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Todo ano, a gente é pego por essas duas datas: uma dos namorados e outra dos solteiros, já que Santo Antônio é tido como o responsável por arranjar marido pra mulher que já está quase perdendo as esperanças de encontrar algum pelos meandros da vida. Entretanto, vamos pensar: o que seria a fé em um santo como temos a fé no santo casamenteiro?

Para mim, fé é uma crença. Quem tem fé, acredita. Logo, quando pedimos ao santo, consequentemente acreditamos. Mas acreditar não é um ato simples da boca pra fora, ele representa muito mais. Quando a gente acredita em algo, tiramos de nós o pessimismo que a falta de esperança traz e, assim, passamos a ser mais otimistas e mudar nossas atitudes.

A beleza, portanto, começa a surgir e, então, ficamos mais propícios a encontrar alguém. Quando essa beleza resplandece inteira, a chance de conhecer alguém com muitas afinidades é perfeita. Porém, quando essa beleza ainda está recheada de negatividades e se aparenta com desespero, a possibilidade de encontrar alguém que não a faça feliz é grande.

Eu sempre digo para as minhas amigas que querem ter um companheiro e casar: Não se preocupe, toda panela tem sua tampa e a sua ainda vai aparecer. Eu sempre peço também para canalizar os pensamentos e evitar desesperos porque isso não é bom pra si nem para o outro que vê fragilidade demais em sua imagem. Quem me conhece, sabe que não estou mentindo.

A nossa fé em Santo Antônio deve ser revertida em amor próprio. Quem se ama está mais fácil de ser amado. Para tudo, existe um espelhamento e nosso interior é quem mais está capacitado para espelhar tudo o que nele está. Não sei se você fez simpatias, orou pai nossos ou sonhou com seus desejos sendo realizados, mas digo que um coração tranquilo representa uma mente e um corpo saudáveis e prontos para quando o amor chegar.

Eu estava livremente decidida a passar minhas férias sozinha porque é maravilhoso experimentar a minha vida e a minha própria companhia. Já não faz mais sentido para mim esperar de outras pessoas uma viagem inesquecível, inesquecível mesmo é poder viver e experimentar tudo. Eu sei exatamente qual o tipo de viagem que mais me atrai e é exatamente por isso que eu não preciso mais esperar pelas pessoas, as respostas para o que eu preciso moram dentro de mim.

Então eu reservei o hotel mais aconchegante, bem na beira do mar, onde eu pudesse dormir tranquilamente e ouvir as ondas enquanto descanso e escrevo. Juro que não estava em busca de grandes novidades, queria apenas me conectar com a imensidão do mundo, e mais uma vez me dá conta de que a vida é bonita e surpreendente, nas coisas mais simples.

Comprei as passagens, reservei o hotel, e fui. Chegando lá me surpreendi porque logo abaixo de quarto que escolhi havia um restaurante todo feito de madeira, com várias cadeiras confortáveis e um cheiro delicioso que vinha da cozinha.

Subi com minha mala até o quarto e fiquei extasiada com a vista da janela, dava acesso ao mar azul e a mata atlântica verde, havia uma rede na varanda e o chão era todo de madeira. Era aproximadamente 16h quando tomei banho e decidi descer para a praia. Fiquei alguns minutos decidindo qual biquíni usar, então decidir usar o branco, pequeno e que amarra dos lados com uma minissaia e desci para a praia com um livro na mão.

Quando eu desci as escadas do quarto em direção ao restaurante do hotel tudo estava silencioso e parado, quase não havia pessoas ali, mas notei que enquanto eu descia as escadas, esfregando vagarosamente uma perna na outra, um olhar curioso me acompanhava. Ele estava no restaurante só, e ficou me olhando, até o momento que parei na praia.
Estiquei minha canga, tirei minha roupa e consertei o biquíni para que ele ficasse exatamente na marquinha que eu já tenho, enquanto eu consertava devagarinho a parte de baixo do biquíni, vi que o rapaz estava na janela do restaurante e olhava em minha direção. Simplesmente ignorei o fato e voltei a ler o meu livro.

Não demorou muito para que eu percebesse que alguém se aproximava, era ele. Sentou-se um pouco distante, atrás de mim. O lugar que ele escolheu para sentar era exatamente na direção da minha bunda, e eu me questionei se teria sido proposital ou uma mera coincidência, mas ironicamente eu não me incomodei, eu estava inteiramente sexy com aquele biquíni branco e pequeno, e ele, indiscutivelmente, não parava de me olhar.

