HomeSexo e Sexualidade (Page 18)

Nada é mais certo do que uma mulher em plena solteirice querer desfrutar de todos os prazeres e, com certeza, não querer ficar sozinha nunca. As mulheres têm um poder que, sabendo usá-lo, consegue ir longe e deixar qualquer um babando.

Normalmente, deparamo-nos com diversos sites de relacionamentos, revistas com dicas e passo a passo sobre como conquistar um homem, assim como blogs e mensagens compartilhadas nas diversas redes sociais. Mas é difícil encontrar algo referente às necessidades de se ser solteira (e, consequentemente, de não precisar ficar buscando fórmulas para fisgar alguém e sair desse estado civil). Ao se falar sobre isso, comumente é feito um vínculo com a solidão e é nesse ponto que costumam pecar.

Acredito que as mulheres modernas nem sempre pretendem se relacionar de forma séria com alguém e isso não implica que elas queiram viver sozinhas ou que queiram deixar de ser solteiras. Solteirice e solidão são bem diferentes semanticamente. Nosso corpo sempre há de pedir, gesticular e implorar. Nossa corporeidade tem uma linguagem própria e cabe a nós saber manifestar e satisfazermos as suas necessidades.

Namorar e casar estão deixando de fazer parte dos planos da mulherada e o que mais tem rolado é curtição, na qual ninguém é de ninguém e o sexo passa a ser uma ferramenta de satisfação pessoal. Ao escrever isso, logo me lembrei da música dos Tribalistas chamada “Já sei namorar” que, em 2002, fez o maior sucesso. A música diz “Eu sou de ninguém/Eu sou de todo mundo/E todo mundo é meu também”, logo, solidão e liberdade sexual tem tudo a ver.

Em relação aos homens, este apresentar-se das mulheres ainda possui um viés de preconceito. O machismo, em nossa sociedade, não permite que muitos homens encarem essa escolha como algo saudável. Mas quer saber? ou recuperar o sucesso de Luka, em 2003, e cantar “Tô nem aí, tô nem aí/Pode ficar com seu mundinho/Eu não tô nem aí” e seguir com todo o tesão que eu tenho e com toda a solteirice que quero preservar deliciosamente por mais um tempo.

 

A gente não sabe ao certo o que nos leva a ficar com alguém durante anos e sem mais tanto amor. Na verdade, sem amor. Alguns relacionamentos surgem no ímpeto, paixão – quem sabe. Depois, começa a haver falta de carinho, desconfiança e confusões. O caso de Maria era assim, o de Sicrana e Fulana também. Quer saber? Há milhões de casos como esse. Dizem que namoro longo demais acaba não dando em nada que resulte em felicidade e eu tenho começado a acreditar nisso de tanto ouvir casos em que um casamento ou o fato de irem morar juntos colocou tudo por água abaixo.

É aquela coisa: começou a namorar, era o cara perfeito ou vice-versa. Depois, os defeitos começaram a surgir. Quiçá um ciúme absurdo, um jogar as coisas na cara, um nos fazer passar vergonha, uma anti-socialização, um probleminha de família aqui e outro acolá, um sexo frenético de não se aguentar mais ou o inverso disso e a falta de sexo, um beijo vez por ano, uma palavra ríspida, um caso ou outro de que o viram ali com outra pessoa e tal. Se não for nada disso e mais um pouco, um marasmo e uma falta de planos, um acômodo e uma vida toda que se leva juntos sem planejamentos ou com planejamentos que nunca entram em prática. Até que um dia as pessoas começam a perguntar quando vão casar, se pretendem ter filhos e se vai ser assim pra vida toda. A pressão aumenta e pum!

Pum? Sim. A cabeça parece estourar de tantas preocupações e comparações aleatórias porque a gente sempre conhece aquele que já casou e já tem filhos ou, simplesmente, é aquele prorrogar de coisas para não perder as expectativas. Então, acreditam que o casamento será depois da faculdade, aí é depois que passar no concurso, depois vem o fato de ter uma casa, de ter e conseguir mais aquilo. E o sentimento no meio disso tudo? Está morno e quase esfriando.

