HomeSexo e Sexualidade (Page 10)

Depois de tantas lutas, constrangimentos e processos judiciais, finalmente chega o meu dia de glória, dia em que consegui bater asas e voar cada vez mais em alto, afirmou Cláudia Santana Andrade. Quem leu a entrevista concedida para a gente, conhece um pouco da sua trajetória. Cláudia morou durante 15 anos na Europa e em seu retorno para as terras brasileiras foi vítima de preconceito por duas atletas e ex-colegas de time pelo fato de ser transexual. Devido a isso, ela foi impedida de jogar em Coaraci, na Bahia.

A atleta faz terapia hormonal desde os 13 anos de idade. Quando o Comitê Olímpico Internacional aprovou as atletas mulheres transexuais em times femininos, a exigência foi que as atletas tivessem 12 exames de testosterona no valor abaixo de 10nmol/L e mantivessem este nível durante todas as competições e identidade de gênero declarada. Apesar de feliz, a atleta se preocupou ao olhar seus exames e perceber que todos eles estavam muito abaixo de 0,1nmol/L. No entanto, o endocrinologista a informou que seus exames estavam corretos e dentro das normas exigidas pelo COI.

Claudia foi chamada para jogar no Gênesis Voleibol – time de Salvador o qual já havia participado em campeonatos de 2016 e, portanto, era enturmada com seus componentes – e logo que soube as datas do campeonato baiano, organizado pela Confederação Brasileira de Voleibol, já havia mandado a documentação necessária e exigida,junto a Federação Baiana de Voleibol. Não houve nenhum empecilho, mas muita felicidade transbordando.

 

 

Ainda tenho medo sim, mas o medo agora é acordar e perceber que tudo não passou de um lindo sonho! Mas medo de continuar e seguir em frente não tenho mais, medo de me expor em uma competição agora que todos sabem que sou uma mulher transexual, também não. – salientou a atleta.

 

Conseguir a liberação pela Confederação Brasileira de Voleibol mudou totalmente sua vida pessoal e profissional, ela garante. Apesar de constrangedor, sempre andou com os documentos regulares exigidos pelo COI nos campeonatos em mãos para que ficasse bem claro àqueles que se opusessem a ela. Com muito carinho e mimo do público, Cláudia merece sempre muito mais por ser uma guerreira em sua escolha e paixão pelo esporte. Ela não lutou por algo diferente, mas pela igualdade.

Após a sua liberação, ela ressaltou que alguns presidentes que tinham muita vontade de tê-la em seus times, por falta de informação, ainda temiam  um constrangimento, agora não temem mais, e ainda questionou: Quem vai ser contra? E, eu continuo seu questionamento, quem realmente será contra uma mulher que joga super bem e que a confederação máxima já aprovou?

 

Recebo diariamente centenas de mensagem de carinho, palavras de apoio, que sou uma referencia de vida, um exemplo de superação, uma inspiração ,revolucionária e até mesmo de guerreira . Me pedem sempre para que eu continue na luta, pois pessoas estão do meu lado e se espelhando na minha imagem! – Claudia diz isso com todo o amor. E eu babo, claro, de orgulho.

 

Para completar, Cláudia nos diz que:

 

Não reclamo da vida porque acho que sou uma mulher de muita sorte. Além de ter uma família amorosa, tenho amigos maravilhosos e agora também tenho milhares de fãs que só me colocam pra frente a cada dia, me dando muita força, energia positiva e apoio. Tive sorte em só conhecer pessoas boas, até mesmo as pessoas sem iluminação que conheci na AABB serviram de aprendizado na minha vida, depois do trauma no grand prix pensei logo em voltar pra Roma e que seria impossível viver aqui neste país preconceituoso, mas de repente o número de pessoas que me seguiam foi aumentando, me dando força pra continuar. Aí também percebi que o Brasil não é só popularizado por pessoas preconceituosas de mal caráter, mas que existe também um número muito grande de pessoas boas, de boas ações cheios de amor pra dar, e, sem esse carinho todo, eu não teria força pra seguir em frente.