O sol já estava se pondo, e o céu parecia uma pintura colorida ao entardecer. Por algum momento esqueci-me de tudo que estava ao meu redor e me fixei no balançar das ondas que beijavam o céu colorido. Já estava anoitecendo quando decidi voltar para o hotel, a praia estava completamente deserta, e quando me dei conta, o rapaz que sentava atrás de mim não estava mais lá, eu estava completamente só e completamente grata por aquele fim de tarde mágico.
Voltei ao hotel e antes de subir para o quarto, eu olhei rapidamente o cardápio e fiz o pedido ao garçom. Estava com muita fome e também muito cansada. Subi as escadas em direção ao quarto e percebi que a porta do quarto ao lado do meu estava entreaberta, parecia que havia chegado algum hóspede novo ali. Deitei na cama e dava para ver pela janela várias estrelas no céu, cochilei. Fui acordada com o telefone do quarto tocando, era o garçom avisando que o jantar estava pronto, só tomei um banho e desci.

Mais uma vez o restaurante estava vazio, eu sentada numa mesa, mais dois casais em mesas diferentes, uma senhora que parecia já estar de saída. Sentado numa mesa próxima a minha estava o rapaz que me olhava na praia! Ele tinha um jeito misterioso e calado, uma barba grande, e uma maneira informal e solta de se mover. Eu percebia que ele continuava me olhando e me questionava o motivo pelo qual ele ainda não havia se levantado da mesa e vindo à minha direção. Afinal, porque ele me olhava? Ele terminou de comer e saiu do restaurante para fumar um cigarro, e dessa vez a cena se inverteu. Eu sentei num banco atrás dele e comecei a admirá-lo.

Ele fumava o seu cigarro distraído e livre. Comecei a me questionar o que ele fazia ali sozinho, por que também viajava só, e porque parecia tão sereno fumando o seu cigarro numa noite fria de verão, enquanto a lua passeava no céu estrelado.

Antes que ele percebesse que eu o observava, eu subi para o quarto e fiquei da janelo olhando-o de cima. Ele terminou de fumar e subiu em direção ao meu quarto, descobri que o quarto ocupado ao lado do meu, era o dele, tive uma ideia interessante.

Esperei ele subir as escadas e então sorri em sua direção, ele não sorriu de volta, mas me olhou de um jeito que parecia saber o que queria.
– Eu estava te olhando hoje a tarde na praia tomando sol de biquíni branco, qual seu nome? – Falou se aproximando para me dá um beijo no rosto.
– Me chamo Estrela, prazer – sorri envergonhada –
A voz dele era grossa e bonita, ele tinha um jeito sério e seguro de falar, e eu me interessei por ele desde a primeira palavra que disse.
– O que você vai fazer hoje a noite? – Perguntou.
– Nada, eu estou muito cansada, quero dormir.
– Vamos sair pra beber algo juntos.

Eu estava muito cansada mesmo, mas não tinha como não aceitar a companhia dele. Ele era sedutor nas palavras, no olhar e no jeito.
– Pode ser – respondi – mas prefiro que seja aqui no quarto, é mais confortável.
Entramos no meu quarto e decidimos beber vinho, ele ligou para fazer o pedido. Conversamos durante muito tempo sobre muita coisa, eu descobri que ele era psiquiatra, e fiquei imaginando que caso eu fosse sua paciente, com certeza eu não conseguiria prestar atenção na consulta. E ficaria olhando para ele, e imaginando fazendo várias coisas. Pedro me contou várias histórias dos seus pacientes, mas eu estava impaciente para tirar a roupa dele. Eu estava completamente vidrada na ideia de ser examinada por ele, ele tinha mãos grossas, e eu ficava imaginando aquelas mãos pegando em mim, subindo pelas minhas pernas.

Comecei a passar a mão nos meus cabelos e deixei a alcinha da minha blusa cair para o lado, olhava para ele de baixo para cima, implorando que ele começasse a me beijar. Só de pensar nele tirando a minha roupa, eu já estava arrepiada, com certeza durante a nossa conversa, a minha feição mudou, eu não estava mais prestando atenção no que ele dizia, eu olhava para sua boca, seu corpo e suas mãos, dando um sorrisinho de canto.

