HomeArtigo criado porLu Rosário (Page 16)

Era junho e as noites frias. Numa sexta feira resolvi ir a uma festa, queria relaxar um pouco e me divertir. Chegando ao local, achei desanimador o cenário e as pessoas. Bebi um pouco, as horas foram passando, a madrugada chegando e o desejo de retornar para o aconchego do meu quarto era enorme.

Quando estava me despedindo de alguns conhecidos, surgiu, do meio da multidão, um rapaz que roubou meu olhar e o seu sorriso ao me olhar, deixou-me fascinada. Não trocamos nenhuma palavra e eu voltei para casa.

Dormi e acordei com a fisionomia do moço em minha mente. Queria saber quem era, o nome, onde morava – enfim, desejava encontrá-lo. Por volta das 19h do sábado, fui a um barzinho a convite de uma amiga e, ao chegar lá, para meu delírio, aquele homem de 1,80 metro, sorriso largo, cachos esvoaçantes, barba mal feita e uma boca apetitosa estava sentado na mesma mesa que eu me sentaria. Engoli a saliva, pedi para o coração aquietar-se e disfarcei os meus desejos. Fomos apresentados e o que não faltou foram assuntos para a conversa. O cara estava me enfeitiçando com sua voz e inteligência.

Minha  amiga havia bebido e queria ir embora. Eu desejava continuar ao lado dele. Ela sacou meu interesse e pediu um táxi. Agradeci aos céus por isso!

Paramos a conversa quando sua barba tocou o meu pescoço e ficou roçando nele e no meu ouvido, o sussurro me deixou em chamas. Rolou uns beijos e resolvemos sair do bar. Fomos andando sem destino até que chegamos a uma rua sem movimento e com pouca iluminação e foi ali que fui ao paraíso.

Ele me encostou em um muro, beijava-me freneticamente enquanto uma mão deixava minha buceta ardendo de desejo. Eu usava um sobretudo e ele começou a abrir os botões, parou quando chegou a altura dos seios, igual a um bicho faminto, rapidamente tirou meu sutiã, chupava e apertava meus seios. Ajoelhou-se, tirou minha calcinha e me chupou, lambuzou com gosto. Que homem!

Era minha vez! Abri a calça, dei uma mordidas ainda por cima da cueca, depois retirei aquele pau gostoso e grosso e pus em minha boca. Lambuzei o meu brinquedo daquela noite. Lambia aquela cabeça, apalpava a bunda e ele puxava meus cabelos. Levantei-me, fui colocada de frente para a parede e recebi aquele pau na minha buceta. O gemido era de muito prazer. O homem era uma máquina e metia gostoso enquanto mordia meu pescoço e apertava meus seios.

Me colocou de quatro e me  fudeu mais ainda. Batia em minha bunda, me chamava de gostosa e dizia que treparíamos a madrugada toda. Ele colocava todo o pau grande e grosso. Estávamos sobre uma grama e meus joelhos estavam arranhados, mas a dor de um machucado não se comparava ao prazer que eu sentia.

Ele deu uma pausa e me colocou para chupá-lo e eu fiz com o maior prazer. Me pôs de pé e nos beijamos. E, de costas, começou a comer meu cu. Com uma mão, tampou minha boca para que eu não gritasse e me fudia. Sussurrando, me dizia o quanto eu era gostosa e eu mordia a mão dele. Ele tirou-a de minha boca e começou a passar em minha buceta. Enfiou um, dois, três dedos dentro dela e me levou ao delírio.

Depois de uma hora de foda e corpos molhados de suor, ele gozou na minha boca e depois lambeu minha buceta que estava destruída após a transa dos meus sonhos.

Voltei para casa cheia de hematomas proporcionado por um homem gostoso e que fazia com que qualquer mulher fosse ao delírio cmo aquele pau dentro de sua buceta.

FSJ, uma leitora baiana despudorada.

Falar de fetiche e fantasia é algo que sempre nos coloca em estado de dúvida sobre o que seria um e outro. Todo mundo adora usar a palavra “fetiche” para se referir às suas preferências em relação ao sexo. Vai dizer que nunca rolou uma pergunta sobre este assunto naquele jogo de verdade ou consequência? Se você negar, vou pensar duas vezes se acredito até porque se não tiver rolado especificamente com o nome “fetiche”, rolou com “fantasia”. Ambas povoam nosso imaginário e nos permitem conhecer melhor o próprio corpo e os desejos que antes eram considerados inconfessáveis.

