HomeSexo e Sexualidade (Page 24)

Não tem mimimi nem blablablá, quero calar a minha boca com seu ato mais profano e mais digno de liberdade. Pode metê-lo quente, firme, ereto. Inclusive, quero ver e senti-lo gemer junto a mim enquanto sugo toda a sua sexualidade em ostentosas chupadas e lambidas, de modo a prepará-lo para esbanjar todo o banquete que continuamente prepara para o nosso desfrute. Sem frescuras ou quetais, movimente-o para frente e para trás que eu o sentirei brincando entre meus lábios e divertindo-se com minha língua e dentes.

Maravilhosamente, minha boca se enche d’água, prazer e fogo. Assim, alguns alertas são lançados em meu corpo e, ao menos, da calcinha preciso me livrar. Já não estou com ela, já não quero nem saber de travas. O sistema nervoso balanceia e permite às pernas ficarem bambas e minha boceta encharcar-se. Com uma mão, seguro o seu pau firme e o sustento em minha boca sem cautelas. Com a outra mão, esfrego entre minhas pernas que se manifestam em todo gozo.

Meus dedos vão em sua boca. Gemidas soam como canção em meus ouvidos. Você solta o seu fervor em mim e eu sinto o gosto e me banho com toda a porra esbravejada. Com isso, me jogo sobre você para darmos prosseguimento aos enlaces que nos apontam querer um ao outro.

 

Alguns momentos são puras sensações. Eles são constituídos de outros, de nós desatados do corpo e de entregas. Pode envolver algo a ser digerido, entre comes e bebes que causam sensibilidades, arrepios e possibilidades diversas. Assim, foi a noite desta leitora do Pudor Nenhum. Após uma encontro delicioso, ela transfigurou-se em poesia e resolveu nos contar um pouco esta sensação com mais dois na cama.

 

Fins de semana, meio de semana, há tempo pra se amar? Há tempo pra se entregar? Todo dia é dia, toda hora é hora, o corpo tem sede, a alma pede uma ”boa sacanagem” de vez em quando, e novas experiências são sempre bem vindas, tenho levado uma vida corrida, não por falta de tempo, mas por falta de interesse de andar pelas ruas da cidade, presa dentro de um corpo que quer se libertar, e decidir libertar, sempre bom conhecer novas pessoas, e melhor ainda quando essas pessoas trás consigo coisas boas para nós, noite linda, animada, esperamos por algo bom e vem recheada de algo melhor, um porre de lascar, uma puta consciência de saber o que estava acontecendo, calma, respira, agora sim, vai lá garota, talvez seja sua hora, talvez não, respire, isso, agora é sua vez, se eu me lembro por onde comecei? Não! Se eu me lembro quem me tocou primeiro? Não! Mas descobrir que as melhores delícias da vida são aquelas que lembramos apenas das sensações, sabe quando você só quer uma coisa e lhe aparece três de uma vez? E se um é bom, dois é bom demais, três é de se enlouquecer, confesso que tenho vivido momentos maravilhoso, me permitindo saber o que quero, o que posso e o que aguento. Depois de uma mega experiência com 3 na cama posso confessar que tem que ter muito pique , e o psicológico bastante preparado pras ”crises de ciúmes”, mas só tenho uma coisa a dizer, se permita, se liberte, viva. Momentos são únicos, oportunidades de se sentir bem, também. E a vida está aí para ser vivida. Espero que tenham gostado.

 

Quem nunca experimentou aliar-se a outros dois no compartilhamento de prazeres, não sabe o que está perdendo. Mas tudo deve ser feito por uma questão de escolha, o psicológico (principalmente) deve estar preparado o suficiente para essa explosão e despudor que o corpo conclama. Essa leitora escreveu lindo demais, não é? Estou aqui de boca aberta com tanto lirismo em um assunto considerado tão pornô. O gostoso do Pudor Nenhum é despertar esse sentimento de redirecionar a vulgaridade para seu lado mais erótico e sensual. Ai, gente, amei! Se quiser contar sua história também, é só escrever pra mim. O contato está aqui, na barrinha superior do blog, mas caso queira – é vai: contato@sempudor.com.br. E mais uma coisa: a foto, que ilustra esta publicação, é dela. Sempre que os leitores nos enviam fotos com autorização, a gente  divulga. Caso queira só enviar a foto e não escrever nada, sinta-se à vontade também.