Fui encostando a minha boca perto da dele, e sorri descaradamente, quase pedindo para que ele me arrancasse toda a roupa. Ele rapidamente não hesitou em me apertar contra a parede do quarto, e eu fiquei completamente louca! “Que vontade de ficar nua” – eu pensei -, passei a mão pelo seu short e senti algo grande, minha boca encheu d’água e não quis resistir, ele conduzia o meu corpo de uma maneira excitante, perdi completamente a noção de tempo com o seu beijo.

Ele tinha um cheiro gostoso, o corpo era delicioso e rijo, umas mãos fortes, um olhar excitante de quem me queria toda. No meio do beijo, eu o afastei de mim, porque eu estava com muito calor e caminhei em direção á janela do quarto que dava acesso ao mar. Daquela janela a noite soprava um vento fresco, e começamos a nos beijar novamente.

Enquanto nos beijávamos percebi que ele ficava louco, que sua respiração estava ofegante e pude sentir o tamanho do seu pau encostando-se a mim. Ele me apertava forte contra a parede e nós mais uma vez ficávamos completamente molhados de suor. A madrugada passava rápida e silenciosa, apenas os nossos suspiros movimentavam a noite que ia embora. Num rápido desvio de olhar pela janela me dei conta de que havia uma escada na área da frente do quarto que dava acesso à praia.

Puxei a sua mão, guiando-o para a praia. Enquanto descíamos as escadas, ele parou bruscamente e começou a me apertar, desceu vagarosamente as alcinhas da minha blusa, e beijou os meus peitos, eu gemia baixinho no seu ouvido pedindo para que não parasse, repentinamente, eu o olhei nos olhos, peguei a sua mão e coloquei entre as minhas pernas, eu estava toda molhada, então falei baixinho no seu ouvido:
– Quero você…

Chegamos até a areia da praia completamente inteiros um para o outro…

Era uma tarde interessante, resenhas a parte, fui desafiada, baixa o TINDER ai pra gente ver qual de nós leva mais curtidas dos caras. Desafio aceito, baixei o tal app (eu nem acredito nesses app), logo de cara aparece a foto de um belo jovem; dei like kkkk,  nessa hora o app diz que combinamos) aparece então a opção de enviar mensagem, aula termina saio do app e vou para o ponto do ônibus, hora de ir pra casa, chegando em casa telefone vibra… adivinha só o que era: era o jovem bonitão, sim era ele.

Boa noite ele escreveu, respondi com o coração acelerado( sem entender o porquê da ansiedade) perguntou o que eu procurava ali e o que eu esperava dos caras, muito direto e objetivo em sua busca, foi logo dizendo: quero te proporcionar muito prazer e diversão se você se permitir. Então perguntei! Você é casado ou solteiro? Ele então responde sou casado, (nossa brochei na hora) as minhas mensagens nesta hora acessaram. Tomei banho comi alguma coisa, peguei o notebook , vamos estudar um pouco né!

Celular vibra novamente, meu casamento ta mal, por isso estou aqui (disse o belo rapaz), mas como eu poderia me envolver com um cara casado! Esqueci isso por um tempo, começamos a trocar mensagens, vamos pro Whatsapp! Lá é melhor pra conversar, me deu o número do celular e adicionei logo. E então moça quer diversão ou não? Perguntou. Eu ainda com muito receio disse: não vai ter problemas com sua mulher? É nós sermos discretos no início, quando tudo estiver resolvido nada mais vai nos atrapalhar; então abri meu coração e disse a ele oque eu esperava de um homem.

Continuamos a conversa no outro dia, trocamos fotos, falamos de desejo. Marcamos então o encontro, eu na sala de aula celular vibra: venha estou na porta, disse ele: já estou saindo respondi, fim da aula saí dali sem nem saber se ele estava de carro ou que carro seria o dele, perguntei? Onde ele estava, então o encontrei. Beijinho no rosto, e ele é mesmo muito bonito mais do que nas fotos, conversamos um pouco, e finalmente chegamos ao MOTEL. Como assim: tá louca mulher? Sem muita demora nos beijamos, beijo bom… eu pequena ele alto, sentamos na cama e trocamos carícias, amassos nos seios, beijos no pescoço, correu as mãos por todo meu corpo, desamarrei o nó do macacão que eu estava usando e então lá estava eu nua!