Antes de escrever este texto, resolvi fazer duas perguntas para os meus leitores por meio do Insta @pudornenhum. A primeira pergunta foi: Qual o seu Fetiche? A partir das respostas, percebi que havia uma confusão em relação a sua definição. Para constatar, joguei outra pergunta: Qual a diferença de fetiche e fantasia sexual? Algumas respostas foram ótimas, mas elas não eram das mesmas pessoas que responderam a pergunta anterior e, assim, concluí que – realmente – as pessoas nem sempre sabem qual a diferença entre os termos. Para ficar claro, resolvi escrever-lhes.

Quando falamos, primeiramente, de fantasia, sabemos que sua definição retrata aquilo que vai além da realidade e que a palavra tem relação direta com a imaginação. De acordo com o Wikipédia, fantasia possui a seguinte definição:

 

Como vemos, quem fantasia manifesta o seu desejo por algo e tal situação fantasiada não precisa, necessariamente, ter uma relação com a realidade. A partir disso, é que a gente começa a transitar entre esta e a sexualidade porque, no âmbito sexual, há também este imaginar e se por em situações ainda não vividas. Para ficar mais claro, eu também trouxe uma definição de Fantasia Sexual que foi retirada do mesmo lugar – Wikipédia.

 

Diante disso, a gente começa a compreender que todas as nossas vontades de lugares e situações sexuais referem-se às nossas fantasias. De acordo com a minha experiência conversando com homens e mulheres sobre o assunto, a maior fantasia sexual apontada é a realização de um ménage à trois entre duas mulheres e um homem, bem como a prática do sexo em lugares públicos.

Entretanto, muitos chamam tais desejos de fetiches por não compreenderem que existe uma linha tênue e significativa que os separam. Conforme a mesma fonte de pesquisa, apresento-lhes a definição abaixo para o termo fetiche.

 

Não entendeu o que realmente significa? Então vou explicar melhor! O Fetiche é quando você precisa de algo, seja uma parte do corpo ou um objeto, para a excitação sexual. Devido a esse direcionamento tão certeiro para o alcance do prazer, temos o uso da palavra fetiche que, como apontado, deriva de um termo que significa feitiço.

O fetichismo é uma palavra que perpassa o estudo de Freud que, para ele, possui sua origem na castração. Segundo o psicanalista, o “fetichista recusa a realidade da falta de pênis na mãe, pois aceitar esta falta implica em reconhecer que sua própria possessão de um pênis está ameaçada. Ele encontra, então, um substituto ao pênis que falta à mãe: o fetiche” – citou Tania Rivera, em O Fetiche, subversão do símbolo

Portanto, o fetichismo foi citado por Freud como o desejo do filho ver na mãe o pênis que não existe e cujo “vazio” pode criar, na criança, a necessidade de encontrar algo para substituir essa falta, como uma outra parte do corpo, que pode ser os pés, mãos, bumbum e por aí vai. Nesse sentido, o fetiche é caracterizado de diversas formas e possui nomes específicos. Veja alguns deles que – encontrei nessas andanças pelo Google e que – inclusive – achei bem interessante porque traz algumas realidades desconhecidas e nos faz questionar sobre o que está nos limites do que consideramos normal.

 

 

Em alguns casos, o fetiche torna-se uma parafilia a partir do momento em que o indivíduo deixa de sentir prazer por meio do ato em si em detrimento de tal objeto ou desejo, satisfazendo-se apenas com o fetiche. Nesse contexto, há um desvio sexual que precisa ser tratado com a ajuda de um profissional. Além do mais, a parafilia pode ser caracterizada de outra forma e este assunto rende uma próxima publicação – tenho certeza!

Recapitulando: Fantasia Sexual, eu tenho de fazer em cima de uma árvore e com dois homens. Fetiche, eu tenho por mãos. Parafilia não é o meu caso. Agora, quando lhe perguntarem, você já sabe, não é?

Dizem que mulher boa é mulher bunduda, rabuda, de ancas largas. Mulher que, quando anda, expõe um sutil rebolado, cuja bunda tão notada e apreciada lhes dá contornos monumentais e movimentos afrodisíacos. Esta parte da mulher, tão cobiçada, sempre foi assim considerada desde os tempos mais remotos, em que os homens cansados do coito conjugal procuravam as prostitutas em busca de práticas sexuais distintas daquelas que normalmente tinham em casa. Entre estas, incluía-se o sexo oral e anal. Além do mais, nos tempos das senzalas, os senhores também exigiam de suas escravas os mesmos serviços sexuais.

A bunda, tão bem considerada, já foi e continua sendo o símbolo da mulher brasileira e, principalmente, da mulatas e negras (talvez por causa daquele lance das senzalas). Esta é representada nas artes plásticas, tais como desenho, pintura e tão bem escrita e descrita na literatura erótica e pornográfica. Carlos Drummond de Andrade, ao escrever sobre ela, foi enfático e mostrou-se apreciador deste fenômeno (?) nacional, dizendo-nos Não lhe importa o que vai pela frente do corpo. A bunda basta-se. E claro que basta-se.