Namoros longos ocasionam isso: acômodo. Quem acomoda, não sente mais aquele friozinho gostoso na barriga, não sente que mais nada é inusitado porque, apenas, acostuma-se com as certezas e incertezas. Namoros de cinco, sete, dez, quinze anos são grandes baldes de água fria sobre a gente. É sinal que se algo vier a andar, nunca mais terá aquele ímpeto gostoso que deveria ter. Pode até haver amor, mas nada que seja realmente fiel a total felicidade de ambos quando o relacionamento se dá diante de uma enrola para viver juntos – sejam casados ou não.

Quem ama e quer mesmo juntar as escovas de dentes com o outro, dá logo um jeitinho ou começa os planos e faz de tudo para que a coisa aconteça. Um namoro não precisa durar uma vida para, enfim, os trapos serem juntados, né? O acômodo que uma relação permite é uma das piores coisas que existe porque acaba nos privando de várias outras e, a depender do caso, nos possibilita uma série de questionamentos e problemas de autoestima.

Portanto, musas e musos, abram o olho e, se estiverem enroscados e for algo com cara e com tudo para dar certo, então se joga logo!

A história é bem essa: você sai com o cara ou com a gata uma, duas, três, quatro vezes e transam. São pele, carne, sexo, selvagens. Depois de toda pornografia a lhes agregar valor, vocês conversam e se despedem com beijo no rosto como se nada tivesse acontecido. E assim a história se repete, ambos sabem que do outro existe amizade e um sincero orgasmo e que é com ele que se pode contar no momento de relaxar o corpo e sentir vontades de gozar, sem lances solitários. Afinal, a uma altura do campeonato – masturbação passa a ser falta de escolha ou preguiça por um parceiro.

Agora que eu comecei a história, vamos ao título. Quando eu digo que a gente não fica, mas apenas transa, eu me refiro ao fato de não fazermos algo apenas pelo carinho. Não faltam casais por aí que se encontram meramente pela troca de afetos, pela companhia, para ficar. Ficar neste sentido gostoso da coisa: de beijar, conversar, trocar carinhos e também transar (porque não?); diferente de você encontrar e dizer: Vamos? Ou então já começarem tirando a primeira peça e pronto: já está tudo feito. A transa “frequente” com alguém e sem outras configurações cai um pouco na definição de PA ou BA, os famosos Pau Amigo e Boceta Amiga. É alguém de confiança que se pode contar para dar umas e desestressar. Por quê de confiança? Porque você sabe que ele (ou ela) não irão sair por aí dizendo aos quatro cantos o que vocês fazem entre quatro paredes. 

Essas minhas definições não são fixas, é bom deixar isso claro! Claro que um ficante pode ser alguém que sempre transe contigo maravilhosamente. Ambos podem ser despretensiosos, apesar de que entendo o ficante como aquele que talvez cause vontades de namorar…enquanto aquele que está ali apenas para o sexo não – pois são estabelecidas apenas relações de corpo. Enquanto aquele com quem você fica é sabido pelos outros, aquele com quem você só transa, ninguém sabe. E outra: ninguém diz para o amigo (ou amiga) que transou com fulano, a gente diz que ficou – parece soar mais leve na sociedade em que vivemos.

Eu fico indignada com a negação da sexualidade em que estamos inseridos, mas tudo bem, o importante é estarmos livres de moralismos e abertos sexualmente. Mas sim, meus queridos: Você fica e transa (Ui!) ou só tem aquele PA ou BA mesmo (Uhlalá!)? Independente da sua resposta, aproveite bastante o outro e se deixe aproveitar. Nosso corpo e nossos desejos devem ser entregues e fazer parte dos nossos prazeres, sempre!