Ele contou cada tatuagem no meu corpo e disse: são lindas e vc é mesmo pequena, arrancou minha calcinha, passou a mão em minha ppka. Pronto desmontou a mulher. Me pôs logo pra chupar, me engasguei com com ele em minha garganta, à expressão de satisfação por eu ter engasgado era nítida em seu rosto, me pôs por cima, me pôs de quatro, nossa tava bom aquele negócio, fomos pra poltrona, me pôs de quatro tapas na bunda e no rosto ( ahh como eu gosto disso) voltamos pra cama então ele goza… retira a camisinha e manda eu chupar até que não saia mais esperma, ele gosta de dominar e faz bem esse papel.

Tomamos banho e voltamos pra cama. Me chupa mais um pouco disse ele: obediente cai de boca, mais um preservativo e a ordem fica de quatro quero comer seu cu agora! Eu não muito experiente em anal estava com medo. Relaxa você nem vai sentir prometo, sachê de lubrificante uns estímulos com o dedo e então começou a penetrar(dor do caralho) mas ele sabe fazer, como um bom dominador meteu ate o fundo, nossa, dor prazer tudo misturado. Meteu mais fundo, como era nosso primeiro encontro e eu o pedi pra tirar porque estava doendo então ele tirou do meu cuzinho dolorido, fomos pro chuveiro camisinha retirada mas ele ainda não gozou! Ajoelha quero gozar na sua boca! Desci chupei e mais uma vez ele gozou, terminamos o banho nos beijamos e ele ainda demonstrava estar com tesão, mas era hora de voltar pro trabalho e eu para casa, me trouxe até perto de casa, pois eu não quero me comprometer,em meu corpo ainda o sinto e espero logo reencontrá-lo.

A GOSTOSA DA FACULDADE [ PARTE 2]
Para quem não viu a parte 1, acesse A gostosa da faculdade.

Mas de repente… Alguém abre a porta…
Assustados, olhamos e era uma estudante de Jornalismo, que volta e meia sempre estava lá no laboratório, pois era amiga de um dos integrantes… Enfim… Nos olhamos assustados, naquela cena constrangedora, e mil coisas se passaram pela cabeça, porém, a estudante de jornalismo (vamos titulá-la como ‘L’ ) reagiu de uma forma inusitada. Ao invés de gritar, sair correndo ou algo do tipo, ela apenas olhou para nós com um pouco de vergonha e de forma lenta foi fechando a porta, mais bilhões de coisas passaram na minha mente.

Mas antes de continuarmos, vamos descrever esta ‘mulher maravilha’ que mexeu com a minha cabeça (em todos os sentidos). Ela era uma morena de cabelos cacheados, com pele suave e um tom de pele apaixonante… as suas curvas eram como se fossem desenhadas no escorregar suave de um pincel sobre uma tela, suas pernas pareciam ser um caminho, admirável e lindas, uma entrada para o que há de maravilhoso entre elas, seus seios convidativos me faziam imaginar o que eu mais desejava se os tivesse na ponta da minha língua. Naquele dia, ela estava com um vestido, valorizando ainda mais aquele corpo lindo e sensual, ENFIM… QUE EU JÁ ESTOU FICANDO MUITO EXCITADO COM ESSA DESCRIÇÃO, PROSSIGAMOS COM O CONTO.

Por alguns instantes, os movimentos se tornaram lentos e os olhares fixos… até que o momento foi quebrado quando ela suspirou e meio que espremeu as pernas… não estava acreditando!! Ela estava assustada, com vergonha, porém muito excitada… Já que a oportunidade é difícil bater duas vezes, me aproximei perto dela. Ela com o olhar fixo nos meus, segurei pela cintura e levemente, com os olhares fixo, encostei meus lábios nos dela e senti que ela cada vez mais se entregava ao momento, então, da cintura, minha mão foi descendo até puxar mais o seu vestido. Enquanto isso, a outra guria gostosa estava lá olhando um pouco sem entender. Na minha cabeça, aquilo era um sonho e, realmente, não estava a fim de acordar, mas vamos lá pra sacanagem.

Percebi que a mina gostosa estava lá olhando com cara de pedinte, então claro que fui atender o desejo de ambas: tem leite pra todo mundo! Coloquei a “L” em cima da mesa, abri aquelas pernas lindas para ir ao encontro da felicidade. Enquanto isso, a guria gostosa foi chupar meu pau, eu estava tão excitado que chegava a salivar, puxei logo a calcinha da “L” e comecei a satisfazer aquela deusa da gostosura. Ela gemia também timidamente enquanto eu chupava sua buceta de forma um pouco veroz, afinal, estava uma delícia, não queria deixar nenhum gozo dela escapar, chupava com vontade aquela buceta… e ia a loucura a cada vez que a danada da gostosa passava a língua na cabeça do meu pau. EU ejaculava tanto lubrificante e ela bebia tudinho.

