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No dia 01 de Novembro, aconteceu a Primeira Edição do Prêmio Melhores do Mercado Erótico e Sensual Brasileiro. A premiação aconteceu no Salão Xingu, localizado no Hotel Maksoud Plaza em São Paulo. Apresentado pelos atores e recém ingressos no mercado erótico, Nizo Neto e Tatiana Presser, o evento contou com grandes nomes do mercado e aconteceu após um almoço com todos eles. Os finalistas receberam seu certificado Top 3 pelas mãos de Paula Aguiar, presidente da Abeme, e o clima de emoção tomou conta, significativamente, do lugar.

Os atores, logo em seguida, começaram a chamar todos aqueles que alcançaram o primeiro lugar e que, assim, tomaram a alcunha de melhores na categoria que lhes foram indicadas. Para que todos conheçam os melhores do mercado erótico de 2016, segue a lista dos premiados.

 

MELHOR PROFISSIONAL DE ARTES SENSUAIS

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MELHOR SEX SHOP

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MELHOR SEX SHOP VIRTUAL

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MELHOR BOUTIQUE SENSUAL

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MELHOR TOY PARA MULHERES

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MELHOR TOY PARA HOMENS

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MELHOR LINHA DE ACESSÓRIOS ERÓTICOS/MELHOR FÁBRICA DO MERCADO ERÓTICO/ MELHOR EMPRESÁRIO DO MERCADO ERÓTICO/PRÊMIO BEM-ESTAR SEXUAL

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MELHOR LINHA DE COSMÉTICOS ERÓTICOS/ LANÇAMENTO DO ANO/ EMBALAGEM/ MARCA/ COSMÉTICO/ EQUIPE DE VENDA

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MELHOR LINHA DE LINGERIE

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MELHOR YOUTUBER DO MERCADO ERÓTICO

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MELHOR CAMPANHA DE MARKETING B2C

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MELHOR CAMPANHA DE MARKETING B2B

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MELHOR DISTRIBUIDORA

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MELHOR ATENDIMENTO AO CLIENTE

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MELHOR INOVAÇÃO

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MELHOR PALESTRANTE

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MELHOR CONCEITO DE PRODUTO

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MELHOR PROFISSIONAL DO ANO

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MELHOR BLOG DO MERCADO ERÓTICO

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Assim como os prêmios acima, Evaldo Shiroma também foi premiado pelas realizações do mercado erótico devido ao Erótika Fair e ao Erotika Land – que pretende resultar em um parque erótico permanente. Não coloquei entre as premiações por falta de uma imagem adequada.

A premiação final passou por um júri técnico formado por Ana Carolina Soares, jornalista responsável pelo blog O sexo e a Cidade da Veja São Paulo; Larissa Coldibell, jornalista com quase 10 anos de experiência e atuação em veículos da grande mídia; Leonel Borges, especialista em tecnologia da informação que desenvolveu a ferramenta Sexshop Market Brasil; Nadir Francisco Amaral, Conselheiro Nacional de Saúde, Conselheiro Estadual e Municipal de saúde pela cidade de S. Paulo; e Paula Aguiar, publicitária que preside a Abeme, o Ceaids-SP, Conselho Empresarial de Prevenção as DSTs / HIv / Aids do Estado de São Paulo. Membro do Comitê Brasileiro Odonto-Médico-Hospitalar ISO/ABNT de Produtos Assistivos e do Comitê de Contraceptivos Mecânicos, além de criadora do Premio Melhores do Mercado Erótico e Sensual.

Não foi fácil reunir todas as logos e imagens de cada premiado, mas eu preferi organizar a publicação dessa forma para, assim, as pessoas visualizarem todos aqueles que estão a frente e fazendo a diferença no mercado erótico e sensual.

Eu me sinto muito orgulhosa de fazer parte de tudo isso. Que o Pudor Nenhum tenha vida longa e que este reconhecimento se mantenha. Juntos, amores, nós só temos a crescer, principalmente agora que somos OS  MELHORES.

