HomeSexo e Sexualidade (Page 9)

Falar Gouinage é reconhecer, em si, a sua origem francesa. Traduzida, significa contatos íntimos entre lésbicas. Entretanto, não é algo que se refere apenas a elas por ser uma prática sexual que consiste na não penetração. Isso mesmo, o Gouinage consiste naquele erotismo delicioso que pode nos levar ao orgasmo sem precisar penetrar. A exploração dos sentidos – olfato, paladar e tato – permite um prazer nas alturas.

Este termo tem sido usado recentemente e, por isso, a gente não encontra muita coisa sobre o assunto. Se formos pensar em seu sentido, tal como a denominei acima, pensamos nas preliminares e também no sexo tântrico. Porém, é bem diferente. As preliminares pressupõem um sexo incompleto, visto que – como a própria palavra sugere – apenas é uma introdução do que seria o sexo completo. Já o sexo tântrico envolve uma técnica e, inclusive, tem cursos longos para que a pessoa esteja preparada a realizá-lo. No gouinage, basta ter criatividade para que o prazer seja devidamente oferecido.

O gouinage também se refere ao contato íntimo natural, isto é, usando o próprio corpo e sem a inclusão de acessórios, tais como vibradores. O termo, apesar de ter somente mulheres em sua tradução, também envolve os g0ys – homens que são machistas, compreendidos como heteros, mas que possuem relações íntimas com outros homens. Não existem ativos nem passivos na gouinage, pois ambos proporcionam prazer mútuo e, como não há penetração, também podemos fugir dos estereótipos sexuais.

Quem pratica o gouinage, pode ser chamado de gouines. A partir desta prática, você conhece melhor o corpo do parceiro, como excitar, sentir e proporcionar prazer. Para alguns, gays não podem ser gouines porque todo sexo gay precisa de penetração. Assim, entendem apenas como uma prática concernente aos g0ys. Entretanto, apesar das discussões, muitos têm descoberto que ela pode levar a satisfação plena. Coisa linda, não é?

Acho que todos nós deveríamos tentar ficar assim com o parceiro pelo menos uma vez. Acredito que ele vai entender como uma brincadeira e aumentar, ainda mais, o prazer sexual. Na próxima vez, ai chegar com tudo em você e o doce vai ficar uma doceria inteira de delícias e gozo. Caso seja uma gouines, conta pra gente sobre essa sua experiência!

A história de José Mayer deu o que falar e não poderia ser diferente. Minto: poderia. Seria diferente se ela se enquadrasse no perfil de tantas outras que, por vergonha, se calam ou, por interesse, se permitem, mas depois caem na real e percebem o quanto errou. Teria sido diferente, sim, se a figurinista em questão não colocasse a boca nas mídias sociais e deixasse o fato passar apenas pelo sistema interno onde ambos trabalham.

Será que foi a primeira vez que ele, o ator, fez isso? Será que foi a primeira vez que ele passou dos limites e partiu para o contato físico? Provavelmente não. A fama de “mulherengo” pode até ir longe, mas a de “galanteador”, tal como as novelas pintam, é bem mais louvável e, é claro, aceitável. Bom profissional e com papeis que deixam a mulherada em destino, o olhar sobre ele não poderia ser diferente.

Para quem está por fora, José Mayer foi acusado de assédio pela figurinista da TV Globo – Su Tonani. Em carta, ela contou para o blog #Agoraéquesãoelas, do jornal “Folha de S.Paulo”, as investidas e desrespeito do ator. De acordo com Tonani,  essa história de violência se iniciou com o simples: “como você é bonita”. Trabalhando de segunda a sábado, lidar com José Mayer era rotineiro. E com ele vinham seus “elogios”. Do “como você se veste bem”, logo eu estava ouvindo: “como a sua cintura é fina”, “fico olhando a sua bundinha e imaginando seu peitinho”, “você nunca vai dar para mim?”.

