Nós sempre temos a certeza de que ligar o foda-se é a coisa mais fácil do mundo por considerarmos este ato simplesmente como uma forma de negação aos padrões e imposições que nos são impostos. Entretanto, Mark Manson, em A sutil arte de ligar o foda-se, nos apresenta um outro olhar sobre o assunto.

Com suas palavras, nos voltamos para nós mesmos e começamos a refletir sobre nossas decisões, objetivos e atitudes perante a vida. “A ideia de ligar o foda-se é um jeito simples de reorientar nossas expectativas e descobrir o que é ou não importante na vida”, confirmou o escritor.

Mark Manson é pertinente ao abordar a questão dos valores, da importância de assumir a responsabilidade dos próprios atos e de estabelecer as reais prioridades. Ele também nos dá um tapa na cara quando deixa claro o quanto é importante fracassar. Para o autor, o fracasso é uma forma de nos tirar da zona de conforto e nos impulsionar.

Por meio de exemplos inusitados, o escritor nos aponta o dedo e diz: Você não é especial, você não é único e você não precisa ser otimista o tempo todo. Com isso, a gente se sente mais confortável e sincero consigo mesmo para, assim, seguir e assumir a vida com todas as suas divergências.

Eu gostei tanto do livro que li aos pouquinhos, marcando cada trecho que achava interessante e compartilhando diariamente com os despudorados nos stories do Instagram. A cada compartilhamento, eu recebia um retorno positivo das pessoas ávidas por esta leitura.

Mark Manson parece ter dito tudo o que eu precisava ouvir. Essa leitura forte me fez mais leve porque eu resolvi parar de me cobrar tanto. Foi a partir daí que comecei a reescrever a minha caminhada e a redescobrir onde quero chegar.

Além de indicar essa leitura, estou apta a ouvir/ler todos aqueles que também se debruçaram para aprender a sutil arte de ligar o foda-se. Lembre-se que o Pudor Nenhum é nosso e seu comentário aqui é super, mega importante. Aqui você é único.

Quando falamos de casual, estamos nos referindo ao que é acidental, informal, ocasional, eventual. É este o sentido para aquele look em um domingo à tarde e, também, para aquele momento de entrega sexual. Como não há vínculo afetivo e exclusividade, muitas vezes ele é compreendido como promíscuo. Entretanto, a promiscuidade só existe quando o sexo é descuidadoso, ou seja, aquele sexozinho sem camisinha.

Naquela balada, rola a química e dá-lhe sexo nos corredores, no banheiro, na rua. Aqueles amigos que se pegam de vez e se saciam também praticam sexo casual em instantes de aperto, afinal, somos seres sexuais e se ambos são solteiros não há porque se negarem, não é?

Porém, tudo na vida – assim como a lua – é uma questão de fases. Curtir a solteirice tem um pouco dessa leveza do querer experimentar vários parceiros sexual e viver o desapego, mas, como tudo na vida, esse momento também passa a ter regras.

Há um momento da solteirice que somente sexo por sexo deixa de fazer sentido. Para ele continuar existindo, é preciso um esforço do outro ou pelo menos aquela relação de amizade que ultrapasse as quatro paredes. Sexo delivery deixa de ser gostoso porque não surpreende mais. Você passa a ir na casa do outro e vice versa apenas cumprir rotina. Depois disso, tchau e bença. Todo esse círculo vicioso que envolve o sexo passa a ser vazio e pode retornar em pequenas doses de baixa autoestima.

O sexo casual nem sempre persiste. Chega um momento na vida que ele precisa ser leve e surpreender. Acredito que eu tenha chegado a este momento e, assim, estou começando a ligar os foda-se’s para aqueles que só querem uma chupadinha e uma gozada fenomenal. Ficar por um tempo sem sexo não é algo que vai nos matar. Conheço muita gente que vive bem na abstinência e que se aproveita disso para praticar o tapa na pantera, a siririca, os dedinhos na priquita. Sim, a gente também pode gozar e ter orgasmos sozinhas.

Quando o sexo casual passar a te afetar e você começar a se perguntar: Porra, ele só me quer como depósito do esperma. Ele só quer me comer e pronto. Eu não ando servindo nem pra ir ali na sorveteria. Será que ele tem vergonha de mim? Será que sou feia de cara e boa de bunda? Enfim, quando questionamentos sobre sua importância e beleza começarem a se levantar, fuja para as colinas. Coloque sebo nas canelas e corra sem olhar para trás porque você, sua linda, não precisa de ninguém para gozar e ser feliz.