Adoro a palavra foda. Quando a pronuncio, salivo. Ela pode ser verbo, substantivo e adjetivo e, assim, foder carrega toda uma carga semântica e diz exatamente que a ação é bem mais gostosa do que o simples enroscar de corpos. Foder é transar com gosto, com gana e com todas as armas que os dois, três ou quantos forem possuem. A foda seria a transa, a delícia em si e, portanto, uma palavra substantivada como os porquês que nos aparecem por aí. Agora, a depender do modo como eu digo esta palavra e o gerúndio do seu verbo, lascou-se. Toda coisa boa tem um contraponto e se eu disser que me fodi, provavelmente há uma carga negativa aí. Até parece que estou enrolando e estou mesmo. O assunto desta postagem vai além de se discutir o uso semântico dos termos foda, foder e fodendo.

Foder é bom, é óbvio. No entanto, não é algo que pode ser feito de qualquer jeito. Quer dizer, é algo que pode ser feito em qualquer lugar, mas que merece ter os devidos cuidados e a camisinha está nesse cenário justamente pra isso. Assim como eu, todos sabem que o uso do preservativo é a arma mais eficiente para a prevenção de doenças e para evitar uma gravidez indesejada, porém, nem sempre agimos desse modo e deixamos o tesão falar mais alto. Lembre-se que melhor que um foda daqueles, bem fodástico, é você poder repetir a dose sem peso na consciência.

Nós estamos muito acostumados a pensar que fulano e sicrano não tem doença alguma porque isso e aquilo, mas não há desculpas para que alguém possa ou não ter alguma doença que se transmita sexualmente. A maioria dos casos que eu conheço são de mulheres que adquiriram tais doenças dos seus maridos em casamentos longos. Pensa aí? O casamento é uma relação que se baseia em confiança, principalmente no aspecto sexual. Quando uma das partes se permite a relações extraconjugais sem que o parceiro saiba, a transmissão de doenças se torna totalmente possível. E convenhamos: uma boa parte dos relacionamentos passam por isso e essa situação é foda – no mal sentido, é claro!

Se em um casamento, você já sofre riscos; imagina em relações casuais, hein? A gente tem costume de ir ao médico só quando realmente sente que está precisando, temos também o costume de nos prevenir apenas quando há uma polêmica a respeito de determinada enfermidade. Entretanto, as coisas não deveriam seguir esse caminho. Prevenção é algo extremamente necessário. E outra: a prática do aborto é criminalizada, ou seja, se você escolher não ter o bebê, terá que recorrer a clandestinidade e colocar a sua vida em risco.

Então, lindos despudorados, quando for foder, lembra das palavras dessa moça aqui e foda com gosto, mas com camisinha também. Quando eu estiver na mesma situação, lembrarei da minha promessa. Estou correndo de riscos, de medos e de angústias, quero foder, foder e foder, mas permanecer linda e gostosa – esbanjando saúde. E você, quer entrar nessa e fazer a promessa também? Oh, eu topo ter aliados.

Ela chega como quem não quer nada, dá uma de santinha e faz um estardalhaço quando o assunto é paquerar, pegar, amassar ou levar pra cama, pra parede e seja lá qual for o melhor lugar. A mulher fácil é considerada aquela que não espera a atitude do homem, mas tem sua forma de chegar e mostrar que não se importa com as ordens da casa. A depender da abordagem dela, isso pode dar pano pra manga na língua dos rapazes. Ainda a depender dessa abordagem, esse tanto falar pode vir a ser positivo ou negativo.

Se está fácil e é gatinha, por que não pegar? Esse questionamento óbvio tem uma resposta clara e simples. E nessa de passar de mãos em mãos, os homens se reúnem para comentar sobre o assunto. No entanto, tais comentários colocam-na como um objeto e não poderia ser diferente, visto que esta também apresenta-se desse modo ao se colocar disponível nas prateleiras do prazer. E, assim, é um tal de “já comi”, “peguei, mas logo como”, “hoje é seu dia, cara”, “dessa vez, ela pegou um outro” e por aí vai.