Gostaria de agradecer a Eduardo Souza que, junto a FBV, sempre se prontificou, mostrando os caminhos a seguir com a documentação. Agradeço a jindson soares Técnico da seleção baiana e ECV por todo apoio recebido. Agradeço sempre a todos vocês com suas mensagens de apoio e carinho e agradeço também a instituição Defensoria Pública de Itabuna junto ao Tribunal de Justiça por ter participado desta luta me dando o direito de viver! NÃO VOU PINGAR!!!

 

Depois de tanta lindeza, parabenizo-a pela vitória e agradeço a todos a quem ela agradeceu por não fazê-la desistir. Nega linda, você já faz parte da história dos esportes e o Pudor Nenhum tem o maior prazer de tê-la aqui pela segunda vez. Espero poder escrever sobre outras vitórias e que sua inspiração revele outros talentos e guerreiros nessa maratona de preconceitos a qual estamos inseridos. Se queremos igualdade, corramos atrás. Vambora!

Se eu fosse me definir, assim o faria: Mulher, negra e escrevo sobre sexo. Qual o problema nesta definição? Aparentemente nenhum, mas na prática há uma série de problemas que levam ao preconceito.

Enquanto mulher, nosso lugar no mundo já não é lá essas coisas. Afinal, toda mulher nasce predestinada a ser uma criança que precisa usar calcinha o tempo todo e que, quando os seios começam a surgir, precisa escondê-los. Ela deve crescer num mundo cor de rosa ou de cores neutras estilo aquarela e brincar de casinha e bonequinha. Toda mulher deve se maquiar, usar vestido e salto alto. Além do mais, casar e ter filhos faz parte de suas possibilidades de sucesso. Ser feminina, pelo menos, é uma exigência. Isso engloba cuidados com a pele, com o corpo, enfim, ser vaidosa.

Ser mulher já é uma grande carga e, por si só, engloba uma gama de preconceitos que a coloca no lugar de sexo frágil, delicadeza e mimimis. Mulher, muitas vezes, é aquela fútil. Sempre é quem deve cuidar dos filhos, da casa e, quiçá, do marido. Deve perdoá-los pelos erros e, ah, não pode trair nunca. Mulher que desconta chifre é vagabunda. Poderia ser qualquer outra coisa por um olhar mais amor próprio da vida, mas não – ela perde o valor porque mulher tem prazo de validade.

Mulheres negras valem menos ainda, pois carregam uma carga histórica que – somente pela cor da pele – já as incluem como inferior. Juntando esses dois fatores – mulher e negra – mais difícil fica, isto é, mais preconceito a enfrentar.

Cor do pecado quando querem elogiar; cor de sujo, de lama quando querem humilhar (outros adjetivos dependem do bom senso de quem fala, mas há muita gente no mundo sem senso algum). A mulher negra nem sempre ouve adjetivos claros de negação, mas sente em cada atitude alheia. Algumas vezes é vista como fetiche, em outras como invisível. Para se sobressair, a cor negra precisa de muitos atributos que possam também ser considerados de brancos. É preciso um esforçar-se mais.

Mais e se além de ser mulher e ser negra, ela escrever sobre sexo? Aí que o mundo acaba de vez e todos caem em cima com assédios desnecessários, com julgamos inapropriados e moralismos inaceitáveis. As mulheres que, em algum momento da vida, já são vistas como putas sem quê nem pra quê, tornam-se putas de boca cheia na boca dos falantes.

“Pra quê se amostrar e dizer que faz isso e aquilo?”. “Ela é pura pressão”. “Ali é sonsa, não vale nada”. “Finge de santinha”. “Deve dar pra qualquer um”. São essas as falas que circulam por mim aqui e acolá, sendo mostras claras de que mulher deve ficar nos contos da Disney e em romances bonitinhos. Sexo é compreendido como sinônimo de putaria e putaria como de pornografia. No meio de tudo isso, mulher negra aliada a sexo proporcionam um brega escroto, é uma coisa de louco que gente decente não entra.

Escrevo tudo isso rindo, principalmente dos hipócritas. Escrevo tudo isso aliviada e orgulhosa de ser quem sou. Ah, não falei de mais uma coisa que carrego e que é considerada uma característica marcante do negro – cabelos crespos. Mas para este terá um texto especialíssimo. Antes que comecem a colocar poréns em si mesma porque é julgada por outras formas de preconceito, lembre-se que nosso corpo não é vitrine e que somos maravilhosas independente. Histórico de preconceitos não deve nos vitimizar. Cultura mal construída não nos pertence. A gente sabe que somos bem mais do que uma dezenas de palavras ditas. Elas devem entrar por um ouvido e sair pelo outro – só assim seremos mesmo livres.