Sinto que nossas pulsões tornaram-se mais fortes ao ler a palavra SEXO. Realmente estas quatro letras formam um sentido pleno de satisfação e possível alcance do gozo. Quem experimentou, nunca mais quer saber de outra coisa (ou de outra vida!). Quanto maior a dosagem, melhor. O sexo é desses atos que só fazem bem ao corpo e que dá uma canseira danada, dessas canseiras gostosas que não custa nada repetir. Pode-se dizer que o sexo é uma forma do corpo de expor seus desejos recônditos e de liberar o que, inconscientemente, vive pedindo para permanecer preso/guardado.

Na adolescência, quando os hormônios começam a ferver, a curiosidade mostra-se aguçada e o desejo de se conhecer e conhecer o outro começa pela parte corpórea que diz respeito ao sexo. Em outras palavras, pelas genitálias. São essas cócegas, esse desejo subindo, essa estranheza, que nos leva a querer saber o que há por trás de tudo isso se persistirmos. Após a primeira vez, o famoso pecado instala-se, e nem sempre amor de xana, gama; amor de pica, fica. Muitas vezes o que fica é só a xana e a pica e lá se vai o amor.

O sexo está em primeiro lugar entre as coisas mais desejadas pelo homem. Vivemos em uma imensa vontade de saber, tal como afirmou Foucault. O ser humano sente a necessidade de conhecer, aprofundar, ler, falar, fazer, assistir ou quaisquer outras coisas concernentes ao sexo. É isso que parece alimentar-nos. Foucault nos diz, em História da Sexualidade 1, que na sociedade ocidental há uma ciência do sexo no qual este é visto como objeto de verdade. Além dele, temos Freud cujas explicações originam-se nesse âmbito da sexualidade.

Então, o que quero dizer com isso tudo? Quero dizer que não adianta corrermos. Se correr o bicho pega e se ficar o bicho come! Tanto faz correr ou ficar, nessa relação sexual, um quer comer e outro quer ser comido (assim como se diz vulgarmente). A abundância de materiais propagadores dessa qualidade erótica-sexual que nos circunda é enorme! Vemos bundas, músicas, ritmos, coreografias, peitos, pênis, ambiguidades em todos os lugares e meios virtuais ou não. Apelações é o que há!

Então, gente, nem venha me dizer que você não gosta de sexo ou de muito sexo porque eu assumo que eu amo tudo isso e amo em letras garrafais. I’m hot! I’m sexual! I love too much sex a lot, and you?

Antes de começar a escrever sobre este assunto, resolvi interrogar alguns amigos sobre o que eles acham da discrição dos relacionamentos casuais. A resposta é simples, até porque ninguém quer ser colocado em outros lençóis pela boca do povo. Ao falarmos sobre tais relacionamentos, tocamos no que concerne às formas descomprometidas de se relacionar, ou seja, a não firmar algo com alguém e, sim, ter trocas de carinho quando a vontade do corpo apertar. Porém, isso não significa possibilidades de namoro e romance à vista, muito menos que será frequente (do tipo bater a vontade e pimba).

É neste sentido que entra a discrição: Já que a outra relação é instável ou foi apenas por uma noite, para quê falar? Se eu disser, vou ficar com fama de periguete ou, no caso dos homens, de pegador (e se a menina souber que fiquei com outras do círculo de amizade dela não vai me querer). Em relação aos homossexuais, surge a decisão de não falar nada para evitar burburinhos e por aí vai. Em outras palavras, não faltam motivos para se manter a coisa fechada entre quatro paredes e duas bocas (caso não haja um ménage). Entre as respostas, encontram-se essas e leitores.