Considerada piriguete ou rainha em causar maus olhares e atrair inimigas, as mulheres encaradas como fáceis atraem a atenção alheia e intimidam aquelas que possuem companhia ou que já estavam, anteriormente, de olho em alguém. Afinal, a danada é bonita e ainda tá dando mole, então é difícil não se sentir balançada e ter um receio, né? Entretanto, a dita facilidade não gera envolvimentos porque busca apenas uma satisfação carnal e isso, a longo prazo, pode gerar consequências negativas (ou não) para a mulher.

Se ela quiser um parceiro fixo futuramente, provavelmente terá que sair do meio que frequenta ou ter a sorte de conhecer alguém que não se importe com tudo o que dirão por aí. Além do mais, a fase de se colocar tão dada pode ser apenas um momento curto e particular. Em outras palavras, não dá para julgarmos tanto. E um outro dito essencial é que não vale a pena ter receio por mulheres assim, nossa atração tem prazo de validade maior e, no final, vale bem mais a pena. Quem conhece ambos os “produtos”, sabe do que estou falando.

Tornar-se fácil é uma questão de escolha e de, possivelmente, viver a vida com tudo e todos que ela pode oferecer. Para muitas, fazer joguinhos é perder tempo à toa. Para outras, colecionar homens é não usufruir de tudo o que ele pode oferecer e ainda cair negativamente na boca do povo. Como você se encaixa? O que você acha de tudo isso? Seja homem ou mulher, diz aí o que pensa. Vou amar uma discussão a mais.

Para compreender o que significa o Erótika for Business, não é preciso um esforço de tradução. Considerado um evento de negócios voltado para o mercado erótico, este atrai empreendedores de todo o Brasil que precisam alavancar os seus negócios e dar um up nos atuais e prósperos investimentos.

O evento vai acontecer nos dias 31 de outubro e 01 de novembro em São Paulo e contará com uma equipe de profissionais que pretendem compartilhar suas experiências por meio de palestras relacionadas à sexualidade e aos negócios. Na ocasião, Fátima Moura, personal coach e criadora do chá de lingerie, estará junto com Thaís Plaza, que é consultora em saúde e educação sexual, estreando a primeira escola de artes sensuais. Por meio dela, será feita a fusão entre sexualidade e artes sensuais.

Além do mais, o Erótika for Business vai premiar os melhores do mercado erótico em suas mais diversas categorias e, foi por isso, que eu estava que nem político – pedindo indicação por aqui para ser eleita como o melhor blog erótico. O resultado e premiação, portanto, acontecerá durante o evento. Será emocionante!

Mais do que tudo o que já disse, também será possível, às consultoras e aos lojistas, conhecer os produtos diretamente de seus fabricantes e importadores para, assim, se inspirarem ao encontrar motivação e grandes oportunidades em cada espaço visitado durante o evento. Conforme encontra-se no site do evento, o empresário Evaldo Shiroma salienta que “A função de um evento de negócios é contribuir para que o mercado encontre soluções para o seu crescimento. Proporcionar condições para que todas as engrenagens da cadeia produtiva caminhem para o mesmo objetivo. A solução não é vender mais, a solução é fazer com que todos vendam mais”.

Assim, evidencia-se o caráter empreendedor do Erótika For Business, bem como sua importância no atual cenário comercial – visto que o mercado, assim como qualquer outro, precisa se unir para que juntos cresçam.

Confesso: nunca fui em um evento como este. Nunca me encontrei com pessoas que gostassem de falar de sexo porque este é um negócio, inclusive sério e lucrativo. Mas dessa vez, com incentivo, ousadia e muita força na peruca, eu resolvi me arriscar e participar. O credenciamento já foi realizado, as passagens compradas, o hotel reservado, mas o dinheiro está pouco para ficar por lá. Então, resolvi fazer uma rifa com um kit de produtos sensuais.

