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Sabe quando você bate de frente com uma pessoa e de cara já imagina que pode acontecer algo? Algo que pode ser naquele mesmo momento ou, então, num futuro qualquer? Parece coisa de sexto sentido do sexo.

Nosso primeiro contato visual foi há muito tempo. Eu sempre a observava no ponto de ônibus a caminho da Universidade, mas nem eu nem ela nos falávamos, o que existia era no máximo aquele “oi!, oi!” por educação, pois, de verdade, eu nunca imaginava que aquela bela morena de olhos verdes olharia ou se interessaria por mim.

Como falei, isso foi há muito tempo atrás; mas, em 2016, eu não imaginava que, ao chegar na casa de um amigo para um almoço de final de semana, a bendita amiga que ele me disse que convidaria era justamente ela. O susto foi enorme e a velocidade de aceleração do coração também, mas tudo transcorreu normal e de forma natural, e acreditem … acabou surgindo uma amizade repentina e o melhor de tudo é que a partir dali, o nosso contato foi mais frequentes, inclusive por redes sociais.

Justamente nesses contatos, via rede social, foi que o inesperado aconteceu. Depois de conversas e mais conversas quase todos os dias, surgiu uma confissão por parte dela, isso mesmo, por parte dela. Assim como eu a observava, ela também me olhava naquele já citado ponto de ônibus. Então, confissões foram aparecendo até que o clima ficasse favorável para se falar sobre a melhor coisa do mundo: sexo.

Após falar sobre posições preferidas, fetiches, fantasias e vontades. Um dia após essas confissões, eu não esperava que teria aquela bela morena despida a minha frente em uma cama de motel. Totalmente voraz e devassa, nunca imaginei que, já naquele primeiro encontro, ficaríamos super a vontade e que o sexo fosse sem pudor nenhum.

Lembro perfeitamente dela ficando logo de quatro na minha frente e me pedindo: “Vem meter. Vem!” … impossível não atender tal pedido e confesso que nunca meti tão gostoso. Sua buceta quente engolia todo meu pau num encaixe muito perfeito, o melhor de tudo naquela tarde foram os seus gritos e gemidos altos de prazer. Logo ao perceber que eu estava prestes a ejacular, simplesmente ela se virou, veio em direção ao meu pau e o colocou inteiro na boca, ela me encarava e pedia insistentemente para esporrar em seu rosto …. pedido atendido!

O melhor de tudo foi não perder o fôlego e, logo depois, ver aquela linda morena pedindo pra sentar e cavalgar bem devagar (claro que, de acordo ao nível de excitação, ela cavalgava feito uma louca), e logo depois sentar de costas e rebolar até ambos chegarmos ao nível máximo de tanto prazer …. Foi muito perfeito ver aquela bunda deliciosa rebolando na minha frente, aqueles seios suculentos e arrebitadinhos balançando a cada vez que meu pau entrava e aquela buceta molhada e cheirosa contraindo a cada vez que gozava, perfeito ver aquele corpo se contorcendo de prazer na minha frente toda vez que transávamos.

Nunca me senti tão a vontade e tão desejado, ainda mais por aquela que por muitas vezes era um desejo distante e veio ase transformar na minha deliciosa, voraz e insaciável musa.

Depois disso, eu confirmei que o “sexto sentido” e a percepção de que vai existir sexo logo de cara, existe sim.

Um lindo leitor despudorado.

Em 2015, a Intt Cosméticos juntamente com o casal João e Lídia Ribeiro lançou a linha In Heaven. Diferente de todas as marcas e linhas deste ramo que você conhece, a In Heaven foi desenvolvida para os evangélicos e, de acordo com o casal em questão, tal ideia surgiu após verem vários casais de amigos se separando. Eles também salientaram – em algumas entrevistas – que, apesar do sexo não ser fator preponderante em um relacionamento, é bastante importante porque, quando praticados de forma saudável, pode ajudar a restabelecer uma relação. Ao pensar neste mercado em ascensão, a Intt resolveu investir e isso deu o que falar.

