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Éramos 3 amigos numa segunda-feira de carnaval – eu, Ju e Mila (nomes fictícios) – e, como costumávamos fazer, marcamos um almoço na casa de Ju, o que para mim era uma ótima oportunidade de ficar a sós com Mila, pois trabalhávamos juntos e sentíamos muito tesão um pelo outro. Como eu namorava ela, não ficava à vontade em demonstrar em público.

No almoço anterior, enquanto Mila lavava os pratos, eu me aproximei e beijei seu pescoço. Ela começou a rebolar aquela bunda enorme em meu pau que ficou duro na hora. Fomos para o quarto e tirei o pau para ela ver e apreciar com muito tesão. Deitei ela na cama e, quando fui tirar sua roupa, ela disse que estava menstruada. Ela pegou meu pau e chupou, mas eu não quis gozar. Queria ficar com a mesma sensação que ela estava, então, neste almoço de carnaval, era o dia.

Ju, a dona da casa, era super descolada e assim que cheguei ela falou: dei meu cu ontem! Eu, surpreso, respondi: E aí, gostou? Ela disse que não doeu, mas também não gozou e todos nós rimos muito. Depois de muita conversa, fomos almoçar. Além de uma garrafa de vinho, tinha levado dois filmes para assistirmos e assim almoçamos assistindo o filme “Doce vingança”, estrategicamente escolhido por elevar a autoestima feminina depois de tanto sofrimento.

Estava sentado a mesa ao lado de Mila e Ju no outro canto. Passei a mão nas pernas de Mila por baixo da mesa e ela prontamente pegou em meu pau e ficou batendo uma punheta por cima da minha bermuda. Ela estava com uma calça de tecido bem fino e dava para sentir sua boceta bem molhada e assim ficamos até acabar o filme. Depois da sobremesa, abri o vinho para brindarmos aquele momento de amizade. Ju ficou meio tonta com o vinho e disse que ia tomar banho enquanto eu colocava o segundo filme. Quando viu a capa do filme, resolveu tomar banho depois.

Fechamos a janela da casa, colocamos almofadas no chão e iniciou a sessão. O filme era o “Ônibus da sacanagem”, basicamente orgia com vários casais transando ao mesmo tempo num ônibus. Eu estava no meio das duas sentados no chão. Ju estava só de toalha, pois ia tomar banho e, depois de algum tempo de filme, começou a se masturbar ali mesmo em nossa frente e, de repente, ela diz: Ai, gozei, e agora tenho mesmo que tomar banho. Meu gozo já está escorrendo.

Eu já louco de tesão, achando que podia transar com as duas, mas não tentei, pois conhecia a Mila e sabia que podia botar tudo a perder. Assim que ela entrou no banheiro, eu e Mila nos agarramos como dois cachorros no cio. Enfiei minha mão dentro de sua calcinha já completamente encharcada e senti sua boceta toda raspadinha. Fomos para o quarto, tirei sua blusa e sutiã expondo seus lindos e arrepiados seios. Deitei ela na cama e puxei sua calça e calcinha junto. Lá estava ela nua, linda e inigualável. Tirei uma camisinha do bolso e finalmente a penetrei. Ela deu uma leve gemidinha e disse: Vai, mete o que você pode. Eu metia na posição papai mamãe enquanto chupava seus peitos e, assim, acabei gozando dentro daquela boceta gostosa.

Levantei e ela perguntou: Você conseguiu gozar comigo? Eu só sorri e beijei ela. Eu estava todo molhado de suor. Peguei uma toalha e fui tomar banho. O banheiro não tinha energia e a porta não fechava toda, deixando passar apenas uma fresta de luz e deixando tudo numa penumbra. Quando viro, vejo Mila entrando no banheiro, tirando a roupa e entrando no chuveiro comigo. Ela usava algum tipo de creme no cabelo que começou a escorrer pelos nossos corpos nus, deixando tudo bem escorregadio naquela penumbra, um tesão só.

Depois de beijar e chupar muito seus peitos fartos, peguei outra camisinha no bolso da bermuda, coloquei ela de quatro apoiada na pia e delirava ao ver aquela bunda enorme rebolando em minha pica. Depois de um tempo nesta posição, ela cansou, pois o banheiro era muito apertado e eu tinha praticamente acabado de gozar com ela no quarto. Ela, então, se agachou com as pernas abertas e começou a chupar muito meu pau e só disse para eu não gozar em sua boca. Ela me olhava com uma cara de puta enquanto chupava e, assim, eu gozei em seus peitos, deixando aquela morena gostosa com um lindo colar de pérolas. E, assim, foi o melhor dia de carnaval que já vivi até hoje.