O kit é composto por: 1 vibrador clitoriano, 1 anel peniano, 1 gel dessensibilizante anal, 1 gel comestível, 1 calcinha + persex, 1 dado de strip tease e 1 bolinha. Todos esses produtos custam, em média, 100$ – MAS, para assinar a rifa, você paga apenas 10$. Em outras palavras, vale muito a pena.

Para assinar, manda uma mensagem para mim pelo Instagram @pudornenhum ou pelo e-mail contato@pudornenhum.com.br. Nossa, vai me fazer um bem tão grande que você não faz ideia. Minha ida é para aprender e trazer tudinho para vocês. Agora vou voltar a olhar a programação belíssima do evento e me desesperar u pouco porque são muitas possibilidades bacanas de palestras e algumas acontecem ao mesmo tempo.

O Pudor Nenhum vai tentar fazer a cobertura, do seu jeito, lá no Erótika for Business. Quem tiver Instagram e Facecook, fique sempre de olho porque não vai faltam novidades!

É certo que há relacionamentos que começam na internet. É certo, também, que este contato virtual, quando diariamente, pode provocar excessos de tesão, coração acelerado e vontades pelo outro e pela possibilidade de encontrá-lo no outro dia ali, naquele mesmo lugar, para aquela mesma troca de carinhos. Mas nem toda relação virtual tem ares de concretização, muitas delas não passam da tela de um computador. Digo isso para tentar me aproximar da máxima que afirma que traição pode ser virtual.

Quando se está entregue em um relacionamento, estabelece-se um contrato no qual versa a fidelidade e a lealdade com o outro. Tanto uma quanto a outra implicam confiança, honestidade e retidão. Em outras palavras, o compromisso estabelecido com o parceiro (ou parceira) exige um não compartilhamento de sentimentos e carícias com outras pessoas além dos envolvidos. Isso ocorre devido a sociedade monogâmica em que vivemos e à sensação de posse que, muitas vezes, temos e resultam em ciúmes.

Independente de sermos ciumentos ou não, desejamos que a pessoa com a qual estamos namorando seja somente nossa. Não somos muito fãs de dividir afagos e afetos. É por isso que uma possível relação afetiva do nosso cônjuge com alguém que está do outro lado do monitor nos afeta tanto. Mas eu lhe pergunto: é possível se falar em traição virtual?

As respostas divergem todo o tempo, visto que traição sempre foi visto como contato físico e o virtual furta-se disso. No entanto, traição não é apenas contato físico, pois envolve o que se passa na cabecinha e coração daquele que se envolve. Nesse sentido, muitos afirmam que o relacionamento virtual pode ser uma das piores traições porque pode envolver sentimento e, quando há sentimento, é possível haver desgaste e o esquecer-se daquele com quem se namora. Uma cabeça enamorada costuma dar mil e uma voltas para justificar os ciúmes por aquele o qual não se vê.

Entretanto, as mais descoladas nem se importam. Elas sabem que quem pega, desfruta e troca verdadeiras palavras de amor são elas [Vale salientar que são raros os que pensam assim!]. Eu só sei de uma coisa: isso é muito complicado e relativo. A relatividade tem a ver com quem a pessoa está se relacionando, como está sendo esse contato virtual, qual o grau de importância que se é dado a isso e mais uma série de fatores que dependem do casal.

Portanto, lanço a pergunta para vocês e digo que sou do tipo que confio no meu taco e não ciúmo de parceiras virtuais, porém avalio um monte de fatores. Se eu perceber que a pessoa virtual recebe mais atenção e tornou-se mais importante do que eu, a gente conversa e o relacionamento acaba. Se ele não quer a gostosona que sou, tem quem queira! E se eu souber que está havendo um sexo virtual casual, também não tolerarei – a não ser que me inclua.