Algumas pessoas costumam ser acometidas por algo que vai além do que esperam, cujos sintomas percorrem todo o corpo. Uma delas, discutida cientificamente e claramente percebida pelas pessoas, é a Saudade Crônica Incontestável (SCI). Certo que nunca tenha ouvido falar desta questão, que acarreta problemas fisiológicos e psicológicos, mas tenho quase certeza que você já deve ter sentido. Afinal de contas, faz parte de todo ser humano.

A SCI ocorre de um indivíduo em relação a outro após contatos fervorosos e cujas lembranças o marcaram. Após este primeiro (ou primeiros) contato (s), pode ocasionar palpitações no coração; lágrimas nos olhos; vontade de ver a lua, de ler poesia e de abraçar o travesseiro; sorrisos incontroláveis; sensações de perfume; conversas aleatórias sozinho por sonhar muito alto; querer ligar o tempo todo para a pessoa e desejar ter milhões de bônus todos os dias no celular; ficar esperando ansiosamente para o nome da pessoa surgir no whatsapp; olhar os e-mails todos os dias religiosamente; ter vontade de tornar-se rebelde e largar tudo para ficar ao lado dele (ou dela).

Enfim, se a pessoa a quem você sente tamanho afeto morar em outra cidade ou país, o caso se agrava e a solução é procurar todas as alternativas para ficar ao lado dele ou dela, claro! Uma observação importante deve ser feita, se a pessoa que você ama ou está apaixonada não responde positivamente ao seu sentimento… é melhor pular fora, ou seja, não alimentar os sentimentos nem permitir a emergência dos sintomas citados aqui porque eles podem vir a causar outros efeitos, com sentidos inversos e causar dores profundas ao coração e à alma.

Então, nesse caso, o remédio é valorizar-se. Mas, se houver correspondência e adjacências, então bons tudos para você e se joga nessa Saudade sem fim porque acabar com ela demora muito e faz um bem danado.

A pergunta do título não poderia, à primeira vista, ter uma outra resposta a não ser a de que esta beleza está em nossos olhos. Quando olhamos no espelho nos vemos de um modo e quando fulano e sicrano nos vêem o redirecionamento do olhar e os conceitos de beleza são outros. A beleza, portanto, está além da nossa possibilidade de olhar e se ver refletida no espelho ou nos olhos alheios. E a pergunta é: e onde ela estaria?

Eu diria que a beleza está no conceito que criamos para ela no decorrer do nosso crescimento e amadurecimento intelectual. Talvez, ser bonita para você é ter uma pele de bebê ou ter lábios avermelhados naturalmente. Beleza, para ele, talvez seja ter um estilo mais marcado e diferenciado ou, simplesmente, ser bem casual e tímida ou extrovertida. A beleza está relacionada a nossa forma de ver o mundo e enquadra-se no quesito interior, ou seja, a aparência não é tudo quando o assunto é esse.

Quando não estamos bem, a tendência é nos acharmos feias. Caso contrário, nos sentimos lindas e maravilhosas. Assim funciona com quem nos ver e, de alguma forma, percebe esses reflexos da alma. Uma coisa importante que impossibilita nos colocarmos pra baixo e acharmos que não somos tão bonitas(os) é evitar pensar em situações desagradáveis e canalizar os pensamentos para afazeres e momentos bons da vida, além de procurar estar sempre com quem gostamos.

Se você não está acreditando em mim, faça o teste e confirme. Depois corre e vem me contar. Quando estamos bem por dentro, o espelho desembaça e a nossa beleza resplandece para nós mesmos e para os outros.