 

Um despudorado.

Depois de uma sessão dolorosa de terapia, eu me recordei de uma cena que vivi durante minha infância. É como se eu estivesse ali, na sala de minha casa, usando um shortinho folgado e uma blusa laranja. Enquanto minha mãe preparava um suco, aquele senhor, primo distintíssimo de minha avó, pegava-me pela mão e pedia para eu ficar sentada em seu colo. Aproveitava a ausência da minha mãe e sua mão adentrava a minha calcinha, sentia seu dedo apertando minha vagina e ele dizia que menina boazinha não gritava e também não comentava com ninguém o que o tio fazia.

Minha mãe sempre dizia que as meninas deveriam sempre obedecer aos mais velhos e assim eu fazia. A presença do primo idoso durou alguns dias e, sempre à tarde, ele aparecia, trazia doces para mim e, quando estávamos sós, eu degustava meus doces e ele alisava minha vagina. Recordo com muito nojo do pênis dele. Um dia ele mostrou um pouco de seu órgão para mim e colou minha mãozinha sobre a cabeça de seu pênis. A tarde foi mais longa porque minha mãe estava lavando roupas.

Eu era apenas uma criança de sete anos. Eu passei uma boa parte de minha vida sem comentar esse ato com ninguém, só tive coragem de revelar à minha psicóloga e meus traumas foram desvendados.

Caros leitores, o dedo dele me silenciou e eu tinha medo de ficar em lugares com muitos homens. Pegar carona, dividir a sala de trabalho, abraçar algum homem com cabelos brancos era algo impossível de realizar. Perdi a virgindade após os 24 anos e fazer sexo só à meia luz. Tenho medo dos dedos que podem me ferir e ainda não consigo me satisfazer plenamente na cama. A ida ao ginecologista é pavorosa, sinto dores pelo fato de saber que ele irá tocar em mim, fico inconsciente e choro.

Aquele senhor deixou cicatriz em mim. Eu tinha idade para ser sua bisneta e ele me molestava. Por que algumas pessoas são tão cruéis com crianças? Por que aquele dedo me tocava durante as férias? Por que não me ensinaram a não ser boazinha e desobedecer algumas pessoas? Tantas perguntas me sufocaram e tantos desejos enterrados dentro de mim.

Caros despudorados, compartilho o meu trauma para que quem têm filhos possa ensiná-los a sempre falar o que sente ou o que fizeram com ele ou se alguma pessoa tocou em seus seios, vagina, ânus e pênis. Traumas doem e castigam.

A terapia me ajudou a vencer alguns medos, mas ainda sei que preciso libertar-me das marcas para gozar plenamente de prazer.

 

Palavras de uma despudorada da Bahia.

Tudo começou com um beijo no pescoço, um encosta n’eu, dá um cheiro n’eu. As mãos falavam por si, os corpos diziam pelos dois. Uma bebida feita a quatro mãos seria mais um recurso para esquentar aquele momento que já pegava fogo. No caminho para o ninho, a descrição de tudo o que poderia acontecer. Baco Exu do Blues começou a tocar Bebendo vinho, quebrando as taça/ Fudendo por toda a casa. Assim, começamos pelo corredor.

Bebidas no chão, roupas tiradas, paredes, chão. E o movimento de cada penetração levava-nos adiante em gemidos e prazer. Mete, chupa, morde devagar. Mãos e marcas no corpo e pelas paredes da casa. Sem mais e querendo muito mais, agora em outros lugares: quarto. Se eu divido o maço/Te amo, desgraça, te amo, desgraça – continuou a música e a gente, em cada soltar de fumaça, mais se pegava.

Por frente, por trás, de lado entre coxas e assaltos. A cama era apenas uma superfície rasa. Não havia limites, havia fome. Mais um recurso surge: aquela prótese, consolo, pau de borrada ou quais outros nomes preferirem chamar. Fomos de outra rola, 18cm a mais para completar aquela relação carnal de signos em fogo. Vai, senta firme/Vai, senta, senta, senta. A música se repetia.

Enquanto ele metia aquela a rola a mais, beijava-me. Enquanto ele me desvendava, eu metia todo aquela ostentação em mim mesma. Não havia preconceito, queríamos fazer da penetração o centro das atenções. Em mim, vontade no limite máximo. Nele, gemidos deliciosos sem necessariamente ser aos pés do ouvido. Enfim, jorro. Após, silêncio. Cama molhada e o corpo, em brasa, aquietando e acalentando-se um no outro.