A mudança de ano precisa existir para que nossas forças sejam renovadas. Quando nos damos conta que estamos fechando um ciclo de 365 (ou 366) dias, a gente renova o nosso olhar e se permite a novos recomeços. De 31 de dezembro para 01 de janeiro é apenas um dia. Porém, quando o sol nasce dentro de um ano novo, ele vem com uma outra simbologia que nos conecta ainda mais com a vida. E a gente, simplesmente, vibra.

Para que o novo ano seja realmente novo, ele precisa ir além de pensamentos e palavras. Você precisa mudar suas atitudes e se permitir às novas oportunidades. Somente, assim, as coisas sairão do papel e tomarão uma nova configuração. É dessa forma que, então, seu ano torna-se plausível e digno de ser chamado de Ano Novo.

Que, em 2019, nossa vida seja feita de muitos orgasmos. Que tenhamos muitos prazeres em todos os sentidos e que nosso sorriso no rosto e nossas genitálias molhadinhas sejam as provas de que todo e qualquer momento pode ser um verdadeiro tesão.

Antes tarde do que nunca para desejar Feliz Ano Novo. Feliz 2019. Feliz você novo!

Lembro-me de um dia, procurando sobre a palavra puta pelo Google, ter me deparado com Gabriela Leite – uma grande mulher que decidiu ser prostituta e lutava pelos direitos das mulheres que atuavam neste ramo. Achei super interessante e passei a acompanhá-la em entrevistas. Quando ela faleceu, em 2013, fiquei extremamente triste porque as profissionais do sexo perderam uma exímia representante e porque eu perdi a oportunidade de conhecê-la. Em 2009, Gabriela Leite havia escrito o livro “Filha, mãe, avó e puta” que só foi lido por mim este ano.

O livro configura-se como uma autobiografia. Gabriela Leite conta sua trajetória de moça rebelde e personalidade forte que, às vezes, permitia-se desobedecer sua mãe. Com pai boêmio, ela acreditava ser mais parecida com ele até concluir o quanto sua mãe a inspirou em fortaleza. Mãe de dois filhos, não exerceu o seu lado maternal como gostaria. Enquanto puta, trabalhou como deveria. No exercício da sua profissão, passou por três lugares: Boca do Lixo em São Paulo, na zona boêmia em Belo Horizonte e Vila Mimosa no Rio de Janeiro.

Inteligente, Gabriela Leite possuía um referencial bibliográfico muito vasto e havia sido aprovada em segundo lugar no curso de Filosofia da USP. Foi aluna de grandes referências, tais como Marilena Chauí e Antônio Cândido. Porém, transferiu seu curso para Sociologia e depois optou por largá-lo. Em época de ditadura, ela nos conta os percalços, a liberdade sexual e os estigmas das décadas de 70 e 80. A fim de viver uma vida livre, leve e solta, Gabriela saiu da casa dos pais e decidiu ser prostituta. Ela gostava muito de homens, de sexo e de dinheiro. Além do mais, ela gostava de fazer parte de uma minoria menos abastada. Lidava com homens simples, que queriam aliviar-se do stress por meio de uma rapidinha ou de uma conversa em forma de desabafo.

A escritora conta-nos a realidade dos lugares onde trabalhou e nos situa, durante todo o tempo, no contexto histórico da época. Acometida por problemas na vesícula e hepatite, ela começou a refletir sobre a marginalização que as profissionais do sexo sofriam e, então, após voltar à rotina resolveu dar as caras e falar em público pela primeira vez. A partir deste momento, a prostituta passou a ter voz e, aos poucos, o movimento foi tendo representação. Gabriela Leite passou a ser um grande nome quando o assunto era prostituição, tornando-se referência em estudos relacionados ao tema.

Ela viajou por vários estados brasileiros e por vários países em eventos que abordavam a prostituição. Fundou a ONG Davida e foi idealizadora da grife Daspu. Largou a profissão de prostituta para investir em projetos sociais e defender com unhas e dentes os direitos das suas ex-colegas. Casou-se com o jornalista Flávio Lenz Cesar, um amigo que tornou-se o homem da sua vida. Sofreu todos os preconceitos e se afirmou em todas as suas andanças e lutas. Foi uma mulher de fibra.