Em 2014 saiu uma pesquisa realizada pela Sex Wipes e que até hoje repercute nas mídias sociais. A Sex Wipes é uma empresa, na época recém chegada no Brasil, que vende lenços umedecidos para higiene íntima e chegou gerando a maior polêmica: 78% dos homens têm nojo de fazer sexo oral em mulheres. Mas como assim?! Foi essa a pergunta que me fiz. Claro que eu não imaginava que todos os homens gostassem da nossa menininha dos olhos, mas a porcentagem foi muito alta e os homens justificaram-na fazer, mesmo com nojo, pelo fato de buscar agradar a mulher, de ser um ato sem pensar devido ao tesão (porque se fosse racional, teriam nojo e não fariam), pelo medo de serem considerados gays ou de serem traídos por não cumprirem com esta função durante o ato sexual. Para completar, eles alegaram que o nojo advém do fato de a vagina ser muito úmida, ter pelos, cheiro e gosto ruim, aspecto desagradável e até mesmo por medo de pegar doenças sexualmente transmissíveis, por questões religiosas e por falta de confiança ou vontade da parceira.

Acredito que o sexo é uma prática que envolve intimidade máxima e, portanto, não pode ter frescuras. Quem sente nojo de fazer isso e aquilo não alcança o êxtase completo porque fica limitado. Além do mais, os envolvidos não podem ser egoístas, visto que este é um ato compartilhado. Assim como eu quero sentir prazer, eu o ofereço e é essa troca que possibilita o orgasmo. A palavra nojo para este momento entre duas ou mais pessoas caracteriza uma falta de entrega, pelo menos é assim que penso quando vivencio o sexo. Durante a relação, a vagina e o pênis são protagonistas. Parece que quando nos dispomos a transar, eles entram em cena para atuar em todos os papeis que lhes forem oferecidos. Então, pergunto novamente: Pra quê nojo? No entanto, gosto é gosto, né?

Assim como tais entrevistados, já ouvi muitas mulheres também dizerem que tem nojo de fazer sexo oral em homens e de manifestarem sua preocupação dele ejacular enquanto ela está com a boca na botija. Conforme elas, o sêmen é nojento e tem gosto ruim. Sinceramente, eu acho tudo uma delícia. Além disso, os pelos também são considerados vilões em ambos os sexos na hora do oral – sou a favor de mantê-los aparados. Em relação ao cheiro, é claro que não será legal se a higienização não for bem feita. O suor e o fato da genitália ficar abafada pela roupa intima favorecem um odor um pouco forte, então um banho antes e um cuidado diário é essencial. Se o odor for muito intenso, é importante procurar o médico. Além desses cuidados, fazer exames anualmente ou semestralmente é importante para qualquer um e garante a saúde e a segurança no momento de se relacionar.

Uma coisa, que vale a pena salientar, é certa: a nossa sociedade é machista demais para que o homem tenha medo de ser visto como gay por não ter disposição para o sexo oral em mulheres. A nossa sociedade é moralista demais para não torná-lo disposto por questões religiosas. Quando assistem filmes pornôs, será que pensam o quê? E ser gay é simplesmente não gostar de vagina?  É considerar isso um desvio? Não fazer sexo oral é apenas não ceder ao sexo em sua completude ou é uma questão de gosto, não podemos julgar.

Quando soube dessa pesquisa, conversei com alguns homens e todos eles acharam loucura o resultado. Todos alegaram adorar o gosto e a prática, apesar de alguns salientarem que nem todas as vaginas são bonitas e dão tanto prazer. Mas nem tudo é lindo, né gente? Cada um tem seu gosto – em relação a tudo na vida. As mulheres que conversaram comigo também alegaram que nunca ficaram com um homem que demonstrasse não sentir prazer ao fazer sexo oral nelas. Enfim, independente do resultado da pesquisa, saibam – homens – que higienização e sexo de todas as formas é tudo. Se não tiver tão a fim por fatores resolvíveis, então dá um jeitinho de resolver e caia de boca – vai que desfazendo alguns desentendidos, você não gosta, hein?

Não faço parte dessa margem abestada dos homens. Adoro chupar uma bucetinha limpinha e cheirosinha.
– Leitor Pudor Nenhum

 

Acho que tem alguma coisa que não confere. Pelo menos aos homens da minha geração, não tenho do que me queixar..rsrsrs.
– Leitora Pudor Nenhum

Já pensou em você naquela vontade louca de fazer sexo e o rapaz ou a mocinha delicinha ao seu lado apenas se deixar levar pelo ato sem nem um aperto com mãos ou mais expressividades? É foda, não é? Quer dizer, não é foda ou, então, é foda no sentido negativo da palavra. A prática sexual exige a participação de ambos e não ser ativo o suficiente pode ser brochante para aquele que quer investir-se por inteiro em possíveis gozos. Para aqueles que apenas se deixam penetrar, chamamos de inativos em algo bem típico de um sexo preguiçoso.