Sendo assim, você considera o sexo virtual como traição? É um fetiche pela troca de palavras e gozo sem envolver o tato ou é uma carência muito grande? Então, eu volto em tudo que disse anteriormente, pois tudo se aplica também ao sexo realizado assim. E, assim, retorno à pergunta: Você considera que o relacionamento virtual tem efeitos de traição? Se você quiser me dar uma resposta mais discreta ou contar a sua experiencia, entra em contato comigo. Não precisa ter pudor. Eu mesma estou soltinha!

Para todo tesão, dois corpos entrelaçados na ânsia de se terem. Há que se compreender a pressa, a falta de preocupação em relação à nudez que esboçam em cada movimento sem mais pressentimentos. Para eles, não há fórmulas nem é preciso perspectivas além da vontade por olhares que a cobiça conquista. Sem mais, arrepiam-se e fortalecem despudores duradouros até mesmo daquele que fotografa sem ser observado. Seja lá qual casal for, seja lá sexos, disposição, idades, imensidade com que vêem o ato de se ligarem entre si.

Diante de vidros ou espelho, sob a cama, o chão, os móveis e pela parede. Com todas as mãos, razão, emoção, coração e ãos que o pouco tempo, rasteiramente, comporta. Em seios, boca, sexualidades, jogos, trepadas mil. Há vermelhos, acidez, cores, flores, quentes, mares de salivas em nosso trajeto um pelo outro. E os livros que lemos estão escritos em braile. Os gestos que fazemos masturbam nossos sentidos. Enquanto empreendemos realezas da pele, ejaculamos senhores orgasmos. Quem está a nos ver, delicia-se com as delícias que a gente vive em posições encontradas. E, se quiser, fotografe-nos.

Quem entende de sexo, ao ler esse título, vai saber do que se trata. Porém, este termo não é tão usado e, portanto, a maioria dos leitores – ao serem interrogados pelo Facebook e Instagram – responderam-me que não sabiam o que significava. Isso é normal. Até pouco tempo, eu também não sabia o que significava e, movida pela curiosidade despudoriana, resolvi pesquisar. É claro que eu já conhecia – concluí – só não sabia que tal prática era denominada assim. Diante disso, creio que você também conheça, mas não saiba ligar o ato ao nome.

Pois é, vamos ao assunto: fisting (ou fist fuck/fist fucking) é uma prática sexual referente a inserção da mão ou do antebraço na vagina ou no ânus. Para quem curte, a distensão dessas regiões proporcionam um prazer a mais no ato sexual por proporcionar o conhecimento e desfrute de outras sensações. Para quem não curte, pode parecer estranho e pouco usual, no entanto, ela é mais comum do que pensamos e acontece não somente entre pessoas de determinada orientação sexual. Pelo contrário, esta prática é praticada por todos – seja lá hetero, homo ou bissexual.

Para ser realizada, é necessário o uso de luva de látex e muito lubrificante. Além do mais, descontração e cumplicidade são essenciais para que tudo dê certo. Afinal, é preciso que o corpo relaxe e que doenças possam ser evitadas, visto que nossas unhas possuem bactérias – ainda que as lavemos e tenhamos os cuidados de higiene necessários. De acordo com a sexóloga Helena Juergens, “no caso do fisting vaginal, deve ser utilizado um lubrificante à base de água porque não irrita a pele; no caso do fisting anal, pode ser um lubrificante mais oleoso ou à base de silicone para que seja mais duradouro”.

Considerado uma tara sexual, as indústrias de filme pornô usam e abusam disso. Sinceramente, fico impressionada quando vejo e não tenho vontade alguma de estender nenhuma dessas regiões da forma como o fisting permite. Contudo, estou aberta para conversar sobre o assunto, saber as sensações e como rola a prática. Para quem curte, se achegue um pouco mais porque a casa é sua e o papo é nosso.