Hora de trocar de turno porque eu queria aquela língua sexy e gostosa da “L” chupando a cabeça grossa e rosa do meu pau. Coloquei a gostosa em cima da mesa, abri as pernas dela e chupei com vontade. Enquanto isso, a “L” fazia loucuras lá em baixo, nossa, ela passava a língua de baixo a cima no meu pau, concentrando mais as lambidas na cabeça dele, eu simplesmente ia a loucura. Mas minha vontade era outra: Coloquei a gostosa em baixo e a L em cima, todas de 4, com a bunda virada pra mim, então comecei a brincadeira, comecei com a “L”, aquela buceta era muito gostosa pra ficar lá sem ser preenchida, então enfiei meu pau devagarzinho, por ter a cabeça muito grossa, não queria empurrar de uma vez, então foi aos poucos. Comecei a socar naquela bucetinha, estava quente, molhada, sentia ela sugar meu pau como se quisesse engolir ele.

Gradualmente, comecei a socar mais rápido todo meu pau e ela gemia forte até gozar. Tirei meu pau e sabia que a gostosa queria era que eu comece o cuzinho dela, então não perdi tempo e já fui enfiando naquele cuzinho apertado. Nossa, como eu adorava ouvir os gemidos dela, parecia que eu estava arrombando ela por trás, ela gemia de prazer e eu socava com tesão. Em meio a toda aquela cena gostosa, não consegui segurar muito, tirei meu pau rápido e as duas abriram a boca pra receber todo o meu gozo, então gozei e distribui na boca de cada uma delas e elas pareciam se maravilhar com todo aquele gozo quente escorrendo na boca delas.

Concluindo… depois disso, não quis nem saber. Sempre que a gostosa me chamava para ajudá-la no trabalho, eu ia… kkkkkk. Já com a “L”, eu passei a admirar mais ainda e mantive contato, houve outras histórias com ela, mas isso é outro conto desse leitor despudorado.

O que dizer da palavra abraço? Abraçar é unir os braços de um lado a outro e enroscar-se nele sem medir distâncias. É um gesto de carinho que parece transportar a alma de lugar. É encostar o coração e mostrar que ali existe mais que um encontro de corpos, mas um amor, um companheirismo, um acalanto. O abraço é desses: conquista.

Quando a gente dança juntinho, a depender da intimidade, abraçamos, colamos, sentimo-nos. Entretanto, o abraço que quero enfatizar hoje é outro. Refere-se ao abraçar que também proporciona colar de bocas e um adentrar. É um abraço que invade a nossa privacidade e nos torna íntimos, nem que seja por uma única noite. Abraçar no ato de amar, além do coração, é a carnalidade mais intensa que existe.

O abraço pode liberar a oxitocina do cérebro, provocando o aumento do nosso sentimento e intimidade. A gente fortalece ainda mais nossos vínculos e, assim, não quer mais largar. Os nossos músculos relaxam e faz com que aliviemos e nos sintamos mais leves. Endorfinas são liberadas, aliviam, também, as nossas dores. Muita delícia, não é? Além do mais, as serotoninas passam a ser produzidas com mais intensidade. Isso significa que a autoestima fica lá no topo, abrilhantando qualquer lugar, qualquer cama, qualquer afago.

Abraçar promove uma química que nem um livro pode explicar exatamente. Os braços constroem uma confiança que só os envolvidos conseguem entender. Um abraço é sempre mais do que a palavra abraço. Ele pode aumentar a produção de dopamina no cérebro. Isso nos abre sorrisos e colore qualquer relação fragmentada. Relacionamentos saudáveis são aqueles que geram abraços infindáveis.

Quem é que faz sexo, aqui, sem enroscar o outro? Algumas posições não precisam deste emaranhar-se, mas é o novelo completo que faz a festa ser inteira. Na festa que os corpos sabiamente promovem, a gente abraça a torto e a direita. É assim que sabemos que a química rolou, o santo bateu e se o forrozinho a dois debaixo dos lençóis pode continuar. O bolero, então, pode ser trilha. O tango, intenção.