A partir daí, a figurinista expõe sua indignação – não apenas perante ele – mas diante de todos aqueles que presenciavam tais situações e riam ou não se manifestavam. Para completar, ela revela que Em fevereiro de 2017, dentro do camarim da empresa, na presença de outras duas mulheres, esse ator, branco, rico, de 67 anos, que fez fama como garanhão, colocou a mão esquerda na minha genitália. Sim, ele colocou a mão na minha buceta e ainda disse que esse era seu desejo antigo. Elas? Elas, que poderiam estar no meu lugar, não ficaram constrangidas. Chegaram até a rir de sua “piada”. Eu? Eu me vi só, desprotegida, encurralada, ridicularizada, inferiorizada, invisível. Senti desespero, nojo, arrependimento de estar ali. Não havia cumplicidade, sororidade.

Quando a figurinista refere-se à sororidade, ela quer dizer sobre a união entre mulheres. Quando a gente se une em busca de um objetivo comum, a gente se fortalece. Afinal, sofremos diariamente os mesmos assédios, a mesma falta de respeito e a mesma pressão social e machista que tenta nos enquadrar.

Em resposta à carta, José Mayer afirmou: Tristemente, sou sim fruto de uma geração que aprendeu, erradamente, que atitudes machistas, invasivas e abusivas podem ser disfarçadas de brincadeiras ou piadas. Não podem. Não são. Nisso, ele está certo. O machismo está tão entranhado que tratar a mulher como um objeto é algo comum. Aceitar-se enquanto objeto também é.

A partir da carta, surgiu o movimento pelas atrizes globais do Mexeu com uma, mexeu com todas, acompanhado da hashtag #chegadeassédio. Sentindo na pele tudo que Tonani sentiu, resolvemos também compartilhar. Afinal, essa pauta deve estar sempre em discussão porque não é a primeira nem a ultima vez que precisamos lidar com isso. Nós, mulheres, vivemos essa rotina todos os dias. Inclusive, não precisamos que casos como esse aconteçam para nos manifestarmos. Essa é uma luta diária. Essa luta é minha, é nossa.

Na hora que a coisa esquenta e que, além das mãos, outra coisa busca me invadir, só penso em uma coisa: camisinha. E você? Em uma pesquisa, deparei-me com o livro de Vincent Vidal chamado “A pequena história do preservativo”. Neste livro, que ainda lerei, mas cujos pequenos resumos encontrei por aqui, é dito sobre a preocupação dos homens em proteger seu órgão sexual desde os tempos mais remotos. Inicialmente, visavam evitar possíveis doenças sexualmente transmissíveis; depois, começaram a pensar na possibilidade de evitar a gravidez. Acontece que saber disso é compreender o quanto o sexo sempre foi visto com uma fonte de prazer e não apenas como um modo de reprodução.

Quando a coisa esquenta, eu sempre penso: Quero foder, mas não quero engravidar. E, então, lembro-me logo da camisinha. No entanto, é necessário pensarmos nela não somente dessa forma. Nós temos a mania de achar que conhecemos o outro o suficiente e de que, por isso, ele não possui nenhuma enfermidade. Porém, a gente não conhece ninguém a tal ponto. Intimidade, muitas vezes, é guardada a sete chaves e podemos nos surpreender quando estamos neste âmbito. Ao saber disso, desconfie sempre e se proteja.

Há quem diga que a camisinha inviabiliza o atrito entre o pênis e a vagina. Em relação a isso, não tenho o que negar; mas saliento: com camisinha, o sexo também é uma delícia. Sou prova viva ao lembrar das inúmeras vezes em que gozei com o meu parceiro usando ela (Afinal, ainda preciso experimentar a camisinha feminina!). Entretanto, se você acha que sem camisinha é mais gostoso e ponto final, então seja mais exigente ao escolher seu parceiro e tome o anticoncepcional para não ter uma surpresinha após alguns meses.