– Aaiii que buuunda! E é assim que a mulher é reconhecida quando passa na rua, desfilando com sua calça apertada ou saia rodada. Uma Playboy não é nada mais do que uma sessão de bundas levantadas no centro da página. Arnaldo Jabor, em A bunda dura, diz que a bunda atualmente refere-se à uma forma de ascensão social. Depois das propagandas, capas de revistas e da televisão, você tem alguma dúvida disso?

Além de tudo o que disse, existem as diversas bundas: largas, empinadas, com ou sem celulite, com ou sem estria e mais uma série de outros formatos e formas. Mas o que importa tudo isso? Para o sexo anal faz diferença? De baixo da roupa ninguém vê nada. O biquíni?! Aí tudo bem, mas isso é para quem gosta de ser chamada de gostosa e de por inveja nas amigas por estarem muito preocupadas com o sentido bundístico que nos foi dado.

A bunda pode ser tida como este grande símbolo, tudo bem, existe até calcinha com enchimento em formato de bunda. Mas saibam, despudorados, que não há nada melhor do que viver sem se preocupar com tudo isso porque, na verdade, os homens gostam é de uma mulher que saiba viver sem medo de ser feliz e que saiba se olhar no espelho e reconhecer-se naturalmente linda – independente do tamanho da bunda.

Idealizado pelo empresário Leonel Borges, o Sex Shop Market é uma inovação dentro do mercado erótico e sensual. A possibilidade de anunciar produtos ou serviços de uma forma simples e segura é o seu diferencial. Assim como em um shopping, o Sex Shop Market é um site onde comerciantes se cadastram e anunciam gratuitamente. Além do mais, ele evita as preocupações relacionadas a espaço físico, busca de clientes ou, até mesmo, os custos de um site virtual.

Para não deixar dúvidas, Leonel Borges elencou quatro vantagens para anunciar no Sex Shop Market. Entre eles, encontra-se, primeiramente, a credibilidade já que este site é administrado por ele que tem 5 anos de experiência neste seguimento. Além do mais, o fato de muitos anunciantes já serem conhecidos também proporciona confiança aos possíveis compradores no processo de comercialização pelo site. Mais do que isso, o Sex Shop Market auxilia nesses tempos de crise, aumentando as vendas por ser um canal de divulgação de larga escala e, portanto, atrair e agregar novos clientes aos anunciantes.

Para fazer parte da rede do Sex Shop Market e anunciar seus produtos, basta seguir o passo a passo abaixo.

 

  1. Acesse o site Sex Shop Market e clique em CRIAR CONTA.

 

2. Preencha todas as informações necessárias e confirme seu cadastro. Logo após, você vai será direcionado para a seguinte página.

Veja que tem a categoria para adicionar produtos e que há um painel de controle com a quantidade de anúncios já inseridos. Achei tudo de bom! O fato deles já terem sido aprovados significa que todos os anúncios vão passar por uma aprovação antes de ir para o site Sex Shop Market. Assim, o foco deste continua garantido. O site também oferece as opções Gratuito e Premium, ficando ao seu bem prazer escolher se quer ou não ter os seus produtos em destaque pagando só um pouquinho a mais.

Até agora falei apenas daquele que pretende anunciar, mas para o consumidor este site é tão válido quanto porque, assim, você encontra o Sex Shop ou consultores de produtos eróticos mais perto de você e recebe seus produtos conforme acertado com o comerciante. Desse jeito não há neuras para adquirir o que você precisa. E se quiser, também há um passo a passo simplificado para você. Segura essa!

 

  1. Ao clicar no estado em que mora e deseja receber o produto, encontrará todos as cidades e produtos onde eles se encontram

 

2. Ao escolher o produto em sua cidade, clique sobre ele e terá as informações desejadas: método de entrega, dicas de segurança e dados do anunciado, tais como encontra-se na imagem abaixo

 

Agora me diz: o Sex Shop Market é bom ou não é? O mercado erótico está buscando sempre inovar para que sejamos pessoas mais libertas(os) quando o assunto é sexo e para que também tenhamos mais qualidade de vida. Depois dessa, independente de ser comerciante ou consumidor, dá um clique e acesse o site para conhecer.

Se tiver a fim, salve em seus favoritos para que você seja salva naqueles momentos quentes da vida. Como diz o ditado popular, “melhor prevenir do que remediar” e “sexo é bom na ponta da língua”. Assim, toda ousadia a mais será sempre bem vinda.

Há muitas mulheres que nunca tiveram um orgasmo na vida. Infelizmente, isso é muito mais comum do que imaginamos. Algumas sentem dúvidas sobre o que o orgasmo vem a ser e até confundem com o gozo, que refere-se ao prazer durante o ato sexual e sua consequente lubrificação na genitália. Já o orgasmo é o ápice do nosso prazer, quando o sexo precisa de uma pausa e o nosso corpo treme da cabeça aos pés.