O livro Filha, mãe, avó e puta não tem muitos rodeios. Bem escrito, ele nos contextualiza e sensibiliza. Acredito que vale a pena, sim, ler. Por meio desta leitura, aprendamos a julgar menos o outro. Cada um tem a sua história, mas muitas delas podem se entrelaçar e isso nos permite uma bela reflexão. O livro pode ser encontrado em grandes livrarias ou na Estante Virtual, onde o comprei. Leia e compartilhe suas impressões conosco. Permita-se a esta experiência de leitura.

Rasga-me as costas, acerte-me no rosto, hoje visto apenas minha própria pele, quero mais que as carícias de sempre, quero toda a agressividade do seu desejo, nesse fogo que queima em seus olhos e derrete a parafina dessa vela que pingas em meu abdômen, ouço uma risada perversa vindo da boca de uma sadista.

O peso do seu corpo a rebolar sobre mim, com minhas mãos atadas e meus olhos vendados posso apenas me entregar e estou completamente entregue ao teu bel prazer, deleite-se do meu gozo e minha dor, meu prazer em te satisfazer as fantasias mais imundas e depravadas, nosso vício pela pele, nossa admiração pelo prazer, nossa idolatria pelo orgasmo, nesse ritual sublime nos encontraremos a nos amar em Pasárgada, onde sou amigo do rei e lá te terei todas as noites na cama que escolherei.

 

De um despudorado e, pode-se dizer, blogueiro.

Endereço: https://bemymonster.wordpress.com/

Estava em uma festa quando o batalhão da polícia de choque parou na minha frente. A ideia era pegar aquele policial que estava na minha frente, porém, em uma festa muito improvável, fiz de tudo até conseguir chamar a atenção dele. Seus olhos estavam vidrados no meu corpo enquanto eu subia e descia em movimentos sensuais de acordo com o ritmo da música. Começamos a conversar, o barulho da música impedia que eu entendesse alguma coisa, mas eu fui mais incisiva, pedi o telefone e consegui.

E agora, como fazer? Precisava pegar aquele policial e também voltar para minha cidade. Infelizmente ou felizmente, devido a um imprevisto, meu voo foi cancelado. Entretanto, já estávamos mantendo contato e avisei que iria continuar por conta do cancelamento do voo. Ele me informou os horários que eu poderia aparecer na Base, arrumei-me, chamei um Uber e avisei a ele que estava indo. Ele me recebeu na porta do carro, me pegou forte e disse que eu teria que acompanhá-lo, pois já havia dado o toque de recolher.

Entro dentro do carro e ele passa a mão na minha coxa e dá uma apertada tão gostosa que eu já comecei a sentir minha buceta piscar. Ele me pergunta se eu não tenho vergonha de deixar o policial de pau duro no meio de um evento e começa a me beijar. Eu estava de vestido, ele tira minha calcinha e ali mesmo começa me chupar cada pedacinho do meu corpo e voltava para minha boca com aquela língua deliciosa. Ai, que beijo gostoso. Tira meu sutiã e chupa meus seios que já estavam fazendo eu gritar de tesão, pressionando a cabeça dele contra minha vagina.

Enquanto eu me contorcia, minha vagina estava toda molhada. Eu rebolava bem gostoso quando sentia aquela língua entrando e saindo. O policial disse: – Desde o evento, quando te olhei, sabia pela sua cara que você fazia gostoso. Colocou a camisinha, abaixou as calças da farda e foi metendo com força. Enquanto eu gritava, perguntava se aquilo era força de policial. Nisso ele virou e disse: – Você merece uns tapas por ser uma menina má. E me batia tanto que queimava. Ele me fodia bem fundo e gostoso, parava, me chupava e tornava a comer minha bucetinha molhada de tesão.

Ele me dá outros tapas, eu, não resistindo, bato nele também. Então ele me deita numa tentativa de um papai e mamãe bem delicioso. Começa mais uma vez e eu delirava sentindo aquele homem dentro de mim, aquele caralho duro me arrombar. Eu arreganhei bem as pernas pra aproveitar aquele tesão de homem em cima de mim. Quanto mais eu rebolava, ele gemia e implorava pra que eu fizesse mais e mais me chamando de cadela, vadia, recebendo uns tapas. Ouvindo aquilo, não aguentei e gozamos juntos.