Todo homem tem esse lance de “só a cabecinha”, “juro que não vou gozar dentro”, “é só uma rapidinha” e não vou negar: eu sempre caio nessa atitude irresponsável que, depois, me faz temer um pouco. Portanto, lindezas, cuidado com essas expressões sussurradas ao pé do ouvido – isso é uma armadilha gostosa que pode ter efeitos a longo prazo. Quando for foder, esteja preparada para esquentar com todas as suas potencialidades ou para realizar a penetração bem protegido. Afinal, se o sexo também é uma fonte de prazer, então vamos fazer isso valer a pena sem grandes preocupações. Se não estiverem com preservativo, as preliminares são um prato cheio para fazer da relação um gozo único.

Não é fácil. Para falar a verdade, nunca foi fácil. Eu me lembro de quando era bem pequena e não sabia o significado das coisas. Ele me pedia para por a mão em uma parte do corpo que eu não tinha e para segurar bem forte. Ele também me pedia que sentasse no colo dele e fica rebolando comigo em cima ou, então, pedia que eu dançasse naquela posição. Eu nunca entendia porque isso sempre acontecia e acontecia quando estávamos sozinhos.

Com o tempo, ele foi me pedindo que não falasse nada com ninguém sobre o que acontecia quando ficávamos sós. Junto com o silêncio, foi me pedindo para tirar a roupa. Foi pegando onde minha mãe nunca me deixava mostrar a ninguém. Ele colocava o dedo lá dentro e, se doesse, eu não podia falar nada, tinha que ficar quieta senão ele dizia que eu estaria sendo má filha e que, assim, não ia querer mais saber de mim. Eu não poderia perder meu pai. Quando a gente não estava só, ele era o melhor pai do mundo porque dava tudo o que eu queria e me defendia quando brigavam comigo.

Só que as coisas não ficaram somente assim. Quando eu fiz 12 anos, meus seios começaram a surgir e uns pelinhos também começaram a aparecer. Ele começava a querer colocar outra coisa dentro de uma parte de mim que estava acostumada com seus dedos, eu tinha medo e, por isso, contei para minha mãe. Ela disse que eu estava mentindo, brigou comigo e me castigou. A partir desse dia, eu comecei a ser violentada por ele pelo fato de ter falado pra minha mãe e por ficar me negando a fazer o que ele queria.

Eu comecei a ficar mais velha e querer privacidade, mas ele me seguia por onde eu ia. Eu nunca ficava sozinha. Parecia um filme de terror. Minha cabeça doía e eu tinha pesadelos à noite. Arquitetava fugir. Não o via mais como o pai perfeito. Na verdade, descobri que ele nunca foi perfeito. Com o tempo, fui lendo e percebendo que isso não era algo comum. A internet me alertou que isso era um abuso, era crime e minha mãe, que nunca dizia nada, parecia saber de tudo e captar meus medos.

Eu nunca podia namorar, não podia sair com os amigos à noite. Enfim, descobri que era uma prisioneira. Quer saber, ainda sou. Não sei o que fazer. Passei em uma faculdade e fui morar longe de casa, ele não queria, mas eu decidi que o único curso que eu gostava não tinha em minha cidade – isso foi uma estratégia para eu me distanciar. Quando ele me ligar, não atendo. Para me sustentar, comecei a vender docinhos e artesanato na faculdade. Assim, não precisaria pedir a ele. Sem que ele e minha família saibam, eu namoro. Mas não consigo me envolver sexualmente com ninguém ainda, fico travada. Estou começando a terapia no núcleo de psicologia onde estudo e espero mudar e conseguir vencer meus traumas.

Quem mais possui uma história de vida como essa? Como hoje é primeiro de abril, eu resolvi contar essa mentira sobre mim. Para ser sincera, eu nunca sofri abuso algum. Meu pai sempre me respeitou demais e sempre foi pai no sentido correto da palavra. Mas sabe por que eu resolvi mentir assim? Porque apesar de não dizer respeito a minha história, ela representa a de mulheres pelo mundo afora.

