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Há quem queira um lubrificantezinho para os momentos íntimos se tornarem mais intensos e não prolongarem os caminhos entre o ir e vir. O Ai, Delícia, da Sexy Fantasy, é um desses produtos que, apesar de tudo, ainda é super cheiroso. Ele é feito à base de água e não é gorduroso, além disso, promete não causar irritação – realmente, comigo que tenho alergias manifestas na pele, ele caiu super bem, deixou entrar maravilhosamente, saiu que foi uma gostosura. Ehlaiá.

Com 120 ml, o lubrificante Ai, Delícia não é tão pouquinho assim. Dessa forma, é possível usar várias vezes. Eu usei o de morango com champanhe que, apesar de ter um sabor indicado e explícito, ele não é para ser retirado com a língua – mas para ser passado com a mão, fazer as genitálias deslizarem de prazer e depois zarpar, sendo retirado facilmente.

De acordo com Paula Milena, fisioterapeuta uroginecológica e sexóloga da Sexy Fantasy, os lubrificantes da marca (incluindo o Ai, Delícia) “tem o poder de lubrificação chegando a ser semelhante a lubrificação natural e também tem o PH ideal para a mucosa vaginal”. Sendo assim, ele pode ser usado todos os dias – independente do uso de camisinha.

Na hora de usar, gosto de colocar bastante. Mas, mesmo assim, ele ainda demora para acabar e me passa impressão, inclusive, de que, se eu usasse menos, ele teria a mesma função de de auxiliar o moço a desvendar-me deliciosa. Assim, houve quem sinalizou que o uso dele foi “um complemento pra deixar o que era gostoso em uma delícia…”.

Para quem quiser experimentar, minha indicação é mais do que certa. Pode confiar! MAS se você é daqueles que tem muitas alergias e quiser conhecer todos os seus componentes, basta olhar na foto abaixo. Foi exclusivamente feita para você!

 

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Um beijo na boca, um lubrificante em outros lugares que também são gostosuras, bem como um “Ai, Delícia” no pé do ouvido é o que eu desejo para você. Sem eira nem beija, jogue-se nos meandros do sexo e deslize em saliências. Quanto as imagens que ilustram este texto, elas serão alteradas em breve para outras que facilitem a visualização do produto.

Em um certo fim de semana de outubro, eu estava sem o que fazer em casa e resolvi olhar as conversas do meu WhatsApp. Alguns minutos depois, veio uma notificação de que eu havia recebido uma mensagem no app. Abri e me deparei com uma vinda da Camila. Ela é uma mulher divina, morena, seios médios, longos cabelos negros e mais outras excitantes atribuições acompanhadas com um encantador sorriso. Somos amigos há alguns anos e sou caidinho por ela, que sabe de tudo isso.

“Oi, tudo bem? Meus pais viajaram e estou me sentindo sozinha em casa. Eu posso ir para a sua e passar o dia aí com você?”, dizia sua mensagem.

“Claro, pode vir para cá. Adorarei a companhia e a minha casa sempre está de portas abertas pra você”, respondi já imaginando o que poderia ocorrer futuramente naquele dia.

Após algumas horas, a campainha toca e eu corro para atender. Lá estava Camila, com um vestido vermelho Muito chamativo e decotado, linda e sedutora em minha frente. A convidei para entrar e então ficamos durante muito tempo conversando sobre as coisas das nossas vidas e as que gostamos. Temos muitos gostos em comum.

Após horas de papo e umas boas risadas, Camila e eu estávamos sentados no sofá da sala, assistindo a um filme que ela mesma havia recomendado.

“Você lembra do dia no qual contou que gostava de mim? Você ainda gosta?”, perguntou Camila colocando a mão em meus ombros.

“Sim sim, com todas as suas qualidades e a sua aparência sedutora, eu sempre fui louco por você”, respondi olhando em seus olhos e colocando minha mão direita em sua coxa.

Então Camila olhava pra mim como se seu prazer começasse naquele instante. Tirei os seus óculos; deixei-o na mesa e então começamos a nos beijar. O gosto dos seus lábios era tão delicioso que arrepiava e me excitava só de sentir. Minhas mãos percorreriam suas pernas e subiam até sua virilha. Comecei a mexer meus dedos do lado de fora de sua calcinha, estimulando sua buceta, fazendo com que ela ficasse sem controle de si e do seu corpo, fazendo ela tirar o seu vestido.

Com o vestido já no chão, vi Camila com uma deliciosa lingerie preta, onde meu tesão se aumentou ainda mais. Em meio a mais beijos, ela me segura pela cintura, abre o botão e o zíper da minha calça e pôs a mão dentro da minha cueca onde começava a masturbar o meu pau de uma forma que nunca havia sentido antes. Em seguida ela se ajoelhou e sem dó iniciou o oral mais gostoso da minha vida. Em meio as chupadas no meu pau, ela olhava em meus olhos e se deliciava de me ver gemendo ao meio de tanto êxtase e tesão. Enquanto ela se deliciava em mim, abri o seu sutiã e aliava seus seios com vontade.