Ao levantar, sol. O dia havia nascido. Nosso corpo estava desperto. Banho. Risadas juntos, um seguir adiante e aquela conclusão de que a vida pode ser bem mais excitante sempre que a gente quiser, basta permitir ao corpo faísca.

Sou casado há 6 anos e tenho dois filhos ainda pequenos. O casamento está morno há algum tempo e minha mulher tem evitado sexo. Antes de casar, não tinha hora e, às vezes, nem lugar para transarmos, mas agora ela sempre deixa para um “depois” que nunca chega. Este ano saímos no carnaval em salvador, nós dois e uma das melhores amigas dela que também tem uma filha pequena.

Saímos juntos daqui de casa para o bairro da Barra de onde começaria o desfile. Alguns quilômetros e muitas cervejas, depois Marta (nome fictício) – a amiga da minha mulher – me abraçou forte durante uma musica e, em seguida, ficou de costas e rebolou aquela bundinha gostosa em meu pau, numa coreografia bem ousada. Fiquei duro na hora, mas como nunca houve antes qualquer tipo de insinuação minha ou dela, ignorei achando que era o normal pelas cervejas, o carnaval etc.

Minha mulher não mostrou ciúmes, talvez porque, com a amiga estando perto de mim, tenha afastado outras mulheres que haviam me paquerado abertamente. Pouco tempo depois, tocava aquela musica “já beijei um, já beijei dois, já beijei três” e ela parou bem na minha frente e disse – eu não beijei ninguém ainda. Meu ímpeto foi de agarra-la ali mesmo e satisfazer sua vontade, mas me segurei. O resto do percurso no bloco correu assim com insinuações e coreografias ousadas que faziam meu pau quase saltar do short leve e de tecido fino (claro que a marta sentia meu pau pressionar sua bunda toda vez).

O desfile do trio terminou mais ou menos as 2:30 da manhã, minha mulher convidou a amiga para dormir em nossa casa, pois era perigoso voltar sozinha. Minha mulher sempre foi frágil para bebidas e após o banho logo dormiu. Marta ficara para dormir na sala. Depois de constatar que minha mulher não acordaria tão fácil, parti para o tudo ou nada: fui para a sala e ofereci mais cerveja. Dois goles depois, Marta cantarolou a mesma música e perguntou: – Será que vou beijar agora? Mal ela disse isso e eu já estava agarrando e beijando sua boca.

Ela estava de camisola e sem sutiã, facilmente arranquei a peça de roupa e passei a chupar seus seios de tamanho médio enquanto sentia sua mão hábil puxar meu pau para fora da cueca e bater uma punheta. Pus Marta deitada tirei sua calcinha e comecei a chupar sua buceta. Ela tentava controlar o gemido, passava a mão em meu cabelo e suspirava forte. Ficou bastante molhada.

Quando levantei para pegar a camisinha, ganhei um boquete caprichado. Meti de vez meu pau e ela me agarrou e beijou para evitar gritar. Dava estocadas profundas e sentia sua respiração ofegante em meu pescoço. Ela inclinou o corpo para o lado e apoiou a perna no recosto do sofá. Com isso, pude agarrar sua bunda. Estava cheio de tesão e Marta gemia no meu ouvido e dizia “me fode” a todo instante. Não demorou muito e gozei enquanto puxava seus cabelos e arfava em seu pescoço.

Marta ainda tirou a camisinha e ficou brincando com meu pau, vendo se sairia mais porra. Antes que ficasse com ele duro de novo e quisesse comer aquela buceta mais uma vez, sai dali e fui me lavar voltando para meu quarto a fim de evitar que o pior acontecesse. Na manhã seguinte, eu evitava os olhares suspeitos para a amiga de minha esposa, que não parava de falar o quanto adorou o carnaval e conferia as fotos da noite anterior no celular, sem suspeitar de nada.

– De um despudorado soteropolitano.

Estávamos ali, em meu quarto, ouvindo um DVD de Arnaldo Antunes, ainda se podia ver a fumaça do último cigarro, nós não nos beijávamos ainda, eu apenas a tocava com as pontas dos meus dedos, percorria suas coxas com as pontas dos meus dedos amarelados, como quem acaricia a capa de um livro que a muito deseja ler, ainda estava vestido, mas já me sentia nu em sua presença, e realmente estava, estava despido de qualquer aparência, qualquer mascara do dia a dia, estava eu despido de mentiras e fingimentos e ela nua, vestindo apenas o desejo e o calor e isso me deixa arrepiado.