Não é difícil encontrar mulheres que passaram por situações parecidas, eu já me deparei com várias que tenham histórias similares. E, então, qual deve ser o nosso posicionamento enquanto mãe, vítimas da violência, irmã, prima ou amiga? Como perceber que essas coisas acontecem? Temos que tentar resolver essas questões e discutirmos mais este assunto. O maior caso de vítimas deste tipo de abuso, infelizmente, é de familiares. Sempre é o pai ou um tio quem agride, logo é algo emergencial e que requer mais cuidado.

O primeiro de abril do Pudor Nenhum, este ano, não é uma brincadeira, mas algo sério demais para que possamos levar adiante e refletirmos. Se você quiser conversar e desabafar, pode escrever pra mim!

No início é estranho. A gente fica sem entender como usa, acha grande demais, anti-higiênico, nojento. Comigo aconteceu a estranheza logo de cara e, junto com ela, a curiosidade. Afinal, se fosse ruim, muitas mulheres não estariam aderindo e elogiando a novidade que, na verdade, nem é tão novidade assim.

O coletor menstrual, de acordo com informações do The Museum of Menstruation and Women’s Health (tal como consta no Wikipédia), é produzido desde a década de 1930 e há registros de coletores rudimentares desde 1867. O primeiro a ser panteado foi produzido nos Estados Unidos e, apesar de ter havido venda e divulgação significativas, o silêncio sobre o assunto se instaurou posteriormente.

Na década de 1950, após a Segunda Guerra Mundial, voltaram à fabricação dos coletores e, em 1963, por falta de látex e por não ter se popularizado, eles caíram em desuso reaparecendo em 1970 como um coletor descartável. Entretanto, durou poucos anos no mercado. Desde 1987, tem sido fabricado, também nos Estados Unidos, o coletor considerado o primeiro modelo produzido em dois tamanhos. A partir daí, ele passou a ser reutilizável e popular.

 

Coletor menstrual 100% em silicone medicinal da Inciclo, tamanho B.

 

Como o próprio nome diz, o coletor menstrual é um dispositivo desenvolvido para coletar o fluxo menstrual internamente em vez de absorvê-lo como fazem os absorventes externos e internos. Ele é um copinho de silicone hipoalérgico e antibacteriano, ajustável e maleável para facilitar na hora de colocá-lo na entrada da vagina. Estou em meu terceiro mês com ele e minha experiência tem sido com o coletor menstrual da Inciclo, que oferece os dois tamanhos de uso. Em meu caso, que nunca tive filhos, utilizo o Modelo B.

Apesar de não conhecer outras marcas, o coletor menstrual da Inciclo me deixou a vontade desde o princípio e eu descobri que não é um bicho de sete cabeças usá-lo, pelo contrário, a gente nem sente que está usando. Livrar-se do absorvente é a coisa mais linda do mundo! Ele vaza um pouquinho de vez em quando, caso eu não coloque corretamente como apontado na imagem abaixo. Há também o risco de vazamento se o fluxo tiver muito forte e eu demorar muito para retirá-lo, pois  a indicação é que troquemos a cada 6 horas, no máximo, quando o fluxo estiver muito forte. Se tiver fraquinho, ele oferece até 12 horas de proteção. Um outro probleminha é a haste que o acompanha. Ela deve ser cortada até se adequar e não machucar. Eu diria que esses são os únicos incômodos, o que representam quase nada.

 

Modo de usar o coletor menstrual. Fonte: Google.