 

Você cria toda aquela expectativa. Imagina que vai ser assim e assado. Planeja todos os passos na memória e, inclusive, lembra deles como se já estivessem acontecendo. Há toda uma vontade investida e toda uma precisão em cada toque que lhes será oferecido. Há o encontro e o momento é esse, é agora. Vocês seguem para o lugar planejado. Chegou a hora H e naquele turbilhão de desejos: o nervoso. Com tanta respiração e querer seguir o imaginado, eis que nada parece dar certo. De repente, o tesão e o nervosismo contribuem para que haja a ejaculação de imediato. Mais que de repente, ele resolve descer um pouco e se demora para subir. Já ela, livre de expectativas, apenas seguiu seus instintos. Nunca saberia o que daria aquele foda que tanto queria, não sabia de nada (acreditava até que nem ia rolar), só queria poder se dar e curtir o momento.

No contraponto, você sonha com aquele momento e, então, planeja a lingerie que irá vestir e deixa o cabelo divo com aquele batom vermelho da cor “Deixa eu te beijar”. Na hora, depara-se com o fogo dele e um lugar inóspito. É verdade, o lugar não estava certo em seus planos. Despe-se rapidamente conforme a fome dele, a dela estava um pouco restrita porque pensava em muita coisa que não havia dado certo. De repente, ele a chupa, lambe e penetra. Ela sente tudo silenciosamente e a cada chupada, lambida e penetrada – sem contar os dedos – sentia prazer em tudo, mas não conseguia externalizar. Respirava fundo e quando tudo acabou, queria mais, só que sem mais planos e em outros lugares. Já ele, percebera o nervoso em que ela se encontrava, mas permanecia com uma fome de leão e um despudor imensurável.

Criar expectativas para transar não é uma boa pedida. Quem pensa demais em algo, na hora não consegue fazer exatamente como pensou e isso acaba resultando em frustração. Frustrar-se no sexo é o “ó do ó” porque a foda exige leveza, liberdade, entrega e nada de cara baixa e da tal expressão “eu pensei que seria assim” ou “eu queria que fosse assim”. Nada é mais presente do que o sexo, em outras palavras, nada é mais próprio ao momento. Portanto, quando for sair com alguém, só pense: “Vou assim e vou dar. Vou levar isso e aquilo e vou foder. Pronto”. O processo é ditado pelo instante da sua realização. Sexo é gostoso demais para ficar presa em planos para, na sua realização, dar B.O, não é? Se você também já criou expectativas e depois deu errado, conta pra gente. Se contigo houve essas mesmas expectativas e na hora foi ainda melhor, conta também. A gente ama ouvir, falar e se deliciar com tudo que envolve sexo, transa, foda ou trepada – você que escolhe como pretende falar – porque, pra gente, é tudo gostoso!

Você pode não estar entendendo este título, mas quando ler o que eu tenho para dizer, vai concordar comigo – tenho certeza, modéstia parte. Antes me responda: você trabalha em quê? É professora, médica, advogada ou apenas estudante? É secretária, trabalha com telemarketing ou é um fotógrafo profissional? Respondeu-me? Ainda que eu não tenha ouvido, essa resposta deve ser direcionada a você para que possa entender como ocorrem nossos relacionamentos neste mar que é a vida.

Este tema me surgiu desde a época em que eu lecionava e percebia o quanto existiam professoras solteiras. Sem brincadeira, havia muitas mulheres acima dos trinta e solteiríssimas da silva. Em compensação, os poucos homens que atuavam na mesma profissão eram homossexuais ou comprometidos. Quando eu colocava na balança, não sobrava nada para as mulheres e isso justificava o “forever alone”.

A gente não pode levar ao pé da letra, mas a maioria dos relacionamentos surgem a partir do meio em que estamos inseridos. Se eu fiz uma faculdade e atualmente sou médica, a tendência é conviver com pessoas do curso durante a graduação e depois continuar convivendo em minha profissão. Não é a toa que pessoas da área de saúde costumam se relacionar com outras da mesma área e isso não é por uma questão de escolha, mas tem a ver com o leque de opções que lhes é colocado. Dentro disso, a gente tende a encontrar pessoas afins e, assim, o papo passar a ser mais interessante e a química dá sinais de fogo.