Seus olhos vermelhos nos meus foi o melhor texto que li em tempos, me disse tudo sem dizer uma palavra, sua energia tocando a minha e causando uma quase eletricidade no ambiente, foi quando desci beijando sua barriga e tirei sua calcinha enquanto procurava sentir o cheiro da sua libido, abri suas pernas devagar, ansiava aquele momento a semana toda, desejava loucamente possuí-la, mas não tinha pressa, afinal ela não iria a lugar nenhum, ela queria ser lida, tanto quanto eu queria ler, então eu abri suas pernas devagar e absorvi a imagem com meus olhos pequenos e vermelhos, não consegui conter um sorriso que crescia em meu rosto ao olhar aquela carinha de luxuria me observando, ela pediu pra ir devagar, mas eu não tinha pressa, meu ritmo sempre fora mais selvagem, mas há tempo para tudo nessa vida…

Pinto, C. – um despudorado baiano.

A dona Silvana é amiga de minha mãe e é uma das coroas mais alegres que já vi. Hj ela tem 53 anos e está só um pouco acima do peso, mas ainda é uma gostosa. Nem preciso dizer que sempre tive tesão por ela. Era muito comum as visitas a minha casa e vice versa. Dona Silvana sempre foi super carinhosa, tratando com muitos beijos e abraços, uma mulher feliz em seu casamento até o dia em que descobriu que o marido não só tinha uma amante como tinha dois filhos com ela, de 8 e 5 anos. Claro que ela ficou arrasada e então fazíamos visitas frequentes a ela que já estava morando sozinha, a fim de consolá-la.

Naquela quinta-feira, resolvi ir sozinho até sua casa. Muito abalada, dona Silvana parecia inconsolável. Após horas de conversa, um elogio finalmente trouxe um sorriso. Ela tinha os olhos vermelhos de quem já havia chorado à exaustão. Disse que seu ex estava bem com a amante mais nova e os filhos que ela nunca tivera, mas ela não poderia recomeçar porque já estava velha e feia e nenhum homem iria olhar para ela.

– A senhora não é nem velha e nem feia, ao contrario é uma das mulheres mais gostosas que já vi e qualquer homem inteligente não perderia a chance de estar com você – disse sem me dar conta que havia saído também a palavra “gostosa”.

Dona Silvana me respondeu: – Só quer me animar um garoto bonito como você não ia achar uma coroa como eu gostosa.

– Pois acho isso desde os 15 anos, meus banhos demorados que o digam, pena que nunca tive a oportunidade de ter certeza.

– Menino! Disse ela.

E, após um segundo de silêncio que pareceu uma eternidade, puxei seu rosto para mim e finalmente troquei todas as imagens criadas em minha mente, após tantas punhetas, pelo gosto dos lábios daquela mulher extraordinária em minha boca. Investi sobre ela, tirando sua blusa. Dona Silvana fez o mesmo comigo e não resistiu ao passar a mão em minha barriga que começara a colher os frutos da academia. Passei a língua em seu pescoço e orelha, ouvi seu suspiro baixinho enquanto sentia suas mãos tirarem meu pau para fora da cueca. Minha vez de gemer baixinho quando senti suas mãos alcançarem também minhas bolas enquanto chupava seus seios. Ainda no sofá, tirei sua calcinha (grande rsrsrs) e chupei sua boceta com toda vontade do mundo.

Ela não se conteve mais, passou a gemer alto e às vezes pressionava minha cabeça com suas coxas, me forçando a afastá-las. Só parei de chupar quando ela gozou, coisa de 20 minutos após a primeira lambida. Levantei para tirar o resto de roupa que ainda me atrapalhava quando Silvana outra vez pegou em meu pau, admirando como se matasse a saudade de algo que há tempos não via. Me fez gemer alto quando o pôs na boca e sugou profundamente. Molhou bastante meu pau, passou a língua bem na pontinha e mordeu de leve a cabeça (ninguém nunca tinha feito nada disso).

Agradeci aos deuses do sexo por não ter gozado naquela hora, pois queria meter. Mal podia acreditar que meu sonho de consumo enfim se realizaria. Ela já me esperava de pernas abertas, enfiei meu pau e ele escorregou fácil para dentro daquela boceta meladinha de gozo. Alternei entre estocadas fortes e lentas, arfava como um cachorro em seu ouvido e Silvana pedia mais pica. Depois de um tempo, ela virou-se para ficar de frente pra mim, levantou a perna e eu pude segurar sua bunda e com isso sentir meu pau penetrar fundo. Poucas investidas nesta posição e não resisti: gozei gostoso dentro de sua boceta, metendo com mais força até o fim, chamando de gostosa e ouvindo seus gemidos mais altos a cada estocada.