Ele me ajudar a me aprontar enquanto o Uber vinha me buscar. Ele se despediu falando que qualquer problema era só chamá-lo que ele iria me ajudar, mais que depois eu já sabia como teria que pagá-lo de um jeito bem gostoso. Voltei para o hotel, continuamos trocando mensagem, ele disse que sempre que eu estivesse na cidade, estava convidada a visitá-lo que era uma pena eu não morar ali porque ele ia ia querer todo dia e foi assim que eu tomei um choque.

 

Anastasia.

Mais um dia tranquilo na pacata cidadezinha do interior, eu no fim das férias e normalmente em período de férias não temos horários pra nada. Eu por exemplo, toda hora é hora de farra, rs. Estava em casa quando um amigo chamou pra ir à casa dele tomar cerveja e bater papo, sempre uma boa pedida no calor é cerveja, claro, eu logo me animei, tomei banho e fui me arrumar… + quem estaria lá? Entrei em contato e soube que ninguém, apenas as pessoas da casa mesmo, ótimo, aquela velha bermuda jeans, camiseta e havaianas estão ótimas aliada a um pacote de cerveja… rs.

Rs, não, não sou menino hahahaha… sou mulher que gosta de mulher, sou lésbica 31 anos, cabelo castanho, pele clara, 1,63 altura, olhos verdes, bunda um pouco grande, coxas medianas, nem barriguda e nem sarada + com um umbigo lindo, rsrs. É, tenho tesão por barriga.

Já na casa do meu amigo Caio, tudo normal. Cerveja gelada e papo legal, + ele e sua esposa estavam providenciando umas coisas pra um churrasco, pois era aniversário de Vanessa, mulher dele. No meio do papo Vanessa só falava de uma tal prima Lua que estava visitando a família na cidade, disse que era professora e estava corrigindo provas, até aí tudo bem, passada a idade de ter paixão platônica por professoras e em cidade de interior é bom difícil aparecer alguma mulher interessante, se é que me entende.

Após certas horas de papos e arrumações pré churrasco, eis que chega a tão falada prima Lua… o corpo arrepia só de lembrar. Sabe aquele frio na barriga? Ainda mais quando se é lésbica e reconhece a outra pelo famoso faro, inexplicável, só quem é sabe como acontece. Aí vêm os milhares de pensamentos que passam na sua cabeça e que nada mais é do que o diálogo do anjinho e do diabinho, cada um sentado em um ombro falando ao seu ouvido.

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Será que ela vai gostar de mim, será mesmo que ela curte meninas?
Será que meu faro vai errar pela primeira vez?
Poxa, pq tu veio tão largada?
Perfume tá em dia? ✅
Desodorante? ✅
Bala?
Bala?  😱
Ai meu Deus eu não tenho bala… claro não saí p ficar com Ngm… tá, só que bala não pode faltar, vacilona. (Só beijo com Halls de morango ou cerveja) Eu sei, eu sei, sapatão bem viadinho rs.
Será que ela quer ficar com vc baby? Relaxa aí pq até então é vc que esta em
 todo esse frenesi.

Todo esse diálogo em fração de segundos, sabe as edições de filme que parece que o tempo para e sua cabeça funciona a mil? Foi nessa pegada. Pensei isso tudo no tempo dela surgir na na entrada da cozinha, desejar boa noite, ir cumprimentar a prima e dona da casa e eu lá parecendo uma adolescente de filme americano, rs.
Então fomos apresentadas…Paty essa é Lua, Lua essa é Paty…

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Ai meu Deus ela é muito gata.

A prima Lua é muito linda, pouco mais alta que eu, magra, cabelo castanho claro, pele clara,  um olhar penetrante, aparelho ortodôntico transparente, um cheiro delicioso.

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👹🗣
Nunca beijou ngm de aparelho ein?
Vai perder a oportunidade?
Ela é solteira?
Ai meu Deus, será que ela é solteira?
Como vou saber isso?

Graças às modernas invenções da tecnologia, fui stalkear a rede social da menina, afinal eu não podia perguntar pra ngm neh? Vamos na pesquisa do Facebook, já que não sabia o nome dela, abri a página de Vanessa e fui nos amigos, procurei por Lua… Eis que a tecnologia não te abandona e surge o perfil dela, nada fixado em relacionamentos, vamos olhar mais… Foto dela com uma rapaz acompanhado de um texto de convivência em bla bla boa de 14 anos.

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Casada

🙇
Poxxaaaa
Ops, lá diz que é irmão.