A gente nunca vai conseguir se relacionar com alguém que esteja a mil quilômetros ou tenha uma profissão extremamente diferente se, em algum momento, não nos encontrarmos e compartilharmos ideias. Graças a internet, as possibilidades de lidar com pessoas de diferentes âmbitos profissionais tem sido mais fáceis. Ainda assim, a afinidade precisa entrar em comum acordo e harmonia para que a coisa desande pro bem de todos e felicidade geral do coração e da mente.

Durante o tempo que lecionei, já estava conformada em não encontrar ninguém – o campo de graduados em Letras, particularmente, não é fácil nesse aspecto. Eu olhava prum lado e pro outro, não via ninguém pra mim e pior, não via ninguém para as outras mulheres também. Depois que entrei em jornalismo, a coisa continuou difícil – mas as possibilidades se abriram. Apesar da internet contribuir e dos amigos e amigas também funcionarem como portas, nada mais gostoso do que o tete a tete para um rala rola mais breve.

Não me levem ao pezinho da letra, já pedi isso. Ah, aproveitem para reler a palavra “influencia” no título. Coloquei ela justamente pelo fato de achar que o meio contribui e não que seja um ponto definitivo. Hoje em dia, confesso que sempre olho para as pessoas por esse viés e isso chega a ser engraçado, mas vou deixar de neuras e ouvir um pouco vocês. Nem vou comentar nada atual meu porque estou mais solteira do que caderno de matéria única – faltou uma metáfora melhor, enfim. Mas topo ler o que tem a dizer, é sempre um prazer confirmar (ou não) minha hipótese.

Definitivamente, lugar de romantismo nunca foi na cama. Quem acredita que fazer amor, em vez de sexo, é trazer o ser romântico que há em você para a cama, está muito enganado. Eu diria que a diferença entre fazer amor e fazer sexo é só uma questão de camuflar a palavra geradora de tabus: o sexo. Ou, então, assinalar que não se está fazendo sexo com qualquer pessoa, mas com alguém por quem se nutre um sentimento. Fora essa teoria toda, ambos são iguais na prática.

Na cama, a história é outra. O pegapacapá rola com tudo e os corpos se encontram na forma que mais íntima lhes parecem. É mão na bunda, nos seios, nas pernas e entre elas, principalmente. A troca de salivas acontece de todas as formas e os fluídos corporais não deixam a vontade mentir. A gente se contorce em posições mil e se encaixa perfeitamente um no outro segundo os moldes do filme pornô. A pornografia nos toma como dois e dois são quatro e ser romântico em meio às obscenidades nem combina.

Com o romantismo, o buraco é mais embaixo – não literalmente falando. Esse estado de beleza rara tem muito mais a ver com o cotidiano fora dos bastidores da intimidade que nos desnuda, pois está relacionado à convivência, ao dia a dia e a aceitar o outro com seus defeitos, vencendo orgulhos e aprendendo a ceder. A romanticidade está mais relacionada ao fato de dividirem a toalha, ajudar nos afazeres um do outro e cuidar dos filhos juntos – inclusive, frutos da pornografia que, em algum momento, os tomou.

Eu diria que lugar de romantismo é o cotidiano em todoos lugares da casa, mas não na cama nem em outros cantos com lambidas de tesão e fogo. Eu diria, também, que ambos precisam estar interligados a fim de que o casal consiga viver bem o suficiente para continuar planejando a vida juntos. Conviver bem nos dois sentidos é certeza de um relacionamento mais duradouro. Valorizar os dois (sexo e romantismo) e reconhecê-los em seu lidar diária é ratificar tais certezas. Portanto, amores, trepe muito e desnude-se, mas não esqueça de saborear os outros minutos com quem você escolheu ficar com você.

Quem nunca cantou “Espanhola”, de Flávio Venturini, pensando em ousadia? Muito difícil encontrar alguém com mais de 18 anos que não saiba o que vem a ser espanhola no sentido sexual da coisa. Ainda que seja difícil, lidamos com alguns mais “ingênuos” que podem até já ter feito uma espanholinha, mas não souberam ligar o nome ao conceito ou, em outras palavras, o termo à prática. Até porque, além do sentido sexual e gentílico da palavra, espanhola também é uma bebida feita com vinho e leite condensado.. hummmm.