 

Quando a gente começa a usar o coletor menstrual, logo se surpreende com a quantidade de sangue coletada porque sempre pensamos que é mais, já que o absorvente passa a impressão de que é bastante. No absorvente, o sangue se espalha deixando um pegapacapá doido entre nossas pernas. No coletor, o sangue se condensa e ali fica, por isso, a impressão de que ele é menos. O odor também é menor, visto que ele não entra em contato com algodão ou oxigênio. Ah, e não atrapalha a fazer xixi nem defecar. É de boa na lagoa. Você só não pode transar com ele, logo o mais adequado é retirar antes do ato e depois colocar novamente.

Uma coisa importante para quem usa o coletor é a higienização dele. A cada fluxo, eu coloco o meu na água e em uma panelinha de esmalte para dar uma fervidinha. Não devemos usar panelas de alumí­nio nem de teflon, pois elas soltam substâncias metálicas que podem danificar o silicone. A cada retirada do nosso corpo, ele deve ser lavado com água corrente e sabão neutro. Caso não tenha o sabão, ao menos na água bem lavadinho ele precisa ser. Para colocá-lo, a mão também deve estar bem lavadinha. Apesar desses cuidados, relaxe, o coletor não causa infecção alguma.

 

Panelinha, coletor e saquinho para guardá-lo. Ele está um pouquinho amarelado devido ao uso.

 

Para que não tenhamos dúvidas sobre seus benefícios, eu fiz esse infográfico abaixo que aponta todos eles. É econômico porque é reciclável e pode durar muitos anos se cuidarmos direitinho. Apesar do custo inicial ser mais alto do que o dos absorventes, este custo é dissolvido ao longo do tempo de uso. É sustentável por serem reutilizáveis, evitando a produção de lixo. É ótimo para carregar e eles ainda vêm com uma sacolinha, como mostra na imagem acima. Muito amor!

O coletor menstrual também é confortável porque não causa nenhuma sensação de incômodo. Às vezes até esqueço que estou usando ele. Posso usar pra fazer qualquer atividade físico e fico de boa na vida. Ele também não altera o pH e a flora vaginal por ser feito de silicone e não ter função absorvente. Como última das características citadas abaixo, o coletor oferece comodidade porque abriga um volume de fluxo muito maior do que os absorventes e permite um uso mais longo mesmo que o nosso fluxo seja intenso.

 

Imagem: Pudor Nenhum. Ilustração do coletor: desconhecida/Google.

 

Aqui, no Brasil, a Anvisa já anunciou que os coletores logo vão receber uma regulamentação para que sejam padronizados e mais seguros. Conforme uma matéria veiculada no G1, a Anvisa diz que a norma deve dizer que o coletor precisa ser de material atóxico e adequado para seu uso e que não pode ter ingredientes como fragrâncias e inibidores de odor. Um alerta sobre SCT (Síndrome do Choque Tóxico) será obrigatório e ainda a frequência de remoção do produto para descarte do conteúdo menstrual.

A Síndrome doo Choque Tóxico é um problema de saúde relacionado ao acúmulo de sangue menstrual em absorventes internos, que utilizavam fibras sintéticas e produtos químicos para ampliar sua absorção, por mais de um dia. Atualmente, os fabricantes de tais produtos voltaram a utilizar fibras de algodão e não acrescentam mais produtos químicos. O maior risco está em feridas de pele não esterilizadas adequadamente ou após cirurgia geral. Porém, houve um caso relatado de uma mulher que usou o coletor. Mas fiquemos tranquilos, pois o uso correto não aumenta os riscos de infecção. Eu mesma estou tranquilíssima!

Se tiver querendo experimentar, se jogue. Amei o coletor de verdade. Indico a Inciclo também, viu? Para contar sua experiência, sinta-se à vontade nos comentários ou pela página de contato aqui do blog. É sempre muito love essa interação da gente!

Como assim? Esperar o quê? Isso mesmo: esperar fazer sexo após o casamento. Em meados de 2016, eu descobri que havia um movimento chamado Eu escolhi esperar por meio do Facebook. Inclusive, eu soube deste com mensagens que criticavam e colocavam em cheque a veracidade daqueles que deste participavam. Ao pesquisar, soube que era verdade e que há muitos jovens que realmente dão preferência pelo esperar o matrimônio para depois vir a se encontrar em corpos nus.