Quando pensamos em produtos evangélicos voltados para o mercado erótico, sempre nos questionamos sobre qual é a sua diferença no que concerne aos outros produtos do mesmo ramo já que possuem as mesmas funções e são usados nas mesmas circunstâncias. É neste ponto, então, que vamos focar. Primeiramente, ressalto que os produtos In Heaven possuem uma fragrância mais suave do que os demais do mercado, além de possuírem uma embalagem e nomes discretos.

Para começar, nada mais inspirador do que falar sobre Sweet Ice, que é um gel de massagem comestível delicioso para que o casal comece a se aproximar. Uma massagem, um papo, um beijo aqui e outro ali são primordiais para que a intimidade permaneça. Este, na imagem, é o Ice Menta, mas também há o Black Ice. Ambos refrescam e, quando aplicados nas partes mais sensíveis, esquenta.

 

Este abaixo é o Pure: um adstringente que permite, à mulher, a sensação de virgindade mesmo após várias relações sexuais. Ele deve ser aplicado entre 15 e 20 minutos antes da penetração e também é comestível – isso o torna diferente de todos os outros.

 

Logo em seguida, temos o Pen Love é uma canetinha, cujas sabores são brigadeiro e chocolate branco. Ele tem um aplicador bem fininho que permite desenhar o corpo alheio com precisão e fazer pequenas declarações de amor que deixem claro a sua vontade pelo outro em todos os sentidos. Os sabores são bem convidativos, não é? E este de chocolate branco, conforme a consultora de produtos eróticos Nívea Luckner salientou, fica bem evidente em pele negra.

 

A linha In Heaven é um grande diferencial no mercado e acredito que você deve experimentar. Apesar de ter sido criado pensando em um determinado público, ele pode ser usado por todos  – principalmente por aqueles que estão inserindo os produtos eróticos na relação agora. Eu mesma já estou com esses três produtos em mãos e estou gostando muito porque são sutis e funcionais.

Quando se trata de inovação e de abranger todos os públicos, o mercado erótico está dando um show e a Intt também. É por isso que aqui estamos: usando produtinhos, experimentando novas sensações e sendo livres em cada uma de nossas escolhas. Explorar é o nosso novo verbo quando o assunto são prazeres e corpo.

Era junho e as noites frias. Numa sexta feira resolvi ir a uma festa, queria relaxar um pouco e me divertir. Chegando ao local, achei desanimador o cenário e as pessoas. Bebi um pouco, as horas foram passando, a madrugada chegando e o desejo de retornar para o aconchego do meu quarto era enorme.

Quando estava me despedindo de alguns conhecidos, surgiu, do meio da multidão, um rapaz que roubou meu olhar e o seu sorriso ao me olhar, deixou-me fascinada. Não trocamos nenhuma palavra e eu voltei para casa.

Dormi e acordei com a fisionomia do moço em minha mente. Queria saber quem era, o nome, onde morava – enfim, desejava encontrá-lo. Por volta das 19h do sábado, fui a um barzinho a convite de uma amiga e, ao chegar lá, para meu delírio, aquele homem de 1,80 metro, sorriso largo, cachos esvoaçantes, barba mal feita e uma boca apetitosa estava sentado na mesma mesa que eu me sentaria. Engoli a saliva, pedi para o coração aquietar-se e disfarcei os meus desejos. Fomos apresentados e o que não faltou foram assuntos para a conversa. O cara estava me enfeitiçando com sua voz e inteligência.

Minha  amiga havia bebido e queria ir embora. Eu desejava continuar ao lado dele. Ela sacou meu interesse e pediu um táxi. Agradeci aos céus por isso!

Paramos a conversa quando sua barba tocou o meu pescoço e ficou roçando nele e no meu ouvido, o sussurro me deixou em chamas. Rolou uns beijos e resolvemos sair do bar. Fomos andando sem destino até que chegamos a uma rua sem movimento e com pouca iluminação e foi ali que fui ao paraíso.