Os movimentos ficavam mais intensos e pedi a ela que ficasse de quatro no sofá. A gostosa me obedeceu e então foi a minha vez de ajoelhar. Coloquei minhas mãos em sua bunda, botei a calcinha de lado e fui de língua. Que delícia, quente, molhada e depilada. O clitóris dela era manipulado pela minha língua e minhas chupadas. No sofá, ela se contorcia de tesão, rebolando tudo na minha boca. Trocamos de posição e então me deitei e ela sentou com sua buceta em minha boca. Ela gemia sem parar e ficamos assim até a hora que ela implorou para que fosse fodida, dizendo “me come logo,vai! Eu to louca pra dar gostoso pra você. Judia de mim! Me faz de cachorra, hoje sou sua vadia!”.

Atendendo aos pedidos, novamente a coloquei de quatro e coloquei devagar cada centímetro do meu pau em sua buceta. Aumentando a velocidade, fodia ela com todo o meu tesão enquanto Ela gemia e pedia mais. Nosso sexo foi todo na sala de estar, onde no final gozei em seus seios e dali pra frente ela se transformou de uma amiga para uma constante parceira sexual, transando mais vezes e realizando todas suas fantasias.

Marcelo Lopes, mineiro.

É bem provável que você não conheça este livro, afinal, o autor só teve repercussão com ele. John Cleland é um escritor do século XVIII que, segundo a sua biografia, foi preso por causa de dívidas e, enquanto estava na prisão, revisou e o enviou para publicação. Considerado o primeiro romance erótico da modernidade, Memórias de uma mulher de prazer (popularmente conhecido, na época, como Fanny Hill) foi um marco na luta contra a censura erótica porque os editores e os impressores foram presos e acusados de obscenidade. Infelizmente, o escritor teve que abdicar do livro e, a partir de então, surgiram edições piratas que passaram a divulgar os escritos.

Cleland foi compreendido como pornográfico na época ao narrar as aventuras de uma jovem, em sua iniciação sexual e no decorrer de sua vida. Além da escrita detalhada e marcada por retrato de cenas consideradas “imorais”, na década de 1760 começaram a surgir versões ilustradas e foi isso, principalmente, que lhe atribuiu o cunho pornográfico. Este material iconográfico, inclusive, inviabilizou discussões objetivas acerca do romance no século XIX e este apenas foi reconhecido pela crítica há pouco tempo.

Uma das ilustrações de Fanny Hill ou Memórias de uma Mulher de Prazer

Uma das ilustrações de Fanny Hill ou Memórias de uma Mulher de Prazer

Fanny Hill ou Memórias de uma Mulher de Prazer conta a história de uma jovem de quinze anos, cujos pais falecem e, por isso, vai para Londres em busca de uma vida melhor. Lá, ela acaba indo parar em um bordel e apaixona-se por Charles, fugindo com ele. No entanto, ele precisa deixar a cidade e ela fica sozinha – deixando a insegurança de lado e tornando-se uma cortesã bem requisitada pelos homens… até que casa-se novamente com um homem rico e descobre que está sendo traída. Como troco, entrega-se aos prazeres com um criado e é pega em fragrante. Financeiramente melhor, volta para uma casa de satisfações sexuais e finge perder a virgindade novamente… até casar-se novamente, seu marido falecer e ela enriquecer a base da sua herança. Após alcançar a independência financeira, Fanny lembra-se de Charles – o rapaz com quem perdeu a virgindade e apaixonou-se pela primeira vez ou, pode-se dizer, seu primeiro e único amor.

Mais do que um enredo belíssimo, Cleland traz em minúcias os enlaces sexuais – não apenas de Fanny Hill, mas também daquelas que habitavam a casa em que ela conviveu por um tempo. Tais enlaces também referem-se à orgias e momentos entre homossexuais. Tudo isso serviu como um tapa na cara da igreja (e, ai, esse tapa foi uma delícia!). Escrito em dois volumes, apresenta-se em forma epistolar (ou seja, você lerá duas longas cartas). Desse modo, lemos confissões e adentramos ainda mais nesse mundo de prazeres sexuais. Quer saber? Vale super a pena lê-lo.

Quem me apresentou a Cleland foi um amigo lindo. Com uma dedicatória mais linda ainda, apaixonei-me logo nas primeiras páginas deste livro. E outra: não é coisa de outro mundo achá-lo para comprar e também não é caro, dei uma pesquisada por aí justamente para lhe dizer isso, ok? Boa leitura e próximo mês tem outra indicação deliciosa por aqui!

Dedicatória feita em meu livro por um amigo que, inclusive, me presenteou com ele.

Dedicatória feita em meu livro por um amigo que, inclusive, me presenteou com ele.