É com o abraço que tudo começa e torna tudo sem tino na gostosa vontade de passar sorrindo, sentindo e lidando com aquele desejo de ser mais que abraço. Ser pernaço e aço – fortaleza que faz com que a palavra abraço termine forte, rente e sem pudor algum.

Pela primeira vez, eu me encontrei em uma introdução sobre vinhos. Cuidado, arte, poesia: essas três palavras definem o que representa a produção de um vinho. Foi deste modo que todo o encantamento veio a mim ao saber um pouco do seu processo até chegar às prateleiras. E, então, eu descobri que existem vinhos que tem passagem por barrica ou que, simplesmente, são feitos para serem bebidos logo. Os vinhos, assinados como clássicos, por exemplo, devem ser consumidos assim que abertos. Já aqueles marcados como reservados, nem escolho mais: já descobri que é porque o vinho não é lá essas coisas.

Esse mundo dos vinhos começou a me ser desvendado com a ajuda de Aline Oliveira. Esta linda é uma sommelière em formação na Faculdade Ruy Barbosa DeVry Universiy, em Salvador. Residente em Vitória da Conquista, na Bahia, pretende trazer essa atmosfera encantadora por meio de cursos, treinamentos ou degustação. A gente, é claro, adora essas possibilidades!

 

O encontro foi realizado na livraria Nobel em Vitória da Conquista. Além de livraria, o espaço possui uma agência de turismo, uma locadora de carros e, também, uma adega linda e aconchegante – como vêem na imagem abaixo. Neste espaço, você encontra bons vinhos e bons preços também!

Adega da Nobel, a maior rede de livrarias do Brasil, cuja filial fotografa é em Vitória da Conquista – BA.

 

Com uma decoração clássica, deparamo-nos com três taças e pães. Cada taça tem um significado no mundo dos vinhos. Para a mais estreita e comprida, o espumante ou champagne. Para vinhos, as taças mais largas e com bocas mais fechadas. Para água, taças abertas. A cada taça de vinho, duas taças de água a fim de evitar a embriaguez – sempre bom lembrar. Os significados de cada taça estão no respirar da bebida, na saída do gás carbônico enquanto este dura na taça (no caso do espumante/champagne) e por aí vai. Em outras palavras, tê-los na taça errada pode afetar em seu sabor e aroma.

A Sommelier Aline Oliveira servindo os convidados.

 

Os espumantes, diferente do que acreditamos, não se diferem do champagne a não ser pela região em que este último foi produzido. Eles possuem um processo bastante cuidadoso de produção e possuem gás carbônico. O seu sabor é leve e a sua cor bem clarinha. Uma delícia!

Infelizmente, na foto não percebemos o borbulhar do espumante. Mas ele está esplêndido e é uma delícia.

 

Em relação ao vinho branco, lembro-me muito pouco – confesso. Porém, preciso lhes falar que, antes de provarmos, ela nos perguntou qual cheiro sentíamos. Senti cheiro de maçã, mas teve quem sentisse cheiro de abacaxi ou até mesmo de giz de cera. O sabor? O mesmo do aroma. Esse sabor relacionado à nossa memória afetiva é bastante interessante.

Um vinho branco geladinho e, para mim, um sabor de maçã tentador.

 

O vinho rosé tem um sabor especial: um pouco de tanino e um adocicado. O tanino é nossa sensação de adstringência na boca, ou seja, aquele ressecar, aquela secura e puxadinha que sentimos quando o ingerimos. Nosso paladar não está acostumado e, por isso, acabamos negando em detrimento do puramente adocicado. Porém, este vinho estava muito gostoso, não resisti e fotografei a garrafa para quem quiser experimentar também!

A cor dele é mais forte devido a casca da uva e é esta, inclusive, que proporciona o tanino.

 

Existem mais de 2 mil tipos de uvas. A uva que uma participante mais ressaltou como deliciosa foi a cabernet. A sommelière Aline Oliveira concordou que o vinho proveniente desta uva realmente é muito bom. A partir deste então, lembro-me da harmonização do vinho no que concerne ao que iremos comer. Quaisquer pratos combinam com vinhos, só precisamos conhecer ou contratar os serviços de uma sommelière para saber qual o vinho ideal.

Um vinho mais encorpado: o famoso vinho tinto. Nada de pérgola que, inclusive, não é considerado vinho porque é produzido com uvas americanas – diferente das uvas adequadas para a produção do verdadeiro vinho.