Ele me encostou em um muro, beijava-me freneticamente enquanto uma mão deixava minha buceta ardendo de desejo. Eu usava um sobretudo e ele começou a abrir os botões, parou quando chegou a altura dos seios, igual a um bicho faminto, rapidamente tirou meu sutiã, chupava e apertava meus seios. Ajoelhou-se, tirou minha calcinha e me chupou, lambuzou com gosto. Que homem!

Era minha vez! Abri a calça, dei uma mordidas ainda por cima da cueca, depois retirei aquele pau gostoso e grosso e pus em minha boca. Lambuzei o meu brinquedo daquela noite. Lambia aquela cabeça, apalpava a bunda e ele puxava meus cabelos. Levantei-me, fui colocada de frente para a parede e recebi aquele pau na minha buceta. O gemido era de muito prazer. O homem era uma máquina e metia gostoso enquanto mordia meu pescoço e apertava meus seios.

Me colocou de quatro e me  fudeu mais ainda. Batia em minha bunda, me chamava de gostosa e dizia que treparíamos a madrugada toda. Ele colocava todo o pau grande e grosso. Estávamos sobre uma grama e meus joelhos estavam arranhados, mas a dor de um machucado não se comparava ao prazer que eu sentia.

Ele deu uma pausa e me colocou para chupá-lo e eu fiz com o maior prazer. Me pôs de pé e nos beijamos. E, de costas, começou a comer meu cu. Com uma mão, tampou minha boca para que eu não gritasse e me fudia. Sussurrando, me dizia o quanto eu era gostosa e eu mordia a mão dele. Ele tirou-a de minha boca e começou a passar em minha buceta. Enfiou um, dois, três dedos dentro dela e me levou ao delírio.

Depois de uma hora de foda e corpos molhados de suor, ele gozou na minha boca e depois lambeu minha buceta que estava destruída após a transa dos meus sonhos.

Voltei para casa cheia de hematomas proporcionado por um homem gostoso e que fazia com que qualquer mulher fosse ao delírio cmo aquele pau dentro de sua buceta.

FSJ, uma leitora baiana despudorada.

Falar de fetiche e fantasia é algo que sempre nos coloca em estado de dúvida sobre o que seria um e outro. Todo mundo adora usar a palavra “fetiche” para se referir às suas preferências em relação ao sexo. Vai dizer que nunca rolou uma pergunta sobre este assunto naquele jogo de verdade ou consequência? Se você negar, vou pensar duas vezes se acredito até porque se não tiver rolado especificamente com o nome “fetiche”, rolou com “fantasia”. Ambas povoam nosso imaginário e nos permitem conhecer melhor o próprio corpo e os desejos que antes eram considerados inconfessáveis.

Antes de escrever este texto, resolvi fazer duas perguntas para os meus leitores por meio do Insta @pudornenhum. A primeira pergunta foi: Qual o seu Fetiche? A partir das respostas, percebi que havia uma confusão em relação a sua definição. Para constatar, joguei outra pergunta: Qual a diferença de fetiche e fantasia sexual? Algumas respostas foram ótimas, mas elas não eram das mesmas pessoas que responderam a pergunta anterior e, assim, concluí que – realmente – as pessoas nem sempre sabem qual a diferença entre os termos. Para ficar claro, resolvi escrever-lhes.

Quando falamos, primeiramente, de fantasia, sabemos que sua definição retrata aquilo que vai além da realidade e que a palavra tem relação direta com a imaginação. De acordo com o Wikipédia, fantasia possui a seguinte definição:

 

Como vemos, quem fantasia manifesta o seu desejo por algo e tal situação fantasiada não precisa, necessariamente, ter uma relação com a realidade. A partir disso, é que a gente começa a transitar entre esta e a sexualidade porque, no âmbito sexual, há também este imaginar e se por em situações ainda não vividas. Para ficar mais claro, eu também trouxe uma definição de Fantasia Sexual que foi retirada do mesmo lugar – Wikipédia.

 

Diante disso, a gente começa a compreender que todas as nossas vontades de lugares e situações sexuais referem-se às nossas fantasias. De acordo com a minha experiência conversando com homens e mulheres sobre o assunto, a maior fantasia sexual apontada é a realização de um ménage à trois entre duas mulheres e um homem, bem como a prática do sexo em lugares públicos.