🤗

Logo mais todos os convidados chegaram, mulheres sentadas na mesa à beira da piscina e homens no balcão cantando e conversando. Na mesa estava muito mais interessante do que no balcão, pelo menos p mim, rs.
No papo sobre vários assuntos inclusive sobre política a prima Lua diz ser bi.

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🤗
🤤
Já quero muito mais.

Com intermédio de uma amiga minha e tia dela, consegui o WhatsApp dela e ali se iniciou um papo…

😇🗣
👹🗣
O que vc vai conversar com uma professora?
Ah, dane-se.

💥

No dia, ela teve que sair às pressas e ir para o hospital ficar com o avô e eu preocupada com eles procurando informações e tentando ajudar como podia, porém imaginando que só no outro dia p eu tentar algo. Foi aí que o papo surgiu naturalmente, falamos de nós do que gostávamos, de relação, de amizade… + não era um papo qualquer pra mim, num papo normal meu corpo respondia, o tesão ficava explícito, calor no corpo e ao mesmo tempo frescor, coração acelerado, bico dos seios duros só pedindo a língua dela, buceta lubrificada e pulsando cada vez mais.

Até que no meio do assunto eu disse que estava excitada e ela respondeu: – Eu também.
Uau, como sentia vontade enorme de beijá-la, sentir o calor do seu corpo junto do meu, sentir nossos corpos nus, sentir a buceta dela na minha, uma vontade enorme que fazia minha buceta escorrer e pulsar de tanto tesão. Eu não precisava nem me tocar pra sentir tanto tesão, que tesão essa prima Lua estava despertando em mim em pouco tempo e que ótimo que ela estava sentindo o mesmo tesão que eu.
E naquele papo envolvente ela se mostrava uma menina mulher muito incrível e isso me deixava com cada vez mais tesão é muita vontade de ver a barriga dela que ela fez mistério e não disse, rs. Conversamos até pouco mais das 3 da manhã e gozei sem tocar na minha buceta ou qualquer parte do corpo, gozei num prazer gigantesco, o mesmo prazer que estou sentindo relembrar e tentar e descrever p vc tudo que senti, a minha buceta está pulsando e lubrificada da mesma forma…

Conforme marcado na noite anterior, nos encontramos na casa da tia dela que é minha amiga, ela estava séria, uma típica professora no auge das atribuições, estava sentada com notebook no colo e perdida em uma planilha que não acabava mais e escorada no sofá atrás dela, bem próxima, sentindo seu cheiro, sua voz suave pertinho, dava p ver o sutiã por cima, barriga coberta e dava p sentir como ngm o meu tesão.

Como meu corpo chamava por ela, pedia o toque dela, até que ali mesmo na sala, com minha amiga na cozinha encostei mais perto dela, cheirei a orelha, o pescoço, fiz o percurso  devagarinho ate a boca e a beijei. Que beijo delicioso, um beijo quente com vontade de não parar de beijar nunca mais, uma língua que ao tocar na minha fez com que minha buceta jorrasse mais ainda o líquido quentinho do tesão, passamos um bom tempo entre beijos e abraços no sofá e no colchão da sala, até que os donos da casa saíssem de propósito p nos deixar a sós.
E eu poder sentir seu corpo nu junto ao meu, confesso que a vontade era tanta que fui bem rápida, eu não aguentava mais esperar p senti-la até a assustei… Foi mágico sentir seu corpo, seu calor, seu toque …sentir … sentir a sua buceta Tbm toda molhada na ponta da minha língua, o sabor dela é delicioso e valeu toda a espera, correspondia a todas as minhas expectativas.
Ela veio por cima depois, beijando e me tocando e meio com medo e com vontade, estava meio receosa pq não sou muito passiva, fui poucas vezes. + ela sabe conduzir muito bem o jogo de sedução e eu estava/estou com muita vontade de sentir o toque dela na minha buceta, me contorcia com vontade de sentir seu dedo… até que ela me fodeu muito gostoso, ela fode muito muito bem e em meio ao tesão incrível gozei no seu dedo e confesso que de todas as vezes que fui passiva essa foi a melhor.
Ficamos horas deitadas nos curtindo, dando risadas, conversando besteira, trocando carícias e beijos. Acredito que esse seja o importe do tesão, não terminar quando goza, ter todo um cuidado posterior q ele. Espero muito ansiosamente que eu a encontre novamente e que a gente repita muitas vezes e nos entregue a esse desejo maravilhoso.

Bjo no canto do sorriso, Lua!!!

T.C. Nascimento