vibration, vamos para o papo ínttimo disponível lá no Canal da Intt? É sempre gostoso saber mais a respeito do produto que iremos conhecer intimamente, não é?

 

Depois das 22:00 deixa de ser cedo, é quando duas horas depois entra a madrugada e, ainda assim, as redes sociais estão em alta. A madrugada é quando a cidade e as bocas silenciam, mas os dedos e as vontades não. Neste momento, o sexo parece aflorar com mais vontade. A liberdade parece ser maior, o silêncio externo parece contrastar com a turbulência que irrompe por dentro.

Há quem não sinta sono e tenha os olhos bem abertos perante o despertar da sexualidade. É nesta hora que você pode se tocar e tocar o outro sem ser incomodado ou sem necessitar dar satisfações. Diria que este momento seria o dos orgasmos, da multiplicidade deles sobre pele ou sobre papéis. Sim, há quem tenha orgasmos com boas leituras de livros. Esclareço isso porque ler não é um ato que encontra-se somente no papel, está, inclusive, na ponta dos dedos, da língua e sob nossos ouvidos.

A madrugada é o êxtase, assim a sintetizaria. Há, também, aqueles que maravilhados com a lua e a escuridão do céu com suas estrelas, fotografa e divulga a sua belíssima captura – mero retrato de um poema visual. Há intensidade neste ato? Creio que sim! A noite e o madrugar favorecem isso.

Para os que se entregam aos sonhos, sono, cobertor e desejos, a noite também pode ser reveladora e a madrugada pode parecer eterna até um acordar insuspeito e a percepção de que o dia está recomeçando cheio de manias, planos e rotina.