Pensando nessas sensações únicas as quais nem toda mulher se permite chegar, o Orgastic, da Intt, veio com tudo para dar aquele fogo na bacurinha daquelas que estão se descobrindo, que querem apimentar a relação ou que, por consequência da idade ou da correria cotidiana, já não tem mais a mesma libido. Diante disso, inclusive, este produto é considerado um Viagra Feminino por fazer emergir as sensações que estavam adormecidas, aumentando a libido.

 

 

Todo relacionamento necessita de sexo, mas não é de sexo por sexo, não é despudorados? A relação sexual não pode ficar no quadradinho, é preciso perpassar todas as formas e, se possível, criar novas formas. O sexo pode ser comparado a linguagem, cujos neologismos fazem com que ela fique cada vez melhor e mais versátil. Cabe, portanto, ao mercado erótico, abrir o caminho das pedras e nos possibilitar sair do convencional.

A Intt preza justamente por isso e o Orgastic faz com que você chegue ao ápice mexxxxmo. Basta aplicar algumas borrifadas no dedo e aplicar na parte interna da vagina e no clitóris uns 15 minutinhos antes do vucu vucu. Depois disso, amoras, preparem-se para aquele fogo subir, aquelas contrações maravilhosas começarem e você começar a entender o que significa ser feita de lagartixa e subir pelas paredes, segundo os ditados populares.  De acordo com Mari Lima, consultora de produtos eróticos, o Orgastic também “é pra você que está sem vontade e tem perdido o desejo sexual. Ele pode ser usado diariamente para a recuperação do seu libido”.

 

 

Antes que me perguntem, a taça que compõe o cenário das fotografias tem tudo a ver com o clima pré-Orgastic. Experimente uma taça de vinho antes (ou de qualquer outra bebida que goste muito), solte o corpo, liberte-se dos pudores e – antes da coisa acontecer – use-o e provoque o seu parceiro ou parceira. É uma pitada certa para o seu e para o nosso prazer. Eu já experimentei e vou repetir a dose, viu? Ah, e vou repetir sozinha porque ele pode muito bem ser usado num momento a sós.

Então, recapitulando, despudoradas: o Orgastic é um excitante feminino que esquenta e proporciona contrações, aumentando a libido e proporcionando relações sexuais completas. Deve ser aplicado na parte interna da vagina e no clitóris. Qual o resultado? Orgasmos. Para casos mais difíceis, em que a mulher realmente tenha muita dificuldade, em breve estarei apresentando outro produtinho para deixá-las tremelicando de prazer. Se quiser continuar o papo, lembrem-se que, no Papo Ínttimo, sempre tem espaço para mais um.

 

 

Pensa aí: Você ta naquele momento frenético entre racionalidade e juízo algum, Então o cara fica mudo. Agora pense novamente: Você naquela comunhão rigorosamente deliciosa de corpos e o cara olha nos seus olhos e intitula desejos, diz que ta gostoso e ainda te provoca com dentes, gestos e dedos. É outra coisa, não é?

Para que o sexo seja bom o suficiente e cause delírios no casal sortudo e caliente da vez, nada mais propício do que umas conversinhas ao pé do ouvido, diga-se de passagem, um sussurro desprogramado, mas que vem na hora exata. Certo que existe aquelas transas casuais com um pau amigo ou com um flerte bem intencionado, mas não importa o quão seja o relacionamentoo importante é, além de gemidos, ouvir ambos externalizarem seu prazer em verbos e substantivos.

Somos seres que têm a necessidade de extravasar em todos os sentidos. Antes, somente o homem podia dizer suas sensações no momento mais íntimo da relação e as mulheres, um sexo forte e tão instintivo quanto, tinha que guardar todos os seus prazeres contigo. Isso ainda vem acontecendo, mas a tendência tem sido mudar a situação, igualando ambos no momento em que encontram o céu (fala sério, um bom sexo nos leva ao paraíso!)

Oh, amiga! Quando for “dar uma”, não precisa lembrar de mim e do que eu disse porque não quero participar de nenhum ménage sem corpo presente (Brincadeira!). No entanto, lembre-se que este é o momento de se deixar transbordar, então fale obscenidades, diga quando seu corpo estiver em chamas, proponha, libere-se e exponha sua sensualidade em falas mal elaboradas.

Caso o parceiro não seja fixo, tudo bem: fica a dica do mesmo jeito. E mais uma coisa: o texto não serve apenas ao público feminino. Rapazes, sintam-se à vontade para expor suas opiniões e sugestões, além de se aproveitarem das palavras aqui despidas para utilizá-las a seu favor.