Ela ainda me beijou gostoso antes de me deixar sair. Pude ver parte do meu esperma sair de sua boceta e escorrer pela perna. Disse que finalmente tinha realizado meu sonho de tantas punhetas e que estava realizado. Silvana me disse que jamais imaginou dar pra mim por ser filho de sua amiga, mas que iria, sem dúvidas, querer mais de meu pau duro dentro dela. E assim foi por mais um tempo, sem ninguém nunca desconfiar de nada.

De um leitor despudorado da Bahia.

Era uma quinta-feira chuvosa e fria. Sou Bia. Servidora pública. Trabalhei pela manhã e almocei rapidinho para ir fazer um pagamento no banco. Estacionei o carro num estacionamento de costume próximo ao banco. Ao entrar na agência, deixei as chaves e o celular antes da porta giratória e entrei no banco. Ao pegar a senha e me dirigir para pagar, fui informada que só as 14 horas. Preocupei, pois tinha que retornar ao trabalho antes das quatorze. Mas, ao passar em frente à mesa do Gerente, me informei e o mesmo falou para ir no primeiro andar que conseguiria pagar o que precisava.

Assim que cheguei, fui ao caixa e então percebi que as chaves que peguei lá embaixo não eram as minhas. Desci e pedi ajuda ao segurança que, sem êxito, me disse: não encontrei quem levou suas chaves. Senti algo tipo estas ferradas. Em meio ao meu desespero, surge Jhon. Um segurança educado. E tentou me acalmar. E ai conversamos. E até me fez rir. Daí disse que me levaria para pegar a cópia das chaves. E eu nem pensava. E ai pensava: nem em casa posso ir. Até que lembrei que um amigo Lula tinha ficado com uma cópia de lá de casa. Entre tantos caos, uma boa notícia.

Jhon me disse: te levo para pegar as chaves. Meio sem graça, aceitei. Até as quatro aguardei que minhas chaves fossem devolvidas e nada. Nesse ínterim, Jhon foi lanchar próximo ao banco e ainda me pagou um caldo de cana. Sempre gentil e extremamente simpático. Então a chuva aumentou e ele de moto. Foi tão cuidadoso que passou na lavanderia e pegou seu agasalho branco pra me esquentar. Ai seguimos para o Shopping, chuva e frio para pegar as chaves. Ao retornamos, lembrei que precisava passar na farmácia e ele mais uma vez não hesitou em me ajudar. Ao chegarmos na porta da minha casa, ele estava encharcado e eu perguntei se queria subir. Ele disse que sim.

Chegando, tirou a camisa e as meias. Percebi um corpo sensual com tatuagens e eu agradeci de novo por te me ajudado.. Então, conversamos mais de mim e ele estava com muito frio. Depois de um tempo, falou que ia embora e veio me dar um beijo no rosto de despedida. Só que falou que queria fazer algo. Então aconteceu um beijo desses bons e nos beijamos muito aquele beijo de língua intenso. Suas mãos adentravam nos meus cabelos e apertava meus peitos Sem parar. Era uma sensação boa. Contudo, era o nosso primeiro encontro. Tentei resistir. Mas não consegui, Jhon pegava forte, deliciosamente gostoso e sensual.

Daí fomos para o sofá e sua mãos percorriam meu corpo bem como sua língua me chupando, fazendo eu gozar em sua boca. Jhon me tocava com sua língua quente com tanta intensidade que faltava o ar. Começou a me chupar com tanta avidez a ponto de rasgar a minha calcinha e me deixar toda molhadinha. Isso só fazia aumentar o tesão e eu já estava entregue. Suamos muito. Na minha cabeça, eu queria entender, mas não dava. Era uma sensação doida e deliciosa. Era um prazer enlouquecedor. A sala ficou pequena pra tanto prazer.

De repente, já me peguei chupando ele também, engolindo seu membro todinho na minha boca sedenta de prazer. Ouvia seus gemidos…e me mordeu no braço direito, me deixando mais excitada ainda, nos estapeamos na cara para apimentar o momento. E me chamou de safada, puta e cachorra. Adorei demais. Eu prontamente falei que ele era safado, puto e cachorro. O mais incrível para mim: eu tinha a sensação de conhecê-lo há muitos tempo. Era uma sensação nova, mas familiar. Muito louco.

Em meio a esse turbilhão, fizemos amor e ele gozou no meu corpo me dando um banho delicioso e quente. Mas como disse: Jhon, em breve nos encontraremos para terminarmos o que começamos. Ficou uma sensação de não finalizado e um quero de novo.

De uma leitora baiana e despudorada.