O movimento Eu escolhi esperar é coordenado e idealizado por Nelson Junior e sua esposa Ângela Neto. Ele é pastor da Igreja em Vitória e membro da Associação de Pastores Evangélicos de Vila Velha, além de trabalhar com jovens e adolescentes há pouco mais de 20 anos – conforme foi apresentado no site Eu escolhi esperar. Além deste casal, a equipe é composta por um casal que atua na direção administrativa, uma gerente da loja virtual (sim, eles têm loja!) e outro casal que atua como produtor de eventos da campanha pelo Brasil. Dessa forma, vemos que o projeto é algo organizado e grande.

Com a missão de preservar o jovem sexualmente, eles trabalham com uma linguagem jovial e apresentam textos bem atuais, assim como vídeos por meio de um canal do You Tube. A intenção é garantir a saúde emocional e obter um comprometimento cristão dos envolvidos. Isso também dá margem ao trabalho com o conhecer o outro em diversos âmbitos além do sexual e evitar a possibilidade de doenças sexualmente transmissíveis. Vejamos um dos vídeos que se encontram em seu canal.

Na prática é bacana, exceto pela imposição do fato de ter que esperar, pela negação à masturbação – importante para nos conhecermos, e pelas outras dicas que soam impositivas, pois parecem não oferecer escolhe e, assim, alienar. Nosso corpo possui uma válvula que começa a ser ligada na adolescência. A publicidade, a internet e os lugares por onde andamos sempre trazem um quê de sedução. Estamos o tempo todo conectados em nosso corpo e no alheio. Segurar tesão é difícil, principalmente com o descontrole que temos por todos os lados. A sexualidade grita, agita paredes, rompe muros.

A educação é importante. Crer em algo ou alguma coisa também nos fortalece diante das adversidades, mas nosso corpo precisa do nosso próprio tempo. Acredito que conhecer o outro antes do casamento também evita alguns problemas que talvez, para você, não possam ser relevados. O sexo é muito importante para a intimidade do casal e para saber se aquela é a pessoa certa.

Tirar dúvidas de forma esclarecedora sobre os meandros do sexo é essencial, mas impor regras sobre o que fazer e o que não fazer já sai da minha alçada. Entretanto, independente da minha opinião, temos que respeitar a opinião alheia e desejar que o sexo pós-casamento seja dos melhores para que a saúde do relacionamento se mantenha. Eu não escolhi esperar e, se escolhesse e ainda tivesse solteira, como seria? O Pudor Nenhum não estaria aqui para mostrar que mais natural do que fazer xixi e mais gostoso do que comer uma lasanha é falar sobre sexo. Aos que estão esperando, sucesso e que as melhores descobertas sejam realmente melhores.

Ela chegou linda, charmosa, aconchegante, deliciosa. Ela chegou chegando porque faz parte dela ser assim. Comum? Pode até ser. Como qualquer outra? Nunca. Quem leva a marca do Pudor Nenhum, nunca é igual a ninguém. Pudor Nenhum tem uma vibração, uma energia, um up de levar lá pra cima quem ainda não se sentiu nas alturas. Ser Pudor Nenhum é reconhecer-se essencialmente linda, lindo, beautiful. É saber que o sexo é a coisa mais natural que existe e não ter vergonha nenhuma de ser feliz. Usar Pudor Nenhum é mostrar que você é assim e usar a canção de Lulu Santos para embalar seu café matinal ou de qualquer hora do dia, pois Deixa que digam, que pensem, que falem. Deixa isso pra lá. Vem pra cá. O que que tem?.