 

Uva, terra, homem. Temperatura, estação. Para um vinho conforme o planejado, há uma série de cuidados necessários. O seu armazenamento também representa muito e pode mudar o seu sabor. Quem acompanha todas as etapas até que ele seja engarrafado e vá para as prateleiras é o enólogo. Alguns vinhos, inclusive, possuem o seu nome no rótulo por ter sido ele o responsável pela sua criação. Já o sommelier é o especialista que possui um conhecimento mais aprofundado e pode trabalhar em quaisquer lugares em que o vinho esteja presente e seja servido.

 

Eu, Lu Rosário, com a Sommeliere Aline Oliveira.

 

Após essa breve abordagem sobre o encontro de ontem, estarei aguardando os próximos e agora já sei um pouquinho sobre as gafes que eu sempre cometia quando comprava e bebia algum vinho. Eu nunca havia dado uma dentro. Ah, e nada disso de achar que quanto mais velho for o vinho, melhor. O vinho tem prazo de validade e, se ultrapassado, perde a sua essência – sabor e aroma. Ui, to me achando!

Para ter o contato com Aline Oliveira, acesse o seu site. Além do seu endereço virtual, você encontra seus textos no blog do Rodrigo Ferraz e no Jornal do Sudoeste. Vale a pena acessar, ler e conhecê-la. Além de linda e inteligente, passa tudo com muita simplicidade. De agora em diante, para me deixar mais inspirada, traga-me um vinho!

Não me lembro o nome dele e, se eu lembrasse, provavelmente não poderia contar. Mas a ideia das confissões no snapgram do Pudor Nenhum foi sugestão de um seguidor, que eu me lembre, assíduo da página. Eu já havia percebido o modismo que existia nisso, porém, ainda não havia aberto as minhas portas. Então, ele surgiu perguntando porque eu não abria o espaço para confissões e que ele, despudorado, gostaria de se confessar. Não hesitei. Ele, então, fez a sua confissão e a partir daí muitas outras vieram.

De acordo com Michel Foucault, em História da Sexualidade I, o ato de se confessar surgiu com o cristianismo. Sendo assim, a confissão é considerada, na sociedade ocidental, uma das técnicas mais valorizadas para a produção de verdade, pela qual a sexualidade foi colocada em evidência e compreendida como uma forma de vincular a salvação ao domínio de seus movimentos mais obscuros. Desse modo, confessar-se é se colocar neste lugar de verdade, de liberdade e de entrega de si por meio do que lhe é mais íntimo: a sexualidade.

Com as confissões, eu percebi que alguns desejos e angústias se repetiam. Mais do que isso, pude obter um recorte de como nós, seres humanos, somos em relação ao assunto. Então, fiz uma listinha com 5 ítens que mais se reptiram entre os despudorados. Assim, podemos refletir juntos sobre nossa posição nesse universo que é tão nosso e, ao mesmo tempo, tão de todos.

 

Esse desejo não é coisa de homens e mulheres solteiras, não. Pelo contrário. Homens e mulheres que são casados estão mais propensos à inovação no relacionamento. Tanto elas quando eles querem um ménage, que seria aquele sexo a três. Porém, existe o receio de um deles se envolver com a terceira pessoa. Além disso, perguntam-se: Onde conseguir essa terceira pessoa? Pensam: precisa ser alguém bem estranho para que não nos vejamos nunca mais. Surge a dúvida: e se ela chupar melhor que eu? E se ele achar que ela tem melhor performance que a minha?

Além disso, o ménage ao qual estou me referindo é aquele entre duas mulheres e um homem. Os que envolvem dois homens e uma mulher ainda não estão entre os preferidos. A força que o homem tem na sociedade retrai muitas mulheres a quererem estar entre dois deles. Há também um fator: aquele que virá no próximo ponto. Veja!

 

É isso mesmo. Eu me surpreendi com a quantidade de mulheres que sentem vontade de receber um sexo oral de outra mulher e, inclusive, é essa vontade que faz com que sintam vontade um ménage com seu parceiro e outra mulher. Não dizem que só uma mulher conhece a outra perfeitamente? Pois é. Acreditando nessa máxima, esta é uma vontade que muitas tem, mas nem todas tem coragem de falar e experimentar.