“Eu sou uma mala aberta. Gosto de compartilhar, de falar, de contar. Geralmente comento com amigas mais próximas”

“No meu caso, a descrição era fundamental já que a malha que eu usava era zero. Podia ser horrível ou bonita, eu não dispensava. Mas pros meus amigos eu contava já que eles não eram concorrentes em potencial”

Lembram daquela expressão relacionado ao mineirinho? Pois é, quem come quieto, também come bem e acaba saindo de barriga cheia. Quem faz aqui e ali sem falar nada, acaba fazendo mais e, quando percebe, já ficou com uma infinidade sem ninguém saber de nada – oh, que delícia! Mais que delícia, isso é sabedoria. A maioria dos jovens não têm isso bem definido, é a maturidade que delineia melhor e os torna discretos em seus prazeres. Para quem tem muita sede de experimentar, de sentir, de realmente provar, o tempero é esse. Faça bem feito, lamba as beiradas e se aquiete. Assim, você está por aí leve, livre e solto porque “quem não te conhece que te compre”.

Já não temos mais dúvidas que entre todas as desilusões amorosas, surgiu uma outra que deixa muitos homens e mulheres de queixo caído. A famosa desilusão linguística – ortográfica e gramatical – tornou-se mais latente nos tempos atuais. Nunca convivemos tanto com a escrita do outro. As redes sociais virtuais nos possibilitaram ver o que o outro escreve e estabelecer diálogos por meio das palavras. Sendo assim, qualquer “desvio linguístico”, ao ser percebido, passa a ser alvo das mais duras críticas e das mais altas risadas, além de intensificar o preconceito. Em outras palavras, a desilusão linguística amorosa tem frustado muitos homens e mulheres na procura por alguém e se tornado o novo mal do século.

Nem todo mundo estudou em bons colégios ou, até mesmo, deu a devida atenção que o estudo merecia. Nem todos convivem em uma comunidade onde a fala é aquela que compreendemos como a correta. Inclusive, isso é essencial para um bom desempenho linguístico. Sou professora de língua portuguesa e, ao trabalhar na zona rural, ficava claro o quanto o ensino em sala de aula era restrito e o quanto não adiantava dizer que o correto era “nós vamos” em vez de “nós vai” porque quando os alunos voltavam para casa e se encontravam com os amigos, todos falavam “nós vai”. Essa influência se dava automaticamente, isto é, eles sabiam que o correto seria “nós vamos”, mas a comunicação permanecia a mesma se dissessem “nós vai” e já que era assim que todos se comunicavam, então para quê mudar?

Acontece que as relações vão além e esse vício, que extrapola as prescrições da gramática e que temos previamente estabelecido no dicionário, acaba nos colocando em maus apuros quando ampliamos nosso horizonte de conversação. Apesar de eu ter citado este exemplo, ele não é o único que justifica os assaltos que nosso coração anda tendo. Muita gente sabe e convive com pessoas que utilizam o português considerado correto, no entanto, possuem preguiça e conversam ou escrevem sem preocupações e de uma forma despojada ao seu bel prazer. Eles, realmente, não sabem a repercussão que isso pode ter caso o diálogo seja com alguém mais cricri neste assunto.

Uma outra coisa interessante e que nos leva a pensarmos o quanto podemos ser preconceituosos neste assunto é a intolerância da linguagem quando quem escreveu de forma é um universitário ou alguém com um diploma acadêmico. Talvez não seja um preconceito pensar assim, mas o fato de saber que este teve conhecimento e oportunidade de agir de outra forma, mas não o faz, acaba indignando muita gente.

Estou falando tudo isso porque essa questão linguística traz grandes reflexos, principalmente nas relações que se querem ir um pouco mais além. Quem preza pela linguagem, sente dificuldades de se envolver com alguém que possua esta precariedade e vice-versa. Esse fator proporciona desilusões que vêm tomando proporções cada vez maiores e faz com que pensemos, inclusive, na impossibilidade de encontrarmos alguém.

Essa incompatibilidade linguística ocasiona imensas frustrações que, em nosso imaginário, vão além da linguagem. A gente, em sã impaciência, canaliza um “não sabe falar direito” para um “mal deve saber o que fazer depois de trepar” ou “e eu vou lá querer apresentá-lo pra ninguém” ou sabe-se lá o quê. São pré-conceitos a partir de uma leitura da sua escrita.