Entretanto, muitos chamam tais desejos de fetiches por não compreenderem que existe uma linha tênue e significativa que os separam. Conforme a mesma fonte de pesquisa, apresento-lhes a definição abaixo para o termo fetiche.

 

Não entendeu o que realmente significa? Então vou explicar melhor! O Fetiche é quando você precisa de algo, seja uma parte do corpo ou um objeto, para a excitação sexual. Devido a esse direcionamento tão certeiro para o alcance do prazer, temos o uso da palavra fetiche que, como apontado, deriva de um termo que significa feitiço.

O fetichismo é uma palavra que perpassa o estudo de Freud que, para ele, possui sua origem na castração. Segundo o psicanalista, o “fetichista recusa a realidade da falta de pênis na mãe, pois aceitar esta falta implica em reconhecer que sua própria possessão de um pênis está ameaçada. Ele encontra, então, um substituto ao pênis que falta à mãe: o fetiche” – citou Tania Rivera, em O Fetiche, subversão do símbolo

Portanto, o fetichismo foi citado por Freud como o desejo do filho ver na mãe o pênis que não existe e cujo “vazio” pode criar, na criança, a necessidade de encontrar algo para substituir essa falta, como uma outra parte do corpo, que pode ser os pés, mãos, bumbum e por aí vai. Nesse sentido, o fetiche é caracterizado de diversas formas e possui nomes específicos. Veja alguns deles que – encontrei nessas andanças pelo Google e que – inclusive – achei bem interessante porque traz algumas realidades desconhecidas e nos faz questionar sobre o que está nos limites do que consideramos normal.

 

 

Em alguns casos, o fetiche torna-se uma parafilia a partir do momento em que o indivíduo deixa de sentir prazer por meio do ato em si em detrimento de tal objeto ou desejo, satisfazendo-se apenas com o fetiche. Nesse contexto, há um desvio sexual que precisa ser tratado com a ajuda de um profissional. Além do mais, a parafilia pode ser caracterizada de outra forma e este assunto rende uma próxima publicação – tenho certeza!

Recapitulando: Fantasia Sexual, eu tenho de fazer em cima de uma árvore e com dois homens. Fetiche, eu tenho por mãos. Parafilia não é o meu caso. Agora, quando lhe perguntarem, você já sabe, não é?

Dizem que mulher boa é mulher bunduda, rabuda, de ancas largas. Mulher que, quando anda, expõe um sutil rebolado, cuja bunda tão notada e apreciada lhes dá contornos monumentais e movimentos afrodisíacos. Esta parte da mulher, tão cobiçada, sempre foi assim considerada desde os tempos mais remotos, em que os homens cansados do coito conjugal procuravam as prostitutas em busca de práticas sexuais distintas daquelas que normalmente tinham em casa. Entre estas, incluía-se o sexo oral e anal. Além do mais, nos tempos das senzalas, os senhores também exigiam de suas escravas os mesmos serviços sexuais.

A bunda, tão bem considerada, já foi e continua sendo o símbolo da mulher brasileira e, principalmente, da mulatas e negras (talvez por causa daquele lance das senzalas). Esta é representada nas artes plásticas, tais como desenho, pintura e tão bem escrita e descrita na literatura erótica e pornográfica. Carlos Drummond de Andrade, ao escrever sobre ela, foi enfático e mostrou-se apreciador deste fenômeno (?) nacional, dizendo-nos Não lhe importa o que vai pela frente do corpo. A bunda basta-se. E claro que basta-se.

– Aaiii que buuunda! E é assim que a mulher é reconhecida quando passa na rua, desfilando com sua calça apertada ou saia rodada. Uma Playboy não é nada mais do que uma sessão de bundas levantadas no centro da página. Arnaldo Jabor, em A bunda dura, diz que a bunda atualmente refere-se à uma forma de ascensão social. Depois das propagandas, capas de revistas e da televisão, você tem alguma dúvida disso?