Falar que querem ter essa relação sexual com outra do mesmo sexo faz com que tenham receio de serem vistas como homossexuais. Elas acreditam que esse desejo seja apenas uma fantasia e não algo pra vida. Muitas também ficam em dúvidas se são bissexuais, pois gostam muito de homem, mas, ao mesmo tempo, sentem muito essa vontade. Inclusive, esse querer tanto também é justificado pelo próximo item.

 

Não é de estranhar que mais mulheres reclamem do seu relacionamento do que os homens. À eles, cabe o papel legítimo de trair. Afinal, existe um ditado que diz: todo homem trai. Assim, a insatisfação é golpeada logo no início e ele parte para outros caminhos fora de casa. Para a mulher, cabe o julgamento. Mulheres que traem são desmoralizadas. Devido a isso, elas demoram mais de trair. Sustentam por mais tempo suas insatisfações e, consequentemente, reclamam mais.

Algumas traem e, assim, sentem-se mais felizes. Vêem no amante seu desejo renovado. Seu amor próprio se inflama. Algumas sentem vontade de trair, mas tem medo e não conseguem. Outras propõem ménages, como foi citado acima, e produtos eróticos para esquentar a desgastada relação. Há, também, aquelas que pedem dicas porque já não sabem mais o que fazer e, muitas delas, vivem em relações abusivas. A insatisfação, neste caso, triplica.

 

Muitas mulheres não conhecem o seu corpo o suficiente nesta relação gostosa com o outro. Ela se descobre entre dedos e isso faz com que a liberdade a tome. É gostoso gozar sozinha e é gostoso quando ele a faz gozar do jeito que ela se acostumou; mas quando o pênis a penetra, pode rolar tensão, pode rolar muita vontade de fazer bonito pra ele e uma exigência grande de si mesma em se mostrar sexualmente imperiosa. Tudo isso inibe o prazer no momento da penetração.

Com certeza pode haver mais fatores e preciso estudar a respeito. Isso foi até algo que falei com uma seguidora no Instagram dia desses. Não sentir prazer na penetração é muito mais comum do que imaginamos. Ah, e também pode ter relação com a forma como os corpos estão dispostos neste estímulo que os dedos alcançam, mas que o pênis pode não alcançar. Quando penetradas, não é só o homem que se esforça e rebola, a gente também precisa pulsionar e fazer a nossa parte.

Diante deste item, encontrei alguns casos mais agravantes: mulheres não sabem quando gozam. Entretanto, não foi algo tão comum assim e, por isso, não vou colocar como um item à parte – por enquanto. Mas sinto que precisamos de um post inteiro para abordar esse assunto, até porque ele faz um link com vários outros. Vou até por ele em minha agenda, ta?

 

Vocês perceberam que todos os itens anteriores são referentes às mulheres, não é? Apesar dos homens se confessarem muito, são as mulheres as que mais reclamam e as que mais se parecem em suas afirmações. Em relação aos homens, o que mais chamou a atenção foi o fato deles não saberem como lidar com o relacionamento que está se fragmentando.

Alguns homens acabam traindo, algo considerado normal – infelizmente. Outros homens pensam em inserir produtos eróticos na relação e eu acho isso bem bacana. Muitos também pensam no ménage – mas sempre com outra mulher. Caso a mulher considere dois homens, ele pula fora. Um pouco egoísta, não? Com essa preferência e sem abrir mão dos desejos da parceira, você foge do objetivo que seria manter o relacionamento a todo vapor. Pense nisso!

 

Então, o que acharam de tudo isso que elenquei aqui? Você se encaixa em um desses itens? Você acha que tudo isso é realmente uma pequena mostra do que nós somos. É incrível o quanto tudo isso se repete dia após dia. Acho que a gente tem uma série de estudos que comprovam cada um dos pontos, aqui, apontados. Se eu fosse escrever sobre cada um deles, certamente teria muito conteúdo e muita experiência de confissões que me foram enviadas.

Quero salientar que todas elas são enviadas pelo Direct, mas reproduzidas de forma anônima no snapgram. Quem quiser fazê-lo de modo mais longo e queira uma intervenção/conselho meu, basta enviar para contato@pudornenhum.com.br que eu reproduzo aqui e de forma anônima, claro!

Espero que esta publicação seja significativa para todos e sigamos nessa vida sem pudor nenhum e com mais confissões deliciosas que signifiquem muito mais do que liberdade, mas grandes passos rumo ao amor e à felicidade.