Diante disso tudo, o que podemos fazer? Esse é um caso sério a se pensar. Só digo que não podemos desistir de pregar o quanto é importante nos utilizarmos das ferramentas que a internet e os livros oferecem para nos tornarmos melhores e mais sábios na maneira de nos expressarmos. Digo também que não podemos julgar os outros por isso, mas que, antes, precisamos saber quais as ideias que a pessoa tem e quais as suas opiniões a respeito dos diversos assuntos porque isso – sim – é quem o define.

Quando você vê que não tem saída porque não há conversa certa para resgatá-lo, segue meu conselho e chama Raul. Assim como ele cantou, “Tenha fé em Deus. Tenha fé na vida. Tente outra vez!”, vai que na próxima tentativa, você se dê bem, não é?

Conversando com uma leitora, que é homossexual, ela me dizia sobre relacionamentos de um modo um pouco tímido como quem quer se mostrar. Ela não havia assumido ainda sua orientação sexual, mas eu já havia percebido nas entrelinhas. De repente, perguntei se ela era virgem. Sou dessas: objetiva demais quando vejo que é necessário. E ela ficou meio convicta que era, mas no decorrer da conversa soube que ela já havia praticado algumas aventuras sexuais com mulheres. Foi assim que, então, eu comecei a me questionar sobre o significado de virgindade em nossa sociedade.

A virgindade parece existir apenas enquanto penetração peniana. O homem meteu o pênis, deixa de ser virgem; a mulher sentiu a metida, não é mais “pura” – afinal, ser virgem ou não também tem a ver com pureza e inocência. No entanto, creio que a penetração é o que menos interessa nos enlaces entre duas pessoas. Para mim e para alguns estudiosos, a virgindade está mais relacionada ao êxtase da intimidade. Encontrar-se nu diante do outro, sentir e ser tocado nas  partes íntimas são motivos suficientes para que se conheça o funcionamento sexual que persiste em nossa sociedade. Sem contar que este é o caminho que nos leva aos desejos que resultam na penetração. Conhecer essa dinâmica na pele é não ser virgem. Diria que isso elucida um pouco das discussões acerca do assunto e vai de encontro ao que foi culturalmente imposto.

A palavra virgem é de origem latina e advém da palavra virgo, que significa mulher jovem. Provavelmente, seja por isso que este termo também esteja tão relacionado à mulher. É no sexo feminino que as mudanças ocorrem quando há o deflorar da sexualidade. Além do sangrar – marca de perda da virgindade, mas que foi constatado que nem sempre se dá dessa forma, existem as mudanças de atitude por se sentir mais mulher. Para o homem, a meninice acaba naquele momento e as circunstâncias passam a ser outras em seus futuros encontros. Para a mulher, um pecado. Para ele, um alento. Desse modo, é cultural a forma como a virgindade é vista e encarada diante de ambos os sexos. Essa forma de compreender tais âmbitos já consta da origem etimológica do termo em questão.

Um outro ponto fundamental é a importância que esta tem (ou tinha) na sociedade. Antes, na época dos nossos pais, mulher que já tivesse feito sexo sem casar era incumbada ou puta – como diziam. Hoje em dia, é normal. Quando se vê um namoro de alguns tantos meses, já se conclui a possibilidade de terem praticado a tal delícia. A forma como o sexo é colocado nas redes sociais, que são formas que possibilitam a interação contínua entre os indivíduos, torna este assunto menos polêmico e menos criticado se comparado com algumas décadas passadas… apesar das instituições religiosas pregarem o sexo somente após o casamento.

Enfim, sou ousada mesmo e trago discussões tamanhas pra este espaço. Mas e você? O que achou de tudo isto que falei? Participa comigo que depois te dou um doce..rsrs. Comentário ou e-mail, tanto faz, você quem escolhe.