Além de tudo o que disse, existem as diversas bundas: largas, empinadas, com ou sem celulite, com ou sem estria e mais uma série de outros formatos e formas. Mas o que importa tudo isso? Para o sexo anal faz diferença? De baixo da roupa ninguém vê nada. O biquíni?! Aí tudo bem, mas isso é para quem gosta de ser chamada de gostosa e de por inveja nas amigas por estarem muito preocupadas com o sentido bundístico que nos foi dado.

A bunda pode ser tida como este grande símbolo, tudo bem, existe até calcinha com enchimento em formato de bunda. Mas saibam, despudorados, que não há nada melhor do que viver sem se preocupar com tudo isso porque, na verdade, os homens gostam é de uma mulher que saiba viver sem medo de ser feliz e que saiba se olhar no espelho e reconhecer-se naturalmente linda – independente do tamanho da bunda.

Idealizado pelo empresário Leonel Borges, o Sex Shop Market é uma inovação dentro do mercado erótico e sensual. A possibilidade de anunciar produtos ou serviços de uma forma simples e segura é o seu diferencial. Assim como em um shopping, o Sex Shop Market é um site onde comerciantes se cadastram e anunciam gratuitamente. Além do mais, ele evita as preocupações relacionadas a espaço físico, busca de clientes ou, até mesmo, os custos de um site virtual.

Para não deixar dúvidas, Leonel Borges elencou quatro vantagens para anunciar no Sex Shop Market. Entre eles, encontra-se, primeiramente, a credibilidade já que este site é administrado por ele que tem 5 anos de experiência neste seguimento. Além do mais, o fato de muitos anunciantes já serem conhecidos também proporciona confiança aos possíveis compradores no processo de comercialização pelo site. Mais do que isso, o Sex Shop Market auxilia nesses tempos de crise, aumentando as vendas por ser um canal de divulgação de larga escala e, portanto, atrair e agregar novos clientes aos anunciantes.

Para fazer parte da rede do Sex Shop Market e anunciar seus produtos, basta seguir o passo a passo abaixo.

 

  1. Acesse o site Sex Shop Market e clique em CRIAR CONTA.

 

2. Preencha todas as informações necessárias e confirme seu cadastro. Logo após, você vai será direcionado para a seguinte página.

Veja que tem a categoria para adicionar produtos e que há um painel de controle com a quantidade de anúncios já inseridos. Achei tudo de bom! O fato deles já terem sido aprovados significa que todos os anúncios vão passar por uma aprovação antes de ir para o site Sex Shop Market. Assim, o foco deste continua garantido. O site também oferece as opções Gratuito e Premium, ficando ao seu bem prazer escolher se quer ou não ter os seus produtos em destaque pagando só um pouquinho a mais.

Até agora falei apenas daquele que pretende anunciar, mas para o consumidor este site é tão válido quanto porque, assim, você encontra o Sex Shop ou consultores de produtos eróticos mais perto de você e recebe seus produtos conforme acertado com o comerciante. Desse jeito não há neuras para adquirir o que você precisa. E se quiser, também há um passo a passo simplificado para você. Segura essa!

 

  1. Ao clicar no estado em que mora e deseja receber o produto, encontrará todos as cidades e produtos onde eles se encontram

 

2. Ao escolher o produto em sua cidade, clique sobre ele e terá as informações desejadas: método de entrega, dicas de segurança e dados do anunciado, tais como encontra-se na imagem abaixo

 

Agora me diz: o Sex Shop Market é bom ou não é? O mercado erótico está buscando sempre inovar para que sejamos pessoas mais libertas(os) quando o assunto é sexo e para que também tenhamos mais qualidade de vida. Depois dessa, independente de ser comerciante ou consumidor, dá um clique e acesse o site para conhecer.

Se tiver a fim, salve em seus favoritos para que você seja salva naqueles momentos quentes da vida. Como diz o ditado popular, “melhor prevenir do que remediar” e “sexo é bom na ponta da língua”. Assim, toda ousadia a mais será sempre bem vinda.