Mas eu vou triplicar este “hummmm” para dizer que sexualmente falando, a espanhola é bem mais gostosa. Considerado como um sexo não penetrativo, compreende-se este ato como uma forma de estimular o pênis do parceiro com os seios. Apesar deste sugerir a relação homem-mulher, ele também pode ser realizado entre homens, a depender da desenvoltura do casal. É só encaixá-lo direitinho na região dos seios e mandar ver nos movimentos de ida e volta, olhando fixamente pra cara do cabra e, de preferência, aproveitando-se do movimento ascendente para colocá-lo na boca e dar aquela chupadinha gostosa – nem que seja na cabecinha do danado.

Fazer uma espanhola nem sempre é algo bem vindo às mulheres porque alegam que, a depender do tamanho dos seios, não é possível uma fricção legal entre eles e o pau do rapaz. E não é só isso: acreditam que o prazer é apenas do outro e, na maioria das vezes, não sentem excitação com isso.  Há também os homens que acham que para a coisa se fazer valer é preciso tê-lo grande e aí voltam com aquela história de que tamanho é documento. Além disso, alguns me sinalizaram que a espanhola auxilia a elevar o tesão durante as preliminares.

Eu curto, mas não acho essencial e, por isso, algumas vezes pode passar batido durante o sexo. Enfim, agora é a hora de você também me dizer o que pensa do assunto. Se preferir, pode comentar anonimamente que irei gostar do mesmo jeito.

A primeira vez a gente nunca esquece, dizem as línguas por aí – até mesmo antes de trabalhar em outras línguas – e é verdade, pelo menos para mim e para uma legião de gente que conheço. A primeira vez, após uma certa idade, começa a nos fazer sentido e trazer grandes lembranças. A gente sempre lembra a primeira vez que viajou sozinho, que dormiu na casa de um amigo, que arriscou preparar algo na cozinha. Também sempre lembramos nossas primeiras experiências mais íntimas, como a primeira vez que nos tocamos, que ejaculamos e – nada mais, nada menos do que o nosso primeiro beijo na boca.

Pode ficar pasma (ou pasmo), mas, em matéria de beijo, minha experiência começou muito tarde. Dei meu primeiro beijo com 18 anos e o meu segundo com 20 anos. #prontofalei. Agora dêem mil risadas antes de eu continuar. Riram? Senta aqui, vamos conversar: eu era uma moça muito centrada nos meus estudos, achava que começar a namorar me acarretasse desvios de meta. Depois que rolou esse beijo primeiro, o segundo demorou muito devido a minha timidez. Como eu era tímida e não me sentia à vontade em festas, preferia ficar em casa. Dentro de casa, a gente só beija mão, parede e espelho.

Durante todo este tempo que não beijei, ficava em minha cabeça que eu não saberia como agir quando acontecesse de novo. Além disso, a lembrança que eu tinha era em flash, parecia mais um sonho. O cara sumiu e se me perguntarem o nome dele, digo que não faço ideia. Na época, eu era chamada de BV (boca virgem). Não tinha vergonha de nunca ter beijado, então, se me perguntassem…eu dizia a verdade. A galera batia resenha e tal, mas eu não tava nem aí.

Sabe por que estou contando isso? Porque pediram-me para escrever sobre nunca ter beijado aos 20 anos. Apesar de ter dado um beijo aos 18, minha experiência válida e contínua de beijações iniciou-se aos 20 anos. Não me achei bicho de sete cabeças entre meus amigos por causa disso. Cada um  tem seu momento para suas primeiras vezes. Além do beijo, eu era recorde em “primeiras vezes” na faculdade e levava isso na esportiva, dizendo que faria um livro tal qual o dos recordes.

Agora, depois de saber que a delícia aqui também é como você, ainda vai se preocupar com isso de já ter beijado ou não? Tudo é uma questão de tempo e quando esse tempo vem, o despertar é tão grande que, armaria, é gostoso demais. Não é à toa que estou aqui com milexperiências e cheia de ousadia pra vocês. Permita-se e não ligue para o que disserem. Você sabe que sua hora vai chegar e você vai saber aproveitar até a última gota.