É aquela coisa da mulher abrir as pernas e deixar que o cara coloque nela ou, então, do homem deitar-se e deixar que a mulher fique por cima fazendo todo o serviço. Desse jeito, diz-se haver uma satisfação de prazeres, mas com aprovação em nota limite e sem nada de extraordinário para favorecer orgasmos. Mais morno do que isso, só se os dois desistirem no meio.

Seria cansaço, costume, sono ou falta de vontade por uma questão de indiferença ou seria egoísmo? Vários são os fatores para que a pessoa trate a foda com um certo descaso. Alguns ficam no “tudo nosso, nada deles” – isso combina muito com aquele pedido de sexo oral onde você coloca a boca na botija e não recebe nada em troca. Homem assim, inclusive, perde mil pontos comigo.

Em um bate papo bem informal, AC confessou que “às vezes sou preguiçosa com meu namorado. Tipo, trabalho e estudo o dia todo. À noite não tô com muita disposição, mas tô com vontade de fazer”. Para ela, o sexo é essencial e, por isso, não pode abrir mão nem que seja para fazê-lo sem precisar se exercer muito. Em contrapartida, RS vai dizer que em “Duas de cansaço eu nem penso em sexo”, visto que essa é uma prática que exige disposição para trabalhar todos os músculos e articulações.

Fazer sexo é realmente muito gostoso, mas, quando estou muito cansada, opto, primeiro, pelo descanso para depois dar uma com toda a disposição. Às vezes o corpo pede stop e, neste caso, aceite para, depois, dar de dez a zero em qualquer outra investida. Sexo preguiço tem cara de obrigação, parece aquela última flexão depois de horas de academia.

O que acha sobre essa coisa de sexo preguiçoso? Fique acanhado não, todo mundo já transou sem lá esses desempenhos todos. Nem tudo na vida são flores, muito menos quando diz respeito a vontade de dois, três ou seja lá quantos forem.

Eat me ou, em outras palavras, coma-me. Comer é o verbo que a maioria das mulheres conjugam quando não se aguentam mais de tesão. Reprimir desejos e negar o pedido dos nossos hormônios é desesperar-se por dentro e dar oportunidade aos pensamentos mais indecentes e indiscretos. Toda mulher, diferentemente do homem, ao sentir tesão molha-se entre as pernas. O tesão ocasiona uma lubrificação vaginal, além de outras características como aumento da temperatura do corpo, a cor da pele fica mais corada e a respiração aumenta. Essas mudanças deliciosas ocorrem por uma série de fatores hormonais.

O tesão inicia no cérebro pelo estímulo das áreas erógenas, que se dá pela audição com coisas sacanas e lisonjas, pela visão por meio de cenas que tenham a ver com o interesse de cada uma. Quem gosta de uma bunda, ver uma bem saliente causa saliências. Quem gosta de um peitoral definido ou qualquer outra parte do corpo, há que se refrescar porque ver tudo isso esquenta! E quem gosta daquela piscada de olho, daquele isso e daquele aquilo que os olhos contemplam encontram neste uma razão para excitar-se. O tato também é uma forma de provocar.  Pensa aí em uma pegada federal, uma mão na cintura e nos cabelos? Mulher nenhuma resisti, leram homens?

Quando a mulher está ovulando, no décimo quarto dia após a menstruação, ela fica no período fértil e daquele jeito que os homens adoram. Nesse período, a mulher exala um odor que atrai o homem (Sim, parecemos animais no cio!). Nosso tesão, mulheres, costuma durar mais do que o dos homens, pois eles normalmente o perdem após a ejaculação.

Transar é muuuito bom, mas sentir tesão naquele dado momento e desejar mais que tudo o outro é um manjar dos deuses (fiquei até com água na boca!), sem contar que torna o sexo ainda melhor! Quando tudo isso coexiste com o envolver-se, com o carinho e o querer bem em todos os sentidos… aí sim, a coisa pega fogo e não há quem apague!