A caneca do Pudor Nenhum não tem essa de mixaria porque são 350 ml de uma bebidinha à sua escolha para o dia ficar bem mais leve. Ela é toda branquinha e de porcelana. Gostosa para dias quentes e frios. Delícia para aquele momento rápido ou para saborear um chazinho debaixo do cobertor numa noite qualquer assistindo um filmezinho ou mesmo uma novela das oito. A caneca do Pudor Nenhum representa liberdade porque mostra, por meio da nossa logo, o quanto você é livre em suas escolhas e se identifica despudorada ou despudorado.

 

A imagem atrás é para ostentar mexxxmo. A gente merece!

 

Na pré-venda, você vai poder levar um bloquinho de notas que tem a cara da danadeza, mas que também pode ser apenas mais um aliado registrado para o seu dia a dia. Nele, você pode escrever recadinhos para lá de salientes e deixar na mesa do boy ou da boyzinha. Com os post-its, você pode escrever o número do seu telefone e colar até no bracinho do crush. Se preferir, pode pedir que alguém entregue o bilhetinho com seu autógrafo e whats. Todo mundo gosta de ser cortejado e pessoas despudoradas não têm problema algum em cortejar.

A gente flerta mesmo e com força porque, assim como desaforos, também não levamos vontades para casa – a não ser que seja para contactar depois. O bloquinho personalizado do Pudor Nenhum vai te dar essa ajudinha para nunca mais você perder um crush de vista. Sem contar que se ele ver a estampa do bloquinho, vai saber de cara que você é daqueles ou daquelas prontas pro ataque porque ser Pudor Nenhum é ter o despudor estampado na cara e isso é a coisa mais sexy que existe.

O bloquinho vem com 5 pequenos bloquinhos de fitas autoadesivas, um bloquinho maior de folhas e uma canetinha. Tudo pronto para que você espalhe amor por aí. Caso seja comprometido, se avexe não porque dá para fazer aquelas surpresinhas despudoradas para a pessoa que está contigo. E se não quiser nada disso, acalme o coração porque o bloquinho tem tudo para otimizar o seu dia e cabe em qualquer bolsa, carteira, qualquer cantinho dentro do carro, qualquer lugarzinho bacana.

 

Quando precisar de dicas de cantadas, a gente também te ajuda.

 

E não acaba por aqui, não. Junto com a caneca e o bloquinho, eu vou mandar uns bombons de chocolate para deixá-los literalmente com água na boca. Sabe aquelas pepequinhas e piroquinhas de chocolate? A gente vai te fazer sentir o gostinho e se lambuzar. Eles serão feitos por mim para que você devore com todo gosto e ainda chupe os dedos. Mas tem mais: vai bundinha, posiçãozinha e você ainda vai pagar peitinho com toda a abundância que vai encher sua caneca e atravessar a distância que estiver para ir até o seu prazer.

 

Imagem meramente ilustrativa. Fonte: Google.

 

Quanto aos chocolates, já falei demais, não é? Para ver, só quando chegar em sua casinha e quando todos começarem a espalhar essas pequenas volupiazinhas pelas redes sociais. Enquanto não houver o lançamento deste kit, a gente mantém um certo segredo. E falando em lançamento, os produtos serão enviados no dia 08 de Maio e só quem ganha tudo isso são os 50 primeiros que comprarem. Os primeiros 25 que comprarem levam com frete grátis e os próximos 25 que comprarem, pagam seu próprio frete que, vamos considerar, é uma bagatela.

A caneca com o bloquinho e os bombons saem por 40 pilas e você pode negociar diretamente comigo pelo Facebook, Instagram ou pelo e-mail luu.rosarioo@gmail.com. Se quiser, também pode comprar por este link aqui (clica no aqui mesmo..hehe). Para terminar, quero dizer que estou muito feliz com todas essas conquistas e agradecer a você por me acompanhar e dar um feedback sempre. Não há coisa mais gostosa do mundo do que um retorno, um sorriso e um elogio de quem acompanha o seu trabalho. Pudor Nenhum é minha paixão.